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Showing posts from January, 2013

A AGENTE DA CIA

-->  Estava anoitecendo e eu corria pelas ruas de alguém que me seguia. Só que eu dava pulos muito altos. Cada pulo me levava a uma altura de aproximadamente uns 10 metros e uma distância idem. Não via ninguém, mas sentia que alguém me perseguia. Quando dei um pulo já no final de uma rua, parei no terraço de um prédio. Fiquei ali esperando que se alguém estivesse me seguindo, fosse embora. Nisto desceu neste terraço, muito rapidamente, de um helicóptero que não vi, devido ser noite, uma mulher loira toda vestida preto. Fui tentar sair dali, quando ela disse que estava ali para me ajudar. Ela disse que era da CIA e que estava precisando de mim em um serviço secreto. Disse que não entendia nada de espionagem. Ela disse que só precisava que eu voasse. Então disse que não sabia voar, só conseguia dar pulos altos e de longa distância. A mulher da CIA disse então que estava ali justamente para isto, me ensinar a voar. Disse que era fácil, ela iria me empurrar de cima daquele prédio e…

NA AGÊNCIA BANCÁRIA

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Estava indo com a Nathália para o que seria uma agência bancária. Esta agência ficava num final de rua. Era como se fosse uma casa. Lá dentro tinha um salão grande e no final deste, um cômodo que parecia ser o quarto da casa. Dentro deste còmodo havia duas mesas com computador e sentados a mesa, dois homens que seriam os caixas deste banco. Os caixas ficavam assim nas mesas, como ficam os gerentes. Exatamente como ficam os caixas da agência do Banco do Brazil da primeiro de junho aqui em Divinópolis. Na porta deste cômodo onde estão os caixas, tinha um segurança. Precisava ir ao caixa e o segurança mandou que eu aguardasse que seria chamado pelo nome. Mandou que eu sentasse na cadeira que tinha lá no início deste grande salão. Fui me sentar e imaginando com eles poderiam saber meu nome se ninguém me perguntou nada. Assim que acabei de sentar, uma pessoa chegou à porta deste cômodo onde ficam os caixas e chamou meu nome. Levantei para ir até lá e ele me chamou novamente. Como a …

O BANHEIRO DE PEDRAS

-->  Estava em um local afastado da cidade. Tinha algumas montanhas. Havia uma mangueira de jardim que não sei onde estava ligada. Saia com esta mangueira, que jorrava água no bico e fui puxando a mesma. Quando cheguei ao pé deste morro, vi algumas pessoas ali. Havia muitas árvores e entre estas árvores havia uma construção de pedras. Eram quatro paredes de aproximadamente dois metros por dois e coberto também com uma pedra. No final deste morro, já próximo a pé, havia algumas pedras que davam contorno ao morro. Joguei água desta mangueira que estava comigo nestas pedras e, a medida que a água caia nas pedras, estas se desprendiam do morro e caiam no chão. Parei de fazer isto temendo que o morro todo viesse a cair. Perto desta construção de pedra havia dois homens que eram Norte-Americanos. Aquela construção era um banheiro que estes dois homens tinha feito. Quando aproximei deles, eles disseram estar com medo do banheiro cair, porque aquelas pedras eram velhas. Disse a eles: __Calm…

DE BICICLETA NOVA

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Estava com uma bicicleta nova que havia acabado de comprar. Resolvi então sai pedalando por uma rodovia indo em direção a cidade de Florianópolis em Santa Catarina. À distância, acreditava-me, seria de uns cinco mil quilômetros, mas eu faria isto, com esta bicicleta nova, em apenas 10 horas. Estava pedalando nesta rodovia já deveria ter umas duas horas. Não sentia consaço nem quando pedalava morro acima na rodovia. Nas decidas ia velozmente e quase sempre o impulso me permitia subir quase todos os morros sem precisar pedalar. Olhei para o céu e vi que o sol já estava se pondo. Então imaginei já estar chegando a Florianópolis. Vi então que uma cidade se aproximava e imaginei ser Florianópolis, pois já tinha pedalado as dez horas que tinha calculado para ir de Divinópolis até Florianópolis. Entrando na cidade, ainda na rodovia, tinha um posto de gasolina. Parei ali e perguntei ao frentista se aquela cidade era a cidade de Florianópolis. O frentista riu e perguntou de onde eu era.…

O RETORNO

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Estava entrando em uma empresa, para trabalhar. Eu já havia trabalhado nesta empresa antes e estava voltando. Uma pessoa me acompanhava me mostrando como tudo funcionava, visto que na época em que trabalhei, era diferente. Esta pessoa foi me mostrando os locais da empresa e onde eu trabalharia. Realmente tudo estava muito diferente, mas a empresa fazia a mesma coisa.  Andando por dentro desta empresa vi vários cabos de aço fino, esticados por todo o lado e pendurados nestes, as ferramentas com as quais a gente trabalha. Achei aquilo muito estranho. Percebi que com a mudança tinha piorado o local de trabalho. Falei para a pessoa que estava comigo que não tinha gostado das mudanças, pois tinham ficado piores. Esta pessoa disse que eu poderiam então voltar ao que era antes, que não havia problemas. Disse então que teria de mudar tudo, praticamente. Ela disse para eu fazer como achasse melhor. Continuei olhando o local e cada vez mais me conformava que estava muito pior que antes.

AS MOEDAS DO BURACO

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Estava caminhando por um terreno onde a vegetação tinha mais ou menos um metro de altura. Estava carregando nas mãos algumas moedas de cinquenta centavos e um real. Brincava com algumas destas moedas de jogá-las para cima e pegá-las. Nisto uma moeda de um real escapou de minha mão, saiu rolando e caiu dentro de um buraco que deveria ter uns três metros de comprimento por dois de largura e uns dois de fundura. Pulei dentro deste buraco para pegar minha moeda. Ela foi parar no cantinho deste buraco e lá, havia várias moedas. Tinha moedas de um real, cinquenta centavos, vinte e cinco centavos e de dez centavos. Imaginei que aquele buraco poderia ser o cofrinho que alguém estivesse guardando moedas. Então peguei uma meda de um real e sai do buraco. Nisto vi que vinha em direção do buraco e pararam ao que me viram tres meninos que deveriam ter uns 10 anos cada. Imaginei que aquelas moedas do buraco deviam ser deles e eles poriam estar imaginando que eu as tinha pegado. Fui andando n…

REMANDO O BARCO FLUTUANTE

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Estava em uma casa e precisa ir para outro local buscar uma pessoa. Esta casa era cercada por muros de uns dois metros de altura e tinha um portão de entrada que deveria ter mais ou menos um metro e meio de largura.  Então entrei em um barco que tinha ali perto do portão de entrada da casa.  Dentro deste barco tinha um remo. Este barco deveria ter uns dois metros de comprimento por um de largura. Ao entrar, peguei o remo e quando fiz isto, o barco flutuou a mais ou menos um metro de altura.  Então fui remando no ar e o barco saiu flutuando conforme eu ia remando. Tive dificuldades de passar pelo portão porque o barco virava muito devido eu não saber remar direito. Depois que passei pelo portão, do lado de fora tinha um pomar. O barco foi para debaixo das árvores de frutas. Bateu no pé de manga, passou esbarrando no pé de laranja e foi assim batendo em vários pés de frutas, porque eu não conseguia remar o barco corretamente. Quando consegui passar pelo pomar, entrei em uma rua l…