Tuesday, October 30

50 ANOS MAIS NOVO

-->Estava ma Avenida Getúlio Vargas esquina com Rua Goiás, para ir ao bairro Porto velho. Estava eu, o Fernando e uma mulher. Só que a descida era bem mais íngreme que eh realmente. Então deitei de costas no asfalto e com a cabeça virada para o Bairro porto velho. Então o Fernando e a tal mulher saíram correndo e eu fui deslizando. Perguntei ao Fernando se havia algo na minha frente porque eu não estava vendo nada. Ele disse que a rua estava livre. Fui deslizando de costas rapidamente com o Fernando e esta mulher correndo ao meu lado. Quando chegamos na porte, passei rente ao canteiro central só que na contra mão. Continuamos assim até que após passar pela ponte, paramos. Levantei e a tal mulher disse que as pernas dela estavam doendo. Perguntei se ela queria que eu levasse as pernas dela. Ela resmungou. Nisto veio descendo o morro vindo em nosso encontro, um homem que seria o pai da minha mãe. Ele parecia ter uns 50 anos e tinha os cabelos grisalhos. Quando encontrou com a gente, descemos por um caminho que tinha ali e nos levou a um local que parecia ser debaixo da ponte. Havia um banco feito de tronco de árvore ali e nele estavam sentados meus pais com um cobertor nas costas dos dois. Eles tomavam algo em uma xícara que parecia ser café ou chá. Então lembrei da foto do pai do meu pai que tinha lá em casa e disse para o Fernando que o pai da minha mãe parecia ser 50 anos mais novo, que o pai do meu pai. O Fernando disse que era mesmo 50 anos mais novo. Fiquei olhando meus pais sentados ali e tentando entender como eles podiam ter quase que a mesma idade se os pais tinha idades diferentes. 

Monday, October 29

APLICAÇÕES NO BANCO ITAÚ

-->Estava vindo na Avenida primeiro de junho em direção a Rua Goiás. Vinha vindo do lado esquerdo. Vinha para ir ao banco Itaú, para aplicar o dinheiro que eu tinha no bolso. O valor era menor que vinte reais. Eu havia ouvido na TV que aplicações inferiores a vinte reais não eram viáveis e por isto os bancos não faziam. Mas eu sabia que o Itaú aplicava qualquer valor que estivesse na conta, automaticamente. Então estava indo para a agência para depositar os 12 reais que tinha no bolso. Quando cheguei a frente ao camelódromo, fiquei de gatinho e atravessei a Avenida Primeiro de Junho, de gatinho. Quando cheguei do outro lado algumas pessoas passavam. Então fiquei pensando se a gente atravessa a rua era de gatinho mesmo ou de pé. Eu não me lembrava de como se atravessa a rua. Mas acreditei que fosse de gatinho porque ninguém disse nada me vendo atravessar assim. Já no outro lado da avenida, procurei pela agencia do banco Itaú. Ao lado da Casa da Manteiga estava a agencia. Ela tinha um metro de largura por dois de profundidade aproximadamente. De um lado desta agencia era só parede. Do outro lado havia na parede uma grande onde o caixa ficava atrás dela e conseqüentemente fora deste cômodo de dois por um metro. Entreguei a ele os doze reais e pedi para depositar em minha cota. Ele pegou o dinheiro me deu o recibo e sai dali. Fui indo embora para casa tentando imaginar quanto seria meu rendimento diário e quanto daria de lucro no final do mês.

Sunday, October 28

CORRENDO ATRÁS

-->Vinha por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre. Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que era para a gente ir almoçar.


Saturday, October 27

O JOGO OU A CIRURGIA?

-->Estava dentro de um local que era uma sala de cirurgia. Esta sala era apenas uma sala comum. Havia duas mesas compridas, uma próxima a parede e a outra mais ou menos no meio da sala. Em cada mesa havia duas pessoas deitadas. Estas pessoas seriam operadas. Eu e outra pessoa que iríamos operar estas quatro pessoas. O cirurgião mestre que iriam acompanhar tudo estava nesta sala. Ele parecia estar brincando. Eu estava com pressa porque queria ir embora logo para ver o jogo do Brazil. Este cirurgião mestre, de onde ele estava, pegou o álcool em gel e apertou o franco, jogando álcool em gel em mim e na pessoa que estava comigo. Isto de longe. Jogou este álcool pra todo lado e em minhas mãos mesmo não jogo nada. Depois mandou a gente se posicionar para fazer a cirurgia. Eu fui para a mesa do canto, mas ele me mandou ficar na do meio da sala. Não gostei porque eu poderia ficar nervoso por estar no meio da sala. Queria ficar no canto junto à parede. Mas ele não deixou. Começou a falar como usar o bisturi e como fazer o corte. Minha mão tremia e eu achava que não iria conseguir. Mas depois pensei que não tinha nada de mais, que era só cortar e pronto. Mas o cirurgião mestre não parava de falar e eu queria ir embora porque o jogo do Brazil já ia começar. Pensei em ir embora ver o jogo e deixar a cirurgia pra lá. Mas fiquei o ouvindo falar e parecia que não ia terminar nunca.


Thursday, October 25

EM CAMARA LENTA

-->Estava em meu apartamento quando desci para buscar sabão em pó para lavar roupa. Era de madrugada e não havia ninguém na rua Fui até onde fica a escola de música, perto da minha casa, na Rua São Paulo. No canto do passeio junto ao muro da escola de música havia dois potes destes parecidos com aqueles que se vendem com batatas fritas. Mas era a embalagem de sabão Omo. Peguei os dois potes, um em cada mão e resolvi voltar para meu apartamento descendo até a Avenida Vinte e Hum de Abril, passando na frente do Santuário de Santo Antônio. Eu iria dar uma volta de três quarteirões, sendo que estava a 20 metros do meu apartamento. Quando cheguei à esquina da Rua São Paulo com Avenida 7 de Setembro, vi nas proximidades da Game Mania, um homem parado. Uns dez metros abaixo deste tinha outro homem. Vendo eles fiquei com medo e atravessei a rua em diagonal para descer até a Avenida Vinte e Hum de Abril pelo lado oposto em que eles estavam. Quando fiz isto, o homem que estava nas proximidades da Game mania reclamou pelo fato de eu querer desviar deles. Quando cheguei ao outro lado, imaginei que eles poderão atravessar a rua e então decidi descer pela Avenida 7 de Setembro. Ao caminhar pela em direção a Av. 7 de Setembro, pensei melhor e revolvi ir direto para meu apartamento sem dar a volta. Mas quando fiz isto, já estava do lado oposto a escola de música, onde eu peguei o sabão em pó. Ao tentar caminhar de volta, não conseguia andar e nem me manter de pé. Cai de joelhos no passeio, bem na esquina da Av. 7 de Setembro com Rua São Paulo. Segurando um pote em cada mão. Eu batia com o pote no chão e com muito esforço eu me arrastava. Olhei para trás para ver se o tal homem vinha em minha direção e vi que um casal acabara de passar por eles. Este homem veio seguindo o tal casal em direção ao lado que eu estava só que do outro lado da rua. Consegui ficar de pé, mas só andava em câmara lenta. Por mais esforço que eu fizesse eu não conseguia ir mais rápido que em câmara lenta. Fiquei com medo de o tal homem perceber e vir em minha direção. Este homem continuou seguindo o casal que virou na Rua São Paulo em direção a Rua Rio de janeiro. Fiquei mais aliviado, pois assim poderia chegar em casa sem problemas. Fui indo embora sempre em câmara lenta.