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Showing posts from July, 2013

PARA VOAR EH SÓ SENTAR

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Estava em uma larga rua, onde no local que seria o passeio, havia uma espécie de cômodos feitos de madeira. Eles eram fechados por cima e nas laterais, mas na frente e costas eram abertos. Passando por estes cômodos vi que algumas pessoas estavam sentadas em um deles e fazendo gestos de quem dirigi um carro. Fiquei olhando aquelas pessoas fazerem isto quando estas pessoas fecharam os olhos e do jeito que estavam, sentadas, saíram voando rapidamente. Elas voavam como se estivessem sentadas e dirigindo um carro. Voavam passando por aqueles cômodos até o final da rua. Depois estas pessoas atravessaram a rua e foram fazer o mesmo. Fui ver como elas conseguiam voar. Elas ficaram de olhos fechados, sentadas e simulando estar dirigindo um carro, mas não conseguiam sair voando. Nisto chegou um homem mandando que aquelas pessoas se concentrassem mais para poderem sair voando. Sai dali dizendo que eu conseguia voar sem precisar de nada daquilo que faziam.

A FORMIGA NÚMERO DEZ

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Estava em um quarto grande, que seria de um hotel. Havia uma pessoa comigo neste quarto. Olhei para o chão e vi algumas formigas pequenas andando por ali, Nisto vi uma formiga grande, pouco menor que uma tanajura. Esta formiga era amarela e tinha o formato do número dez. Esta formiga andava lentamente. Quando vi este formiga, pisei em cima dela. Nisto ela mudou a forma para o número nove e ficou um pouco mais rápida. Pisei novamente e ela mudou a forma para o número oito e ficou mais rápida ainda. Fui pisando nela e ela sempre mudava a forma para um número menor e ficava mais rápida. Quando ela ficou na forma do número um, ficou muito rápida e eu não conseguia pisar nesta formiga, que passou por debaixo da porta e desapareceu.

A EQUIPE DE AMOSTRAGEM EM CAMPO

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Estava em uma cidade, não sei precisar qual, juntamente com uma equipe de amostragem de campo em MP. Esta equipe tinha uma mulher no comando e mais dois ajudantes. Estas pessoas iriam me mostrar como fazia a medição de material particulado. Eles foram para uma rua muito larga, montar o equipamento. Os cabos que eles ligavam os equipamentos deveriam ter uns cinquenta metros de comprimento e por isto as partes do equipamento ficavam sempre longe uma das outras. Depois esta mulher vinha cobrindo estes cabos com umas pedras quadradas de um centímetro mais ou menos, que era da cor roxa. Fiquei intrigado com o porquê de cobrir os cabos, mas nada falei. Esta mulher montou todo o equipamento e depois foi fazer a amostragem. Depois de anotar o que estava sendo informado pelo painel, ela corria pela rua até a caixa quente e fria que ficava bem distante do painel. E assim ela corria de um lado ao outro para fazer o monitoramento. Eu apenas observava.

O SINAL

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Estava em uma rua de uma cidade, onde se encontrava com esta, três outras ruas. Um pouco à frente tinha um sinal que permitia seguir em frente por esta rua, permitia que desta mesma rua, pudesse vir em sentido contraria e a rua que cortava esta, pudesse seguir dos dois lados. estava em um carro esperando que este sinal abrisse para eu passar. Mas, assim que ele abria, os carros vinham muito rapidamente, sempre de uma das ruas ou no sentido contrário, impedindo que eu conseguisse sair com o carro. Uma pessoa que estava perto de mim disse que era para eu entrar naquela rua quando o sinal estivesse aberto para os pedestres. Mas eu não queria fazer isto. Então ele me mostrou o Ricardo indo de bicicleta por aquela rua, mesmo o sinal estando aberto para os pedestres. Disse para aquela pessoa que de bicicleta era fácil, mas de carro seria muito perigoso e poderia atropelar alguém. Esta pessoa respondeu que eu ficaria ali o dia inteiro e não conseguiria entrar naquela rua.

O MINI CARRO DO DELEGADO

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Estava em um local onde havia uma espécie de recepção de um hotel no meio de um campo aberto, longe da cidade. Carregava muitas malas e as deixei em cima do balcão da recepção deste hotel. Só havia a recepção, não havia hotel. Sai para buscar um carrinho de brinquedo que eu  havia esquecido. Em volta desta recepção havia uma cerca de arame farpado. Havia nesta cerca um porteira pequena por onde passei para buscar o tal carrinho. Quando vinha voltando com o carrinho na mão, passou rapidamente por estar porteira e muito próximo de mim, alguém dirigindo um mini carro. Quando passou vi que era o delegado. Falei para uma pessoa que vinha próxima de mim, que o delegado não podia dirigir daquela forma, só por ser o delegado. Quando falei isto, os dois ocupantes do banco de trás olharam para mim. Cheguei novamente na recepção do hotel e coloquei o carrinho de brinquedo em cima do balcão da recepção e vi que o carrinho era exatamente igual ao mini carro que o delegado dirigia. Vi entã…

O BANHEIRO DE VIDRO NO MEIO DA FLORESTA

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Estava no meio de um campo aberto que ficava no centro de uma floresta. Havia algumas pessoas ali trabalhando. Bem no meio deste campo aberto havia uma construção que deveria ter uns dez metros por dez metros. As paredes desta construção era toda feita de vidro. Algumas pessoas trabalhavam ali do lado de fora desta construção. Então disse a alguém que estava perto de mim que iria ao banheiro. Fui ao banheiro que era na verdade, aquela construção quadrada de vidro. Entrei dentro desta construção e fui fechando as cortinas, para quem ninguém do lado de fora me visse usando o banheiro. Uma das cortinas de uma das paredes era menor que a parede e por isto deixava uma pequena faixa de vidro mostrando o interior do que seria o banheiro. Era justamente onde estava o vaso sanitário. Olhando dali e vendo as pessoas lá fora e sabendo que elas poderiam me ver também, desisti de usar o banheiro.



MOTORISTA DE CAMINHÃO

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Estava dirigindo um carro na rua principal do bairro Nações Unidas. Quando fui aproximando de uma esquina, um caminhão que carregava sucata virou a esquina rapidamente. Quando me viu, o motorista do caminhão freou e parte da sucata, que era composta de eletrodomésticos velhos, caiu na rua. Parei o carro e fiquei esperando o que faria o motorista do caminhão. O motorista desceu do caminhão, atravessou a rua e fui indo embora a pé. Deixando ali o caminhão e parte da carga que tinha caído na rua. 

DIRIGINDO A CARRETA DE MARCHA A RÉ

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Estava em uma rua de mão única não muito larga. Havia carros estacionados em ambos os lados. Havia um carro parado em fila dupla de um dos lados desta rua. Nisto veio uma carreta, tritrem, era uma Bitrem com uma a mais. Ela vinha de ré e foi passar nesta rua com o carro parado em fila dupla. Fique olhando a carreta que vinha muito rápida. Ao passar por mim, fiquei olhando a carreta passando muito próxima ao carro que estava em fila dupla e o que estava estacionado do outro lado. O motorista da carreta fazia um zig zag com a roda da frente da carreta e assim passou pelo carro em fila dupla e depois foi virar a esquina, sempre de ré. Olhei até que ele virou a esquina, tudo isto muito rápido. Comentei comigo mesmo que aquele motorista da carreta era "fera" no volante.