Sunday, March 30

JATEANDO TAMPINHA DE GARRAFA






Estava em um local onde se fazia jateamento de peças.
Este local parecia que meio que abandonado. Havia dois andares. No andar de baixo vi três pessoas jateando peças. Uma destas pessoas era o Segundinho. Eu segurava uma maleta e uma tampinha de garrafa de cerveja. Esta tampinha estava enferrujada por dentro. Precisava jatear esta tampinha para poder usá-la novamente. Então fui até o Segundinho e pedi a ele para usar a máquina de jatear. Eu tentava jatear a tampinha e segurava a maleta ao mesmo tempo e por isto não estava conseguindo. Desisti e fui até o andar de cima para tentar consertar uma máquina de jatear para eu poder usá-la. Este andar de cima estava abandonado. Havia muitas coisas de escritório espalhadas pelo chão. Vi três tesouras, grampeador e outras coisas. O chão estava coberto de pó. Fiquei pensando comigo mesmo porque alguém jogaria as coisas no chão só porque estavam deixando o local.

DESCENDO DE MACA






Estava em um local, que parecia ser uma empresa. estava no segundo andar de algo que estava sendo construído. 
Esta construção era quadrada e deveria ter uns 3 metros cada lado. Não tinha paredes ainda e o acesso de um andar para outro era por escada tipo marinheiro. Estava neste segundo andar com uma pessoa que havia se machucado ali e já estava presa a uma maca. A gente tinha que descer esta pessoa. Havia outras duas pessoas comigo. Fomos descendo com cuidado esta pessoa, pela escada marinheiro, de um andar para o outro até chegar ao térreo. Esta pessoa fazia muitas caretas como se estivesse sentindo dor. Quando chegamos ao térreo esta pessoa já era uma criança que deveria ter um ano aproximadamente. Ela começou a chorar. Coloquei a maca em pé, para que a criança ficasse na minha altura e comecei a dar tapinhas na maca, simulando estar dando tapinhas nas costas da criança, dizendo para ela que ia ficar tudo bem. Ela então parou de chorar e saímos dali para levá-la ao pronto atendimento.

Wednesday, March 5

VIAGEM AO JAPÃO






Estava chegando no aeroporto em Tóquio no Japão. Andava pelo saguão com meu pai e outras duas pessoas.
Meu pai ia à minha frente com aquelas pessoas. Depois ele desceu por uma pequena escada a direita. Fui rapidamente com medo de me perder dele, mas o aeroporto estava lotado de gente e tive dificuldades de chegar até a escadaria que ele tinha descido. Quando cheguei, vi que aquela escadaria cabia apenas uma pessoa, por ser muito estreita. Vinha subindo muito gente em fila nela e iria demorar para eu descer. Um japonês que estava ao meu lado sugeriu que a gente pulasse o alambrado e descesse pelo lado de fora da escadaria, que era piso de cerâmica. E assim o fizemos. Quando chegamos lá em baixo, apareceu um carro de policia. O japonês disse pra mim que tínhamos dado sorte, porque se o policial visse a gente descer ali ele levava a gente preso. Sai dali e fui tentar encontrar meu pai. Não conseguia saber para onde ele tinha ido. 
Quando fui sair do aeroporto, me deparei com a segurança que fiscalizava todos que saiam do aeroporto. Duas pessoas estavam na minha frente tiveram que mostrar os documentos e o passaporte. Então disse para um dos segurança que tinha esquecido meu passaporte dentro da minha mochila e que eu a tinha deixado dentro do avião. Disse que iria buscá-lo. O segurança disse que eu não precisava mostrar o passaporte, que podia sair. Sai do aeroporto e fui tentar ir onde meu pai tinha ido. Eu já tinha estado lá. Sabia que era o Centro de Imigrantes e Museu do Café e uma outra coisa que não lembrava. Andando na rua de Tóquio vi um ponto de ônibus. Fui até este ponto de ônibus onde havia algumas pessoas. Ao passar por algumas pessoas, um homem chamou meu nome duas vezes. Olhei para trás e este homem comentou com outro que estava ao seu lado que sabia que era eu, mas não me disse nada. Um pouco mais adiante perguntei a um japonês se ele sabia qual ônibus pegava para ir ao Centro de Imigrantes e Museu do Café e outra coisa que eu não lembrava. Ele disse que não sabia e que tinha ficado indignado com a pessoa que chamou meu nome, não ter me ajudado. 
Nisto chegou uma japonesa e disse que o ônibus que eu queria não parava mais ali. Fiquei imaginando se conseguiria ir lá a pé, mas não tinha nem certeza da distância. Fui saindo dali e vi que aquela pessoa que chamou meu nome estava saindo com um carro. Fui em direção a ela, atravessando a larga rua,  quando o caminho do lixo buzinou para eu sair da frente. Eu fui saindo, mas o motorista deu um meio que cavalinho de pau e o caminhão de lixo veio vindo de lado e quase me acertou. Ouvi o motorista reclamar dizendo que turista não conhecia o sistema do caminhão de lixo e ficava atrapalhando. Cheguei na janela do carro onde estava a pessoa que me chamou e perguntei a ele se sabia como pegar o ônibus para ir até onde eu queria. Ele então disse para eu ir de táxi. Lembrei que eu já tinha ido de táxi lá quando estive ali antes. Imaginei que meu pai voltaria para me buscar e voltei para o aeroporto. Quando ia chegando, vi um táxi parando ali. Um japonês que passou perto de mim, disse que era para eu ter cuidado, porque os taxistas poderiam cobrar muito mais que seria. Disse para eu ficar de olho no taxímetro. 
Fui até o motorista do táxi, vi que era uma mulher. Pergunte a ela quando ficava para ela me levar até onde eu queria, que era o Centro de Imigrantes e Museu do Café e outra coisa que eu não lembrava, pois funcionava os três no mesmo local. Ela disse que não sabias ao certo e que teria de calcular. Disse que enquanto ela calculava eu iria até o saguão do aeroporto ver se achava minha mochila. Quando fui indo encontrei com o Chiquinho, que trabalha comigo. Ele tinha nas mãos uma peça feita de Bambu e que tinha a forma de "U". Esta peça deveria ter o uns dez centímetros cada parte. Em cima das partes que forma a letra "U" tinha duas pequenas ampolas de vidro do tamanho destas que vem o remédio para enjôo, o Eparema. Mas estava vazando uma água ali. Disse ao Chiquinho que estava vazando e a gente tinha que olhar onde seria. Ele disse que a médica que tinha colocado ali e disse que pelo exames ele não estava nada bem como a gente estava dizendo. Nisto chegou o Alex. Mostrei a ele que o exame do Chiquinho estava vazando. Ele então retirou as duas ampolas dali, usando uma agulha retirou o líquido que estava dentro das duas e colocou em outra, dizendo que ele iria guardar. Depois o Alex saiu dali e eu e o Chiquinho voltamos para o Aeroporto.

Tuesday, March 4

LOCOMOTIVAS






Estava dentro de uma galpão de uma oficina de locomotivas. 
Havia ali uma chaminé de uns dez metros de altura e uns três metros de diâmetro. Estava na plataforma que havia no alto desta chaminé. Esta plataforma era circular, em volta da chaminé, mas não em toda ela. Estava em um velocípede andando nesta plataforma, Vi que a plataforma não contornava toda a chaminé e que não havia proteção ao final desta, e que eu poderia cair dali. Chegava com o velocípede até quase cair e volta para o outro lado, que quase encontrava com o outro. Havia apenas um metro mais ou menos de plataforma que estava faltando. Nisto eu quis descer e quando cheguei na escada marinheiro, que era o meio de subir e desce desta plataforma, a mesma começou a cair lentamente, como se fosse automática. E foi assim até me deixar no chão. 
Chegando no chão, um homem veio com uma locomotiva em escala menor, puxando dois vagões. Esta locomotiva deveria ter uns dois metros de comprimento e pouco mais de um metro de altura. Era para eu comandar aquela locomotiva. Disse que já tinha terminado meu serviço e que estava indo embora. Mas ele insistia que seria eu que deveria comandar a locomotiva. Nisto veio uma pessoa e subiu nesta locomotiva. O maquinista ficava em cima desta locomotiva, como num carro conversível. Ele saiu com esta locomotiva por aquele galpão, desviando das pessoas e obstáculos. O tal homem que dizia ser eu o comandante daquela locomotiva disse que não seria fácil tirar a locomotiva daquela pessoa e que eu seria o culpado se acontecer alguma coisa.

Monday, March 3

O DENTISTA






Estava indo por um passeio, em direção a um consultório dentário.
Quando cheguei neste consultório, vi algumas pessoas do lado de fora. este consultório parecia mais um pequeno hospital. A entrada era tipo um corredor largo, arborizado de um lado e a construção do outro. A atendente ficava em uma janela que havia mais ou menos no meio desta construção. Havia duas entradas para ser atendido pelo dentista. Fui até a atendente que me disse que eu seria atendido um pouco mais tarde, porque o dentista que ficava a direita seria o que me atenderia. Fiquei ali olhando e percebi que o dentista da esquerda atendia as pessoas rapidamente, mas nada do dentista da direita chegar. Voltei na atendente e lá ela disse que ela já chamaria. Nisto o dentista apareceu chamando meu nome e depois entrou para este consultório que parecia hospital. Fui pedindo licença às pessoas para poder passar e entrar no consultório. Quando entrei, vi um jardim bem grande, todo gramado. Algumas pessoas seguiam por este jardim em direção a uma construção que havia no alto deste. Parecia uma casa. Fui seguindo aquelas pessoas e imaginando que o atendimento iria demorar, pois chamaram todas as pessoas que seriam atendidas por ele, de uma única vez. 
Quando chegamos naquela construção, que seria o consultório do dentista, todas as outras pessoas saíram para a lateral daquele prédio e só eu entrei  na sala de espera. Quando entrei vi que tinha duas mulheres sentadas ali. Uma deveria ter uns 60 anos e a outra, que deveria ser sua filha, deveria ter uns 25.   Sentei em uma outra cadeira, perto das duas e vi que tinha uma água escorrendo no pé da cadeira. Olhei e vi que a água vinha de um cano que vazava na parede. Fui olhar o cano e vi que tinha uma outra entrada para aquele consultório, que estava próxima da rua. Fiquei tentando entender porque eu entrei por um local longe dali, tive que atravessar um grande jardim, subindo um morro, se tinha uma entrada por outra rua. Então imaginei que eu deveria estar em outro consultório dentário e não no que eu queria. Olhei a entrada e vi duas mulheres descendo a rampa de acesso e um homem subindo a mesma. Fiquei pensando se eu iria embora ou não.

JOGANDO NINTENDO DS






Estava em um passeio juntamente com inúmeras outras pessoas.
Comigo estava o Josimar. Todos nós estávamos jogando vídeo game no Nintendo DS. A gente estava jogando o mesmo jogo e disputávamos quem iria terminar primeiro. Um home que estava mais próximo de mim disse que estava vencendo. Eu não acreditei, pois ali tinha umas vinte pessoas e ele não tinha como ver o estágio de cada um. Então fui olhar em que estágio estava o Josimar. Ele estava na posição do jogo muito à minha frente. Perguntei a ele como poderia estar tão a frente se eu não tinha feito nada errado ainda. O Josimar então disse que aquele jogo era só para quem era fera em games e não era o meu caso.

Sunday, March 2

A MULHER DE 25






Estava vindo pelo passeio da Rede juntamente com uma criança que deveria ter uns 10 anos.
Junto comigo tinha uma pessoa. Então disse para aquele criança andar depressa e ir na nossa frente. Estava passando por mim, lendo um jornal, um homem com duas crianças. Este homem reclamou comigo do jeito que eu falei com a criança que me acompanhava. Disse que eu não podia gritar com a criança. Não disse nada, mas fiquei resmungando comigo mesmo que eu falava do jeito que eu quisesse. Depois de andar um pouco aquela criança atravessou a rua, juntamente com a pessoa que me acompanhava e entrou em uma casa. Nisto veio uma menina, que deveria ter uns 15 anos e ficou me acompanhando no lugar daquela criança. Continuei andando e aquela menina, a medida que a gente andava, ficava mais velha. Fui indo pelo passeio e vendo aquela menina ficando mais velha até que chegou em uma idade de aproximadamente uns 25 anos. Naquele passeio havia uma entrada de um beco onde dava para a nossa casa. Entramos naquele beco e ali havia outras três pessoas e uma delas era meu irmão. Então, aquela mulher que estava comigo começou a me beijar e ficamos ali dando uns pega até que ela tirou a roupa e eu também. Eu a coloquei sentada em cima de uma pequena laje que tinha ali e deveria ter um metro de altura e mesmo com aquelas pessoas ali, ficamos pelados e nos agarrando até que vi pelo beco, que duas mulheres idosas estavam nos olhando. Sai de perto da mulher e sentei em uma cadeira dizendo para meu irmão que tinha alguém nos espionando. A mulher ficou ali nua, sentada em cima da laje. Eu na cadeira e meu irmão foi falar com as mulheres idosas que já estava dizendo que tudo aquilo era um pouca vergonha. 

AS BOLINHAS





Estava andando por uma rua.
Nisto cheguei em um passeio onde ele era feito de bolinhas coloridas. Do tamanho de bolinhas de jogar tênis. Só que estas bolinhas estavam meio que embaçadas, parecendo estarem sujar. Então peguei uma mangueira de jardim, que tinha ao lado de um muro e fui lavar aquele passeio de bolinhas. A medida que eu jogava água a sujeira saia e as bolinha ficavam com as cores brilhantes. Lavei o passeio rapidamente e disse a uma pessoa que vinha passando por ele, que era só sujeira que tinha ali e estava fácil tirá-la.