Friday, November 30

A ESTAÇÃO / O TREM / A CÂMERA

--> Estava em uma estação de trem. Esta estação era divida em duas partes, pois no meio tinha uma escadaria de uns seis degraus que levava da plataforma de embarque para fora dela. Estava sentado no segundo degrau vendo os trens que passavam. Havia três linhas que passavam na frente da estação. Vinha vindo uma composição na linha do meio. Ali quase em frente onde eu estava, esta linha do meio se  unia a linha da beirada da plataforma, passando para duas linhas apenas. Quando o trem estava chegando próximo da união das linhas, o sinal vermelho acendeu, para que este trem parasse antes de passar para a linha da beirada. Ele parou rapidamente, como se para um carro. Nisto veio outra composição e passou pela linha da beirada em uma velocidade bem alta. Quando este trem acabou de passar, o sinal ficou verde e o trem da linha do meio seguiu em frente. Assim que ele entrou na linha da beirada da plataforma, veio outra composição nesta linha e bateu nesta composição que estava entrando na linha. Na batida, este trem da beirada jogou o outro para o lado que descarrilou e saiu derrubando todos os vagões. Sai correndo dali e fui até minha casa que ficava logo na parte de cima da estação. Em cima da mesa, peguei minha câmera e sair correndo para filmar o acidente, enquanto os trens ainda estavam capotando. Quando liguei a câmera, ascendeu a bateria vermelha, dizendo que não tinha carga. Voltei correndo até minha casa e encontrei só duas pilhas novas, mas a câmera precisava de quatro pilhas. Decidi colocar então duas novas com duas velhas. Tentava colocar as pilhas rapidamente e quanto mais pressa eu tinha mais eu demorava. Com pressa coloquei as quatro pilhas uma em cima da outra e tentava empurrá-las para que se encaixassem sozinhas. Mas não iam. Então fiz como deveria ser feito e coloquei as pilhas. Voltei até a plataforma e liguei a câmera, mas ele indicava que não tinha bateria. Então pensei comigo mesmo, que tinha perdido a chance de colocar no You Tube as cenas de uma batida de trem no momento em  que aconteceu.

Thursday, November 29

NOS GALPÕES DA RFFS/A

--> Estava andando em uma rua, quando entrei no que seria o galpão das oficinas da RFFS/A.


As locomotivas que estavam em todas as linhas deste galpão, que deveriam ser umas seis, ficavam quase rentes a parede onde a gente tinha que passar. Passei sem muitas dificuldades e cheguei a um corredor que deveria ter uns 20 metros de comprimento por um metro largura. Estava carregando nas mãos, dois canecos de louça com água. Fui por este corredor até que cheguei a um espaço aberto que deveria ter uns 10 metros por quatro metros. Ali funcionava o caixa da locadora onde eu pagava o aluguel do apartamento. Havia algumas pessoas ali e uma mulher estava conversando ao telefone. Fui até a menina do caixa e perguntei se ali a gente podia fazer saques com o cartão da Caixa Econômica Federal. Ela disse que não, mas poderia conversar com a gerente e se ela me autorizasse poderia fazer o saque. A gerente era a mulher que falava ao telefone. Bebi a água dos dois canecos. Fui indo embora quando a moça do caixa pediu que esperasse porque a gerente iria me atender logo. Mas ela estava demorando e então fui saindo lentamente e fui embora. Na rua, lembrei que eu tinha feito uma transferência de 400 reais de minha conta para minha conta. E com isto, o dinheiro poderia ter sumido da minha conta. Então voltei para o galpão da Rede ferroviária, para ir até a menina do caixa da locadora, ver se meu dinheiro estava na conta. Quando passei pelas locomotivas que estavam quase rente a parede, o último antes do corredor era um guindaste. A lança deste guindaste estava ao lado deste corredor. O homem que estava no guindaste, estava cantando e à medida que cantava, ele balançava a lança do guindaste ao ritmo da musica que cantava. Gritei para este homem, para ele parar de balançar a lança, para eu passar, mas ele não ouvia. Então, com medo de ser esmagado pela lança, na hora em que fosse passar, desisti e fui embora.

A CRIANÇA RINDO MUITO

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ESTAVA EM UM CÔMODO ONDE HAVIA UMA PIA, PARECENDO PIA DE LABORATÓRIO. HAVIA UMA MULHER E UM HOMEM ALI. EU SEGURAVA UMA CRIANÇA DE UM ANO MAIS OU MENOS, COM UMA DAS MÃOS, MANTENDO-A NO AR EM CIMA DESTA PIA. ESTA CRIANÇA ESTAVA APENAS DE CAMISA E NÃO USAVA FRALDA. PEGUEI O BRAÇO DA CRIANÇA COM A OUTRA MÃO E FUI ENROSCANDO O BRAÇO DELA EM VOLTA DE SEU PRÓPRIO CORPO. À MEDIDA QUE EU IA FAZENDO ISTO, ESTA CRIANÇA IA FAZENDO COCO. A CRIANÇA RIA MUITO. O TAL HOMEM QUE ESTAVA ALI, LIMPAVA A PIA DO COCO QUE A CRIANÇA TINHA FEITO. CONTINUAVA ENROSCANDO O BRAÇO DA CRIANÇA EM VOLTA DELA MESMA E ELA FAZIA MAIS COCO. QUANDO VI, O BRAÇO DA CRIANÇA TINHA A GROSSURA DE UM DEDO E ESTAVA TODO ENROLADO NA CRIANÇA. A CRIANÇA NÃO PARA DE RIR. DESENROLEI O BRAÇO DA CRIANÇA E ELE VOLTOU AO NORMAL.

Sunday, November 25

SEM DESTINO

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ESTAVA DENTRO DE UM ÔNIBUS. ESTE ÔNIBUS TINHA PORTA DOS DOIS LADOS. OS BANCOS DESTE ÔNIBUS ERAM SEMPRE EM TRÊS E FICAVAM SEMPRE DE LADO. ESTAVA SENTANDO EM UM DESTES BANCOS COM UMA PESSOA AO MEU LADO. PERCEBI QUE O ÔNIBUS IA EM SENTIDO CONTRÁRIO AO QUE ESTAVA VIRADO O MOTORISTA. COMO SE ELE ESTIVESSE DIRIGINDO DE RÉ. OLHEI PARA O OUTRO LADO E VI OUTRO MOTORISTA. ENTÃO PERCEBI QUE ESTE ÔNIBUS TINHA DUAS FRENTES E PODERIA IR PARA QUALQUER LADO. O ÔNIBUS PAROU E UMA PESSOA DESCEU PELA PORTA QUE TINHA AO MEU LADO. NISTO OUTRA PESSOA DESCEU, MAS SUBIU NOVAMENTE COM UM PRATO DE PLÁSTICO COM RESTO DE COMIDA DENTRO. ELE OLHOU PARA MIM E DISSE QUE ERA COMIDA BOA QUE TINHAM JOGADO FORA, MAS ELE IRIA APROVEITAR. E SAIU COMENDO O QUE ESTAVA NO PRATO. EU PRECISAVA IR PARA ALGUM LUGAR QUE NÃO LEMBRAVA MAIS ONDE ERA. NEM SABIA ONDE IRIA DESCER. MAS SABIA QUE O ÔNIBUS ESTAVA INDO POR UM CAMINHO QUE EU NÃO CONHECIA E NEM ERA O QUE EU QUERIA.

Saturday, November 24

AS QUATRO CAMAS DO QUARTO

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ESTAVA DORMINDO QUANDO ACORDEI COM UM BARULHO. ESTAVA NO MEU QUARTO QUE TINHA QUATRO CAMAS. A MINHA, DO MEU PAI, DA MINHA MÃE E DE UMA CRIANÇA. MEU PAI, MINHA MÃE E A CRIANÇA CONTINUARAM DORMINDO. OLHEI PARA O TETO E VI UMA ARANHA DESCENDO NA TEIA. ESTA ARANHA DEVERIA TER, CONSIDERANDO OS PÉS, UNS CINQUENTA CENTÍMETROS DE DIÂMETRO. VOANDO PRÓXIMO AO TETO HAVIA UM PERNILONGO QUE DEVERIA TER UNS 10 CENTÍMETROS DE TAMANHO. FIQUEI DIZENDO QUE A GENTE PRECISAVA MATAR OS DOIS. MAS NINGUÉM ACORDAVA. ENTÃO FUI PEGAR A RAQUETE PARA MATAR O PERNILONGO. PROCUREI POR ELA, MAS NÃO A ENCONTRAVA, NISTO VI O PERNILONGO POUSANDO NA ARANHA. ENTÃO PENSEI QUE SÓ PODIA SER BRINCADEIRA. A ARANHA NÃO COMIA O PERNILONGO E AINDA O DEIXAVA POUSAR NELA. IMAGINEI QUE NÃO CONSEGUIRIA MATAR OS DOIS COM A RAQUETE DE MATAR PERNILONGO. A ARANHA ESTAVA DESCENDO JUSTAMENTE NO RUMO DA MINHA CAMA. ENTÃO FUI DEITAR NA CAMA ONDE ESTAVA MINHA MÃE.

Thursday, November 22

NO CONDOMÍNIO FECHADO

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Estava em um local que era um grande terreno abandonado. Este terreno era todo irregular, cheio de matos, algumas trilhas e algumas construções. Tinha muro em sua volta, que estava em alguns trechos só a metade, outras partes, inteira, algumas partes quase que já não tinha muro. Parecia ser um antigo condômino que havia fechado. As poucas casas que tinham estavam depredadas. Havia uma entrada que deveria ser a entrada dos carros. Não havia portão, somente os muros de ambos os lados. Eu vinha da casa da minha mãe, que morava do lado de fora deste terreno abandonado. Entrei neste terreno, indo em direção a uma casa que havia no meio dele. Eu iria ficar nesta casa, para conseguir inspiração, para escrever um livro para o Marcelo. Quando ia em direção a esta casa, encontrei com três caras que pareciam serem moradores de rua e deveriam ficar em uma das casas destruídas. Ao passar por eles, um deles perguntou se eu não tinha nada de comer para dar a ele. Disse que não e fui indo embora. Na casa em que ia ficar, tinha muita coisa para comer, mas era tudo do Marcelo. Antes de começar a escrever alguma coisa, voltei até a casa da minha mãe. Antes de chegar lá, encontrei com os três caras, que estavam ali. O que havia me pedido comida pediu novamente. Então disse a ele que podia vir comigo que eu iria dar a ele algo para comer. Voltando para a casa, vi o Marcelo que estava me esperando. Pedi ao cara que despistasse por ali, para eu ver se o Marcelo iria ficar ou iria embora, porque ele não gostava que desse nada dele para os outros. Perguntei e o Marcelo disse que iria embora, mas não naquele momento. Então, sem o Marcelo ver, fiz o sinal para o cara que eu iria dar a comida, vazá dali, pois teria que esperar o Marcelo ir embora primeiro.