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Showing posts from March, 2014

JATEANDO TAMPINHA DE GARRAFA

Estava em um local onde se fazia jateamento de peças. Este local parecia que meio que abandonado. Havia dois andares. No andar de baixo vi três pessoas jateando peças. Uma destas pessoas era o Segundinho. Eu segurava uma maleta e uma tampinha de garrafa de cerveja. Esta tampinha estava enferrujada por dentro. Precisava jatear esta tampinha para poder usá-la novamente. Então fui até o Segundinho e pedi a ele para usar a máquina de jatear. Eu tentava jatear a tampinha e segurava a maleta ao mesmo tempo e por isto não estava conseguindo. Desisti e fui até o andar de cima para tentar consertar uma máquina de jatear para eu poder usá-la. Este andar de cima estava abandonado. Havia muitas coisas de escritório espalhadas pelo chão. Vi três tesouras, grampeador e outras coisas. O chão estava coberto de pó. Fiquei pensando comigo mesmo porque alguém jogaria as coisas no chão só porque estavam deixando o local.

DESCENDO DE MACA

Estava em um local, que parecia ser uma empresa. estava no segundo andar de algo que estava sendo construído.  Esta construção era quadrada e deveria ter uns 3 metros cada lado. Não tinha paredes ainda e o acesso de um andar para outro era por escada tipo marinheiro. Estava neste segundo andar com uma pessoa que havia se machucado ali e já estava presa a uma maca. A gente tinha que descer esta pessoa. Havia outras duas pessoas comigo. Fomos descendo com cuidado esta pessoa, pela escada marinheiro, de um andar para o outro até chegar ao térreo. Esta pessoa fazia muitas caretas como se estivesse sentindo dor. Quando chegamos ao térreo esta pessoa já era uma criança que deveria ter um ano aproximadamente. Ela começou a chorar. Coloquei a maca em pé, para que a criança ficasse na minha altura e comecei a dar tapinhas na maca, simulando estar dando tapinhas nas costas da criança, dizendo para ela que ia ficar tudo bem. Ela então parou de chorar e saímos dali para levá-la ao pronto atendimen…

VIAGEM AO JAPÃO

Estava chegando no aeroporto em Tóquio no Japão. Andava pelo saguão com meu pai e outras duas pessoas. Meu pai ia à minha frente com aquelas pessoas. Depois ele desceu por uma pequena escada a direita. Fui rapidamente com medo de me perder dele, mas o aeroporto estava lotado de gente e tive dificuldades de chegar até a escadaria que ele tinha descido. Quando cheguei, vi que aquela escadaria cabia apenas uma pessoa, por ser muito estreita. Vinha subindo muito gente em fila nela e iria demorar para eu descer. Um japonês que estava ao meu lado sugeriu que a gente pulasse o alambrado e descesse pelo lado de fora da escadaria, que era piso de cerâmica. E assim o fizemos. Quando chegamos lá em baixo, apareceu um carro de policia. O japonês disse pra mim que tínhamos dado sorte, porque se o policial visse a gente descer ali ele levava a gente preso. Sai dali e fui tentar encontrar meu pai. Não conseguia saber para onde ele tinha ido.  Quando fui sair do aeroporto, me deparei com a segurança qu…

LOCOMOTIVAS

Estava dentro de uma galpão de uma oficina de locomotivas.  Havia ali uma chaminé de uns dez metros de altura e uns três metros de diâmetro. Estava na plataforma que havia no alto desta chaminé. Esta plataforma era circular, em volta da chaminé, mas não em toda ela. Estava em um velocípede andando nesta plataforma, Vi que a plataforma não contornava toda a chaminé e que não havia proteção ao final desta, e que eu poderia cair dali. Chegava com o velocípede até quase cair e volta para o outro lado, que quase encontrava com o outro. Havia apenas um metro mais ou menos de plataforma que estava faltando. Nisto eu quis descer e quando cheguei na escada marinheiro, que era o meio de subir e desce desta plataforma, a mesma começou a cair lentamente, como se fosse automática. E foi assim até me deixar no chão.  Chegando no chão, um homem veio com uma locomotiva em escala menor, puxando dois vagões. Esta locomotiva deveria ter uns dois metros de comprimento e pouco mais de um metro de altura. Er…

O DENTISTA

Estava indo por um passeio, em direção a um consultório dentário. Quando cheguei neste consultório, vi algumas pessoas do lado de fora. este consultório parecia mais um pequeno hospital. A entrada era tipo um corredor largo, arborizado de um lado e a construção do outro. A atendente ficava em uma janela que havia mais ou menos no meio desta construção. Havia duas entradas para ser atendido pelo dentista. Fui até a atendente que me disse que eu seria atendido um pouco mais tarde, porque o dentista que ficava a direita seria o que me atenderia. Fiquei ali olhando e percebi que o dentista da esquerda atendia as pessoas rapidamente, mas nada do dentista da direita chegar. Voltei na atendente e lá ela disse que ela já chamaria. Nisto o dentista apareceu chamando meu nome e depois entrou para este consultório que parecia hospital. Fui pedindo licença às pessoas para poder passar e entrar no consultório. Quando entrei, vi um jardim bem grande, todo gramado. Algumas pessoas seguiam por este ja…

JOGANDO NINTENDO DS

Estava em um passeio juntamente com inúmeras outras pessoas. Comigo estava o Josimar. Todos nós estávamos jogando vídeo game no Nintendo DS. A gente estava jogando o mesmo jogo e disputávamos quem iria terminar primeiro. Um home que estava mais próximo de mim disse que estava vencendo. Eu não acreditei, pois ali tinha umas vinte pessoas e ele não tinha como ver o estágio de cada um. Então fui olhar em que estágio estava o Josimar. Ele estava na posição do jogo muito à minha frente. Perguntei a ele como poderia estar tão a frente se eu não tinha feito nada errado ainda. O Josimar então disse que aquele jogo era só para quem era fera em games e não era o meu caso.

A MULHER DE 25

Estava vindo pelo passeio da Rede juntamente com uma criança que deveria ter uns 10 anos. Junto comigo tinha uma pessoa. Então disse para aquele criança andar depressa e ir na nossa frente. Estava passando por mim, lendo um jornal, um homem com duas crianças. Este homem reclamou comigo do jeito que eu falei com a criança que me acompanhava. Disse que eu não podia gritar com a criança. Não disse nada, mas fiquei resmungando comigo mesmo que eu falava do jeito que eu quisesse. Depois de andar um pouco aquela criança atravessou a rua, juntamente com a pessoa que me acompanhava e entrou em uma casa. Nisto veio uma menina, que deveria ter uns 15 anos e ficou me acompanhando no lugar daquela criança. Continuei andando e aquela menina, a medida que a gente andava, ficava mais velha. Fui indo pelo passeio e vendo aquela menina ficando mais velha até que chegou em uma idade de aproximadamente uns 25 anos. Naquele passeio havia uma entrada de um beco onde dava para a nossa casa. Entramos naquele…

AS BOLINHAS

Estava andando por uma rua. Nisto cheguei em um passeio onde ele era feito de bolinhas coloridas. Do tamanho de bolinhas de jogar tênis. Só que estas bolinhas estavam meio que embaçadas, parecendo estarem sujar. Então peguei uma mangueira de jardim, que tinha ao lado de um muro e fui lavar aquele passeio de bolinhas. A medida que eu jogava água a sujeira saia e as bolinha ficavam com as cores brilhantes. Lavei o passeio rapidamente e disse a uma pessoa que vinha passando por ele, que era só sujeira que tinha ali e estava fácil tirá-la.