Saturday, December 14

A CIDADE SEM RUA





Estava em uma cidade que não tinha rua. Era como se toda a cidade fosse só passeio.
Espalhados aleatoriamente por este imenso passeio, tinha os canteiros com plantação de pequenos arbusto de flores ou árvores de grande porte. Caminha por este passeio achando muito interessante esta cidade sem ruas. Fiquei pensando como faziam com os carros. Não via nenhum carro. Também nem poderia pois os canteiros espalhados pelo passeio, não permitiria carro andar por ali. As margens deste passeio no lugar de rua, estavam as casas. Olhei e percebi que nenhuma casa tinha garagem. Percebi então que não havia carros naquela cidade. Quando dei por mim, vi que também não via pessoas por ali. Parecia uma cidade abandonada, embora as casas fossem todas novas. Depois de andar um pouco fiquei me perguntando como iria embora dali, se também não tinha ônibus na cidade.

OS SIMPSONS





Estava caminhando por uma estrada que passava por entre árvores.
Ao meu lado estava o Homer Simpson e o Bart. O Homer estava estrangulando o Bart, assim como ele faz no desenho animado. Pedi ao Homer para não fazer aquilo, mas ele disse que o Bart era um Zé ruela e continuou a estrangular o Bart. Depois de andarmos um pouco o Homer largou o Bart que seguiu caminhando ao nosso lado. Esta pequena estrada terminava na casa do Homer. Ele disse que não iria me convidar para jantar porque eu comia muito e não sobraria para ele. Assim, ele e o Bart entraram na casa e eu segui pela rua que era calçada com pedras de cor amarela.

Saturday, December 7

NA LATERAL DA IGREJA





Estava em uma rua de uma cidade que não lembro qual.
foto - Thymonthy Becker
Segurava em minhas mão duas caixas de papelão parecida com aquelas em que se levam pizzas para os clientes. Estava anoitecendo. Nisto chegou o Anderson Olicar para pegar uma das caixas. Esta rua onde a gente estava, tinha logo a frente uma igreja. Na verdade, virada para esta rua estava a lateral da igreja. Junto a esta lateral havia uma ruazinha que levava para os dois lados da igreja, uma para a frente da igreja e a outra para os fundos desta. Eu com uma caixa e o Anderson Olicar com outra, fomos em direção desta igreja. Quando chegamos naquele ruazinha, fui para o lado que vai para a frente da igreja. O Anderson disse que não podia ir comigo e por isto iria para os fundos da igreja. Perguntei a ele porque não podia vir. Ele disse que o Acácio não iria gostar e por isto teria que ir para o outro lado. Assim ele foi para um lado e eu para outro.

Monday, December 2

O CARRO DO BATENTE





Estava dirigindo o carro da empresa, vindo com o Basílio.
O Basílio então me disse que precisava ir ao banco sacar dinheiro. Disse a ele que no Bairro esplanada tinha muitos bancos. Fui dirigindo em direção ao bairro Esplanada. Passava vagarosamente pelas esquinas, para tentar em qual rua tinha banco. Andando pela rua principal, vi pelo retrovisor que um ônibus vinha rapidamente atrás de mim. Acelerei e virei na primeira esquina à direita. Então percebi que aquela era a rua certa. Do outro lada do rua eh que estava o suposto banco. Fui até o final do canteiro central, para virar o carro para o lado oposto. Fui até próximo ao banco e vi que não havia lugar ali para parar o carro. Então estacionei o mesmo um pouco mais adiante. Tiramos do porta malas do carro parte dos equipamentos que usamos para trabalhar. Tiramos o Painel, A Bomba e a Caixa Fria. 
Ao lado deste suposto banco, o passeio era elevado. Deveria estar a uns dois metros acima do nível da rua. Esta parte do passeio elevada deveria ter uns dez metros de comprimento. Clocamos neste passeio e bem no meio, os equipamentos que tiramos do porta malas do carro. Colocamos um distante do outro um metro mais ou menos. Dai fomos para o banco. Quando chegamos na porta deste banco, a pessoa que nos atendeu disse que ali não era banco. O Basílio ficou reclamando pelo fato de não ter banco no Bairro Esplanada. Quando sai dali fui pegar o carro e não o via. Disse ao Basílio que o carro tinha sumido. O Basílio disse que o porteiro daquela loja que achávamos que era banco, deveria ter estacionando ele em outro local. Disse que não era possível. Enfiei a mão no bolso e tirei a chave do carro juntamente com outras chaves que deveria ser daquela loja. Disse ao Basílio que não tinha dado a chave do carro para o porteiro e ainda tinha pego as chaves deles. 
Saímos procurando pelo carro e eu me arrependendo de não tê-lo estacionado do outro lado da rua onde eu tinha passado antes, pois ali não tinha nenhum carro. Fiquei dizendo ao Basílio que o Alex ia ficar "bravo" quando soubesse que o carro tinha desaparecido. O Basílio disse que sairia procurando por ele por uma rua enquanto eu iria por outra. Fui andando no passeio quando passei por uma porta entreaberta e vi rapidamente um carro branco com plotagem verde. Voltei e vi que estava escrito "Engequisa " no carro. Entrei nesta loja e vi que o carro estava ali dentro, em cima de uma cavalete. Um casal de meia idade veio me atender e eu disse a eles que aquele carro ali era meu e tinha sumido. Eles então disseram que um homem tinha vendido aquele carro para eles, mas se era meu, podia levá-lo. Perguntei sobre os esquipamentos que estavam no carro. Eles então me levaram até um canto daquela casa e me mostrou toda a vidraria do equipamento que estava quebrada. 
O Orsat estava quebrado, os impinger da caixa fria também e outros vidros. Fui pegando os cacos de vidro e dizendo que o Alex ia ficar muito furioso. Coloquei os vidros dentro de uma caixa e liguei para o Basílio, para dizer a ele que tinha encontrado o carro. Quando ele atendeu perguntei onde ele estava. Ele disse que estava no bairro Nossa Senhora das Graças procurando carro. Pedi a ele que viesse rapidamente até o bairro esplanada. Ele desligou o telefone para vir. Peguei o carro e coloquei na rua em frente daquele local onde ele estava. Fui colocando os pedaços de vidro dentro do carro pensando como eu ia contar para o Alex que as vidrarias estavam quebradas e que o carro tinha sumido, mas o carro eu tinha encontrado.



SEMPRE VOLTE