Sunday, January 19

AS DUAS LOJAS





Estava em um local onde não havia rua e sim, somente o passeio que separa as lojas de um lado e outro da rua.
Eu tomava conta de duas lojas, uma de cada lado deste passeio. Uma loja vendia ferramentas e a outra vídeo games. Estava sentado em um banquinho na porta da loja de vídeo game e assim podia observar as duas lojas. Nisto vi chegando algumas pessoas na loja de ferramentas e fui até lá atendê-las. Mas fui entrando outras pessoas e eu não consegui atender todas elas. Então vi três pessoas pegando algumas ferramentas em uma das bancas que ficava do lado de fora da loja. Fui até eles e pedia para deixá-las lá. Estes três homens deixaram as ferramentas e foi embora. Voltei para dentro da loja para continuar o atendimento, quando vi que na loja de vídeo games também estava com algumas pessoas. Nesta loja de vídeo game tinha uma sinuca. Três homens estavam tombando a mesa de sinuca, na tentativa de tirar as bolas de sinuca de dentro dela, sem precisar comprar a ficha. Corri até lá e os impedi de fazerem isto. Nisto percebi que as duas lojas estavam com muitos clientes e eu não tinha como atender e vigiar as lojas ao mesmo tempo. Fiquei reclamando de quem tinha me deixado ali sozinho. Nisto chegou o Anderson, técnico da loja de vídeo game e concordou comigo em dizer que não era possível uma pessoa tomar conta das duas lojas. Ele então ficou na loja de vídeo games e eu fui atender a loja de ferramentas.

Tuesday, January 7

NA RODOVIA EM UBERLÂNDIA





Estava dirigindo um carro por uma rodovia.
Esta rodovia era duplicada. Muitos carros passavam por ela. Eu ultrapassava alguns e outros me ultrapassavam. Ia dirigindo com um sorriso no rosto. Havia uma pessoa comigo no carro. estava chegando na cidade de Uberlândia. estava dirigindo atrás de outro carro, quando vi na estrada um buraco retangular. este buraco deveria ter uns dois metros de largura por uns três de comprimento e era fundo. Centralizei o carro sobre o buraco e foi a conta de passar sobre ele. Os pneus passaram bem rentes as bordas do buraco. Continuei dirigindo e vi a frente uma bifurcação em "Y". Optei por seguir a pista da esquerda que fazia uma longa curva. Depois veio outra bifurcação também em "Y" e segui novamente pela esquerda, continuando a grande curva. 
Veio uma terceira bifurcação e acreditando estar no caminho certo optei novamente para a esquerda. Todas as vezes que optava por um caminho, menos carros me acompanhava. Quando passei pela terceira bifurcação, apenas um carro foi indo na minha frente. Logo depois havia dois caminhos apenas. Um atravessava uma ponte e era feito de calçamento e estava coberto de grama baixa. O do lado deste, também de calçamento de pedras, estava coberto de grama baixa. Ambos parecidos com aquelas ruas calçadas onde não passam muito carro e a grama vai nascendo entre pedras. Optei, desta vez, pelo caminho da direita e o carro que estava na minha frente foi pelo da esquerda, que era a ponte. 
Andei um pouco e vi que aquela rua terminava em um brejo. Voltei e disse para a pessoa que estava ao meu lado no carro que tinha estado ali poucas vezes e não tinha certeza se estava no caminho certo. Fiz manobra com o carro e fui pela ponte de marca a ré. Após atravessar a ponte, parei o carro porque precisava trocar o pneu da carretinha que eu puxava. Só depois que parei o carro que vi que estava puxando uma carretinha. Esta carretinha era diferente de todas as outras que eu já tinha visto, pois ela era retangular, tinha um metro de largura por três de comprimento. Parecia um balcão de bar. Esta carretinha era aberta em cima e suas laterais era feita de vidro. Disse para a pessoa que estava comigo que era necessário tirar tudo que estava dentro da carretinha e depois colocar exatamente no mesmo lugar. Assim ele foi fazendo, mas só havia três coisas dentro da carretinha. 
Nisto desceu do carro uma mulher. Só naquela hora que vi que havia uma mulher no carro com a gente. Esta mulher ao descer do carro veio até mim e disse que o Basílio queria dirigir o carro. Disse a tal mulher que não dava, pois a gente estava em Uberlândia e era muito movimentado e perigoso dirigir ali. A pessoa que estava comigo no carro tinha acabado de trocar o pneu e foi colocar as coisas de volta na carretinha. Pedi a ele para parar, porque tudo tinha que ficar exatamente onde estava e que eu colocaria de volta. Fui colocando as três coisas na carretinha, entramos no carro e saímos dali.

Monday, January 6

BATATA CHIPS DE ESTIMAÇÃO





Estava em um posto de gasolina querendo estacionar o carro.
Este posto deveria ocupar meio quarteirão mais ou menos. Mas estava repleto de carros por todo lado. Não encontrava um local para deixar meu carro. Nisto o dono do posto chegou até mim e disse que estacionaria o carro. Entreguei o carro para ele e fui para o outro lado da rua onde tinha um bar. Nisto uma batata chips que estava no meu bolso começou a se movimentar pelo meu braço. Esta batata chips queria ir para o carro. Era como se fosse meu bicho de estimação. Então fui procurar o carro. Fiquei andando por aquele posto de gasolina e entre inúmeros carros que tinha ali, mas não encontrava meu carro. Fiquei pensando onde o dono do posto teria deixado meu carro, não conseguia encontrá-lo de jeito nenhum. Passei perto de dois homens que trabalhavam no posto e estava dando uma ducha nos carros. Dali pude ver meu carro estacionado bem distante. A batata chips continuava andando pelo meu braço, ia da minha mão até o ombro e voltava. Ela queria ir para o carro e já estava ficando impaciente. Fui tentar encontrar o carro que tinha visto de longe, mas não o achava de jeito nenhum. Então a batata chips pulou do meu braço e saiu andando pelo chão. Eu fui a seguindo e cheguei até o carro.

Friday, January 3

A MEDIÇÃO





Estava anoitecendo.
Estava no que seria uma empresa. Aguardava o Nathan para a gente fazer um serviço de amostragem da qualidade do ar. Como o Nathan estava demorando muito, resolvi ir embora, mas antes fui comunicar a pessoa responsável pela empresa de que eu estava indo embora. Subi por um caminho até que cheguei onde tinha alguns equipamentos ligados. Então encontrei uma pessoa e disse a ela que estava indo embora. Nisto esta pessoa me mostrou uma chaminé dizendo que tinha feito o furo. esta chaminé tinha o furo a um metro do chão mais ou menos. Esta pessoa disse que só estava me aguardando. Então disse a esta pessoa que faria a medição ainda que estivesse anoitecendo. Nisto o Nathan chegou dizendo que me procurava para dizer que o furo já estava feito. Disse a ele que se ele estivesse me ligado, teria ido ali antes das 14 horas. Agora, mesmo a noite, iria fazer a medição, desde que eles já tinha feito a furação. Fui pegar o equipamento no carro e levei até a chaminé. Enquanto montava o equipamento o Nathan ficava apenas olhando.

O VAZAMENTO





Estava em um local que seria um dos galpões de uma empresa.
Estava sentando em uma parede de concreto que tinha ali e que deveria ter uns dois metros de altura. Perto desta parede passava alguns canos de água. havia outros canos passando ali perto. Estava meio escuro. Estava sentado ali e encostei minha mão no cano que passava rente a parede em que eu estava sentado. Nisto o cano deu uma pequena rachadura e começou na pingar água. Olhei para os lados rapidamente para ver se alguém tinha visto e como não vi ninguém sai rapidamente daquele parede. Percebi que já havia outros canos vazando água, um inclusive, próximo onde eu encostei a mão. O chão já estava com poça d'água devido aos vazamentos então percebi que ninguém saberia que eu tinha feito mais um. Olhei em volta e percebi que todos os canos, embora fossem de plásticos, estavam apodrecendo. Fui saindo dali antes que aqueles canos estourassem todos.

Wednesday, January 1

OS NÚMEROS





Estava em um local parecendo ser uma praça. Era noite.
Caminhava de cabeça baixa e com as mãos nos bolsos. Nisto passei por uma pessoa que foi me dizendo vários números. Alguns eu entendi. Esta pessoa dizia: 75, 88, 93, 40, 27, 19. Outros números que ele dizia eu não conseguia lembrar. Fui repetindo os números para não esquecê-los e assim poder jogar na loteria. Caminhando vi que tinha uma agência lotérica aberta, Fui até la e fiz o jogo. Assim que joguei a moça disse que já podia conferir o bilhete. Pedi a ela para conferir então. Ela fez a leitura dele na máquina e disse que não tinha dado nada. Peguei o bilhete e o coloquei no bolso e fui embora.

RUA ARBORIZADA





Estava dirigindo um carro por uma rua.
Esta rua era estreita e podia-se passar dois carros juntos no máximo. Depois da rua tinha um largo passeio, que era bem mais largo que a rua, em ambos os lados. Bem no meio deste passeio havia árvores plantadas. As árvores eram frondosas fazendo com que a rua ficasse muito bonita. Havia um carro parado nesta rua e eu passei dirigindo o meu por ele. Ao passar, resolvi voltar e dei marcha a ré. Assim que passei pelo carro, vi que tinha atropelado o Alex. Só vi ele vindo rolando pelo chão. Mas ele não se machucou e me perguntou se eu não estava vendo ele ali. Disse que não. Ele disse que ia abrir o porta malas do carro quando eu dei marcha a ré e passei por cima dele. Disse que não tinha visto ninguém.

AMOSTRAGEM NA RUA ESCURA





Estava em um local trabalhando na amostragem da qualidade do ar. 
Parecia ser em uma rua. estava muito escuro.
Quando terminei, fui juntar o equipamento. Nisto uma mulher que dirigia o carro disse que j´ia indo embora. A pessoa que me ajudava também entrou no carro para ir embora com ela. Pedi para esperarem porque eu precisava recuperar as amostragens que tinha feito. Mas eles não esperara, Então fui tirando do carro, com a mulher fazendo manobra para sair, as garrafinhas para amostragem. Fui identificar as garrafinhas mas a caneta ao escrever, borrava a etiqueta. Sai carregando nas mãos as garrafinhas, a prancheta e filtros, vendo o carro indo longe. A rua em que estava tinha um aclive muito forte e para não subir aquele rua, tinha que dar uma volta muito grande. Mas resolvi subir a rua assim mesmo. Estava carregando o material nas mãos e pensando porque a tal mulher não tinha m esperando para irmos juntos embora.