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Showing posts from August, 2013

AS PEDRAS PRETAS

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Estava em um local onde parecia funcionar uma empresa, mas havia uma área central grande e toda livre. Em um local desta empresa havia uma mulher sentada à mesa e atrás de um balcão. Um homem veio até mim, que estava do outro lado do balcão onde estava a mulher, me deu dois comprimidos de cor azul e branco. Disse que eu deveria tomar aqueles dois comprimidos, no momento e assim que, conseguisse fazer aquele mulher dar risadas. Fiquei perguntando como iria conseguir fazer a mulher rir e ao fazer isto fui falando algumas coisas que faziam a mulher rir muito. Então sai dali e fui tentar encontrar água para beber os dois comprimidos. Havia uma maquina estranha um pouco distante onde eu estava. Esta máquina parecia uma caldeira grande onde havia várias torneiras. Fui tentar pegar água ali, mas ela estava saindo muito suja. Andando mais um pouco, passei por um corredor onde vi quatro pessoas vestidas de alienígenas. Eles tinham em mãos uma espécie de pedra preta pouco maior que uma…

VAI MAIS UM SELINHO AI?

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Estava em um local que parecia o lugar mais alto de uma armação de construção de um edifício. Estava dentro de um carrinho parecido com o bondinho do pão de açúcar do Rio de Janeiro, mas sem as cobertura e laterais. Dentro deste carrinho tinha outras quatro pessoas, uma delas era a Hebe Camargo, só que ela estava da cor negra. Ela queria dar selinho em todos ali neste carrinho e, assim o fez. Ela deu selinho em todos e depois voltou a dar selinho novamente e só ai sentou neste carrinho. Levantei para ir conversar com o home  que conduzia este carrinho, para dizer a ele onde eu ia descer. Como eu estava sentado na ultima fila de bancos deste carrinho, que tinha quatro filas, fui passando pela fila onde estava sentada a Hebe Camargo. Passando por ela, ela perguntou se eu estava indo para o banco dela para ganhar outro selinho dela ou se eu tinha gostado e estava querendo namorar com ela. Disse que não, estava indo só aviar ao condutor onde eu queria descer.


MINHA CÂMARA FOTOGRÁFICA

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Estava na entrada de uma grande empresa. Nesta entrada, havia uma porteira e até se chegar aos galpões desta empresa, tinha uma estrada de terra com mato em toda sua volta. Esta estrada de terra deveria ter um ou dois quilômetros de comprimento até os galpões. Entrei por esta estrada e fui tirando fotos da porteira, do matagal de sua margem e da própria estrada. Depois de andar um pouco tirando as fotos, cheguei em uma espécie de mesa de concreto que tinha bem no meio da estrada. Esta mesa deveria ter uns dois metros de comprimento por um de largura e sua altura deveria ser de um metro. Quando ia passando por esta mesa, saiu detrás dela o segurança desta empresa. Ele imediatamente pegou de minhas mãos minha câmara fotográfica e disse que eu não podia tirar fotos dentro da empresa. Disse a ele que só tinha tirado fotos do mato e da estrada. Mas ele disse que não podia e jogou minha câmara no chão e pegou novamente. Disse que ele ia estragar minha câmara. Ele disse que já tinha…

PERSEGUIÇÃO NO LABIRINTO

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Estava juntamente com outra pessoa, correndo de algumas pessoas que queriam nos pegar. Entramos em um beco que na verdade era um labirinto. Depois de corrermos bastante, não sabíamos como sai daquele labirinto. Este labirinto era feito por pés de milho plantados muito próximos uns dos outros. Os corredores tinham mais ou menos um metro de largura. Tentando encontrar a saída  vimos as pessoas que nos seguiam. Fomos correndo pelo labirinto, mas elas nos viram e vieram correndo atrás de nós. Corremos muito e já cansado, resolvemos parar e tentar encontrar uma saída daquele lugar. Andamos bastante por aquele labirinto e nada de encontrar a saída. Decidimos então ficar por ali, comer milho e esperar que quando fosse fazer a colheita do milho, nos encontrassem.


OS DOIS FERNANDOS

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Estava chegando ao que seria minha casa. Estava anoitecendo. Esta minha casa ficava no final de uma larga rua. Vi que tinha muita movimentação perto de nossa casa. Quando fui chegando, uma pessoa veio até mim para dizer que o Fernando estava passando mal. Disse que eles deveriam estar enganados, pois estava com o Fernando e ele estava muito bem. Mas esta pessoa insistiu que era o Fernando e estava dentro da casa. Nisto o Fernando veio chegando e me perguntou o que estava acontecendo. Disse que ele estava passando mal dentro da casa. Ele então disse que estava ali e não podia estar dentro da casa. Nisto veio vindo duas pessoas carregando o Fernando. Fiquei assustado querendo saber como ele podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. O Fernando ao meu lado disse apenas que aquele não era ele, pois ele estava ali.


NA SALA DE AULA

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Estava no que seria uma sala de aula. Havia apenas a primeira fila de cadeiras escolares. No meio desta sala havia uma grande mesa retangular onde eu estava sentado em uma das cabeceiras da mesa. Do meu lado esquerdo havia um homem e na outra cabeceira uma mulher. Sentada na primeira cadeira escolar estava um mulher que deveria ter uns 25 anos. Esta mulher estava escrevendo algo. Era segunda feira. Estava sentando na cabeceira desta mesa, balançando muito as pernas e pensando no que eu tinha que fazer. Sabia que sempre tinha feito aquilo. Sabia que toda segunda feira eu exterminava uma pessoa com um golpe de espada. A pessoa que eu deveria exterminar naquele dia era a tal mulher que estava sentada na cadeira escolar. Sabia que era este o procedimento e que era assim que eu sempre fazia, mas não conseguia me lembrar de ter feito isto antes. Então comecei a pensar que eu não exterminaria a tal mulher, que eu deixaria viver, já que eu era quem decidia isto. Então fui começar o d…

MULHERES ALIENÍGENAS

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Estava em um local que parecia uma grande praça com algumas construções em volta. Era noite. Havia um helicóptero sobrevoando o local a minha procura e de outras pessoas que por ali estivesse. Este helicóptero era de alienígenas que queria exterminar todos os seres humanos. Eu me escondia deles. Neste helicóptero havia uma luz que iluminava boa parte desta praça. Eu corria entre as construções, porque em terra havia alguns alienígenas também. Estes alienígenas que estava em terra eram como as mulheres daqui mesmo. Só usavam uma roupa brilhante e um capacete tipo de motoqueiro e estavam armadas com uma arma que pulverizava em quem acertasse o laser que dela saia.  Vi uma destas mulheres alienígenas indo me procurar atrás de uma moita de bananeiras. Depois que ela saiu e viu que não tinha ninguém lá, corri e me escondi lá. Bem a minha frente havia uma construção que parecia um alpendre de casa, sem cobertura, apenas com aquela meia parede. Nisto sentaram naquela parede a Nathál…

A ÁRVORE VERDE

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Estava em uma mata cujas árvores eram altas e fechavam a copa em cima. Em baixo destas árvores havia uma vegetação mais rasteiras que não passavam de uns cinquenta centímetros de altura. Em certos locais desta mata havia árvores cujo tronco era verde. Não havia uma árvore de tronco verde perto uma da outra. Eram sempre distantes. Havia três pessoas me seguindo e eu tentava escapa delas. Nisto cheguei perto de uma destas árvores de tronco verde e encostei a palma de minha mão. Ao fazer isto, eu era tele-transportado para outra árvore que também tivesse o tronco verde. Eu só não conseguia saber em qual árvore eu iria aparecer, por isto corria o risco de aparecer perto das pessoas que me seguiam. E isto aconteceu duas vezes e eles quase me pegaram. Minha sorte eh que eles não conseguiam se tele-transportar através das árvores como eu fazia. Quando me tele-transportei para uma árvore perto de uma estrada, na margem desta mata, sai correndo pela estrada a fora e não mais vi aquela…

A MINHOCA GIGANTE

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Estava em um local onde a estrada era de terra batida. Em volta era um campo aberto. Esta estrada era em forma de "C". Vinha com uma caminhonete por esta estrada e parei perto de uma pessoa que caminhava por ela. Esta pessoa era que tinha pedido para eu ir ali fazer um serviço. Desci da caminhonete e esta pessoa me mostrou três outras pessoas que estavam nesta estrada, sendo que uma delas estava mais distante das outra e perto de um bicho que parecia uma minhoca gigante. Este homem que me havia contrato apontou para uma das duas pessoas que estavam juntas e disse que aquela pessoa era gente muito boa. Apontou para a outra e disse que ela era gente boa demais. Apontou para a terceira pessoa que estava mais distante e perto da minhoca gigante e disse que aquela era a pessoa que iria me ajudar. E que ela era uma pessoa gente boa da melhor qualidade. Disse para este homem que não tinha problemas, enterrar minhoca era comigo mesmo. Fui até onde estava este homem ao lado …

NA CONTRA MÃO

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Estava dirigindo um carro parecido com um Land Rover. Vinha bem rápido por uma rodovia que para mim, era mão única na direção em que eu ia. Ao fazer uma curva vi que vinham três outros carros em sentido contrário. Estes três carros frearam bruscamente e pararam na pista. Como eu não freei, fiz uma manobra rápida de zig e zag e desviei dos três carros sem bater. Depois que fiz isto parei o carro e olhei pela janela para trás  O motorista do primeiro carro olhei para trás e disse que não sairia da frente porque eu estava na contra mãe e o problema era meu.

A CRIANÇA E O MINI VULCÃO

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Estava em um local parecido com uma grande praça, mas não havia nada, apenas o espaço vazio. Carregava uma criança nos braços que deferia ter uns seis meses ou pouco mais. Andando pelo que seria esta praça cheguei a uma escada que descia para o nível de baixo que deveria estar a mais ou menos uns cinquenta metros. Esta escada era feita de ferro e os degraus eram feito de ferro vazado, muito comum em indústrias siderúrgicas. Fui descendo esta escada e pelos degraus pude ver que lá em baixo estavam umas quatro pessoas conversando. Fui descendo a escada e aproximadamente a uns seis ou sete metros do final desta escada, passava uma viga de construção quase rente ao degrau. Esta viga que deveria ter uns dez centímetros quadrados e passava paralela ao degrau. Para continuar descendo, eu tinha que me espremer entre a coluna e o degrau. Como estava segurando uma criança no colo e daquela maneira seria difícil de passar, segurei a criança pela mão e fui com ela pendurada, segurando-a …