Saturday, March 30

A ESQUINA

-->
Estava vindo por uma rua com um carro. Chegando um uma esquina havia uma carreta parada e uma armação de ferragens ocupando toda a esquina. Precisava passar para o outro lado e então decidi subir esta armação de ferragem. Fui subindo esta armação, segurando com umas das mãos o carro, que já era uma bicicleta. Havia duas pessoas em cima desta armação que ficaram me olhando passar por cima da mesma. Quando cheguei do outro lado da armação, amarrei uma corda na bicicleta e outra na minha cintura e fui descer do outro lado. Como a bicicleta estava pesada, não conseguia me segurar e fiquei segurando apenas com uma das mãos. As duas pessoas que estavam ali foram me ajudar. Mas acabou por não precisar, pois consegui descer do outro lado. Quando acabei de descer, montei na bicicleta que já era um carro novamente e fui embora.

Friday, March 29

A ESPERA DO BEBE

-->
Estava em uma casa onde havia nascido uma criança poucos instantes. Aguardava na sala da casa para ver esta criança. Pouco tempo depois alguém chegou e disse que a gente já podia ver esta criança. Nesta, esperando para ver esta criança, estavam eu e mais umas cinco pessoas. Entramos no quarto e esta criança estava deitada em cima da cama. Olhei bem para aquela criança e disse que ela era gigante. As pessoas não gostaram do que eu havia dito e reclamaram comigo. Então disse a eles que a criança já tinha quase um metro de altura, e se ela havia nascido poucos instantes, ela então era gigante.

NA CASA DO FERNANDO

-->
Estava em uma rua andando juntamente com o Fernando e outra pessoa. Nisto tive muita vontade de ir ao banheiro. Como a casa do Fernando era ali perto, fui até lá. Entrei na casa e fui fechando as janelas, porque já estava anoitecendo. Vi que o banheiro dele não tinha paredes e nem as louças. Tinha só o piso, tudo havia sido retirado. Depois que fechei todas as janelas, de uma delas eu tirei a cortina e entreguei ao Fernando, dizendo que era para ele mandar trocar, devido à cortina estar com defeito. Ao entregar a cortina para o Fernando, disse a ele que queria ir ao banheiro, pois estava muito apertado e não vi outro banheiro na casa além do que havia sido demolido. Ele então disse que era para ir no quarto mesmo. Disse que podia ir em qualquer quarto.Fiquei espantado e perguntei se eles ali fazia o quarto de banheiro. Ele disse que sim, quando tinha vontade era só ir em qualquer quarto. Então disse a ele que eu que não iria fazer isto e fui para minha casa para ir ao banheiro.

Saturday, March 23

OS BOIS QUE ANDAM DE PÉ

--
Estava em um local que parecia ser uma fazenda. Estava num local da fazenda onde havia uma escadaria para acessar um desnível do terreno. Esta escadaria tinha uns dez metros de largura e com uns dez degraus apenas. Havia bem no meio desta escadaria, um corrimão que a dividia em dois lados. De um lado desta escadaria havia um galpão aberto e do outro lado uma construção. Na parte de baixo de escadaria, havia um terreno e na parte de cima também. Chegou à parte de baixo, o dono desta fazenda, que vinha tocando vários bois e vacas.  Todos os bois e vacas eram pretos e brancos. O dono desta fazenda vinha andando com uma muleta, porque não tinha uma das pernas do joelho pra baixo. Eu estava no último degrau do corrimão que dividia a escada e no galpão ao lado estavam meus filhos e outras pessoas. No local onde o gado foi juntando, havia algumas pessoas. Depois que o gado se juntou, alguns começaram a ficar de pé nas patas traseiras. Os outros começaram a fazer o mesmo. Estes bois que ficaram de pé e pegaram o dono da fazenda, amarraram as mãos dele e os pés e o colocou em um carrinho, tipo estes de pedreiro. Só que este carrinho no lugar daquela bacia, tinha uma tábua em forma de um triângulo. Os bois saíram empurrando aquele carrinho pela escada acima, passando perto de mim. Os bois começaram a correr também escada acima, todos de pé. Fiquei bem no meio do corrimão para evitar deles passarem por cima de mim. Gritei para meus filhos ficarem no galpão porque os bois não respeitavam quem estivesse na frente deles. Cada boi que ficava de pé saia correndo escada acima. Passaram muitos ao meu lado e eu temia que algum deles me esbarrasse. Mas todos passaram e foram embora sem pisar em ninguém, mas levaram o dono da fazenda.

Wednesday, March 20

O GRANDE SEGREDO

-->
Na Rua Minas Gerais, desde a esquina com a Avenida Primeiro de junho até a esquina da Avenida Antônio Olímpio de Morais, havia alguns bancos de praça, em cima do passeio e encostados na parede, com uma distância de um do outro de mais ou menos cinco metros. No segundo banco da esquina da Avenida Primeiro de Junho estavamos sentados eu e o Cândido. Ao contrário do que eh realmente, a mão da direção era no sentido centro anel rodoviário. Bem rente ao passeio, próximo onde eu e o Cândido estávamos, havia uns quatro carrinhos, tipo aqueles para carregar malas em aeroporto, interligados por uma haste de ferro e todos os quatro com pessoas dentro, sem nenhuma mala. Dirigindo o carrinho, estava o Zé Maria. O Zé Maria queria dar ré neste carrinho, para desencostá-lo da beirada do passeio e levar o mesmo em direção à Avenida Antônio Olímpio. Mas para fazer a manobra, ele voltava o carrinho até a esquina da Rua Minas Gerais com a Avenida Primeiro de Junho. Mas quando ia fazer isto, ele voltava porque um carro virava ali, subindo a Rua Minas gerais. A mão da direção da Avenida Primeiro de Junho também estava oposta ao que eh realmente. Depois de tentar quatro vezes e todas as vezes vir um carro, O Zé Maria acelerou o carrinho e foi rente ao passeio mesmo, subindo a Rua Minas Gerais. Mas os carrinhos foram se desalinhando e o primeiro carrinho bateu no edifício que tem na esquina da Avenida Antônio Olímpio com a Rua Minas Gerais. Ao fazer isto, o prédio pegou fogo. Eu e o Cândido ficamos olhando o prédio pegar fogo e comentamos a "doidera" que o Zé Maria tinha feito. Nisto um homem, que estava num dos andares mais lato daquele prédio, devido ao fogo, pulou lá de cima e bateu no asfalto de "chapa" e de bruço. Nem se mexeu. Eu e o Cândido levantamos e fomos indo embora pela Avenida Primeiro de Junho. No meio do quarteirão mais ou menos, encontramos com a Nathália que me pediu dez reais. Disse que não tinha. Ela então pediu emprestado ao Cândido.  Então perguntei a ela se já tinha pago os outros dez reais que ela tinha pedido a ele anteriormente. Ela disse que não. O Cândido ficou rindo e emprestou a ela os dez reais. Ela foi embora, O Cândido então disse para mim que o segredo era a pedra noventa. Disse que para se ganhar qualquer coisa o segredo seria a pedra noventa. Perguntei como eh esta história de pedra noventa. Mas ele só dizia que o segredo era a pedra noventa.

Sunday, March 17

O ENCONTRO

-->
Estava saindo do que seria minha casa, que ficava na Rua Pernambuco, onde era a Admóveis antigamente e hoje eh a Somar imóveis. Estava indo de chinelos e carregando nas mãos uma caixa de papelão, tipo aquelas que usam para transportar iogurtes, ou salgadinhos de festa. Dentro desta caixa de papelão tinha algumas cuecas de molho numa água com sabão em pó. Não vazava água em lugar nenhum daquela caixinha de papelão. Fui atravessando a rua e meu chinelo saiu do pé quando estava no meio da rua. Mas não vinha carro nenhum. Coloquei o chinelo novamente e fui para o outro lado. Ali, nas proximidades onde eh a Igreja Batista, procurava pela casa onde eu queria ir. Achei que já tinha passado e fui voltando. Havia algumas pessoas paradas nas portas de algumas lojas. Mas ainda estava começando a amanhecer. Como não encontrei onde queria ir, voltei novamente em direção a Igreja Batista. Já bem próximo da Igreja vi as colunas do local onde ficava o apartamento da Iara, que era aonde eu ia. Estas colunas estavam inacabadas. Eram grandes e seu diâmetro deveria ser uns dois metros. Tinham três colunas. Passei por estas colunas inacabadas e fui até uma pequena armação de ferro, que era por onde eu subia para chegar ao apartamento da Iara. Quando fui subir com esta caixinha de papelão com as cuecas de molho, pensei que poderia não dar tempo delas secarem e a iara poderia achar ruim. Eu ia encontrar com a Iara mais tarde ali. Então resolvi jogar fora as cuecas e assim não teria problemas quando encontrasse com a Iara.

Thursday, March 14

NOS FUNDOS DA EMPRESA

-->
Estava em uma empresa. Eu queria fazer xixi, pois estava muito apertado mesmo,  e procurava pelo banheiro. Nisto vi uma parede com  aproximadamente uns cinco metros de comprimento e nesta parede havia duas portas. Uma do banheiro feminino e outra do banheiro masculino. Então entre na porta do banheiro masculino e do outro lado, onde também dava a porta do banheiro feminino, era os fundos da empresa, onde tinha um pequeno morro e muito mato. Cheguei próximo ao topo do morro e comecei a fazer xixi, Na parte de baixo deste morro, havia muitas pessoas e a maioria mulher. Elas começaram a gritar comigo dizendo para eu parar de fazer xixi ali, pois estava caindo nelas. Afastei-me um pouco e continuei fazendo xixi, porque estava muito apertado mesmo. Depois que terminei, voltei pela porta onde entrei e ali tinha uma filha de umas cinquenta pessoas querendo ir ao banheiro também. Fiquei sem entender porque tinha que ir um a um se era feito no mato mesmo.

Wednesday, March 13

O DESAFIO

-->
Estava em uma casa que parecia com a casa da minha mãe. Havia o alpendre com aporta da frente, o corredor atrás da casa e a porta da cozinha nos fundos. Havia algumas pessoas dentro desta casa. Nas janelas da frente e nas janelas que davam para o corredor atrás da casa, havia uma espécie de canhão em miniatura. Ele deveria ter uns 10 centímetros de tamanho aproximadamente. Só eu estava fora desta casa e disputava com uma mulher, que estava dentro da casa, quem eliminaria o outro. Tinha algumas bolinas de plástico, do tamanho de uma bolinha de gude, que a gente tinha para usar, cujo objetivo era acertar a pessoa que estava na disputa com a gente. Na disputa com esta mulher eu tentava acertar uma destas bolinhas de plástico nela e ela tentava acertar em mim. Que acertasse primeiro eliminava o outro. Mas a gente só podia carregar uma bolinha de cada vez. Só podia pegar outra bolinha quando tivesse atirado a  que estava com a gente. Eu contornava por fora da casa para tentar acertar a tal mulher de surpresa. De uma das janelas da frente vi a tal mulher vindo com outra mulher, que também participava do jogo, vindo para este quarto. Mas ela me viu também. Como na janela tinha um beiral e uma tela onde passava apenas a boca daquele mini canhão,  eu deitei esticado bem rente a parede para evitar que ela me acertasse com aquele canhão. Ela tentou me acertar usando o canhão, mas não conseguiu. Tentou duas vezes. Então levante e entrei correndo na casa pela porta da frente a tirei a bolinha nela. Ela também atirou a bolinha dela em mim. Mas nós dois conseguimos desviar das bolinhas. Então corri até perto da porta, onde eu tinha deixado minhas bolinhas, peguei outra e no momento que ela ia pegar outra bolinha dela, eu a acertei no rosto. Ela ficou lamentando ter perdido o jogo e ter que ir embora.
O jogo funcionava assim: Havia dez pessoas na casa e o primeiro foi sorteado. Este sorteado escolhia que ele queria desafiar e então começa a tentativa de um acertar esta bolinha no outro. Apenas os dois podiam atirar estas bolinhas e só podiam carregar nas mãos uma de cada vez. Mas podia escolher onde deixar as bolinhas restantes, para poder pegá-las quando precisasse. O que conseguisse acertar primeiro desafiava o próximo, mas eles começariam a disputa somente no dia seguinte. E assim iriam até que restasse apenas um que seria o vencedor. Depois de vencer fui escolher que eu desafiaria para começar a disputa no dia seguinte.

Tuesday, March 12

A CASA E A CERCA DE BAMBU

-->

Estava em um terreno onde estavam construindo uma casa. Havia algumas colunas de pé, mas não tinham assentado os tijolos das paredes. Eu testava se o cimento das colunas já estava seco e arrancava alguns pedaços dele, Não via direito porque estava anoitecendo. Nisto ouvi alguém do lote visinho, que estava separado por uma cerca de bambu, dizer que não sabia o motivo da gente estar construindo uma casa, se ninguém mais comprava casa. Olhei pela cerca de bambu e vi que ele tamm construía uma casa. Fiquei pensando o porquê ele construía e não queria que a gente construísse casa ali.

BRINCANCO COM O FILHO DO FERNANDO

-->
Estava no terraço de um prédio juntamente com uma criança que deveria ter uns seis meses. Esta criança estava enrolada em um manto azul. Este bebe era o filho do Fernando. Eu o jogava de um lado para outro, ele ria muito, mas não desenrolava do manto de jeito nenhum. Depois peguei esta criança e disse que ela era bem branquinha. A criança apenas ria e queria que eu a ficasse jogando de um lado para o outro em cima do terraço do prédio.

Monday, March 11

INDO DE ÔNIBUS E VOLTANDO A PÉ

-->
Estava em uma casa que seria a da Paula. A Marcela estava lá. Tinha ido levar alguma coisa para ele. Fui de ônibus. Depois que entreguei o que fui levar, disse que ia pegar o ônibus para ir embora. A Marcela então disse que era mais fácil eu ir a pé, pois era só descer aquela rua que passava ao lado da casa dela, que ficava numa esquina. Disse que não daria certo, pois o ônibus tinha vindo do outro lado, onde eu queria ir ficar do lado oposto. Então ela disse que o ônibus dava muitas voltas, mas onde eu queria ir ficava mesmo naquela direção e até apontou com o dedo. Olhei e disse que não estava vendo nada.

Saturday, March 9

AS PAREDES MÁGICAS

-->
Estava dentro do que seria meu quarto em um prédio. Estava sentado lendo um livro. Nisto vi que a porta do meu quarto estava só encostada. Fui fechá-la e vi que a luz do corredor estava acessa. Quando fui apagar a luz, vi que alguém do quarto em frente me olhava pela porta e era uma criança. Olhou-me  rapidamente e se escondeu atrás da porta. Apaguei a luz e fechei a porta do meu quarto. Então, pelo "olho mágico" da porta vi que tinham acendido a luz do corredor novamente. Olhei pelo olho mágico e vi que estavam ali três crianças. Uma delas vinha para olhar no olho mágico. Sai dali  e sentei novamente e peguei o livro para ler. Nisto uma criança passou pela parede do meu quarto e entrou. Vendo-me ela assustou e tentou sair, mas não conseguia. Então disse para ela se concentrar e acreditar que podia atravessar a parede e ala atravessaria. Ela então tentou mais uma duas vezes e atravessou a parede. Pouco tempos depois entrou um homem pela parede e depois entraram mais três. Eles entravam e saiam tranquilarmente. Perguntei o que fazia ali. Eles disseram que o menino tinha contado que aquelas paredes eram mágicas e podiam ser atravessadas. Sentei e fui ler o meu livro com aquelas pessoas entrando e saindo atravessando as paredes do meu quarto.

O CARANGUEJO DRAGÃO

-->
Estava em um corredor do que seria um hotel. Este corredor era bem comprido e a mesa onde ficava o atendente ficava bem no fundo deste corredor, bem como o acesso as escadas e corredores. Estava ao lado do atendente quando alguém começou a gritar e correr, pedindo para fechar todas as portas ant-acesso. Era como se fossem portas ant-chamas. Elas impediam o acesso de qualquer pessoa. Quando olhei o motivo de tudo aquilo, vi o que eles chamavam de dragão verde. Era um bicho que tinha o tamanho de uma bola de futebol. Tinha uma garra igual a pinça maior que te os caranguejos. O corpo parecia com um sapo e era todo verde. Eles diziam que aquele monstro era capaz de destruir tudo e todos. Então saímos correndo, eu, o  atendente e a pessoa que gritava, para dentro deste hotel e começamos a fechar as pontas anti-acesso. Este bicho andava se arrastando e muito devagar. Não sei por que, mas agente corria para fechar as portas o mais rápido possível. Nisto o atendente lembrou que a porta que fica nos fundos de onde ele estava não tinha sido fechada. Alguém teria que ir lá fechar. Então eu disse que não precisava contar comigo porque eu não iria lá de jeito nenhum. Mas eles  insistiam eu fechar a tal porta. Então fui fazer isto e quando cheguei nesta porta, vi que o tal monstro ainda estava longe da porta e caminha lentamente. Fiquei tentando imaginar como aquela criatura tão pequena pudesse fazer alguma destruição.

Friday, March 8

O TOURO GIGANTE E AS LEMBRANÇAS

-->
Estava saindo de uma igreja com um homem que seria responsável pela secretaria de bem estar do município. Estava indo com este homem para a tal secretaria que funcionava no final de uma rua ali perto. Ele dizia que a empresa que fornecia alimentos para as crianças da creche só emitia nota branca. Então ele me mostrou uma desta nota. Disse a ele que a gente emitia nota fiscal mesmo, com CNPJ certinho. Disse que minha mãe tinha um Buffet ha muitos anos e tudo registrado. Quando chegamos próximo ao local onde funcionava esta secretaria, lembrei que já tinha estado ali antes. Lembrei de alguns detalhes como a escada para se chegar à sala daquele homem, do curral que tinha ao lado. Havia muitas pessoas ali e enquanto eu me lembrava de ter estado ali antes, não vi mais o tal homem que estava ali. Fui então procurar a sala dele. O pdio onde funcionava esta secretaria era inacabado. Os dois primeiros andares estavam só nas colunas. Lembrei que para se chegar à sala daquele homem eu teria que subir uma escada feita de cordas, do piso do prédio para o andar da sala dele. Estava com dificuldades de subir naquela corda, porque ela ficava balançando muito. Uma pessoa ali me olhava subindo na escada de corda. Com dificuldade cheguei ao andar do secretário e vi muitas pessoas ali. Não consegui ir à sala dele para a gente conversar. Nisto aproximou de mim uma mulher e disse que era para eu ir receber os cinco reais referente ao pagamento da reunião que tinha feito com o secretário. Disse que não tinha conseguido falar com ele. A tal mulher disse que o pagamento era feito assim mesmo e que eu deveria ir lá receber. Voltei para a rua e fui tentar me lembrar onde a gente recebia o pagamento. Este prédio ficava na esquina e no final de uma rua. Então lembrei que a entrada para receber era na outra rua. Fui correndo até lá e quando virei à rua lembrei-me de ter estado ali, ao ver o curral que tinha antes da entrada. Este curral funcionava em uma parte do piso deste prédio. O dono do curral não quis vender aquele pedaço de terra e então construíram o prédio em volta do curral. Era como se o curral fosse parte do apartamento de baixo, pois a laje do apartamento de cima ficava em cima do curral. 
Quando fui passando pelo curral, vi dois homens tentando colocar o touro para dentro de um pequeno cercado. Este touro era meio que gigante. Deveria ter uns três metros de comprimento e era bem largo. Quando fui passar pelo touro, ele bufou na minha direção fazendo como que estivesse querendo me pegar. Os dois homens puxavam a corda que estava amarrada ao pescoço dele, mas não conseguia mover o touro do lugar. Então corri e entrei no local onde eu deveria receber o dinheiro. Ali eu já conhecia, pois tinha certeza de já ter estado ali antes.

Thursday, March 7

CORRENDO COM DESODORANTE PARA ALUGAR APARTAMENTO

-->
Estava em meu apartamento, sentado na sala, onde na parede que dava para o corredor de acesso aos apartamentos, tinha uma parte vazada. Era um quadrado de aproximadamente 1 x 1 metro. Sentado onde eu estava, quase de frente para esta abertura, podia ver as pessoas que passavam ali. Nisto vi o Alex carregando o capacete de motociclista, procurando por algum apartamento. Pensei que ele estivesse procurando o meu, mas ele subiu para o andar de cima. Então a porta do meu apartamento foi aberta e entraram um homem e uma mulher e foram entrando casa adentro. Levantei e quis saber o que faziam ali, mas eles nada respondiam. Nisto a mulher saiu e foi embora. O homem foi entrando na cozinha e depois foi para meu quarto, empurrou o guarda roupas e ficou olhando atrás dele. Perguntei o que ele queria e pedi para ele sair da minha casa. Como ele nada respondia, eu o empurrei para ele ir embora. Mas ele apenas me olhou com "cara fechada". Como ele era maior e presumidamente mais forte que eu, saí do apartamento e fui até uma empresa que tinha em um prédio ali perto. 
Neste prédio, a escada para os andares tinha mais de dois metros de largura. Em cada andar, no hall, havia uma mesa com uma secretária. Fui subindo por estas largas escadarias até o quarto andar, onde havia uma sala com o dono da empresa. Entrei rapidamente e reclamando do tal homem que estava na minha casa. Mas o dono desta empresa disse que não podia fazer nada. Em cima da mesa deste dono da empresa, havia três frascos de desodorante. Um tradicional, um tipo rollon e um cujo tubo era fininho, pouco mais grosso que um dedo indicador. Peguei os três desodorantes e disse que os levaria para compensar a invasão ao meu apartamento. Fui descendo as escadas quando deixei cair àquele desodorante do tubo fininho. Fui tentar pegá-lo, mas ele batia nos degraus da escada e subia a quase minha altura e batia novamente e fui descendo deste jeito até a saída do prédio. Quando sai do prédio não vi este desodorante. Fui indo embora com os outros dois, e temendo estar sendo seguido, atravessei a rua rapidamente e do outro lado, a rua era uma descida muito íngreme. No local onde eu estava era um prédio pintado de vermelho. O alicerce deste prédio começava ali a uns 50 centímetros do passeio e segui no nível fazendo com que na esquina lá em baixo, ele estivesse a uns cinco ou mais metros de altura. Como todo alicerce, este também tinha um beiral. Subi neste beiral, segurando os desodorantes e me agarrando na parede, fui indo por este beiral até na esquina e virei seguindo o beiral do alicerce. 
Do outro lado era à frente do prédio. Só que este prédio estava abandonado e não tinha paredes na frente. Sai em um vão do que seria um apartamento e lá tinham três crianças de uns dez anos mais ou menos. Quando me viram estas crianças veio me oferecer um daqueles apartamentos para alugar. Disseram que moravam ali, mas os apartamentos de cima eles podiam alugar para mim. Dei uma olha e vi que só havia mesmo aquela parede dos fundos por onde eu andei no beiral. Disse para aquelas crianças que não tinha gostado do local. Então um daqueles garotos me disse que ali tinha vista até para o mar. Então perguntei a ele onde estava o mar que eu não via. Ele respondeu que não via o mar, mas que ele estava naquela direção ele tinha certeza.

Monday, March 4

A VISITA DE MINHA IRMÃ

-->
Estava deitada em minha cama dormindo. Era madrugada. Nisto senti um rosto encostando ao meu. Esta pessoa me deu um beijo na face. Virei para ver quem seria e assustei ao ver que era a Iara. Não consegui falar nada. Deitei a cabeça no travesseiro novamente e a Iara ficou com o rosto dela encostado ao meu. Acordei meio assustada e tinha certeza que não foi um sonho, pois a senti encostando seu rosto ao meu.
Por Rita de Cássia Honorato

O RICARDO E OS OITENTA JOGOS DA LOTERIA

-->
Estava em uma casa lotérica que funcionava na casa de uma pessoa. Estava ali com o Ricardo. O Ricardo queria fazer setenta jogos. Nesta casa lotérica ele pegou apenas os setenta códigos para fazer o jogo e pediu para eu ir fazer em outra lotérica que era de propriedade de nosso irmão. Disse a ele que a gente já estava ali e deveria fazer de uma vez. Mas ele não quis. Depois resolveu que queria fazer oitenta jogos. Tive que esperar novamente e disse que a nossa viagem iria atrasar, porque iria demorar muito para fazer os oitenta jogos.

Sunday, March 3

O MASCOTE DO CASTELO MEDIEVAL

-->
Estava no que seria o quintal de um castelo medieval. Este quintal era muito grande. Estava com uma peça de ferro que deveria ter uns 40 centímetros de diâmetro e era cheia de pontas. Estava tentando moldar esta pela usando uma massa que parecia ser de gesso, mas não era. Ia tentando fazer o molde e caminhando pelo imenso quintal daquele castelo. Parei perto de uma construção que parecia ser um galpão. Dentro deste galpão estavam duas pessoas. Eu ouvia gritos de algum bicho, mas não me importei com isto. O bicho continuou gritando e então olhei e vi aquelas duas pessoas com um porquinho da índia. Não vi bem o que fazia. Continuei tentando moldar a tal peça e por fim desisti de tentar. Nisto chegou montado a cavalo o dono do castelo e algumas pessoas, todos montados a cavalo. Eles queriam saber o que havia acontecido com o mascote do castelo, o tal porquinho da índia. O dono do castelo tinha ido ali, avisar para aqueles dois homens que estava saindo para procurar o tal porquinho da índia. Percebi que aqueles dois homens estavam tentando se livrar do porquinho da índia, mas nada disse para o dono do castelo. Assim que o senhor do castelo e os que estavam com ele sairam, vieram três pessoas e uma delas disse para mim que era para eu limpar o estábulo. Disse que não ia limpar nada. Ele então me mostrou uma parte do estábulo que estaria por minha contra e eu devia deixá-lo bem limpo. Continuei dizendo que não ia limpar nada, pois eu não trabalhava ali. Eles riram muito e saíram. Sai também e fui até uma pequena casa que tinha dentro do terreno deste castelo e onde moravam os que trabalhavam ali. Na entrada desta casa era a cozinha e uma mulher fazia o almoço. No outro cômodo um homem e uma mulher estava sentados em um banco. Cheguei e perguntei pelo Rominho. Queria saber se ele estava bem e se tinha melhorado. A mulher que cozinhava disse que ele estava bem e que eu podia entrar para ir vê-lo.

Saturday, March 2

SUBINDO DE ESCADA PARA O CÉU

-->
Estava em um campo aberto juntamente com três pessoas. A gente tinha uma escada grande. Nós queríamos ir para o céu de escada. Então colocamos a escada para cima e ela ficou em pé sem precisar encostar-se a nada. Então subi primeiro nesta escada e ao final dela, fiquei em pé no ar. Os outros dois subiram também. Então um deles disse que só eu conseguia ficar deitado no ar e por isto, era para eu me deitar para eles puxarem a escada e a colocarem em pé nas minhas costas. Fiz isto e colocaram a escada apoiando nas minhas costas. Eles subiram. Ai perguntei a eles como eu iria subir agora. Eles pediram para eu segurar no primeiro degrau e me puxaram para onde estavam. A gente podia ficar no ar sem problemas, mas a escada não podia. Depois que me puxaram, deitei novamente no ar e colocaram a escada nas minhas costas. E assim fomos subindo em direção ao céu.

CATAPULTA HUMANA

--> 
Estava em uma estrada com inúmeras pessoas. Todos nós íamos para uma mesma direção. Chegamos à beira de uma praia. Todos foram se acumulando ali. Nesta praia havia o que parecia ser duas carrocerias de carretas. Então fomos entrando dentro destas carrocerias e cada um foi deitando de costas, dobrava os joelhos sobre o peito e os seguravam com as mãos, desta forma ocupando o menor espaço possível na carreta. As outras pessoas faziam o mesmo e sempre encostado um no outro, até que todo o piso da carreta ficou completamente tomado por pessoas. Todas super próximas uma das outras. Na outra carroceria fizeram a mesma coisa. Em cada carroceria deveria ter umas cem pessoas.  Na ponta de cada carroceria havia uma alavanca. Nisto chegou um homem que iria puxar esta alavanca. Na verdade aquela carroceria era uma catapulta. Quando o homem puxou a alavanca, a carroceria ergueu muito rapidamente e nos lançou para o mar. Saímos rodopiando em alta velocidade em direção ao alto mar. Caímos no mar e podemos ver as pessoas da outra carroceria catapulta vindo rodopiando em nossa direção. Depois que todos caíram no mar, disse para aquelas pessoas que era só nadar até a praia novamente para sermos lançados de novo.

Friday, March 1

25 ANOS DEPOIS

-->
Estava  em um local que parecia ser uma grande empresa. O Fernando estava comigo. Nisto encontrei deitado em uma rede que estava estendida dentro de um galpão desta empresa, uma pessoa que havia conhecido ha muito tempo. Esta pessoa lembrou-se de mim e eu me lembrei dela, quando trabalhava na HF Engenharia Ambiental. Começamos a conversar ali e esta pessoa continuava deitada na rede. Então lembrei que havia dito a ela em 1.995, que a gente ia se encontrar 25 anos depois. E que eu estaria aposentando nesta época, porque no meu serviço só precisava contribuir com o INSS, 25 anos. Disse que a gente acabou se encontrando antes, porque completariam 25 anos, de quando conversamos,  em 2.027. Mas disse que estava faltando pouco para eu me aposentar, porque a gente já estava no ano de 2.023 e só faltavam três anos. A pessoa disse que lembrava sim e perguntou se eu continuava trabalhando na HF. Disse que não, estava em outra empresa, mas fazendo o mesmo serviço.

ATRASADO PARA NÃO TRABALHAR

-->
Estava dormindo quando acordei com um barulho de alguma coisa caindo. Olhei as horas em meu celular e vi que eram 08h30min. Percebi que estava atrasado, pois deveria ter levantado as 07h15min. Levantei rapidamente, fui tomar um banho para ir trabalhar. Depois que tomei o banho e coloquei a roupa para trabalhar, lembrei que não iria trabalhar hoje. Desisti de ir dormir novamente porque sabia que eu não conseguiria. Então liguei o computador e fui navegar na net.