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Showing posts from June, 2013

A TV NO CELULAR

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Estava em uma sala onde havia umas cinco pessoas e todas assistiam a um canal de TV, no celular. Eu não tinha celular e então sai daquela sala. Saindo daquela sala eu entrei em um uma área de luz do que seria um pequeno edifício. Nesta área de luz havia umas dez pessoas, todas com celulares segurando-os para cima, tentando pegar algum canal de TV para assisti-lo. Disse a eles que dentro da sala onde eu estava todos estavam assistindo a TV sem problemas. Então um  deles me disse que aquela sala era da chefia e lá pegava canal de TV sem problemas, mas do lado de fora da sala era muito difícil conseguir o sinal. Não acreditei muito, pois tinha apenas a porta separando eles. Nisto um deles me emprestou o celular para eu tentar sintonizar algum canal. Mas não consegui também.

A GOIABEIRA DA CARROÇA

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Estava sentado em um pátio interno de um hospital aguardando alguém para me substituir ali, pois já estava a mais de 72 horas aguardando alguém para ficar no meu lugar. Havia uma pessoa comigo. Neste pátio, a rua interna que tinha ali, ficava a uns cinquenta centímetros mais baixa que os corredores que tinham nas laterais. Estava sentado em uma destas beiradas. Nisto veio uma carroça que estava sendo puxada por bois. Um boi estava amarrado ao outro. O rabo de um era amarrado ao focinho do outro. Tinham cinco bois. Dentro da carroça tinha um pé de goiaba. Este pé de goiaba tinha um galho grande que saia para o lado. Para conduzir os bois puxando aquela carroça por aquela rua, o condutor estava com muitas dificuldades, devido aquele galho ser grande e sair pela lateral e os bois estarem amarrados daquela forma. Tinham muitas goiabas naquele pé. Aquele pé de goiaba estava sendo trazido até mim, para que eu pudesse colher uma goiaba para comê-la. O condutor da carroça foi manobran…

O FUSCA

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Estava dirigindo o carro da Engequisa por uma rua de uma cidade que não sei qual era. Estava anoitecendo. Dirigia por esta rua que era uma subida. Chegando ao cruzamento com uma avenida, parei o carro esperando os carros da avenida passarem para prosseguir. Nisto parou atrás de mim um fusca velho. Fui acelerar para atravessar a Avenida, quando veio um carro rapidamente. Pisei no freio para esperar que ele passasse. Mas o freio não pegou e o carro que eu dirigia foi voltado. Tentei pisar várias vezes no freio, mas ele não funcionava. Nisto o carro bateu levemente no fusca que estava atrás de mim. O motorista do fusca, que era uma pessoa mais velha, saiu do carro, passou por mim e foi até a esquina e conversou com um homem que estava ali. Continuei dentro do carro até que o motorista do fusca voltou. Ao passar por mim, perguntei se tinha estragado o carro. Sai do carro e fui ver. O motorista do fusca disse que não tinha acontecido nada. Olhei e vi um pedaço da frente do fusca no…

A CIDADE ELEVADA

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Estava em uma cidade que ficava em um plano elevado. Abaixo desta cidade estava a cidade de Divinópolis. Para se ir desta cidade elevada até Divinópolis, precisava descer uma escadaria que partia da beira do abismo. Esta escadaria saia da beira do abismo e se dividia em duas, uma para cada lado, até chegarem a uma plataforma que deveria estar a uns dez metros abaixo da cidade elevada. Depois desta plataforma, partiu outra escada que logo se dividia em duas, também indo terminar em outra plataforma que estava ao nível do chão, isto a uns cinquenta metros abaixo, aproximadamente.  As duas plataformas eram redondas, dai o motivo pelo qual a escada se dividia em duas. A escada chegava dos dois lados desta plataforma. Era através destas escadas que as pessoas iam de Divinópolis até a cidade elevada e vice versa. Eu estava nesta cidade elevada e precisava ir rapidamente até Divinópolis, pagar uma conta de luz. Esta conta era no valor de mil reais. Tinha que ser paga em banco. Convers…

O APARTAMENTO

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Sai com o carro do bairro esplanada e depois que atravessei a linha do trem, virei na vinte e hum de abril no sentido do catalão. Seguia um carro. Nisto eu só via a roda da frente do que seria uma bicicleta. O carro que eu seguia entrou em um edifício e eu fui seguindo o mesmo. Nisto vi que ele estava dentro de uma apartamento. Eu lembrei que já havia passado por aquele caminho, mas sempre andei pelos corredores do edifício  nunca dentro de apartamentos. Então percebi que a pessoa que eu seguia tinha perdido o caminho. Fiquei tentando sair de dentro do apartamento mas não conseguia  Encontrei um corredor e pensei ser do edifício e acelerei o carro para sair dali, mas vi que estava dentro do apartamento ainda. Procurava pela saída e não consegui encontrá-la.

O ÁLBUM DE FAMÍLIA

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Era noite. Procurava por uma casa. Entrei em uma vila que tinha no meio do quarteirão. Lá dentro tinha inúmeras casas, parecendo um pequeno bairro, que era impossível ele estar ali visto o quarteirão ser pequeno. Mas estavam ali aquelas casas. Havia uma área grande que parecia ser um a praça daquela vila. Mas era só um grande cimentado, não tinha árvores e nem bancos. Eu conversava no celular com alguém, que me informava qual casa eu deveria ir. Vi por um buraco em uma parede, que devia ser para se colocar uma janela, uma escadaria dentro de uma casa que ficava abaixo do nível do chão onde eu estava. Saíram daquela casa três mulheres, Uma criança, uma mulher adulta e uma mais velha. Elas eram filha, mãe e avó. A criança estava indo para a escola. Ao passarem por mim perguntei se sabiam onde moravam duas irmãs onde uma delas tinha morrido. Elas disseram que sabia e mandou a criança para a escola e pediu para que eu as acompanhasse até sua casa. Na casa delas, sentei na guarda d…

INDO A PORTO ALEGRE PARA RENOVAR O VISTO

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Estava dirigindo por uma estrada, indo em direção a cidade de Juiz de Fora, quando fui parado por uma blitz da Policia Civil. Eles conferiram meus documentos e disseram que meu passport estava com o visto vencido. Disse que eu teria que ir à cidade mais próxima, que era Porto Alegre, para renovar meu visto. Disse que eu não poderia trabalhar com o visto vencido. Fui dirigindo até a cidade de Porto Alegre e fui direto ao posto da Polícia Federal. Chegando neste posto da policia federal, vi que era uma casa comum e um cômodo do lado de fora que tinha uns três metros por três  Neste cômodo havia uma pessoa para atender aos que estavam em uma filha imensa. Eram muitas pessoas nesta fila. Mas a fila começou a andar bem rapidamente. Eu comentei com a pessoa que estava na minha frente, dizendo que eu só iria medir a qualidade do ar em Juiz de Fora e não entendia porque precisava de autorização de alguém da Policia Federal. A fila foi andando rapidamente e já deveria ter umas vinte pe…

A EQUIPE DE TRABALHO DESPELEADA

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Estava em uma delegacia juntamente com dois colegas de trabalho. Conversava com o delegado que tinha tirado toda minha pele, do pescoço até o pé. Tinha feito o mesmo com os dois colegas meu. Podia-se ver em mim e nos meus colegas, nossos músculos vermelhos, as veias passando entre eles e até algumas partes brancas que eram as gorduras. O delegado pegou nossas peles e as colocou em cima de um varal. Nossa pele estava igual a uma capa de chuva, porém era toda vermelha com algumas partes brancas, por dentro. Eu pedia ao delegado que devolvesse nossas peles. Mas ele dizia que elas estavam sob investigação. Disse a ele que precisava ir embora e não poderia ir sem minha pele. O delegado então disse que poderia devolver minha pele no final do dia, mas as outras duas somente depois de serem investigadas, o  que seria em três ou quatro dias. Eu insistia, dizendo que a gente era uma equipe e que eu não iria embora deixando a pele dos outros dois ali. O delegado então disse que eu teria …

FISCALIZANDO MEU TRABALHO EM JUIZ DE FORA

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Estava em uma empresa na cidade de Juiz de fora. Estava fazendo a medição do índice de poluição na empresa. Uma mulher e um homem, funcionários da Engequisa de Juiz de Fora, estavam comigo. Eles acompanhavam a medição. Depois os dois saíram e fiquei ali com a prancheta fazendo os cálculos da medição. Nisto chegaram o Carlos e o Alex, de surpresa, que vieram me fiscalizar para saber se eu estava fazendo o serviço corretamente. Chegando, eles perguntaram pela equipe de Juiz de Fora. Disse que eles tinham ido tomar um café.

PANELA DE PRESSÃO PARA FAZER COLETA.

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Estava em uma igreja, na porta como sempre fico. Nisto o Ricardo passou por mim e entrou para se sentar. Já estava na hora das ofertas. Ninguém entrava com os cestos para as ofertas. Então, em cima de uma mesa que tinha ali na entrada da igreja, peguei uma panela de pressão onde eu tinha cozinhado canjica. Havia ainda dentro desta panela alguns grãos de canjica. Estes grãos, por terem ficado ali muito tempo, haviam inchados e estavam do tamanho de uma bola de gude. Fui até uma torneira de pia que também tinha ali, lavar a panela de pressão. A medida que eu ia lavando, algumas pessoas que também assistiam a missa na porta da igreja, começaram a pegar os grãos de canjica e comerem. Acabei de lavar a panela de pressão e fui levar para uma mulher que estava um pouco afastada da igreja, para que ela entrasse com a panela para as pessoas fazerem suas ofertas. Mas a missa já estava no final. Antes que eu chegasse até esta mulher, o Ricardo passou por mim, arrastando os pés, dizendo q…

AS CONSTRUÇÕES QUADRADAS

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Estava trabalhando de pedreiro e construindo um cômodo quadrado. Em cima deste cômodo quadrado estava construindo outro quadrado menor. O primeiro já tinha a laje e eu iria fazer a cimentação do quadrado de cima. Coloquei um pouco de cimento em cima do tapume que servia de escoramento para fazer a laje e disse que aquela seria a altura da laje do quadrado de cima. Disse que faria a laje um pouco desnivelada para correr a água. Quando fomos fazer o cimento, vi que não tinha mais areia. Fui até o Ricardo e disse que tinha acabado a areia. Ele então me mostrou do outro lado da rua, quase em frente onde a gente estava, muita areia jogada em cima do passeio. Então disse a ele que eu não iria peneirar areia. O Ricardo saiu e voltou com outra pessoa e disse que o tinha contratado para peneirar a areia.

CONSERTANDO O TELHADO

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Estava chegando a uma casa para consertar o telhado. Já não tinha telhas naquela cobertura. Subi em um muro que ficava rente ao telhado. Nisto a Regina e a Betty  que vieram me ajudar, subiram no muro também. Depois a Regina subiu nas minhas costas para subir no engradamento do telhado e subir depois em um telhado menor que tinha em cima do que elas estavam. Depois da Regina a Betty subiu em minas costas para fazer o mesmo. As duas ficavam pisando nas ripas do telhado. Eu pedia a elas para pisarem nos caibros. Mas elas não estavam nem ai para o que eu dizia e continuavam pisando nas ripas, que se curvavam com o peso delas e não sei como não quebravam. Então falei para a gente colocar as telhas rapidamente antes que alguma delas se machucasse.

VOANDO EM BUSCA DE COMIDA

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Era noite. Estava em uma cidade da Bahia. A casa onde eu estava ficava próxima a uma esquina e a rua paralela de cima a esta, ficava a uns 4 metros. Procurava por um local para fazer um lanche. Então pulei e sai voando, assim poderia encontrar um local mais rapidamente. Fiquei voando a uns 10 metros do chão. Ventava muito e eu não conseguia voar para frente. Só voava para trás e assim me afastava cada vez mais de onde estava. Mas lá de cima vi que nesta rua de cima a que eu estava, tinha um restaurante. Com dificuldades, devido ao vento, desci e fui a pé procurar pelo restaurante que tinha visto de cima enquanto voava. Fui até esta rua de cima que estava bastante escura. Cheguei ao local onde estaria o restaurante, mas não o via. No local havia uma igreja bem nos fundo que tinha uma única lâmpada, bem fraquinha,  acesa na sua lateral. Não vendo o restaurante revolvi voltar para a casa onde eu estava. Ao fazer isto, passei por uma pequena praça onde havia uns dez homens. Ao pass…

DESAPERTANDO PARAFUSOS POR CONTROLE REMOTO

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Estava em um local, juntamente com o Fernando e o colega de trabalho dele, o Ricardo. Este colega do Fernando precisava retirar um parafuso de um equipamento, mas a porca estava girando junto com o parafuso e ele não tinha como segurar a porca para não rodar junto com o parafuso. Eu tinha inventado o Retirador/Apertador de parafuso remoto e estava com ele ali para ajudá-lo. Este Retirador/Apertador remoto de parafusos era feito com um tudo de 200 milímetros de PVC. Um pouco abaixo das duas bordas havia uma tampa preta. Nesta tampa preta, de um lado, bem rente a borda, havia a cabeça de um parafuso. Junto a esta cabeça de parafuso havia um rasco no tubo por onde se colocava uma chave estria e a encaixava neste rasgo. Do outro lado a mesma coisa, só que havia ali uma porca de parafuso. No interior deste tubo estava o segredo do Retirador/Apertador de parafusos remoto. A gente então colocava a chave estria nesta porca, porque ele queria que segurasse a porca, encaixando-a no rasgo…

UM BILHÃO DE CURTIDAS NO FACE

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Estava em uma empresa onde na recepção desta empresa trabalhava a Nathália e o Fernando. Eles haviam tirado algumas fotografias de objetos inanimados. Postaram as fotos no face e estava contando quantos curtidas as fotos tinham. Eram poucas curtidas. Peguei as fotos e levei até um banco e pedi para colocá-las na entrada do banco. O vigia do banco então pegou as fotos e foi colando uma a uma na fachada do banco. Em baixo das fotos colocamos a frase pedido para as pessoas entrarem no face e curtirem as fotos. Depois fui até o escritório de uma empresa e fiz o mesmo com as cópias das fotos que tinha tirado.  Voltei até onde o Fernando e a Nathália trabalhava e vi os dois, mais umas quatro pessoas, comemorando as inúmeras curtidas que as fotos tinha tido. Perguntei para a Nathália quanto já estava e ela disse que tinha passado de um bilhão de curtidas. Virou a tela do computador para mim e já estava em um bilhão e duzentos e sessenta milhões e aumentando. Disse que tinha sido pelo f…

PULANDO DA GRANDE TORRE

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Estava com o Fernando em uma alta torre. O Fernando estava com uns quatro anos. Esta torre deveria ter uns trinta metros de altura. A base era redonda e toda de concreto. Lá em cima, havia uma espécie de prato também redondo, com o diâmetro um pouco maior que a base. Era em cima deste prato que eu e o Fernando estávamos. Em toda a volta desta torre, havia um lago que tinha o diâmetro muito maior que o do prato onde a gente estava. Eu e o Fernando tínhamos que pular daquela torre naquele lago. Mas a gente estava com medo devido à altura. Mas não tinha outra solução, pois a base da torre estava pegando fogo. Ficamos observando da beira do prato o lago lá em baixo e então decidimos pular. E pulamos.

OS DOIS HOMENS

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Estava em uma empresa fazendo a medição da qualidade do ar. Os equipamentos estavam bem longe uns dos outros. Geralmente ficam próximos. Estava em uma rua que tinha dentro desta empresa. Esta rua era calçada de pedras e tinha uns cinco metros de largura, com meio fio e onde seria o passeio era terra batida. Estava com o painel e a bomba encostados no meio fio desta rua, e do outro lado, quase em frente, estava a caixa fria e à caixa quente. A mangueira usada na medição interligava todos eles e ia até a sonda que estava em uma chaminé bem distante dali. Nisto dois homens chegaram e abaixaram para ver de perto a caixa fria e caixa quente. Imaginei que aqueles homens fossem os da auditoria que iriam me auditar naquela medição. Continuei ali no painel, anotando os dados, quando a força acabou. Como eles não tinham percebido isto, continuei fazendo de conta que estava fazendo a medição, mesmo sem energia. Mas eu tinha que trocar o filtro e o filtro fica dentro da caixa quente onde …