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Mostrando postagens de Novembro, 2013

O SORRISO DO CACHORRO

O QUARTO E O BANHEIRO

Estava em um quarto de uma casa que seria a minha. Havia algumas pessoas ali, parece que trabalhando em algo que não sei precisar o que. Tive vontade de ir ao banheiro e quando fui procurá-lo, vi que ele ficava ali dentro daquele quarto. Ficava dentro do quarto mas não tinha paredes o cercando. Ele fazia parte do quarto assim como a cama e o guarda roupas. Não quis usar o banheiro, sendo que pessoas entravam e saiam daquele quarto. Depois fiquei pensando comigo mesmo como podia o banheiro ser ali dentro do quarto se eu não lembrava disto. Não lembrava de usar banheiro daquela forma. Como alguém podia usar um banheiro com as pessoas vendo. Não querendo usar o banheiro com pessoas me olhando, sai dali para ver se encontrava outro banheiro para usar. 

NA MANSÃO

Estava em minha casa que parecia ser uma mansão. Era noite. Havia algumas pessoas ali dentre elas a Rita, O Israel e o José Alique. O jardim desta mansão era uma rampa em toda sua extensão. As pessoas já estava indo embora e a Rita agradecia por eu ter emprestado os cinquenta reais para ela e os cinquenta para o Israel. Disse que não tinha problemas, que eles me pagassem quando pudessem. O José Alique veio conversando comigo dizendo que o aparelho que eu tinha naquela caixa valia uma fortuna e era para ter cuidado com ele. Peguei a caixa e vi que estava vazia. O José Alique disse que estava levando o aparelho para guardá-lo em segurança. Assim, ficando com a caixa vazia ninguém saberia onde ele estava.  Peguei a caixa e disse que ia guardá-la em local seguro. Voltei subindo a grande rampa da mansão, para guardar a caixa quando vi os pés de alguém que estaria sentado no sofá da sala. Pensei comigo mesmo que achava que todos já tinham ido embora. Fui até a sala e vi que o Arizinho estava …

O GADO NO PASTO DE ÁGUA

Estava em uma fazenda. Nesta fazenda, os pastos para os bois pastarem eram divididos. Tinha cinco destes pastos e cada um deveria ter uns vinte metros por vinte. Exceto um que deveria ter a metade dos outros. A diferença deste menor, era que ele não era de grama para pastagem e sim, de água. Este pasto parecia mais um tanque quadrado cheio de água que deveria estar a uma altura de um metro. Dentro deste pasto de água havia umas 10 vacas e um touro. O muro que cercava este pasto deveria ter um metro e vinte mais ou menos. Era pouco mais alto que o nível da água. O gado ficava andando dentro daquele água como se estivesse num pasto. Nisto, uma vaca do pasto ao lado veio até a beirada deste pasto de água. O touro foi até onde a vaca estava, colocou as duas patas dianteira nas costas desta vaca e de um saldo, pulou pelo muro do pasto de água, indo para o pasto ao lado. Quando fez isto, ele começou a copular com a vaca. Então veio vindo o touro que estava naquele pasto vizinho e tentou impe…

NA LINHA DO TREM

Estava em uma empresa juntamente com uma pessoa que conversava com uma outra. Eu puxava um carrinho que era feito de ferro, era retangular e tinha aproximadamente um metro por cinquenta centímetros. E tinha uns dez centímetros de altura. Tinha um cano de aproximadamente uns três metros, preso a este carrinho, que era para puxá-lo. As rodas deste carrinho, que também eram de ferro, eram pequenas. Ao lado deste homem que conversava com outro, ouvi os dois dizerem que a prefeita da cidade de Itaúna tinha que ser cassada, pois ela era ruim demais como administradora. Nisto um deles disse que esta Alzira Cortez, nome da prefeita, não fazia nada pela cidade. Ao ouvir eles dizerem o nome dela, perguntei ao homem que estava do meu lado se Alzira Cortez, de quem eles reclamavam, era a prefeita de Itaúna. Ele disse que sim e que ela era péssima como prefeita. Então disse a ele que esta Alzira Cortez era minha tia. Ele não acreditou. Então peguei minha carteira no bolso, para mostra a ele minha i…

A CAPIVARA GIGANTE E SEUS FILHOTES

Estava em um local onde um pouco abaixo de mim havia um tanque de água.
Este tanque era redondo, deveria ter uns dez metros de diâmetro. Dentro deste tanque vi nadando dois filhotes de capivara que eram bem pequenos. De repente um dos filhotes foi atirado para cima e caiu na água e continuou nadando. O mesmo aconteceu com o outro filhote. Fiquei curioso com aquela cena e fui ver melhor para tentar entender como os filhotes faziam aquilo. Então vi nadando naquele tanque, sem vir a superfície, uma capivara gigante. Ela deveria ter o tamanho de um bezerro e imaginei ser a mãe daqueles dois filhotes. Esta capivara gigante nadava próxima a superfície da água. Então vi que quando os filhotes se seguravam nas costas dela, ela os jogava para cima. Os filhotes caiam e depois tentavam voltar para a mãe que os atiravam novamente. Tinha um homem perto de mim anotando alguma coisa em uma prancheta. perguntei a este homem o porque da capivara jogar os filhotes para cima. Ele disse que era assim que …

O CELULAR NAVIO

Estava em um local encostado no carro da empresa que eu trabalhava.  Estava em minhas mãos um celular que tinha o formato de um navio. Este celular tinha uns vinte centímetros de comprimento. Os números para se discar neste celular navio ficavam na popa e na proa. Eu queria fazer uma ligação e teria que digitar vinte e hum números. Devido o navio celular ter todas as características do navio, como haste,leme, velas e outras coisas, era difícil encontrar os números que eu precisava discar. Eu tinha que discar dez números da popa e onze da proa. Os números eram os mesmos de cada lado do navio, mas para se fazer uma ligação, deveria ser sempre assim, os primeiros números seria discados na popa e os números restantes na proa. Este celular navio era parecido com os navios, cuja a popa e proa eram iguais. Fui discando os números, que já estava ali desenhados no celular navio. Era só apertar o dedo sobre o número.  Com dificuldade de ficar procurando os números, que estavam espalhados de um la…

A PARREIRA E OS INSETOS GIGANTES

Estava em um local que parecia o terreno dos fundos de uma empresa abandonada.  Eu teria que ir até a parte de trás desta empresa para fazer um serviço. Havia uma criança naquele local que estava comigo. Coloquei sobre meus ombros uma armação de ferro parecida com aquelas armações usadas para colocar vaso de plantas, geralmente as Samambaias. Esta armação era pequena e deveria ter uns cinquenta centímetros de altura. Coloquei em cima desta armação, no local que geralmente vai o vaso de planta, aquela criança que estava comigo. Fui para a parte de trás daquele terreno. para se chegar a ele, havia uma escada que deveria ter uns dez degraus, esta escada era do tipo "marinheiro" porém, deveria ter uns dois metros de largura, que era a mesma largura da parede onde ela estava afixada. Fui descendo com dificuldades para deixar aquela criança cair. Consegui descer e logo ali em baixo tinha um caminho limpo, que contornava o que seria uma antiga parreira de uvas ou de chuchu. No mais,…