Sunday, January 27

A AGENTE DA CIA

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 Estava anoitecendo e eu corria pelas ruas de alguém que me seguia. Só que eu dava pulos muito altos. Cada pulo me levava a uma altura de aproximadamente uns 10 metros e uma distância idem. Não via ninguém, mas sentia que alguém me perseguia. Quando dei um pulo já no final de uma rua, parei no terraço de um prédio. Fiquei ali esperando que se alguém estivesse me seguindo, fosse embora. Nisto desceu neste terraço, muito rapidamente, de um helicóptero que não vi, devido ser noite, uma mulher loira toda vestida preto. Fui tentar sair dali, quando ela disse que estava ali para me ajudar. Ela disse que era da CIA e que estava precisando de mim em um serviço secreto. Disse que não entendia nada de espionagem. Ela disse que só precisava que eu voasse. Então disse que não sabia voar, só conseguia dar pulos altos e de longa distância. A mulher da CIA disse então que estava ali justamente para isto, me ensinar a voar. Disse que era fácil, ela iria me empurrar de cima daquele prédio e para não cair e voaria e assim aprenderia como fazer. Disse a ela que era loucura eu nunca iria voar. Ela foi se aproximando de mim, falando que eu conseguiria e, como estava na beirada do prédio, ela me deu um empurrão e me jogou lá de cima. E gritou que era só querer que eu conseguiria. Mas eu não consegui voar.

Sunday, January 20

NA AGÊNCIA BANCÁRIA

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Estava indo com a Nathália para o que seria uma agência bancária. Esta agência ficava num final de rua. Era como se fosse uma casa. Lá dentro tinha um salão grande e no final deste, um cômodo que parecia ser o quarto da casa. Dentro deste còmodo havia duas mesas com computador e sentados a mesa, dois homens que seriam os caixas deste banco. Os caixas ficavam assim nas mesas, como ficam os gerentes. Exatamente como ficam os caixas da agência do Banco do Brazil da primeiro de junho aqui em Divinópolis. Na porta deste cômodo onde estão os caixas, tinha um segurança. Precisava ir ao caixa e o segurança mandou que eu aguardasse que seria chamado pelo nome. Mandou que eu sentasse na cadeira que tinha lá no início deste grande salão. Fui me sentar e imaginando com eles poderiam saber meu nome se ninguém me perguntou nada. Assim que acabei de sentar, uma pessoa chegou à porta deste cômodo onde ficam os caixas e chamou meu nome. Levantei para ir até lá e ele me chamou novamente. Como a distancia era longa, este homem mandou uma mulher que estava parada ali na porta deste cômodo entrar. Quando cheguei para ir ao caixa, o segurança me parou dizendo que eu não tinha aparecido e ele chamou outra pessoa. Reclamei dizendo que ele tinha me mandado sentar no final do salão até que eu chegasse ali demoraria. Ele disse que o caixa me chamaria novamente. Então disse a ele que iria esperar ali na porta e não me sentaria longe novamente. O segurança disse que não tinha problemas. Nisto chegou uma mulher e ficou perto de mim aguardando também. Então alguém lá de dentro chamou: __Thymonthy Becker. Quando entrei os caixas já estavam como os convencionais, atrás do balcão e com vidro em volta. Não tinha mais caixas à mesa. Quando cheguei ao caixa, ele estava rindo muito e me deu dois envelopes brancos, destes convencionais, só que os retangulares. Dentro de um havia um maço de dinheiro. Olhei e vi notas de cem. Dentro do outro envelope que era igual a primeiro, havia uns cinco talões de cheques. Peguei os dois envelopes e sai dali. Fiquei imaginando como o caixa sabia o que eu queria se nem me perguntou nada. Sai com a Nathalia para fora desta agência e pedi a ela para ficar de olho, pois estava carregando os dois envelopes na mão e deveria ter cuidado. Nisto percebi que estava de Short Jeans. Fiquei pensando porque teria saído na rua de short. Eu não andava "bagunçado" na rua. Fiquei tentando proteger o envelope entre eu e a Nathalia, para que nada acontecesse. Fomos indo embora.

Saturday, January 19

O BANHEIRO DE PEDRAS

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Estava em um local afastado da cidade. Tinha algumas montanhas. Havia uma mangueira de jardim que não sei onde estava ligada. Saia com esta mangueira, que jorrava água no bico e fui puxando a mesma. Quando cheguei ao pé deste morro, vi algumas pessoas ali. Havia muitas árvores e entre estas árvores havia uma construção de pedras. Eram quatro paredes de aproximadamente dois metros por dois e coberto também com uma pedra. No final deste morro, já próximo a pé, havia algumas pedras que davam contorno ao morro. Joguei água desta mangueira que estava comigo nestas pedras e, a medida que a água caia nas pedras, estas se desprendiam do morro e caiam no chão. Parei de fazer isto temendo que o morro todo viesse a cair. Perto desta construção de pedra havia dois homens que eram Norte-Americanos. Aquela construção era um banheiro que estes dois homens tinha feito. Quando aproximei deles, eles disseram estar com medo do banheiro cair, porque aquelas pedras eram velhas. Disse a eles: __Calma conterrâneos. Aqui as construções duram séculos. Não são como nos Estados Unidos. Aqui se usa o chamado "Cimento". Mas ainda assim eles temiam pela queda do banheiro. Então disse a eles: __Aqui nesta cidade tem um edifício que fica bem no centro da cidade, o chamado "Alvimar Mourão", que foi construído em 1.930. Meu pai nem era vivo nesta época. Eles não se deram por convencido e queria construir outro banheiro nomeio daquela mata.



Sunday, January 13

DE BICICLETA NOVA

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Estava com uma bicicleta nova que havia acabado de comprar. Resolvi então sai pedalando por uma rodovia indo em direção a cidade de Florianópolis em Santa Catarina. À distância, acreditava-me, seria de uns cinco mil quilômetros, mas eu faria isto, com esta bicicleta nova, em apenas 10 horas. Estava pedalando nesta rodovia já deveria ter umas duas horas. Não sentia consaço nem quando pedalava morro acima na rodovia. Nas decidas ia velozmente e quase sempre o impulso me permitia subir quase todos os morros sem precisar pedalar. Olhei para o céu e vi que o sol já estava se pondo. Então imaginei já estar chegando a Florianópolis. Vi então que uma cidade se aproximava e imaginei ser Florianópolis, pois já tinha pedalado as dez horas que tinha calculado para ir de Divinópolis até Florianópolis. Entrando na cidade, ainda na rodovia, tinha um posto de gasolina. Parei ali e perguntei ao frentista se aquela cidade era a cidade de Florianópolis. O frentista riu e perguntou de onde eu era. Disse a ele que tinha saído ao amanhecer de Divinópolis em direção a cidade de Florianópolis. Não tinha parado nem para descansar ou comer algo, tinha vindo direto. O frentista "caiu" na gargalhada. Fiquei meio indignado com aquilo e disse que se não quisesse responder era só dizer. Ele então disse:
__Kara, aqui eh Carmo do Cajuru. Voce só pedalou oito quilômetros.
Disse a ele que era impossível, pois tinha saido em direção a cidade de Formiga, como poderia estar em Carmo do Cajuru!
Ele disse que não tinha a menor idéia, mas que eu estava em Carmo do Cajuru, estava.  

O RETORNO

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Estava entrando em uma empresa, para trabalhar. Eu já havia trabalhado nesta empresa antes e estava voltando. Uma pessoa me acompanhava me mostrando como tudo funcionava, visto que na época em que trabalhei, era diferente. Esta pessoa foi me mostrando os locais da empresa e onde eu trabalharia. Realmente tudo estava muito diferente, mas a empresa fazia a mesma coisa.  Andando por dentro desta empresa vi vários cabos de aço fino, esticados por todo o lado e pendurados nestes, as ferramentas com as quais a gente trabalha. Achei aquilo muito estranho. Percebi que com a mudança tinha piorado o local de trabalho. Falei para a pessoa que estava comigo que não tinha gostado das mudanças, pois tinham ficado piores. Esta pessoa disse que eu poderiam então voltar ao que era antes, que não havia problemas. Disse então que teria de mudar tudo, praticamente. Ela disse para eu fazer como achasse melhor. Continuei olhando o local e cada vez mais me conformava que estava muito pior que antes.

AS MOEDAS DO BURACO

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Estava caminhando por um terreno onde a vegetação tinha mais ou menos um metro de altura. Estava carregando nas mãos algumas moedas de cinquenta centavos e um real. Brincava com algumas destas moedas de jogá-las para cima e pegá-las. Nisto uma moeda de um real escapou de minha mão, saiu rolando e caiu dentro de um buraco que deveria ter uns três metros de comprimento por dois de largura e uns dois de fundura. Pulei dentro deste buraco para pegar minha moeda. Ela foi parar no cantinho deste buraco e lá, havia várias moedas. Tinha moedas de um real, cinquenta centavos, vinte e cinco centavos e de dez centavos. Imaginei que aquele buraco poderia ser o cofrinho que alguém estivesse guardando moedas. Então peguei uma meda de um real e sai do buraco. Nisto vi que vinha em direção do buraco e pararam ao que me viram tres meninos que deveriam ter uns 10 anos cada. Imaginei que aquelas moedas do buraco deviam ser deles e eles poriam estar imaginando que eu as tinha pegado. Fui andando normalmente, saindo dai porque não queria confusão com ninguém. À medida que eu ia me afastando do buraco, as crianças iam se aproximando dele. Assim que pularam no buraco, sai correndo para e fui embora dali.

Tuesday, January 1

REMANDO O BARCO FLUTUANTE

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Estava em uma casa e precisa ir para outro local buscar uma pessoa. Esta casa era cercada por muros de uns dois metros de altura e tinha um portão de entrada que deveria ter mais ou menos um metro e meio de largura. 
Então entrei em um barco que tinha ali perto do portão de entrada da casa.  Dentro deste barco tinha um remo. Este barco deveria ter uns dois metros de comprimento por um de largura. Ao entrar, peguei o remo e quando fiz isto, o barco flutuou a mais ou menos um metro de altura. 
Então fui remando no ar e o barco saiu flutuando conforme eu ia remando. Tive dificuldades de passar pelo portão porque o barco virava muito devido eu não saber remar direito.
Depois que passei pelo portão, do lado de fora tinha um pomar. O barco foi para debaixo das árvores de frutas. Bateu no pé de manga, passou esbarrando no pé de laranja e foi assim batendo em vários pés de frutas, porque eu não conseguia remar o barco corretamente.
Quando consegui passar pelo pomar, entrei em uma rua larga e totalmente vazia. Fui remando por aquela rua, com o barco sempre a um metro do chão mais ou menos. Ia de um lado a outro tentando manter a direção. Estava anoitecendo e de repente anoiteceu de uma vez e não conseguia ver nada. Não havia poste de luz naquela rua. Como não sabia onde estava exatamente, pulei do barco e fui caminhando.