Saturday, November 30

O SORRISO DO CACHORRO
























Estava indo por uma rua juntamente com o Alex. O Alex ia um pouco a frente.  

Quando fui aproximando de uma esquina vi uns seis cachorros parados bem no meio da rua. Os cachorros tinham os pelos amarelos exceto um que era branquinho. Este cachorro de pelo branco ao me ver, rosnou para mim fazendo menção de me atacar. Todos os outros se viraram e ficaram olhando para mim também. Imaginei que aquele cachorro de pelo branco fosse o líder dos demais. Depois que rosnou para mim, este cachorro de pelo branco picou para mim e sorriu. Então disse para o Alex, que já estava um pouco à frente, que o cachorro tinha sorrido para mim. O Alex se virou para ver e este cachorro começou a morder a barra da minha calça. Tentei espantá-lo e este então, piscou para mim novamente e sorriu outra vez. Sai andando em direção ao Alex, dizendo que o cachorro tinha sorrido para mim dois vezes. Então o Alex disse que aquele cachorro minha conhecia. Eu insistia que nunca o tinha visto. mas o Alex dizia que aquele cachorro me conhecia ha muito tempo.

Wednesday, November 20

O QUARTO E O BANHEIRO





Estava em um quarto de uma casa que seria a minha.
Havia algumas pessoas ali, parece que trabalhando em algo que não sei precisar o que. Tive vontade de ir ao banheiro e quando fui procurá-lo, vi que ele ficava ali dentro daquele quarto. Ficava dentro do quarto mas não tinha paredes o cercando. Ele fazia parte do quarto assim como a cama e o guarda roupas. Não quis usar o banheiro, sendo que pessoas entravam e saiam daquele quarto. Depois fiquei pensando comigo mesmo como podia o banheiro ser ali dentro do quarto se eu não lembrava disto. Não lembrava de usar banheiro daquela forma. Como alguém podia usar um banheiro com as pessoas vendo. Não querendo usar o banheiro com pessoas me olhando, sai dali para ver se encontrava outro banheiro para usar. 

Monday, November 18

NA MANSÃO





Estava em minha casa que parecia ser uma mansão. Era noite.
Havia algumas pessoas ali dentre elas a Rita, O Israel e o José Alique. O jardim desta mansão era uma rampa em toda sua extensão. As pessoas já estava indo embora e a Rita agradecia por eu ter emprestado os cinquenta reais para ela e os cinquenta para o Israel. Disse que não tinha problemas, que eles me pagassem quando pudessem. O José Alique veio conversando comigo dizendo que o aparelho que eu tinha naquela caixa valia uma fortuna e era para ter cuidado com ele. Peguei a caixa e vi que estava vazia. O José Alique disse que estava levando o aparelho para guardá-lo em segurança. Assim, ficando com a caixa vazia ninguém saberia onde ele estava. 
Peguei a caixa e disse que ia guardá-la em local seguro. Voltei subindo a grande rampa da mansão, para guardar a caixa quando vi os pés de alguém que estaria sentado no sofá da sala. Pensei comigo mesmo que achava que todos já tinham ido embora. Fui até a sala e vi que o Arizinho estava ali com outras pessoas. Fui falar com ele e este veio me trazendo até a porta, se afastando das pessoas dali e me pediu cinquenta reais emprestado. Me disse que estava desesperado e que ninguém ali podia saber. Disse a ele que havia emprestado para os dois irmãos dele e não sabia se tinha aquele valor ali. O Arizinho foi sentar na varanda e eu fui até uma mesa grande que tinha na copa. Tirei minha carteira e fui contar para ver se tinha os cinquenta reais. Tinha o dinheiro. Peguei os cinquenta reais e coloquei debaixo de um emaranhado de fios que estavam ali nesta mesa. Ao meu lado estava a Dona Maria baiana. Ela disse que era muito bom quando alguém estava desesperado precisando de dinheiro e encontra alguém que possa ajudar. Peguei aquele emaranhado de fios, juntamente com o dinheiro, e elevei até o Arizinho. Entreguei a ele, dizendo que o dinheiro estava debaixo dos fios. O Arizinho agradeceu e disse que eu tinha salvado a vida dele. Depois ele chamou aquelas pessoas que vieram com ele e foi embora.
VALEU PELA VISITA

Friday, November 15

O GADO NO PASTO DE ÁGUA





Estava em uma fazenda.
Nesta fazenda, os pastos para os bois pastarem eram divididos. Tinha cinco destes pastos e cada um deveria ter uns vinte metros por vinte. Exceto um que deveria ter a metade dos outros. A diferença deste menor, era que ele não era de grama para pastagem e sim, de água. Este pasto parecia mais um tanque quadrado cheio de água que deveria estar a uma altura de um metro. Dentro deste pasto de água havia umas 10 vacas e um touro. O muro que cercava este pasto deveria ter um metro e vinte mais ou menos. Era pouco mais alto que o nível da água. O gado ficava andando dentro daquele água como se estivesse num pasto. Nisto, uma vaca do pasto ao lado veio até a beirada deste pasto de água. O touro foi até onde a vaca estava, colocou as duas patas dianteira nas costas desta vaca e de um saldo, pulou pelo muro do pasto de água, indo para o pasto ao lado. Quando fez isto, ele começou a copular com a vaca. Então veio vindo o touro que estava naquele pasto vizinho e tentou impedir que o touro do pasto de água copulasse com aquela vaca. Sai dali para avisar ao fazendeiro sobre a fuga do touro do pasto de água.
   
SEMPRE VOLTE

NA LINHA DO TREM





Estava em uma empresa juntamente com uma pessoa que conversava com uma outra.
Eu puxava um carrinho que era feito de ferro, era retangular e tinha aproximadamente um metro por cinquenta centímetros. E tinha uns dez centímetros de altura. Tinha um cano de aproximadamente uns três metros, preso a este carrinho, que era para puxá-lo. As rodas deste carrinho, que também eram de ferro, eram pequenas. Ao lado deste homem que conversava com outro, ouvi os dois dizerem que a prefeita da cidade de Itaúna tinha que ser cassada, pois ela era ruim demais como administradora. Nisto um deles disse que esta Alzira Cortez, nome da prefeita, não fazia nada pela cidade. Ao ouvir eles dizerem o nome dela, perguntei ao homem que estava do meu lado se Alzira Cortez, de quem eles reclamavam, era a prefeita de Itaúna. Ele disse que sim e que ela era péssima como prefeita. Então disse a ele que esta Alzira Cortez era minha tia. Ele não acreditou. Então peguei minha carteira no bolso, para mostra a ele minha identidade. Nisto vi que vinha um trem e uma Maria Fumaça. 
O carrinho que eu puxava estava em cima das duas linhas destes trens. Eles apitaram para eu sair da frente. Então, o tal homem que estava comigo entrou e sentou dentro deste carrinho que eu puxava. Sai puxando ele, mas fui seguindo o sentido da linha porque não tinha como sair pelos lados. Os condutores dos dois trens colocaram as cabeças para fora da janela do trem e pediram para eu andar depressa. Puxando com dificuldades o carrinho com o homem lá dentro, disse que já dava para o trem passar, o problema era o tanque de combustível que ficava para os lados do trem e por isto ainda não dava para ele passar. Os dois condutores continuaram gritando para eu ir mais rápido. Fui puxando o carrinho e dizendo que a hora que foi possível eles passariam.


SEMPRE VOLTE

A CAPIVARA GIGANTE E SEUS FILHOTES





Estava em um local onde um pouco abaixo de mim havia um tanque de água.

Este tanque era redondo, deveria ter uns dez metros de diâmetro. Dentro deste tanque vi nadando dois filhotes de capivara que eram bem pequenos. De repente um dos filhotes foi atirado para cima e caiu na água e continuou nadando. O mesmo aconteceu com o outro filhote. Fiquei curioso com aquela cena e fui ver melhor para tentar entender como os filhotes faziam aquilo. Então vi nadando naquele tanque, sem vir a superfície, uma capivara gigante. Ela deveria ter o tamanho de um bezerro e imaginei ser a mãe daqueles dois filhotes. Esta capivara gigante nadava próxima a superfície da água. Então vi que quando os filhotes se seguravam nas costas dela, ela os jogava para cima. Os filhotes caiam e depois tentavam voltar para a mãe que os atiravam novamente. Tinha um homem perto de mim anotando alguma coisa em uma prancheta. perguntei a este homem o porque da capivara jogar os filhotes para cima. Ele disse que era assim que a mãe ensinava os filhotes a sobreviverem. Fiquei vendo aquela capivara gigante, que nadava muito rapidamente, a jogar os filhotes para cima.
Sempre volte.

Sunday, November 10

O CELULAR NAVIO





Estava em um local encostado no carro da empresa que eu trabalhava. 
Estava em minhas mãos um celular que tinha o formato de um navio. Este celular tinha uns vinte centímetros de comprimento. Os números para se discar neste celular navio ficavam na popa e na proa. Eu queria fazer uma ligação e teria que digitar vinte e hum números. Devido o navio celular ter todas as características do navio, como haste,leme, velas e outras coisas, era difícil encontrar os números que eu precisava discar. Eu tinha que discar dez números da popa e onze da proa. Os números eram os mesmos de cada lado do navio, mas para se fazer uma ligação, deveria ser sempre assim, os primeiros números seria discados na popa e os números restantes na proa. Este celular navio era parecido com os navios, cuja a popa e proa eram iguais. Fui discando os números, que já estava ali desenhados no celular navio. Era só apertar o dedo sobre o número. 
Com dificuldade de ficar procurando os números, que estavam espalhados de um lado e do outro do celular navio, fui discando os mesmo. Depois de discar os dez números de um lado, passei a discar do outro lado. Porém, me distrai com alguém que passava perto de mim e fiquei na dúvida de qual lado eu já tinha discado, pois não sabia diferenciar a popa da proa. Desisti de ligar daquele celular navio e o entreguei a uma pessoa que estava próxima de um galpão ali perto, dizendo a ela que o celular navio não iria dar certo. Voltei para o carro da empresa que estava comigo. O carro estava parado em um estreito caminho dentro desta empresa. Nisto vi vindo uma caminhonete em minha direção. Então entrei no carro e sai de marcha a ré, para permitir a caminhonete passar. Fui dirigindo até que cheguei próximo a uma escadaria na qual pude me afastar um pouco daquela estrada e a caminhonete pudesse passar sem problemas. A caminhonete veio vindo e parou perto desta escada também. Nisto desceu o Chiquinho Chico. Passou por mim dizendo que tinha pego uma carona nesta caminhonete para não ter que vir a pé. Falei com ele sobre a dificuldade de se entrar de carro naquela empresa e ele superou tudo só para não ter que entrar a pé na empresa. Ele respondeu que era isto mesmo. Voltei dirigindo o carro e entrei com ele em um galpão para deixá-lo ali. Quando entrei no galpão, o Israel veio até mim e disse que podia deixar o carro ali que ele mesmo guardaria. Pois ele iria precisar do carro antes. Deixei o carro ali e fui embora.

A PARREIRA E OS INSETOS GIGANTES





Estava em um local que parecia o terreno dos fundos de uma empresa abandonada. 
Eu teria que ir até a parte de trás desta empresa para fazer um serviço. Havia uma criança naquele local que estava comigo. Coloquei sobre meus ombros uma armação de ferro parecida com aquelas armações usadas para colocar vaso de plantas, geralmente as Samambaias. Esta armação era pequena e deveria ter uns cinquenta centímetros de altura. Coloquei em cima desta armação, no local que geralmente vai o vaso de planta, aquela criança que estava comigo. Fui para a parte de trás daquele terreno. para se chegar a ele, havia uma escada que deveria ter uns dez degraus, esta escada era do tipo "marinheiro" porém, deveria ter uns dois metros de largura, que era a mesma largura da parede onde ela estava afixada. Fui descendo com dificuldades para deixar aquela criança cair. Consegui descer e logo ali em baixo tinha um caminho limpo, que contornava o que seria uma antiga parreira de uvas ou de chuchu. No mais, tinha matos que estavam baixos. A armação desta parreira, que era de madeira, estava praticamente à mostra, exceto por alguns cipós que haviam se fixado nela. Passando neste caminho, perto desta parreira, vi vindo dois insetos que deveriam ter uns dez centímetros de comprimento. 
Eram praticamente do tamanho de minha mão. Eles andava rapidamente o o da frente tinha o corpo mais baixo, tinha o corpo de cor alaranjado e o ferrão, parecido com os de besouros, era de cor vermelha. Atrás deste vinha outro de mesmo tamanho, porém seu corpo tinha uma corcova. Ficava parecendo uma meia lua. Ele era de cor cinza. Eles vinha na minha direção até que chegar ao final da madeira daquela parreira. Continuei dando a volta naquela parreira e ao contorná-la vi aqueles dois insetos copulando. O de corcova era o macho. Assim que copularam a fêmea saiu voando e carregando pelas pernas, um ovo que acabara de botar. O ovo era do tamanho de um ovo de beija flor. Ela voou em minha direção. Bate a mão neste inseto e ele batei no chão, mas saiu voando em minha direção novamente. percebi que ele queria colocar o ovo em algum machucado meu para a larvar poder nascer e crescer ali. Sai correndo com a criança sendo carregada em minha cabeça, subi aquelas escadas e sai dali. Não vi mais o tal inseto.