Sunday, February 24

O VÍRUS

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Estava em um local que não sei identificar onde e o que seria. Parecia um grande laboratório de pesquisas. Estava juntamente com algumas pessoas, trancados em uma sala grande e com paredes de vidro. Havia outras salas com outras pessoas dentro delas também. Podíamos ver as pessoas das outras salas, pois todas as paredes eram de vidro. As pessoas, que possivelmente trabalhavam neste local, a gente podia ver também. Todas estas pessoas que trabalhava ali usavam máscara branca no rosto. Pelo que ouvi ele dizer, todos nós trancados ali estávamos infectados por um vírus letal. Nisto ouvir um destes funcionários dizerem que o pessoal que estava trancado na outra sala, não tinha mais como salvá-los. Restavam ás outras salas na qual uma delas eu estava. Um destes funcionários disse que não era nada certo, mas havia uma possibilidade da gente se salvar, porque ao contrário do pessoal da outra sala, o vírus entrou no nosso corpo e entrou em estado de hibernação. Só por este motivo a gente poderia sobreviver.

Saturday, February 23

O PÓ DE GESSO

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Estava trabalhando em um galpão que ficava em um campo longe da cidade. Este galpão era bem alto e suas paredes eram todas brancas. Ouvi barulhos do lado de fora deste galpão e fui ver do que se tratava. Vi que estava colocando ao lado de todo o galpão, lixadeiras para que fosse lixada peças que houvessem sido moldadas no gesso. Deveria ter umas 10 lixadeiras. Nisto chegou dez pessoas e começou a lixar as tais peças. Fazendo isto, levantou um pó branco e era tanto que foi quase impedindo a visão. Fui reclamar com um deles dizendo que assim o pó entraria no galpão e atrapalharia  agente trabalhar lá. Ele então disse que onde estavam era propriedade deles e não iria sair dali. Então disse que com tanto lugar tinha que ser logo ali na porta. Ele então disse que falaria o mesmo pra gente.

AS RUAS ESTREITAS E AS CARRETAS FININHA

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Estava em uma cidade e ia por uma de suas estreitas ruas. Estas ruas deveriam ter no máximo dois metros de largura. Estava puxando um carrinho com algumas verduras e legumes dentro dele. Nisto vi vindo uma fila de umas cinco carretas. Só que estas carretas deveriam ter um metro de largura apenas. Assim as carretas passaram por mim, correndo muito, e vi que o motorista mal cabia dentro da cabine. Quando as carretas passaram fiquei imaginando que os carros daquela cidade eram de acordo com a largura das ruas. Começou a anoitecer e aquelas estreitas ruas ficaram escuras rapidamente e havia um só lampião em cada quarteirão. Fui indo embora sem enxergar quase nada.

Sunday, February 17

DIRIGINDO CARRETA NAS ESCADARIAS

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Estava dirigindo uma carreta por uma rua. A carroceria e a cabine desta carreta era toda aberta. Na carroceria havia acentos com o se fosse de ônibus. Mas eram poucos assentos. Havia sentado ali umas cinco pessoas. Fui dirigindo esta carreta quando o final desta rua era feita de escadaria. Deveria ter uns 20 degraus para chegar à rua de cima. Quando fui subir com esta carreta, as escadarias, a carreta toda ficou parecendo um grande tapete de plástico preto, deste usados em veículos onde ficam os pés do motorista e do carona. Só ficou o volante fincado neste grande tapete preto. Para subir as escadas eu tinha que dar um puxão neste tapete e dar um passo em um degrau. Mas o tapete estava muito pesado, então pedi aos passageiros que estavam sentados neste tapete para me ajudarem. Assim, a gente fazia força juntos e o tapete carreta foi subindo as escadarias. Quando chegou à rua de cima, eu estava super cansado de tanto fazer força. Chegando à rua, o tapete virou carreta novamente e fui indo embora.

DIRIGINDO CARRO NO PASSEIO

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Estava dirigindo um carro em cima do passeio. Havia alguém dentro do carro comigo. Pouco a minha frente havia uma agência da Caixa Econômica Fedra e o estacionamento desta agência era na frente dela, logo depois do passeio. Com isto, havia a rampa que eh comum na frente de garagens, para passar pelo passeio e estacionar o carro logo depois deste. Veio vindo um carro para subir neste passeio e estacionar na frente da caixa federal. Eu não vi o carro vindo e fui seguindo pelo passeio. Quando vi, quase bati no carro. Mas este carro estava sem motorista, ele vinha vindo porque o dono havia empurrado o mesmo. Freei o carro e não cheguei a bater no mesmo. Mas o carro subiu a roda dianteira no passeio e quando fui subir a traseira, não teve embalo suficiente e voltou. Voltou rapidamente e atravessou a rua. Sorte que não vinha nenhum carro. Ao atravessar a rua, ele bateu com as rodas traseiras no paralelepípedo do outro lado e parou ali. Fiquei satisfeito em não ter acontecido nada com o carro, porque o dono poderia dizer ser culpa minha por estar dirigindo em cima do passeio. Então sai dirigindo e fui embora.

Tuesday, February 12

A MULHER SAMBANDO E A ARQUIBANCADA

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Estava em um corredor que parecia uma rua cercada por arquibancadas tipo as de campo de futebol. Ia por este corredor onde somente no final deste, havia algumas pessoas sentadas nesta arquibancada. Chegando lá pedi para que as pessoas ali sentadas fossem embora porque eu precisava desmanchar aquela arquibancada. Mas as pessoas não estavam nem ai para o que eu dizia. Decidi ir embora e fui voltando de onde vim, quando encontrei meu chefe. Ele disse que eu só receberia se tirasse as pessoas dali e desmanchasse a arquibancada. Voltei até a arquibancada, fiquei gritando para que as pessoas saíssem dali e elas nem me olhavam. Então gritei dizendo que no início daquela rua tinha uma mulher sambando totalmente pelada. Nisto os homens que estavam ali saíram rapidamente para verem a tal mulher. As mulheres foram saindo calmamente dizendo que era uma pouca vergonha, mas foram para lá também. Ai eu pude começar a desmanchar a arquibancada sem problemas.

CHOCOLATE COM PIPOCA

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Estava em um local que parecia ser um posto de gasolina. Estava segurando quatro vasilhas de plástico. Fui até um armário que tinha em uma parede deste posto para pegar algo para colocar dentro destas vasilhas. As vasilhas já tinham pedaços de chocolate dentro delas. Nisto chegaram três pessoas que eram catadores de recicláveis, esperando eu terminar para pegarem as vasilhas. Quando abri o armário, este estava cheio de pipoca desta doce que são vendidas em saquinhos no supermercado. Peguei a pipoca e joguei dentro das vasilhas, misturando-as com o chocolate e depois fui comer. As três pessoas que estavam ali esperando eu jogar as vasilhas fora ficaram perguntando uma as outras se eu ia demorar muito para comer, pois eles queiram ir embora. Fiquei pensando comigo mesmo, que eu nem falei que ia jogar as vasilhas fora e eles já estavam ali me atrapalhando comer sossegado. Depois de comer um pouco de pipoca com chocolate, joguei o restante dentro do armário novamente e coloqueis as vasilhas em cima deste armário e fui embora. Assim que fui saindo às três pessoas correrão para pegarem as vasilhas.

O CACHORRINHO E A POLTRONA

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Estava em uma sala e ao meu lado havia uma poltrona, tipo estas conhecidas como poltrona da vovó. Estava com aparelho eletrônico nas mãos. Ao lado desta sala havia um pequeno corredor que dava para o portão da rua. Este portão era de grade. Havia ali um filhote de cachorro que estava latindo para algo que passava na rua. Este filhote de cachorro sempre ficava tentando morder meus pés quando eu estava ali. Aproveitando que ele latia para algo na rua, empurrei a poltrona para bem próximo da mesa, para impedir que o cachorrinho subisse nela e assim não me alcançar. Quando o cachorrinho me viu, veio em minha direção. Subi na poltrona e o filhotinho foi tentar subir na poltrona pela parte em que as pessoas que nela sentam, coloca os pés. Mas eu tinha encostado este lado na poltrona na mesa, de tal forma que ele não subiria. Assim ele ficou latindo em baixo da poltrona e eu fiquei em pé em cima dela, fazendo o que precisava com o aparelho eletrônico que estava comigo sem que o cachorrinho ficasse tentando morder meus pés.

Monday, February 11

SENTADOS NO CHÃO

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Estava em uma empresa trabalhando, quando fui chamado para ir ao escritório desta empresa. No escritório havia uma mulher, que seria o fiscal de meio ambiente, que queria saber como eu fazia o trabalho da medição da qualidade do ar. Para saber se eu fazia corretamente.
Expliquei a ela como fazia e ela disse que era para eu parar de lavar o porta filtro após cada medição. Disse que o porta filtros não podia ser molhado. Disse a ela que na norma determinava que ele fosse lavado. Esta mulher então sentou no chão e encontrou as costas na parede e disse para fazer exatamente como ela estava dizendo. Também sentei no chão e encostei as costas na parede e respondia a ela: __Então tá.

HASTEANDO AS BANDEIRAS

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Vinha com o cândido, de carro, para uma escola que ficava distante de onde a gente estava. O Cândido estava indo devagar demais e reclamei com ele disto. Ele disse que estava fazendo 50 km por hora, que era o limite permitido naquela rua. Disse a ele que eu passava ali muito mais rápido e que a gente não ia chegar nunca indo tão devagar. Mas chegamos na porta desta escola. Sai do carro com intenção de entrar rapidamente. Mas o Cândido parou à porta da escola e disse que era preciso hastear as bandeiras antes da gente entrar. E começou a hastear a bandeira do Brazil. Tinha outras duas bandeiras para serem hasteada, a de Minas e a da própria escola. Disse a ele que na hora em que ele terminasse, já estaria na hora de ir embora.

Saturday, February 9

MISSA DE ANIVERSÁRIO

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Estava em uma rua juntamente com quatro pessoas. A gente estava em frente a uma casa que estava para alugar. Uma das pessoas que estavam comigo disse para eu alugar a casa para comemorar ali meu aniversário, depois entregava as chaves novamente. Falei que não achava uma boa idéia, porque poderiam vir muitos penetras. Esta casa era de grade e deveria ter uns 15 metros de frente. Vimos então que havia uma pequena construção no final da grade daquela casa. Fomos até lá e vimos que havia ali, uma pequena capelinha cuja porta de entrada ficava virada para o jardim da casa e em um pedestal na frente da capela estava a imagem de nossa senhora. As paredes desta capela eram feitas de tijolos, exceto a virada para a rua, que era a própria grade da casa. Assim a gente podia ver todo o interior desta capela, que deveriam caber umas 10 pessoas no máximo. Então alguém disse que eu deveria mesmo alugar a casa e convidar as pessoas para uma missa naquela capela e, ao final da missa fechasse os portões da casa e somente os que fossem a missa estariam no aniversário. Assim quem viesse depois da missa, à gente saberia que queria só saber da festa e não do meu aniversário. Gostei da idéia e pedia alguém para pular a grade e viera a imagem de nossa senhora para a rua. Uma pessoa fez isto virando a imagem para nossa direção.