Skip to main content

Posts

Showing posts from September, 2013

O VIDRO FLEXÍVEL

-->



Estava chegando em uma empresa para trabalhar. Estava meio escuro o local. Estava em uma plataforma montando o equipamento para amostragem da qualidade do ar. Esta plataforma ficava a uns três metros do piso de baixo. Uma mulher que seria minha chefa era quem tinha mandado eu fazer o serviço. Estava montando o equipamento quando um funcionário daquela empresa passou ali e quase pisou em um impinger. Reclamei pedindo a ele que tenha mais cuidado. Depois que montei o equipamento, sai dali e voltei logo depois. Nisto vi que os impingers estavam cheios de água e que meu ajudante não tinha feito a troca. Fui então fazer a troca e reparei que já estava muito tarde e talvez não desse tempo de fazer as três amostragens. Quando fui tirar os impingers que já estavam completamente cheios de água, tive dificuldades devido o local ser muito apertado. 
Ao pegar um impinger o segurei pela ponta central e com isto fiquei com medo de cair sua parte externa. Fui com cuidado mas a parte externa …

CORRIDA DE PRATOS

-->




Estava em um local onde havia uma grande mesa. Mesa que deveria ter uns dez metros de comprimento por dois de largura. esta mesa estava colocada em um grande jardim. Em cima desta mesa havia uns dez pratos colocados lado a lado. Em cada prato havia um tipo de comida diferente. O que ia acontecer ali era uma corrida de partos de comida. Alguém gritou alguma coisa e os pratos saíram para esta corrida. Eles balançavam para se moverem e faziam isto lentamente. Assim o prato que estava com frango assado ficou na frente dos demais. Fiquei olhando aquilo e me perguntando porque alguém iria querer ver corrida de pratos de comida.



O BURACO

-->


Estava dirigindo um carro por uma estrada bem estrada. Era asfaltada, mas parecia uma estrada de terra batida. Havia uma pessoa ao meu lado que começou a me fazer cócegas. Rindo muito disse a ela que pararia o carro senão eu sairia da estrada. A pessoa parou de me fazer cócegas até que cheguei em uma parte da estrada que ficava dentro de uma floresta. Parei em uma bifurcação em "Y". Havia algumas pessoas paradas ali. As copas das árvores cobria quase todo o céu. Fiquei pensando qual lado da estrada pegar. Nisto vi que o lado esquerdo era contra mão e que eu devia seguir pelo lado direito. Fui indo com o carro e algumas das pessoas que estava ali começaram a me seguir. Andei uns cinco metros e cheguei em um buraco que deveria ter uns dois metros de comprimento por um de largura. E a profundidade deveria ser uns dez metros. As paredes deste buraco era feita de tijolo de cimento pré construído.  A maioria destes tijolos tinha uma parte quebrada, deixando aparecer o bur…

ADMIRANDO A ALTA MONTANHA

-->


Estava em uma empresa. Fui até um local onde havia uma caixa d'água grande. Atrás desta caixa d'água havia uma tábua que estava posicionada mais ou menos no meio desta caixa. Ela estava sendo sustentada por parte do concreto onde esta caixa tinha sido feito em cima. Atrás desta caixa, virado para esta tábua, havia uma alta montanha. Era muito íngreme e além de muitas árvores tinha muitas flores e algumas árvores estava floridas. O visual era muito bonito. O tempo estava fechado e parecendo que iria chover. Fui até esta tábua e sentei em cima dela e fiquei olhando para aquela montanha. Nisto chegou alguém, sentou perto de mim e disse que estavam me procurando para eu fazer um serviço. Disse para esta pessoa que eu não iria, que era para eles procurarem outro para fazer o serviço. Mas a pessoa insistia que eles queriam que eu fizesse. e que estavam me procurando. Então disse que eles nunca me encontrariam ali. Fiquei olhando para a montanha como se nunca a tivesse visto…

O ARMÁRIO E O BOBO DE CAMARÃO

-->

Estava chegando na garagem do prédio onde moro. Estava estacionando meu carro. Este carro na verdade era um armário tipo aqueles que se colocam em salas de jantar, conhecidos como Buffet. estacionei ele na garagem e fechei a porta do mesmo. Estava preocupado em deixá-lo ali e alguém "mexer" nele. Peguei meu celular e liguei para a Jaqueline dizendo que ela já podia vir me buscar. Quando olhei novamente para meu carro Buffet, vi que outros dois já haviam estacionados ali também. Eram dois criados mudo. Assim vi que meu carro que na verdade era um armário Buffet, estava protegido. Resolvi voltar até meu armário, abri a porta e tirei um pacote de camarão congelado. Era camarão GG e o pacote deveria ter uns cinco quilos. Meu carro armário era também geladeira e freezer. Subi as escadas para meu apartamento e quando cheguei lá, vi que a diarista estava limpando o apartamento. Disse a ela que estava com muita vontade de comer camarão. Ela então pegou o pacote e foi até o …

AS MÍMICAS DO CAUÃ

-->


Estava em uma cozinha com o Ricardo e mais outras três pessoas. Nisto chegou uma criança que deveria ter uns dois anos. Era o Cauã. Ele fazia algumas mimicas com as mão e não dizia nada. Fazia mostrando pra gente. Então entendi que ele dizia que a mãe dele estava pintando a casa. O Ricardo perguntou a ele se era isto mesmo. Ele balançou a cabeça dizendo que sim. O Ricardo então disse que iria lá para ajudar. Eu disse que iria embora pra minha casa.



NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

-->


Estava nos Estados Unidos da América. Eu e mais três pessoas e uma criança que deveria ter uns cinco anos. Chegamos em uma varanda onde do lado de dentro tinha algumas pessoas sentadas em algumas mesas. Esta varanda tinha à sua frente uma parede que deveria ter um metro de altura mais ou menos. Para entrar nesta varanda a gente tinha que pular esta parede. Todos foram pulando ficando para pular por último, eu e o Basílio. O Basílio disse que não dava conta de pular aquele parede. Então eu dei pé-pé para ele pular. Depois subi nesta parede e fui caminhando em cima dela até a outra ponta onde tinha um homem sentado tomando café em um copo. Quando cheguei perto dele, ele me entregou o copo. Eu então agradeci a ele. Depois fiquei pensando porque eu tinha agradecido por aquele homem me dar o copo. Desci desta parede e veio uma pessoa e entregou uma caixinha de suco para aquela criança. Depois eles ficaram conversando. Algumas palavras eu entendia e outras não. Então fiquei pensand…

AS TELHAS DO GALPÃO

-->
Estava em um local onde o Ricardo e outra pessoa colocavam telhas em um galpão. Não as telhas de cobertura, mas aquelas que alguns galpões colocam na laterais. Eu estava um pouco distante vendo eles fazerem isto. Depois que colocaram as telhas eles vieram até onde eu estava e me perguntaram de se tinha ficado bom. Antes que eu respondesse, duas telhas soltaram de um lado e ficaram penduradas. Outras começaram a cair também. O Ricardo então disse que teria que arrancar tudo e colocar novamente. Eu dizia que não era preciso, bastava eles arrumarem papel velho que eu iria dissolve-los em água e fazer uma massa de papel e água. Com esta massa eu iria colar as telhas no lugar, isto porque depois que esta mistura seca, fica duro igual a pedra.




RINDO MUITO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE

-->


Estava em uma sala que ficava a céu aberto e não tinha teto. Nesta sala havia alguns bancos que era tipo banco de praça. havia algumas pessoas ali. Eu estava sentado em um destes bancos e no banco da frente que estava virado para mim, estava a Jaqueline. Eu dizia para a Jaqueline que ela era gostosa demais. Ela ria muito. Nisto eu também ria bastante. Ela estava sentada neste banco como a gente senta normalmente, vai escorregando e fica mais deitado que sentado. Eu também estava desta forma. A gente não parava de rir e eu dizia a ela que deitada ela ficava mais gostosa ainda. Ai ela ria muito mesmo e eu também.



ACELERANDO A MOTO

-->


Estava em um local parecido com um parque. estava aguardando uma pessoa que iria trabalhar comigo. Havia uma pessoa perto de mim dizendo que meu ajudante já estava vindo. Eu dizia que estava com pressa e não iria ficar aguardando muito tempo. Nisto a pessoa que estava perto de mim disse que ele já estava chegando de moto. A pessoa que vinha na moto passou muito próximo de mim, acelerando muito a moto. Depois voltou e passou novamente. Ficou naquele vai e vem e não parava a moto. Então disse para a pessoa que estava perto de mim que não era possível trabalhar com o ajudante andando de moto. Disse que eu iria procurar outro. Fui indo embora dali e o motoqueiro continuou andando de um lado a outro sempre acelerando muito a moto.




AS CRIANÇAS

-->


Estava em um local que parecia ser um coreto de praça pública. Havia algumas pessoas ali. Estava sentando de cabeça baixa. Nisto chegaram rapidamente a Jaqueline e a Rita trazendo o Fernando no colo. O Fernando deveria ter uns dois anos. Elas disseram que tinham se atrasado porque tinham ido levar o Fernando ao médico e a consulta tinha demorado. Não falei nada, apenas olhei para elas. A Jaqueline, que carregava o Fernando o colocou no chão. Ele veio andando até mim e abraçou minha perna. Levantei, dei a mão a ele e saímos andando dali. Nisto outra criança que deveria ter uns dois anos também, se aproximou de mim e me deu a mão para ir comigo também. Sai dali andando com o Fernando e aquela criança por aquele local que parecia uma praça pública.






A PROCISSÃO DE BOIS

-->
foto - Thymonthy Becker

Estava em um pátio que seria de uma empresa. Este pátio estava cheio de entulhos em vários montes. O chão era de terra batida. Eu procurava minha prancheta onde estavam as planilhas com as quais eu fazia as medições da qualidade do ar. Sai procurando por elas até que vi uma prancheta jogada no chão. Quando a peguei, vi que era a prancheta antiga que tinha estragado. peguei esta prancheta e fui jogá-la no livo. O barril que se colocava o lixo, estava transbordando e sua lateral aberta até a metade. Joguei a prancheta ali e fui procurar pela nova. Cheguei em uma local deste pátio onde havia uma espécie de tanque. este tanque era retangular e tinha três paredes apenas. Uma parede na qual onde eu estava e deveria ter uns dez metros de comprimento e dois metros de altura mais ou menos. As duas paredes laterais deveriam ter uns vinte metros de comprimento. Ele não possuía a parede do fundo. As paredes deste tanque estavam pintadas de branco. Este tanque tinh…

ARROZ PARA NIVELAR TELHADO

-->


Estava com algumas pessoas que construíam um telhado. Eles estavam montando as armações deste telhado, que eram as ripas e as vigas. Só que eles estavam construindo um telhado sobre o outro. Um telhado estava a mais ou menos três metros acima um do outro. Um homem vinham pregando as ripas e outros dois vinha colocando as telhas que eram tipo telhas de amianto. Só que estas telhas eram coloridas. Umas eram vermelhas, outras amarelas e outras eram verdes. Eu estava em cima destas armações, para colocar arroz cru em cima destas telhas, preenchendo os vãos das dobraduras das telhas. Estava na armação de cima, com o homem que pregava esta armação de telhado. Logo abaixo de mim havia dois outros homens que pregavam as telhas com pregos. Assim que eles pregavam as telhas, eu colocava arroz cru nos vãos das telhas, nivelando-as. O arroz estava em uma panela que eu segurava. Assim que colocaram as telhas, joguei o arroz. Ai percebi que tinha jogado o arroz seco e eu deveria tê-lo molh…

A MULHER E OS MONTES DE TERRA

-->


Estava em uma sala que seria a sala do meu irmão. estava sala ficava em uma grande empresa. Esta sala do meu irmão estava voltada para a rua. Havia nos fundos desta sala uma porta, tipo porta de loja, de baixar para se fechar. Entrou nesta sala uma mulher que queria falar com meu irmão de qualquer jeito. Eu dizia que ele não estava ali, mas ela insistia muito. Então fui até esta porta dos fundos, passei por ela e a fechei, deixando a mulher dentro da sala. Deste outro lado da porta era esta empresa. Mas o que eu via era somente altos montes de terra. Esta empresa amontoava montes de terra. Ela recuperava terra usada. Pouco antes destes montes de terra, havia um corredor, que assim como toda a área da empresa, era de terra batida. Andei por este corredor quando ouvi gritos de uma mulher. Voltei e vi que quem gritava era a mulher que eu tinha deixado dentro da sala. Ela começou a bater os pés nesta porta dos fundos da sala e gritando para eu abrir a porta. A porta foi abrindo n…

RÁDIO COMUNICADOR

-->

Estava anoitecendo. Estava na casa da mamãe com o Ricardo. Não tinha celular. Então o Ricardo meu deu o que seria o telefone fixo dele, que era sem fio. Mas este telefone era bem pequeno e parecia aqueles rádio comunicadores. Peguei este telefone e saímos dali. Caminhando, recebi uma chamada neste telefone. Atendi. Era a Paula me pedindo para dizer ao Juninho e a Marcela, que eles deveriam voltar para casa deles, porque estavam precisando deles lá. Fui conversando com a Paula neste celular, até que chegamos no hotel onde eu deveria ir. Desliguei o celular e disse ao Ricardo que não tinha nem ideia de como chegar naquele hotel que eu nunca tinha visto antes. Ele então disse que ficava perto do posto de gasolina. Na frente deste hotel havia um grande espaço vazio. Na lateral tinha uma espécie de coberta com algumas mesas e cadeiras. Sentado nesta cadeira e à mesa, vi algumas pessoas. me aproximei delas e vi uma mesa onde estavam alguns de meus irmãos e meu pai. Cumprimentei meu…

A CONCENTRAÇÃO

-->

Estava em uma empresa trabalhando em uma amostragem de material particulado em fonte estacionária. Nisto vi o Alex da empresa HF. Ele queria fazer uma medição de VOC e não sabia como fazê-lo. Os trepes que ele usava eram parecidos com termômetros industriais. Deveriam ter uns dez centímetros de comprimento e a grossura de um lápis. Peguei o que seria estes trepes e ao fazer isto, deixei um trepe cair, que quebrou. O Alex começou a pegar os pedaços do trepe no chão. Disse a ele que deveria usar o que quebrou para prova em branco. Eu carregava uns dez trepes. Então pedi para o Alex me ajudar porque os trepes estavam caindo; Ele pegou os trepes e saiu para um lado e eu fui para outro.

O TREVO

-->


Estava dirigindo por uma estrada. O Nathan estava comigo. Quando cheguei a um trevo, vi que este tinha várias saídas. Fiquei confuso e entrei em uma delas, pois eu queria retornar. Percebi então que tinha pegado a saída errada e parei o carro ali mesmo. Percebi então que não tinha como eu ir para frente, pois havia canteiros em vários locais deste trevo e um deles estava bem à minha frente. Todos estes canteiros eram plantados com "Cerca Viva"! Quando olhei no espelho retrovisor da minha esquerda, vi que vários carros tinham me seguido e estavam parados atrás de mim. Vi por este espelho também, que um dos carros era da polícia federal rodoviária. Percebi então que eu seria multado por ter entrado erroneamente no trevo. Abri a porta do carro e com o pé esquerdo no chão, puxei o carro para tirá-lo da frente do canteiro, sem descer do mesmo. Depois que fiz isto, sai dirigindo normalmente, já que a policia não me mandou parar. Os outros carros que estavam atrás de mim m…