Sunday, May 26

AO LAVAR O ROSTO...

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Estava com o Cândido em uma empresa, quando fomos lavar as mãos em um lavatório que tinha encostado a uma parede, próximo de onde estávamos. Neste lavatório havia duas torneiras. O Cândido fui lavar as mãos em uma das torneiras e eu na outra. Depois de lavarmos as mãos, jogamos água no rosto para lavá-lo também. Quando o Cândido fez isto, cairam dois dentes de sua boca. Ele então começou a dizer que tinha quebrados dois dentes. Quando fui olhar e procurar pelos dois dentes do Cândido, um dente caiu de minha boca também. O dente caiu e ficou picando dentro do lavatório. Antes que ele fosse pelo ralo eu o peguei. O Cândido conseguiu pegar os dois dentes dele também. Então disse para o Cândido que restava agora somente implantar os dentes de volta.

RUA DE TÁBUA CORRIDA

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Estava indo de carro para Uberlândia. Quando cheguei à entrada da cidade, estacionei o carro e fui indo a pé, procurando pelo bairro triunfo, onde eu iria trabalhar. Perguntei a uma pessoa que vi ali onde ficava o bairro Triunfo. Ela me apontou uma rua estreita, cercada por morros que deveriam ter uns quatro metros de altura de cada lado. Fui indo por esta rua até que cheguei num local onde havia várias casas. Perguntei a primeira pessoa que vi se ali era o bairro Triunfo. Ela disse que não. Apontou-me uma rua mais estreita que a anterior e cujo morro em volta deveria ter uns dez metros de altura, dizendo que era só seguir aquela rua que eu chegaria ao bairro. Esta rua era feita de tábua corrida. Como o dia ainda não tinha amanhecido, estava só começando, resolvi não ir por aquela rua de tábuas, até que o sol nascesse. Procurei em meus bolsos pela minha calculadora e não a encontrava. Fiquei reclamando comigo mesmo, que era impossível fazer o serviço sem a calculadora e o responsável por ela, tinha esquecido de colocá-la em meu bolso. Só me restava então voltar para buscar a calculadora.

TREINAMENTO NA SELVA

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Estava dentro de uma casa que ficava afastada da cidade. Havia outras pessoas comigo na casa. Então decidi sair desta casa. Quando sai, vi que em volta era um terreno limpo e que havia outras casas, todas em volta deste terreno limpo. Assim como são as tendas de índios. Ao andar um pouco para fora desta casa, veio um cachorro grande e tentou me cercar, impedindo que eu continuasse andando. Logo depois veio um homem com outro cachorro e disse que eu não podia sair de dentro da casa, que ninguém podia. Quis saber por que, mas ele foi me empurrando de volta e os dois cachorros rosnando para mim. Voltei para dentro da casa e perguntei para uma pessoa que estava ali também, porque a gente não podia sair dali. Ele disse que não sabia. Nisto vi que estava sem meu relógio. Fiquei perguntando por meu relógio, quando alguém disse que ali não podia usar relógio, nem celular ou qualquer outra coisa. Perguntei o que a gente fazia ali e esta pessoa disse que estávamos fazendo um treinamento. Perguntei treinamento de que e a pessoa disse que era de sobrevivência na selva.

Tuesday, May 21

LARANJA PARA DORMIR

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Estava dormindo de lado, como sempre durmo, com a mão debaixo do travesseiro. Nisto senti algo batendo em minha cabeça. Acordei e vi que era uma laranja. Esta laranja eu mesmo tinha colocado ali. Ouvi a Nathália falando alguma coisa na cozinha. Pouco tempo depois a Nathália entrou no meu quarto. Fingi que ainda dormia. A Nathália colocou em cima da minha cama três laranjas. Assim que ela saiu e fechou a porta, peguei as três laranjas e coloquei em cima do criado, mas deixei à laranja que estava em meu travesseiro no mesmo local. Pouco tempo depois dormi novamente.


PÃO DE QUEIJO PARA A RUA DE CIMA

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Estava em uma rua plana e reta, que era a última rua do local. Esta rua deveria ter uns três quarteirões mais ou menos. Havia uma rua paralela a esta, que deveria estar distante uns 30 metros e também era plana e reta. Não havia rua ligando estas duas ruas. A rua em que eu estava ficava mais baixa que a outra, mais ou menos uns 10 metros mais baixa, e entre elas, apenas um chão de terra batida. Para passar de uma rua para a outra, bastava descer, ou subir por esta terra batida. Estava na rua de baixo onde havia algumas mesas. Vinha com quatro tabuleiros com pão de queijo que eu tinha feito a acabado de assar. Coloquei estes pães de queijo em cima da mesa. Na rua de cima ficava as pessoas doentes. Assim que coloquei os pães de queijo na mesa, algumas pessoas vieram descendo da rua de cima, para buscá-los para as pessoas doentes. Havia outras coisas deixadas por outras pessoas na mesa. Nisto uma mulher que desceu da rua de cima, veio até mim dizendo que tinha ido pegar os pães de queijo para a Dona Judity. Ela levou quase todos os pães de queijo. Eu sabia que a Dona Judity estava muito doente e tinha feito os pães de queijo, principalmente, por causa dela.

A ENCHENTE

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Estava tentando fugir de uma corredeira provocada por uma enchente. Estava em cima de vários troncos de árvores que deslizavam nas corredeiras. Juntamente comigo havia duas mulheres. A gente corria em cima dois troncos que deslizavam e assim não saímos do lugar. Depois vi um tronco que ficou garrado e pulei nele. Disse as duas mulheres que fizessem o mesmo. A água debaixo deste tronco passava em alta velocidade. Depois de estar neste tronco, ficamos olhando e em toda direção só se via água. precisava sair dali mas não tinha como fazê-lo.

Monday, May 20

A VALA DA RUA RIO DE JANEIRO

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Estava em um mini carro. Ele tinha o tamanho de um carrinho de brinquedos, destes em que a criança senta e com os pés dentro do carrinho toca o pedal que o faz andar. Ia dirigindo este carrinho, sentado de lado nele, pois não cabia dentro do local para sentar, por uma rua em direção à Rua Rio de Janeiro. A rua em que eu estava era descalça e tinha muitos buracos. Quando cheguei à Rua Rio de Janeiro, havia no meio desta, uma vala profunda, que dividia a rua em duas. Fui pelo lado de fora desta vala, subindo a rua, tentando encontrar uma parte da rua que não tivesse vala. Depois de andar um tempo, não conseguia ver um trecho sem a tal vala. 

PARA O RIO GRANDE DO SUL

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Estava com o Vitinho, olhando o Google Maps para vermos a possibilidade de irmos de Divinópolis até o Rio Grande do Sul e voltarmos no mesmo dia. O Vitinho dizia que não era possível. Eu dizia que seria fácil e a tardinha do mesmo dia a gente já estaria de volta. Era só sair as três horas da manhã. O Vitinho não acreditavas que seria possível, mas concordou em irmos para o Rio grande do Sul. Então disse a ele que só faltava então a gente comprar um carro.

Saturday, May 18

ABRAÇOS PARA CONTRATAR

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Estava em uma rua onde havia várias pessoas. Um homem abraça pessoa por pessoa e depois do abraço dizia se ela estava aprovada ou não. Esta era a forma que ele contratava pessoas. Quando estava próximo de mim ele disse para alguém ao seu lado, que ele tinha abraçado 25 pessoas somente naquele local onde estava. Mas continuou abraçando as pessoas e dizendo "este sim" "este não". Mas sempre fazendo isto alternando. Depois ele disse que precisava ir embora. Entrou em um  carro e saiu dali. As pessoas simplesmente foram indo embora e fiquei sozinho naquela rua.

AS BORBOLETAS AMARELA E BRANCA

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Fui trancando dentro de um quadrado  tipo uma jaula. Não sei quem me trancou lá, pois quando acordei já estava ali. Fiquei de pé nesta jaula, que estava dentro de um quarto escuro, porém uma parte desta jaula estava voltada e rente a esta, para a porta deste quarto, que dava para um jardim de inverno. A jaula era a largura da porta. Enfiei o pé pela grade da jaula, mas só conseguia colocar o dedão do pé para fora, porque os quadrados de arame da jaula eram bem pequenos. Nisto vieram várias borboleta voando e entraram nesta jaula, Todos eram amarelas. No meu dedão que ficou para fora da jaula, vieram borboletas brancas e pousaram nele. Tirei o pé para que elas voassem. Quando coloquei o pé para dentro da jaula, as borboletas brancas vinham sempre tentando pousar no meu dedão. As borboletas amarelas ficavam voando dentro da jaula, mas não encostavam em mim.

Wednesday, May 1

SEGUINDO OS FIOS ELÉTRICOS

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Estava andando por uma rua no entardecer. Usava uma camisa branca e um short vermelho e preto. Andava olhando para cima, porque acompanhava os fios que passavam ali, pendurados no poste da Cemig. Queria saber até onde iam os fios. As ruas estavam desertas, sem carros ou pessoas. Depois de andar uns quatro quarteirões decidi não saber mais até onde iam os fios. Então, voltando para minha casa, vi que tinha outras pessoas que também olhavam e seguia os fios da rede elétrica. Então fiquei pensando porque alguém iria querer saber até onde iam os fios da Cemig.

A PROCURA

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Estava em uma mansão onde funcionavam várias igrejas. Cada quarto desta mansão era uma igreja. Estava na sala juntamente com uma criança e procurávamos por minha mãe. Depois de andar um pouco chegamos a um quarto onde era uma igrejinha bem simples. Havia o altar e os bancos para se sentar, apenas a fileira do meio, porque o quarto era pequeno. Entre estes bancos, havia um banco cama, virado para o altar e com a cabeceira um pouco mais levantada. Era como um banco de igreja mesmo só que na forma de uma cama de solteiro. Deitada neste banco, de lado, estava minha mãe. Eu e esta criança chegamos até nossa mãe, que estava com o braço apoiado sobre o cotovelo e a mão no rosto. Como a gente faz quando deita de lado e quer manter a cabeça levantada. Minha mãe perguntou o que a gente fazia ali e eu disse que a estava procurando. Ela disse que a missa já ia começar e depois ela falava comigo. Saímos dali e fomos embora.