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Mostrando postagens de Março, 2013

A ESQUINA

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Estava vindo por uma rua com um carro. Chegando um uma esquina havia uma carreta parada e uma armação de ferragens ocupando todaa esquina. Precisava passar para o outro lado e então decidi subir esta armação de ferragem. Fui subindo esta armação, segurando com umas das mãos o carro, que já era uma bicicleta. Havia duas pessoas em cima desta armação que ficaram me olhando passar por cima da mesma. Quando cheguei do outro lado da armação, amarrei uma corda na bicicleta e outra na minha cintura e fui descer do outro lado. Como a bicicleta estava pesada, não conseguia me segurar e fiquei segurando apenas com uma das mãos. As duas pessoas que estavam ali foram me ajudar. Mas acabou por não precisar, pois consegui descer do outro lado. Quando acabei de descer, montei na bicicleta que já era um carro novamente e fui embora.

A ESPERA DO BEBE

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Estava em uma casa onde havia nascido uma criança há poucos instantes. Aguardava na sala da casa para ver esta criança. Pouco tempo depois alguém chegou e disse que a gente já podia ver esta criança. Nesta, esperando para ver esta criança, estavam eu e mais umas cinco pessoas. Entramos no quarto e esta criança estava deitada em cima da cama. Olhei bem para aquela criança e disse que ela era gigante. As pessoas não gostaram do que eu havia dito e reclamaram comigo. Então disse a eles que a criança já tinha quase um metro de altura, e se ela havia nascido há poucos instantes, ela então era gigante.

NA CASA DO FERNANDO

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Estava em uma rua andando juntamente com o Fernando e outra pessoa. Nisto tive muita vontade de ir ao banheiro. Como a casa do Fernando era ali perto, fui até lá. Entrei na casa e fui fechando as janelas, porque já estava anoitecendo. Vi que o banheiro dele não tinha paredes e nem as louças. Tinha só o piso, tudo havia sido retirado. Depois que fechei todas as janelas, de uma delas eu tirei a cortina e entreguei ao Fernando, dizendo que era para ele mandar trocar, devido à cortina estar com defeito. Ao entregar a cortina para o Fernando, disse a ele que queria ir ao banheiro, pois estava muito apertado e não vi outro banheiro na casa além do que havia sido demolido. Ele então disse que era para ir no quarto mesmo. Disse que podia ir em qualquer quarto.Fiquei espantado e perguntei se eles ali fazia o quarto de banheiro. Ele disse que sim, quando tinha vontade era só ir em qualquer quarto. Então disse a ele que eu que não iria fazer isto e fui para minha casa para ir ao banheiro.

OS BOIS QUE ANDAM DE PÉ

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Estava em um local que parecia ser uma fazenda. Estava num local da fazenda onde havia uma escadaria para acessar um desnível do terreno. Esta escadaria tinha uns dez metros de largura e com uns dez degraus apenas. Havia bem no meio desta escadaria, um corrimão que a dividia em dois lados. De um lado desta escadaria havia um galpão aberto e do outro lado uma construção. Na parte de baixo de escadaria, havia um terreno e na parte de cima também. Chegou à parte de baixo, o dono desta fazenda, que vinha tocando vários bois e vacas.  Todos os bois e vacas eram pretos e brancos. O dono desta fazenda vinha andando com uma muleta, porque não tinha uma das pernas do joelho pra baixo. Eu estava no último degrau do corrimão que dividia a escada e no galpão ao lado estavam meus filhos e outras pessoas. No local onde o gado foi juntando, havia algumas pessoas. Depois que o gado se juntou, alguns começaram a ficar de pé nas patas traseiras. Os outros começaram a fazer o mesmo. Estes bois q…

O GRANDE SEGREDO

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Na Rua Minas Gerais, desde a esquina com a Avenida Primeiro de junho até a esquina da Avenida Antônio Olímpio de Morais, havia alguns bancos de praça, em cima do passeio e encostados na parede, com uma distância de um do outro de mais ou menos cinco metros. No segundo banco da esquina da Avenida Primeiro de Junho estavamos sentados eu e o Cândido. Ao contrário do que eh realmente, a mão da direção era no sentido centro anel rodoviário. Bem rente ao passeio, próximo onde eu e o Cândido estávamos, havia uns quatro carrinhos, tipo aqueles para carregar malas em aeroporto, interligados por uma haste de ferro e todos os quatro com pessoas dentro, sem nenhuma mala. Dirigindo o carrinho, estava o Zé Maria. O Zé Maria queria dar ré neste carrinho, para desencostá-lo da beirada do passeio e levar o mesmo em direção à Avenida Antônio Olímpio. Mas para fazer a manobra, ele voltava o carrinho até a esquina da Rua Minas Gerais com a Avenida Primeiro de Junho. Mas quando ia fazer isto, ele v…

O ENCONTRO

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Estava saindo do que seria minha casa, que ficava na Rua Pernambuco, onde era a Admóveis antigamente e hoje eh a Somar imóveis. Estava indo de chinelos e carregando nas mãos uma caixa de papelão, tipo aquelas que usam para transportar iogurtes, ou salgadinhos de festa. Dentro desta caixa de papelão tinha algumas cuecas de molho numa água com sabão em pó. Não vazava água em lugar nenhum daquela caixinha de papelão. Fui atravessando a rua e meu chinelo saiu do pé quando estava no meio da rua. Mas não vinha carro nenhum. Coloquei o chinelo novamente e fui para o outro lado. Ali, nas proximidades onde eh a Igreja Batista, procurava pela casa onde eu queria ir. Achei que já tinha passado e fui voltando. Havia algumas pessoas paradas nas portas de algumas lojas. Mas ainda estava começando a amanhecer. Como não encontrei onde queria ir, voltei novamente em direção a Igreja Batista. Já bem próximo da Igreja vi as colunas do local onde ficava o apartamento da Iara, que era aonde eu ia. …

NOS FUNDOS DA EMPRESA

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Estava em uma empresa. Eu queria fazer xixi, pois estava muito apertado mesmo,  e procurava pelo banheiro. Nisto vi uma parede com  aproximadamente uns cinco metros de comprimento e nesta parede havia duas portas. Uma do banheiro feminino e outra do banheiro masculino. Então entre na porta do banheiro masculino e do outro lado, onde também dava a porta do banheiro feminino, era os fundos da empresa, onde tinha um pequeno morro e muito mato. Cheguei próximo ao topo do morro e comecei a fazer xixi, Na parte de baixo deste morro, havia muitas pessoas e a maioria mulher. Elas começaram a gritar comigo dizendo para eu parar de fazer xixi ali, pois estava caindo nelas. Afastei-me um pouco e continuei fazendo xixi, porque estava muito apertado mesmo. Depois que terminei, voltei pela porta onde entrei e ali tinha uma filha de umas cinquenta pessoas querendo ir ao banheiro também. Fiquei sem entender porque tinha que ir um a um se era feito no mato mesmo.

O DESAFIO

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Estava em uma casa que parecia com a casa da minha mãe. Havia o alpendre com aporta da frente, o corredor atrás da casa e a porta da cozinha nos fundos. Havia algumas pessoas dentro desta casa. Nas janelas da frente e nas janelas que davam para o corredor atrás da casa, havia uma espécie de canhão em miniatura. Ele deveria ter uns 10 centímetros de tamanho aproximadamente. Só eu estava fora desta casa e disputava com uma mulher, que estava dentro da casa, quem eliminaria o outro. Tinha algumas bolinas de plástico, do tamanho de uma bolinha de gude, que a gente tinha para usar, cujo objetivo era acertar a pessoa que estava na disputa com a gente. Na disputa com esta mulher eu tentava acertar uma destas bolinhas de plástico nela e ela tentava acertar em mim. Que acertasse primeiro eliminava o outro. Mas a gente só podia carregar uma bolinha de cada vez. Só podia pegar outra bolinha quando tivesse atirado a  que estava com a gente. Eu contornava por fora da casa para tentar acerta…

A CASA E A CERCA DE BAMBU

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Estava em um terreno onde estavam construindo uma casa. Havia algumas colunas de pé, mas não tinham assentado os tijolos das paredes. Eu testava se o cimento das colunas já estava seco e arrancava alguns pedaços dele, Não via direito porque estava anoitecendo. Nisto ouvi alguém do lote visinho, que estava separado por uma cerca de bambu, dizer que não sabia o motivo da gente estar construindo uma casa, se ninguém mais comprava casa. Olhei pela cerca de bambu e vi que ele também construía uma casa. Fiquei pensando o porquê ele construía e não queria que a gente construísse casa ali.

BRINCANCO COM O FILHO DO FERNANDO

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Estava no terraço de um prédio juntamente com uma criança que deveria ter uns seis meses. Esta criança estava enrolada em um manto azul. Este bebe era o filho do Fernando. Eu o jogava de um lado para outro, ele ria muito, mas não desenrolava do manto de jeito nenhum. Depois peguei esta criança e disse que ela era bem branquinha. A criança apenas ria e queria que eu a ficasse jogando de um lado para o outro em cima do terraço do prédio.

INDO DE ÔNIBUS E VOLTANDO A PÉ

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Estava em uma casa que seria a da Paula. A Marcela estava lá. Tinha ido levar alguma coisa para ele. Fui de ônibus. Depois que entreguei o que fui levar, disse que ia pegar o ônibus para ir embora. A Marcela então disse que era mais fácil eu ir a pé, pois era só descer aquela rua que passava ao lado da casa dela, que ficava numa esquina. Disse que não daria certo, pois o ônibus tinha vindo do outro lado, onde eu queria ir ficar do lado oposto. Então ela disse que o ônibus dava muitas voltas, mas onde eu queria ir ficava mesmo naquela direção e até apontou com o dedo. Olhei e disse que não estava vendo nada.

AS PAREDES MÁGICAS

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Estava dentro do que seria meu quarto em um prédio. Estava sentado lendo um livro. Nisto vi que a porta do meu quarto estava só encostada. Fui fechá-la e vi que a luz do corredor estava acessa. Quando fui apagar a luz, vi que alguém do quarto em frente me olhava pela porta e era uma criança. Olhou-me rapidamente e se escondeu atrás da porta. Apaguei a luz e fechei a porta do meu quarto. Então, pelo "olho mágico" da porta vi que tinham acendido a luz do corredor novamente. Olhei pelo olho mágico e vi que estavam ali três crianças. Uma delas vinha para olhar no olho mágico. Sai dali  e sentei novamente e peguei o livro para ler. Nisto uma criança passou pela parede do meu quarto e entrou. Vendo-me ela assustou e tentou sair, mas não conseguia. Então disse para ela se concentrar e acreditar que podia atravessar a parede e ala atravessaria. Ela então tentou mais uma duas vezes e atravessou a parede. Pouco tempos depois entrou um homem pela parede e depois entraram mais tr…

O CARANGUEJO DRAGÃO

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Estava em um corredor do que seria um hotel. Este corredor era bem comprido e a mesa onde ficava o atendente ficava bem no fundo deste corredor, bem como o acesso as escadas e corredores. Estava ao lado do atendente quando alguém começou a gritar e correr, pedindo para fechar todas as portas ant-acesso. Era como se fossem portas ant-chamas. Elas impediam o acesso de qualquer pessoa. Quando olhei o motivo de tudo aquilo, vi o que eles chamavam de dragão verde. Era um bicho que tinha o tamanho de uma bola de futebol. Tinha uma garra igual a pinça maior que te os caranguejos. O corpo parecia com um sapo e era todo verde. Eles diziam que aquele monstro era capaz de destruir tudo e todos. Então saímos correndo, eu, o  atendente e a pessoa que gritava, para dentro deste hotel e começamos a fechar as pontas anti-acesso. Este bicho andava se arrastando e muito devagar. Não sei por que, mas agente corria para fechar as portas o mais rápido possível. Nisto o atendente lembrou que a porta…

O TOURO GIGANTE E AS LEMBRANÇAS

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Estava saindo de uma igreja com um homem que seria responsável pela secretaria de bem estar do município. Estava indo com este homem para a tal secretaria que funcionava no final de uma rua ali perto. Ele dizia que a empresa que fornecia alimentos para as crianças da creche só emitia nota branca. Então ele me mostrou uma desta nota. Disse a ele que a gente emitia nota fiscal mesmo, com CNPJ certinho. Disse que minha mãe tinha um Buffet ha muitos anos e tudo registrado. Quando chegamos próximo ao local onde funcionava esta secretaria, lembrei que já tinha estado ali antes. Lembrei de alguns detalhes como a escada para se chegar à sala daquele homem, do curral que tinha ao lado. Havia muitas pessoas ali e enquanto eu me lembrava de ter estado ali antes, não vi mais o tal homem que estava ali. Fui então procurar a sala dele. O prédio onde funcionava esta secretaria era inacabado. Os dois primeiros andares estavam só nas colunas. Lembrei que para se chegar à sala daquele homem eu t…

CORRENDO COM DESODORANTE PARA ALUGAR APARTAMENTO

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Estava em meu apartamento, sentado na sala, onde na parede que dava para o corredor de acesso aos apartamentos, tinha uma parte vazada. Era um quadrado de aproximadamente 1 x 1 metro. Sentado onde eu estava, quase de frente para esta abertura, podia ver as pessoas que passavam ali. Nisto vi o Alex carregando o capacete de motociclista, procurando por algum apartamento. Pensei que ele estivesse procurando o meu, mas ele subiu para o andar de cima. Então a porta do meu apartamento foi aberta e entraram um homem e uma mulher e foram entrando casa adentro. Levantei e quis saber o que faziam ali, mas eles nada respondiam. Nisto a mulher saiu e foi embora. O homem foi entrando na cozinha e depois foi para meu quarto, empurrou o guarda roupas e ficou olhando atrás dele. Perguntei o que ele queria e pedi para ele sair da minha casa. Como ele nada respondia, eu o empurrei para ele ir embora. Mas ele apenas me olhou com "cara fechada". Como ele era maior e presumidamente mais f…

A VISITA DE MINHA IRMÃ

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Estava deitada em minha cama dormindo. Era madrugada. Nisto senti um rosto encostando ao meu. Esta pessoa me deu um beijo na face. Virei para ver quem seria e assustei ao ver que era a Iara. Não consegui falar nada. Deitei a cabeça no travesseiro novamente e a Iara ficou com o rosto dela encostado ao meu. Acordei meio assustada e tinha certeza que não foi um sonho, pois a senti encostando seu rosto ao meu. Por Rita de Cássia Honorato

O RICARDO E OS OITENTA JOGOS DA LOTERIA

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Estava em uma casa lotérica que funcionava na casa de uma pessoa. Estava ali com o Ricardo. O Ricardo queria fazer setenta jogos. Nesta casa lotérica ele pegou apenas os setenta códigos para fazer o jogo e pediu para eu ir fazer em outra lotérica que era de propriedade de nosso irmão. Disse a ele que a gente já estava ali e deveria fazer de uma vez. Mas ele não quis. Depois resolveu que queria fazer oitenta jogos. Tive que esperar novamente e disse que a nossa viagem iria atrasar, porque iria demorar muito para fazer os oitenta jogos.

O MASCOTE DO CASTELO MEDIEVAL

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Estava no que seria o quintal de um castelo medieval. Este quintalera muito grande. Estava com uma peça de ferro que deveria ter uns 40 centímetros de diâmetro e era cheia de pontas. Estava tentando moldar esta pela usando uma massa que parecia ser de gesso, mas não era. Ia tentando fazer o molde e caminhando pelo imenso quintal daquele castelo. Parei perto de uma construçãoque parecia ser um galpão. Dentro deste galpão estavam duas pessoas. Eu ouvia gritos de algum bicho, mas não me importei com isto. O bicho continuou gritando e então olhei e vi aquelas duas pessoas com um porquinho da índia. Não vi bem o que fazia. Continuei tentando moldar a tal peça e por fim desisti de tentar. Nisto chegou montado a cavalo o dono do castelo e algumas pessoas, todos montados a cavalo. Eles queriam saber o que havia acontecido com o mascote do castelo, o tal porquinho da índia. O dono do castelo tinha ido ali, avisar para aqueles dois homens que estava saindo para procurar o tal porquinho d…

SUBINDO DE ESCADA PARA O CÉU

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Estava em um campo aberto juntamente com três pessoas. A gente tinha uma escada grande. Nós queríamos ir para o céu de escada. Então colocamos a escada para cima e ela ficou em pé sem precisar encostar-se a nada. Então subi primeiro nesta escada e ao final dela, fiquei em pé no ar. Os outros dois subiram também. Então um deles disse que só eu conseguia ficar deitado no ar e por isto, era para eu me deitar para eles puxarem a escada e acolocarem em pé nas minhas costas. Fiz isto e colocaram a escada apoiando nas minhas costas. Eles subiram. Ai perguntei a eles como eu iria subir agora. Eles pediram para eu segurar no primeiro degrau e me puxaram para onde estavam. A gente podia ficar no ar sem problemas, mas a escada não podia. Depois que me puxaram, deitei novamente no ar e colocaram a escada nas minhas costas. E assim fomos subindo em direção ao céu.

CATAPULTA HUMANA

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Estava em uma estrada com inúmeras pessoas. Todos nós íamos para uma mesma direção. Chegamos à beira de uma praia. Todos foram se acumulando ali. Nesta praia havia o que parecia ser duas carrocerias de carretas. Então fomos entrando dentro destas carrocerias e cada um foi deitando de costas, dobrava os joelhos sobre o peito e os seguravam com as mãos, desta forma ocupando o menor espaço possível na carreta. As outras pessoas faziam o mesmo e sempre encostado um no outro, até que todo o piso da carreta ficou completamente tomado por pessoas. Todas super próximas uma das outras. Na outra carroceria fizeram a mesma coisa. Em cada carroceria deveria ter umas cem pessoas.  Na ponta de cada carroceria havia uma alavanca. Nisto chegou um homem que iria puxar esta alavanca. Na verdade aquela carroceria era uma catapulta. Quando o homem puxou a alavanca, a carroceria ergueu muito rapidamente e nos lançou para o mar. Saímos rodopiando em alta velocidade em direção ao alto mar. Caímos no …

25 ANOS DEPOIS

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Estava  em um local que parecia ser uma grande empresa. O Fernando estava comigo. Nisto encontrei deitado em uma rede que estava estendida dentro de um galpão desta empresa, uma pessoa que havia conhecido ha muito tempo. Esta pessoa lembrou-se de mim e eu me lembrei dela, quando trabalhava na HF Engenharia Ambiental. Começamos a conversar ali e esta pessoa continuava deitada na rede. Então lembrei que havia dito a ela em 1.995, que a gente ia se encontrar 25 anos depois. E que eu estaria aposentando nesta época, porque no meu serviço só precisava contribuir com o INSS, 25 anos. Disse que a gente acabou se encontrando antes, porque completariam 25 anos, de quando conversamos,  em 2.027. Mas disse que estava faltando pouco para eu me aposentar, porque a gente já estava no ano de 2.023 e só faltavam três anos. A pessoa disse que lembrava sim e perguntou se eu continuava trabalhando na HF. Disse que não, estava em outra empresa, mas fazendo o mesmo serviço.

ATRASADO PARA NÃO TRABALHAR

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Estava dormindo quando acordei com um barulho de alguma coisa caindo. Olhei as horas em meu celular e vi que eram 08h30min. Percebi que estava atrasado, pois deveria ter levantado as 07h15min. Levantei rapidamente, fui tomar um banho para ir trabalhar. Depois que tomei o banho e coloquei a roupa para trabalhar, lembrei que não iria trabalhar hoje. Desisti de ir dormir novamente porque sabia que eu não conseguiria. Então liguei o computador e fui navegar na net.