Sunday, April 28

TODOS OS CAMINHOS LEVAM À QUELUZ

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Estava na entrada de uma cidade. Nesta entrada chegavam três caminhos. Eles seguiam paralelamente, em linha reta e plana. Depois de um tempo se separavam. Uma pessoa que estava ao meu lado me perguntou qual caminho a levaria para a cidade de Queluz. Fiquei pensando um pouco, tentando relembrar para que lado ficasse a cidade de Queluz. Por fim disse a tal pessoa que os três caminhos a levaria para a cidade de Queluz. Isto porque eles se separavam, passavam por diversas cidades e quando se aproximavam da cidade de Queluz, eles se uniam novamente. A tal pessoa então perguntou qual seria o mais perto. Então respondi a ela que não sabia por que nunca tinha ido à cidade de Queluz.


O RESGATE - DIRIGINDO NA SINUOSA ESTRADA DE MONTANHA

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Estava dirigindo um carro por uma estreita e tortuosa estrada descendo uma montanha. Ao meu lado estava o Miranda. Tinha dificuldades de dirigir devido às muitas curvas e a montanha ser muito íngreme. Vi que em sentido contrário ao que eu ia, vinha um carro da policia. Vi o carro que logo depois sumiu, devido às muitas curvas da estrada. Quando chegava próximo ao pé da montanha, vi dentro do rio límpido e de águas transparentes que passava ali, dois carros de polícia outro esportivo, no fundo deste rio. Percebi então que eles deveriam ter caído ali naquele instante. Parei o carro e liguei para a polícia do meu celular, discando 190. A pessoa que me atendeu conversava comigo e outra pessoa ao mesmo tempo. Eu dizia a ele que tinha três carros no fundo do rio e dois eram da polícia. O atendente ficava sempre dizendo que não estava entendendo. Dizia que os policiais poderiam estar dentro do carro e que eles deveriam vir logo. Continuei dirigindo até que cheguei a uma pontinha, que era o pontilhão que liga o Esplanada ao Porto Velho. Vinha na direção do Porto Velho para o Esplanada. Atravessei a ponte e liguei novamente para a polícia para saber se já tinham ido fazer o resgate dos policiais. O atendente disse que já tinha retirado as pessoas do carro e estavam todos bem.



A MULHER E O CAVALO ZUMBIS

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Estava em um galpão abandonado, onde tinha entrado por uma pequena porta nos fundos deste. Dentro deste galpão, que era pequeno, havia quatro pessoas amarradas juntas em uma corda. Eu estava ali para salvar estas pessoas, Quando me aproximei das pessoas para soltar a corda, na porta principal do galpão, apareceu uma mulher zumbi se arrastando e puxando um carrinho de super mercado. Quando ela me viu, olhou para o lado. Olhei para ver o que ela tinha olhado e vi um cavalo zumbi que tinha na testa um largo osso que saia para os lados. Olhei novamente para a mulher zumbi e o cavalo zumbi já estava ali no lugar do carrinho de supermercado. Este cavalo rosnava para mim como um cachorro e com o intuito de me atacar. Quando a mulher zumbi foi subir no cavalo, sai correndo e me escondi fora do galpão. Passou um tempo voltei para dentro do galpão e não mais vi a mulher zumbi. Fui desamarrar as pessoas e a tal mulher zumbi apareceu novamente na porta do galpão, arrastando um carrinho de supermercado. Ao me ver, olhou novamente para o lado e eu fiz a mesma coisa. Era o cavalo zumbi. Aconteceu tudo como antes. Corri fugindo do cavalo novamente. Voltei a terceira vez e desta vez a mulher já apareceu montada no cavalo zumbi. O cavalo veio tão veloz na minha direção que não percebi nada que tinha acontecido. Só me dei conta que havia sido jogado muito distante do galpão e que não seria possível salvar aquelas pessoas.

Saturday, April 27

O CASAL DE IDOSOS

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Estava vindo por uma rua, caminhando no passeio, quando vi a minha frente um casal de idosos de braços dados. O homem andava com a cabeça baixa e fumava. A mulher ao seu lado tinha a visão voltada para frente. Quando passaram por uma casa de grade, onde uma criança varria o jardim, o homem jogou o cigarro dentro desta casa, bem próximo ao garoto que varria o chão. O garoto apenas olhou para o homem e nada fez.  Depois de andar um pouco, eu ainda atrás do casal de idosos, vi que estávamos no mesmo passeio e no mesmo lugar que antes, como se fosse um Déjavu. Ao passar pelo garoto varrendo o jardim, o homem jogou o cigarro próximo ao garoto, que desta vez reclamou, pegou o cigarro e foi devolver ao homem que o tinha jogado. Quando o garoto saiu desta casa e reclamou com o idoso que caminhava de braços dados com uma mulher, alguém de dentro da casa gritou para ele não fazer isto. O garoto então voltou para sua casa e o casal de idoso também entrou na casa. Vendo aquilo, entrei também. Naquela casa, na frente dela, funcionava um pequeno restaurante. O casal de idosos foi até o caixa e uma mulher que estava um pouco afastada disse ao idoso para ele não ficar jogando cigarro acesso porque poderia queimar alguém. O idoso próximo ao caixa, de cabeça baixa, disse que ele fazia aquilo porque era sozinho e não tinha ninguém que gostasse dele. A mulher do restaurante nada disse. Fiquei olhando e imaginando o quanto seria ruim mesmo ser sozinho e sem amigos.

ASSISTINDO AS GRAVAÇÕES DA GOOGLE FILMES

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Estava no local onde estava gravando cenas para um filme. As gravações eram da Google Filmes. Assistia a estas gravações juntamente com outras pessoas que estavam ali, ou passavam pela rua onde aconteciam as gravações. Os atores eram todos desconhecidos, pelo menos nunca tinha visto nenhum deles em nenhuma cena ou interpretação em qualquer teatro que fosse. A cena que assistia era aonde um homem vinha correndo de um beco, ao ver que na rua alguém que era parente seu tinha sido atropelado. Na corrida do beco para a rua, ele passaria por duas mulheres que caminhavam no passeio e, gritaria justamente quando passasse por elas. Como eu não estava ali deste o início, provavelmente a cena teria sido repetida algumas vezes, porque quando deu certo e o tal homem gritou próximo as mulheres e continuou correndo, as duas mulheres saíram rindo como se acena fosse de comédia. Comentei com uma pessoa que estava do meu lado, que a mulher já estava cansada de repetir a cena, que deu graças a Deus de ter dar certo e saiu rindo, quando deveria ter ficado espantada e depois alarmada com o acidente. Mas a cena continuou. Não gostando da atuação dos atores decidi ir embora dizendo que a Google Filmes deveria contratar atores mais renomados.

Thursday, April 25

A MANGUEIRA E OS FIOS ELÉTRICOS

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Estava na portaria de uma empresa, aguardando permissão para entrar. Carregava nas mãos a mangueira usada para medir a qualidade do ar, conhecida como "cordão umbilical". Assim que fui autorizado a entrar, caminhei em direção ao local onde faria uma medição atmosférico. Quando cheguei ao local, percebi, não sei como aconteceu que eu segurava uma ponta da mangueira, sendo que a outra estava embaraçada nos fios elétricos que passavam a uns seis metros acima de mim. Fiquei olhando e tentando imaginar como teria acontecido e como eu a tiraria dali. Nisto chegou perto de mim uma pessoa e disse para eu não me preocupar, pois ele já havia pedido a funcionários da empresa, para retirar a mangueira dos fios. Fiquei ali no meio, do que seria um pátio, cercado por galpões, aguardando que alguém retirasse a mangueira dos fios.

A CAFETEIRA DE PASSAR ROUPAS

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Estava na casa da Dona Judity, segurando uma criança no colo. A dona Judity queria que eu passasse roupas para ela. O local onde deveria passar roupa era parecido com uma mesa, só que o tampo desta mesa era rebaixado. Ele ficava a uns dez centímetros abaixo das beiradas. Dona Judity me entregou o ferro de passar roupas, que estava muito quente. O ferro era na verdade aquelas cafeteiras domésticas. O café que estava no jarro seria a água para fazer vapor. O jarro estava pela metade com café. Como estava muito quente e eu segurava uma criança, quase deixei este ferro cair, mas consegui colocá-lo em cima da mesa onde eu passaria a roupa. Dona Judity procurava em muitas roupas que ela havia colocado em cima da mesa, quais eu deveria passar. Disse a ela que a mesa era de vidro e tinha muito peso em cima e poderia quebrar. Ela disse que sempre colocava muito peso ali e nunca nada tinha acontecido. Fiquei ali segurando  a criança esperando a Dona Judity separa as roupas que eu deveria passar.

Sunday, April 21

A MESA E O PANO DE PRATO

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Estava em um campo aberto, todo gramado. Neste local havia algumas mesas que tinham dois metros de comprimento por um de largura e o tampo de vidro com as beiradas de uns 10 centímetros de madeira. Havia umas cinco mesas espalhadas neste campo. Mas elas não estavam alinhadas. Entre estas mesas havia algumas cadeiras e alguns vasos de planta grandes. Estava eu, a Paula e mais quatro pessoas. Nós tínhamos que fazer uma disputa onde o mais rápido ganharia. O objetivo era pegar um pano de prato, sair correndo e passar este pano de prato na beirada de madeira de uma das partes mais larga da mesa. Fazer isto em todas as mesas e voltar ao ponto de partida. Todos pegaram o pano de prato e saíram correndo. Por ter me distraído um pouco, fiquei para trás. Mas fui correndo passando o pano de prato na beirada da mesa e fui voltando. Na volta fui conseguindo ser mais rápido que os outros e na segunda mesa já estava junto com a Paula. Consegui ser mais rápido que ela e venci a disputa.

Sunday, April 14

CANETA PARA POSTAR E LER NO GOOGLE +

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Estava com algumas pessoas, em uma mesa que estava em um grande salão. Havia algumas pessoas de pé. A gente usava uma caneta, tipo aquelas que possuem quatro cores, onde a parte de cima era mais gordinha. Com esta caneta que a gente navegava no Google+. A gente escrevia em qualquer lugar, podia ser em uma mesa, numa madeira, não importava. Precisava apenas simular estar escrevendo e depois dar o clic, para tudo ser postado no Google +. A medida que as mensagens iam entrando, dos amigos, a gente a lia neste corpo da caneta que era mais gordinho. Uma das pessoas que estava de pé, disse que havia passado uma mensagem para todos, dizendo que iria se casar porque estava apaixonado. Poucos instantes depois, eu chamei por esta pessoa, dizendo que o seu pai tinha feito uma postagem dizendo:
__Não eh com o cascão que voce vai casar não ne?
Todos riram muito e foram conferir a postagem do pai desta pessoa. Ele também riu muito e disse que estava mesmo apaixonado era por uma mulher. 
Continuamos a conversar e rir muito e fazendo postagens via caneta de postagem do Google+.   

A TEIMOSIA DA APRESENTADORA ANGÉLICA

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Estava sentado a mesa, onde havia inúmeras outras pessoas sentadas também. Esta mesa ficava no passeio de uma rua. Parecia ter o comprimento do próprio quarteirão. As pessoas conversavam e riam muito, tudo ao mesmo tempo. Sentada de frente para mim, estava a apresentadora Angélica. Ela começou dizendo que o preço para cortar cabelo de homem era em torno de 5,00 reais. Mas disse que nas barbearias Mut-color o preço era de 10,00 reais. Disse que este preço era determinado pelo governo. Algumas pessoas começaram a questioná-la o porquê da diferença. Ela disse que na Mult-colo era cobrado de acordo com a cor do cabelo. E que não podia ser mais que 10,00 reais, Eu ri muito e disse a ela que a gente estava vivendo em uma democracia de mercado livre. Disse que cada um cobraria o preço que quisesse. Compraria que interessasse. Ela afirmava que não. Disse ainda que se eu fosse cortar meu cabelo lá, seriam 7,00 reais, porque ele tinha duas cores. Perguntei onde meu cabelo tinha duas cores, porque até onde eu sabia, ele era amarelo. Ela então disse que havia alguns tons de castanho claro. Nisto um homem apareceu e começou a defendê-la, dizendo que ela estava certa. Eu e muito outros ali, diziam que ela estava errada. Isto todos falando quase que ao mesmo tempo e rindo muito.

Saturday, April 13

DA JENELA DE FRENTE

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Estava em meu local de trabalho. Havia algumas pessoas trabalhando ali, e elas falavam muito e o tempo todo. Me deu vontade de ir ao banheiro urinar. Fui onde seria o banheiro e vi que a porta da frente do banheiro, que deveria ter uns três metros de largura, estava totalmente aberta. Geralmente, somente uma banda da porta fica aberta. Cheguei perto da porta e fechei uma banda, com o era de costume ficar. Tinha uma cadeira ali, que era do vigia do banheiro ficar sentado. Mas ele não estava ali. Esta cadeira tinha apenas três pés. Encostei a cadeira na conta da porta que fechei e entrei no banheiro. Quando entrei, vi que não havia mais paredes naquele banheiro. Tinham tirado toda a parede em volta do mesmo, ficando apenas a da frente onde  a porta estava. Vi que o vaso sanitário estava ali, só que ele era retangular, devendo ter um metro por meio metro, e feito de cimento. Vi que toda a área em volta estava coberta de mato, como num terreno abandonado. Distante uns seis metros de onde eu estava em pé, havia uma casa cujas janelas de frente e lateral, davam para este local cheio de mato. Na janela de frente tinha duas mulheres. Uma jovem e uma idosa. Eu estava de pé de frente para o que seria o vaso e para estas duas mulheres e, disse para as duas mulheres: 
__Podem ficar tranquilas. Vou fazer de costas. Elas olharam e fizeram um "Haiii" como se estivessem com nojo e foram para a outra janela que ficava na lateral. Mas depois voltaram para onde estavam. Ao ficar de costas para elas, fiquei de frente para a porta que estava aberta. Decidi então não urinar e fui embora.

A CIDADE DE AEROBRADORES / MG

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Vinha dirigindo meu carro por uma estrada de terra. Dentro do carro, no banco de trás, tinha uma pessoa que estava dormindo. Eu conversava com esta pessoa, mesmo sabendo que ela dormia. Dizia que já tinha estado naquela estrada e tinha visto outra que provavelmente levaria à alguma cidade. Fazia uma grande curva nesta estrada, que era cercada dos dois lados por um paredão de rocha. Depois que fiz a curva, vi uma bifurcação em "Y" e então lembrei que aquela era a estrada que tinha visto antes. Fui dirigindo por ela, quando vi dois meninos em uma bicicleta e parei ao lado deles para perguntar o nome da cidade que tinha no final daquela estrada. Eles disseram não saber o nome, mas era algo parecido com "Buguense". 
Continuei dirigindo até que cheguei à cidade. Vi que a cidade ficava do lado direito da estrada em que eu dirigia. Do lado esquerdo era um paredão de rochas. Fui dirigindo, passando pela cidade que tinha somente aquela rua, que era a estrada também. Quando cheguei ao final da rua, tive que voltar porque não havia ruas laterais. Ao fazer a manobra, vi que na casa do final daquela rua, tinha um fusca bege estacionado. A entrada das casas era como casas dos Estados Unidos. Não havia muro e nenhuma outra coisa a cercando e, na frente delas, havia o gramado. O fusca estava estacionando em cima deste gramado. Fui voltado quando vi à minha esquerda uma grande praça toda cercada de um paredão de rochas que deveria ter uns dois metros de altura somente. Entrei nesta praça, que era desnivelada, ficando na parte de cima. Nisto vi duas mulheres conversando e rindo muito. Fui com o carro até a parte baixa da praça e parei-o próximo ao paredão. Desci do carro e fui até aquelas duas mulheres que riam muito e perguntei o nome daquela cidade. Elas disseram que era "Aerobradores". Achei o nome muito estranho, então elas me explicaram que o nome era devido os cobradores que vinha de Brasília, e só podiam vir de avião porque não tinha como chegar ali de carro. Disse também que eles nunca conseguiam receber porque a cidade não pagava as contas de jeito nenhum. Então uma destas mulheres perguntou-me se eu dava um carona para duas pessoas. Disse que sim. Então um casal saiu de dentro de uma casa e a mulher já entrou no meu carro no banco da frente. O homem sentou no banco de trás. Fui entrar no carro e este saiu andando sozinho, se afastando de mim uns três metros. Fui até ele novamente e o carro fez a mesma coisa. As duas mulheres riam muito e disseram que o tal homem que entrou em meu carro tinha poderes de fazer qualquer carro, ser como um carrinho de controle remoto. Somente com a mente. Ele fez isto comigo umas quatro vezes, até que o carro ficou no conto daquele paredão. Então disse para as duas mulheres que eu também tinha poderes. Peguei o carro e o coloquei debaixo do braço e fui levando o mesmo até a estrada. Entrei no carro e sai dirigindo de volta.

Monday, April 8

AS GAIOLAS VAZIAS NA CASA DO SR. ARY

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Estava indo para o que seria a casa do Sr. Ary. Quando entrei, parecia estar muito diferente do que eu conhecia. Os quartos eram muito pequenos, a casa toda escura e parecia muito velha. Em um destes pequenos quartos, vi o Sr. Ary deitado em uma cama, todo coberto com se estivesse sentindo muito frio, embora estivesse fazendo calor. Ao passar pela porta do quarto, ele levantou a cabeça, me olhou, sorriu e voltou a se deitar novamente. Continuei andando até que cheguei num local onde estavam as gaiolas de passarinhos, que o Sr. Ary criava. Vi que não havia nenhum passarinho, os ninhos estavam vazios e sem ovos. Parecia que o Sr. Ary tinha soltado todos os passarinhos. Continuei andando pela casa, que em nada parecia com a casa dele e sai pela porta onde entrei e fui embora.

EDIFÍCIO NO MEIO DO NADA

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Estava sentado em um banco de jardim, em um local onde havia apenas um edifício. Tudo em volta era areia. Não via nada além de areia de praia. Sentada ao meu lado tinha uma mulher que estava tentando me vender um apartamento neste edifício que ficava ali no "meio do nada". Ao nosso lado estavam meus dois filhos brincando na areia. Este banco esta distante deste edifício uns 10 metros. A tal mulher falava das qualidades do edifício e eu observava o mesmo. Ele era todo branco e o elevador era da largura da entrada do edifício. Deveria ter uns três metros por três. Este elevador desceu e saiu um homem de dentro, que estava vestido como um funcionário de hotel, o recepcionista. Olhava aquele edifício e o achava muito bonito. A tal mulher disse que o preço seria de quinhentos mil reais. Sabia que não tinha dinheiro para comprar o apartamento, mas ela não me deixava falar isto, pois não parava de falar. Então levantei e fui até o edifico. Chegando lá, percebi que o prédio estava inacabado. Que só tinha a frente pronta e ainda assim, não estava pintada, eles tinha passado cal na parede. Voltei, peguei meus filhos e fomos embora, enquanto a mulher continuava sentada no banco e falando sem parar.

Sunday, April 7

COM O TERÇO NA MÃO

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Vinha por uma rua do centro, quando acabou a energia na cidade. As ruas ficaram muito escuras. Temendo, evitei andar pelo passeio e fui pela beirada da rua, mas sempre olhando para o passeio. Algumas lojas tinham algumas luzes acessas. Provavelmente aquelas que se ascendem quando falta energia. Estava indo em direção ao bairro Esplanada. Depois que atravessei a linha, vi tres rapazes que deveriam ter uns 15 anos no máximo. Ao passar por eles, um deles me chamou e disse que tinha pegado minha carteira e a mostrou em sua mão. Ao ver isto, peguei rapidamente o que estava na mão dele e disse que aquilo era os inúmeros terços que eu estava carregando no bolso. Minha carteira estava no bolso do short que eu usava por baixo da calça, para evitar que alguém a apanhasse. Deveria ter ali uns cinquenta terços. Quando peguei os terços da mão dele, ele conseguiu pegar um de volta. Ele era de madeira. Este rapaz então o colocou em volta do pescoço. Mas eu tirei o terço do pescoço dele, dizendo que ele não sabia rezar nem uma Ave Maria, que dirá rezar um terço inteiro. Fui indo embora para casa. Depois de andar um pouco, vi que os tres vinham me seguindo. Ouvi um deles dizer, que eles podiam pegar o que quisessem de mim. E achou um absurdo o rapaz que pegou meus terços, ter permitido que eu pegasse de volta. Então andei mais rapidamente até que aproximei de minha casa, onde perto do portão de entrada, havia outros dois rapazes. Abri rapidamente o portão, que era eletrônico, e entrei. De dentro ouvi os tres rapazes dizendo aos outros dois que eles não deveriam ter me deixado entrar na casa, mas ai já era tarde. Entrei em casa e fui dormir.

Thursday, April 4

OS 700 REAIS

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Estava com a Paula em uma rua. A Paula iria me dar 700 reais. Segundo ela, o cheque tinha voltado e ela iria ao banco para pegar o dinheiro. Disse a ela que eles não lha dariam o dinheiro e sim, o cheque que voltou. Disse que quem daria a ela o dinheiro seria o dono do cheque. Mas ela insistia que era só ir ao banco e pegar o dinheiro. Assim ela foi ao banco e fiquei esperando por ela do lado de fora. Nisto ela voltou com os 700 reais na mão dizendo que tinha dado tudo certo. Saímos andando e ela não me passava o dinheiro e fomos caminhando com ela segurando os 700 reais na mão.