OS SONHOS QUE SONHEI - THE DREAMS I DREAM.: 04/08/13

AS GAIOLAS VAZIAS NA CASA DO SR. ARY

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Estava indo para o que seria a casa do Sr. Ary. Quando entrei, parecia estar muito diferente do que eu conhecia. Os quartos eram muito pequenos, a casa toda escura e parecia muito velha. Em um destes pequenos quartos, vi o Sr. Ary deitado em uma cama, todo coberto com se estivesse sentindo muito frio, embora estivesse fazendo calor. Ao passar pela porta do quarto, ele levantou a cabeça, me olhou, sorriu e voltou a se deitar novamente. Continuei andando até que cheguei num local onde estavam as gaiolas de passarinhos, que o Sr. Ary criava. Vi que não havia nenhum passarinho, os ninhos estavam vazios e sem ovos. Parecia que o Sr. Ary tinha soltado todos os passarinhos. Continuei andando pela casa, que em nada parecia com a casa dele e sai pela porta onde entrei e fui embora.

EDIFÍCIO NO MEIO DO NADA

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Estava sentado em um banco de jardim, em um local onde havia apenas um edifício. Tudo em volta era areia. Não via nada além de areia de praia. Sentada ao meu lado tinha uma mulher que estava tentando me vender um apartamento neste edifício que ficava ali no "meio do nada". Ao nosso lado estavam meus dois filhos brincando na areia. Este banco esta distante deste edifício uns 10 metros. A tal mulher falava das qualidades do edifício e eu observava o mesmo. Ele era todo branco e o elevador era da largura da entrada do edifício. Deveria ter uns três metros por três. Este elevador desceu e saiu um homem de dentro, que estava vestido como um funcionário de hotel, o recepcionista. Olhava aquele edifício e o achava muito bonito. A tal mulher disse que o preço seria de quinhentos mil reais. Sabia que não tinha dinheiro para comprar o apartamento, mas ela não me deixava falar isto, pois não parava de falar. Então levantei e fui até o edifico. Chegando lá, percebi que o prédio estava inacabado. Que só tinha a frente pronta e ainda assim, não estava pintada, eles tinha passado cal na parede. Voltei, peguei meus filhos e fomos embora, enquanto a mulher continuava sentada no banco e falando sem parar.