Sunday, October 27

VIVENDO NA PRÉ-HISTÓRIA





Estava vivendo na pré-história. Estava em uma, que era a única rua do que seria uma cidade.
Na verdade parecia mais um caminho largo. Esta rua estava cheia de lama porque havia chovido. Eu corria por esta rua juntamente com outras quatro pessoas. A gente usava roupas feitas de pele de bicho. Carregava nas mãos uma haste de ferro onde em sua ponta tinha uma espécie de estrela com cinco pontas, tipo aquelas usadas nas pontas dos para raios. Eu teria que colocar aquela haste em cima de um prédio que havia naquela rua. Naquela rua só havia esta construção que era este prédio de três andares. O Fernando estava comigo. Como o prédio ficava do lado oposto de onde eu corria, tive que atravessar aquela rua cheia de lama. Quando fomo atravessar, apareceu alguém dirigindo um carro velho, antigo e de cor verde. Era parecido com os antigos opala. Corremos para atravessar antes do carro passar. Subimos neste prédio e fui colocar esta haste em sua laje. Era através desta haste que se fazia a medição da qualidade do ar. A pessoa que dirigia o carro desceu dele e foi seguindo a gente. Coloquei a haste e saímos correndo dali. A pessoa que dirigia o carro foi tirar a tal haste que eu havia colocado. Então eu disse para as pessoas que estavam comigo que já tinha tido tempo suficiente para fazer a medição. O motorista do carro jogou a haste na rua. Fomos até lá e a pegamos. Continuamos a correr e o tal motorista veio com o carro novamente pela rua. Nisto aconteceu um relâmpago e o raio atingiu aquela ponta da haste. Soltei a haste e fomos atravessar aquela rua. O carro veio novamente e o Fernando ficou com medo de atravessar. Gritei para ele vir rapidamente e ele veio, Quase que o carro chegou a atropelá-lo. Não havia nenhuma construção ali além daquele prédio, mas o carro só andava naquela rua e não saia para os lados. Continuamos correndo em busca de um local para eu colocar a haste de medição da qualidade do ar.



VALEU PELA VISITA - ATÉ A PRÓXIMA

Tuesday, October 22

A MÁQUINA E O CABELO





Estava sentado em um degrau de uma escada que estava no passeio de uma rua.
Estava segurando nas mãos um aparelho portátil de cortar cabelo. havia uma pessoa do meu lado. Nisto fiquei simulando que estava cortando meu cabelo até que o aparelho realmente cortou parte do meu cabelo. esta aparelho estava na posição para fazer um corte "zero" Então falei para a pessoa que estava do meu lado que tinha que ir para casa para cortar o resto do cabelo, porque tinha ficado um "caminho de rato" na minha cabeça.

A TRANSFORMAÇÃO DO FERRO





Estava em um local que parecia ser um empresa.
Havia algumas pessoas ali. Eu carregava um chapa de ferro quadrada, que deveria ter uns cinquenta centímetros. Eu mostrava para as pessoas ali que era capaz de arrancar pedaços desta chapa de ferro com as mãos, sem nenhum esforço. E ficava arrancando pedaços desta chapa e mostrando para as pessoas ali que eu fazia isto sem problema algum. Era como se esta chapa de ferro fosse feita de massinha de modelar. As pessoas ali queriam saber como eu conseguia fazer aquilo. Então disse a elas que aquela chapa de ferro estava enferrujada. E quando o ferro enferruja, ele volta ao seu estado físico original, que era minério de ferro e ai era fácil arrancar pedaços dela.

VOANDO NO CAVALO DO MAR





Estava na casa da minha mãe no bairro esplanada. 
Eu trabalhava lá. estava no jardim da casa esperando a hora de sair do serviço. Ventava muito. Nisto montei em um cavalinho, que deveria ter o tamanho de um cachorro grande. este cavalinho era igual ao cavalo do mar. Mas ele voava. Então, montado neste cavalinho, tentando me manter no lugar devido ao vento forte, esperava a hora de sair do serviço. Mas o vento forte acabou por empurrar este cavalinho para fora do portão da casa da minha mãe. Eu tentava entrar, mas o vento empurrava este cavalinho e eu ficava voando no portão, sem conseguir entrar. Eu desviava de alguns pássaros que passavam voando rapidamente próximo de mim. Faltavam dois minutos para terminar meu expediente, mas estes dois minutos pareciam que nunca passavam.

Tuesday, October 15

ACORDANDO COM RISADAS





Estava dormindo e acordei com barulhos de risadas. 

Levantei e fui até a sala onde estava a Nathália que deveria ter uns 13 anos e o Fernando que deveria ter uns 6 anos. Olhei para o o lado e vi o Tiago amarrando balões e rindo juntamente com o Fernando e a Nathália. Perguntei como o que ele fazia ali e como tinha entrado em minha. Fui ficando nervoso com a presença dele ai e pedi que ele saísse. Ele não queria sair então gritei para ele ir embora. Ele então fui saindo. Voltei para a Nathália e perguntei a ela como ele tinha entrado ali. A Nathália saiu correndo e foi até a janela da frente, que estava fechada, mas havia uma fresta, por onde a gente via a frente da casa. Perguntei novamente a Nathália como o Tiago tinha entrado ali e ela disse que tinha dado a chave da casa para ele. Olhando por aquele fresta, vi o Tiago saindo por um portão zinho que tinha bem em frente a janela onde a gente esta. Gritei com ele para me devolver a chave. Mas ele somente riu para meu lado, balançou a chave e foi embora. Virei para a Nathália e comecei a discutir com ela pelo fato dela ter dado a chave para o Tiago. O Fernando ficava correndo de um lado para outro e sempre rindo de tudo.
VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE

Saturday, October 12

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE





Estava em um local parecido com um descampado em meio a mata fechada.
Havia outras pessoas ali e todos nós éramos da pré história. A gente andava como os macacos. Agachados e dando pequenos pulos para frente. este descampado parecia um retângulo  sendo que no meio deste era mata e em volta o caminho por onde a gente andava ao pulos e agachado. A gente não falava nada, só ficava andando e pegando alguma coisa no chão e comia. Nisto eu resolvi ficar de pé e comecei a andar, com certa dificuldades, sobre as duas pernas. Fui andando de pé e gostei do jeito de andar e comecei a dar voltas naquele retângulo andando de pé. Os outros seres humanos que me viam andando daquele jeito não se importavam e continuavam andando agachado e aos pequenos pulos como os macacos. Até que outro ser humano também resolveu ficar de pé assim começou a andar. Os outros foram também fazendo a mesma coisa. Desta forma todos os seres humanos ali ficaram de pé e começaram a andar desta foram. Então começamos a bater no peito e emitir gritos.
 



SEMPRE VOLTE

Sunday, October 6

A CONCENTRAÇÃO





Estava em um local que seria uma empresa e nossa casa também.
Havia algumas pessoas ali e nisto chegou no portão, que era de grade, grande e largo, uma mulher com uma filmadora. Ela filmava a gente ali dentro. O portão estava aberto e esta mulher foi entrando. Olhei e comentei com alguém que estava do meu lado que era domingo e eu não entendia o que aquela mulher fazia ali. Esta mulher era a promotora do meio ambiente e estava fiscalizando nossa empresa. Mas como era domingo e a gente não trabalhava. Eu não entendia o que ela fazia ali. Continuei andando pela empresa julgando que esta não funcionava domingo. A tal mulher saiu filmando tudo sem nada dizer. Nisto minha mãe ligou em meu celular me perguntando se eu tinha solicitado uma análise da concentração de SO2. Disse que não. Então minha mãe disse que a tal mulher que filmava e era a promotora de meio ambiente, tinha coletado para análise. Fui até onde estaria minha mãe, que era um grande alpendre e em frente estava nossa empresa, mas o que eu via dali era apenas as duas chaminés. Minha mãe estava sentada em uma cadeira e com uma toalha colocada sobre as pernas. estava a uns 10 metros de minha mãe, que me mostrou as chaminés de nossa empresa que saia fumaça e muito velozmente, supondo que o exaustor fosse muito possante. Não entendi porque nossa empresa estava funcionando no domingo, porque geralmente isto não acontecia. Vi meu pai carregando um feixe de lenha, provavelmente para colocar na caldeira. Olhei aquele fumaças saindo das duas chaminés e disse para minha mãe que não teria problemas. Disse que pela minha experiência, a concentração de SO2  estava dentro dos limites permitidos. Sai dali e uma pessoa ia pouco a minha frente. Então fiquei pensando na idéia de se criar um blog. Imaginei o título e conteúdo e tive certeza que este blog faria sucesso.


A CORRIDA NA MESA

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