Sunday, April 27

TENTANDO ASFALTAR A PONTE






Estava em uma estrada dirigindo uma empilhadeira, só que bem menor que as atuais.
Dirigia por esta estrada até que num certo ponto, havia uma pequena ponte e esta tinha a largura de apenas uma das pistas. A outra pista terminava em um corrimão que havia do lado desta ponte. Vim com esta mini empilhadeira e passei por esta ponte, Depois fui na ponte novamente e voltei. Eu estava tentando asfaltar em cima da ponte, mas não estava conseguindo. Nisto vieram dois carro e foi a conta de eu sair de cima da ponte e eles passaram em alta velocidade. O primeiro segui em frente e o segundo, assim que passou pela ponte virou a esquerda em alta velocidade. Voltei até a ponte com a mini empilhadeira e não estava conseguindo asfaltá-la. Fui voltando e vinha outro carro. sai para a pista que não tinha sequência e o carro passou.

DIRIGINDO A GARELLI






Estava na casa da minha mãe. Era noite.
Minha mãe e meu irmão, o Ricardo estavam no portão. Sai dali em uma pequena moto, tipo as antigas Garelli. Sai dali montado nesta moto e virei a esquina da travessa que tem perto da casa da minha mãe. Nisto estava em uma rua reta e comprida. Havia algumas pessoas nesta rua e alguns objetos no meio da mesma. Ia pilotando até rápido e desviando das pessoas e objetos. Depois virei novamente uma rua e me vi em outra rua. Nisto cheguei em minha casa. Havia o portão da garagem e um portão ao lado desta garagem. A casa ficava acima do nível da garagem. Na parte de baixo só havia a garagem, pois ali era um barranco. Do portão ao lado da garagem havia uma rampa que levava até a casa. A garagem não tinha cobertura, ela era aberta em cima. Da casa se podia ver o carro. Subindo esta rampa encontrei com a Iara que deveria estar com uns vinte e poucos anos. Ela estava lavando roupas e pendurando em um varal que tinha nesta rampa. Para proteção de quem estivesse na casa, não cair em cima do carro, havia um corrimão que era na verdade um aquário em toda sua extensão. este aquário estava cheio de terra e com algumas pedras para decorá-lo. Era um aquário para peixes que nadavam em terra. O Segundinho estava tentando ver os peixes nadando naquele aquário de terra. O Segundinho deveria ter uns 15 anos. Então disse para a Iara que já tinha vindo no dia anterior com a moto do meu irmão e, tinha vindo agora com a outra moto. Nisto meu irmão teria ficado sem nenhuma moto para sair. Disse que eu teria que levar a moto para ele, mas não o faria hoje. Deixaria para levá-lo no outro dia. A Iara nada falava, apenas me ouvia e estendia roupas no varal.

Monday, April 21

NA RICARDO ELETRO






Estava em um local com o Chiquinho.
Aguardava a liberação do equipamento para que a gente pudesse ir trabalhar. Havia muitas pessoas ali. Nisto recebi a informação que o equipamento seria entregue na Ricardo Eletro no bairro esplanada. Fui indo de carro, mas o caminho estava difícil de seguir, pois era estreito e estava cheio de pessoas andando por ele. Fomos até o bairro esplanada na casa que era o engenheiro da rede ferroviária. havia muitas pessoas na porta lateral da garagem desta casa, Fiquei ali aguardando até que alguém me entregou o que seria a sonda do equipamento. esta sonda parecia mais um pequeno poste de luz. Deveria ter uns 50 centímetros de diâmetro e uns 3 metros de comprimento. Quando peguei esta sonda vi que ela estava quebrando em dois lugares. Disse ao Chiquinho que aquela sonda não iria durar muito, mas duraria até o dia que eu iria trabalhar, pois sairia em breve da empresa.  

O PÃO DE QUEIJO






Estava com a Paula indo para a casa do Vitinho.
Eu dizia para a Paula que o Vitinho não gostava de biscoito. Ele tinha ganho duas sacolas de biscoitos. Disse que poderiam ter dado os biscoitos para mim ou ela. Mas a Paula dizia que o Vitinho gostava sim. Chegamos na casa do Vitinho e entramos. Fui até uma mesa que tinha na área de serviço para pegar algo. Nisto vi as duas sacolas de biscoitos em baixo do tanque. Mostrei à Paula dizendo que ele tinha deixado ali porque não gostava. Saímos da casa do Vitinho e quando fomos andando a Paula me deu um pão de queijo que ele trazia em uma sacola. Gostei do pão de queijo e a Paula me deu outro. A gente continuava andando. Na esquina da rua do Milton, que eh uma padaria que tem no bairro, disse para a Paula que queria comprar pão de queijo. Então viramos a rua e fomos em direção ao Milton. Nisto a Paula me deu um pão de queijo gigante. Do tamanho de uma bola de futebol. Fui comendo aquele pão de queijo e quando chegamos no Milton havia algumas pessoas comprando ali. Eu estava aflito por ser atendido, com medo do pão de queijo acabar. Ninguém me atendia. Então vi que tinha nas mão um pacote de massa pronta de pão de queijo. Devolvi para a Paula dizendo que queria o pão de queijo pronto. Nisto o Milton, enfim, perguntou o que eu queria. Disse que queria pão de queijo, mas daquele que a Paula tinha me dado. Ele disse que daquele já não tinha mais.

Sunday, April 13

NA SORVETERIA






Estava com o Nathan e outras duas pessoas em uma cidade.
O Nathan me chamou para tomar sorvete e entramos em uma sorveteria que tinha ali. Eu peguei uma taça de sorvete, mas o Nathan não quis tomar sorvete. Depois, ali mesmo na sorveteria fomos brincar de fazer tudo que o outro fizer. E assim fomos dentro da sorveteria mesmo. O Nathan passou de gatinho em baixo de um corrimão que tinha na sorveteria e servia para manter a fila única. Quando fui fazer o mesmo, alguém derrubou várias taças vazias de sorvete em cima de mim que estava ali andando de gatinho. Peguei as taças e entreguei a moça do caixa. Perguntei a ela quando eu devia pelo sorvete que havia tomado. Ela disse que eu não devia nada, pois já estava tudo pago. Eu e o Nathan fomos embora dali para uma praça que havia em frente a esta sorveteria e ficamos sentados em um banco desta.

HOSPEDAGEM SEM SENTIDO






Estava em um hotel em uma cidade próxima de Divinópolis. estava em uma convenção que tinha acabado de acontecer.
A segunda etapa desta convenção seria em Divinópolis. Então fui rapidamente para Divinópolis, para consegui vaga em um hotel. Fui em um hotel do centro da cidade e me hospedei lá. Era por volta de uma hora da tarde. A convenção seria as quatorze hora e deveria terminar por volta das vinte e huma horas. Depois que me hospedei no quarto e fui sai do hotel para dar uma volta na cidade até a hora da convenção, fiquei me perguntando porque eu tinha me hospedado no hotel se eu morava em Divinópolis. Fui até a recepção e perguntei a atendente qual era o preço do quarto onde eu me hospedei. Ela disse que eram 540,00 reais. Achei muito caro, mas ela disse que o quarto melhor custava 940,00 reais. Sai do hotel tentando entender a bobagem que tinha feito e pensando nos 540,00 reais que eu gastaria sem necessidade. 

FELIPÃO E O AVIÃO






Estava em um local onde havia uma rampa cimentada,  de uns cinco metros de largura e bem comprida.
Esta rampa ia até um local onde havia uma espécie de praça redonda toda cimentada, mas sem nada mais, exceto uma construção parecida com uma casa. Eu descia esta rampa e algumas pessoas vinha carregando em suas mãos um avião que deveria ter um metro de comprimento mais ou menos. A pessoa descia correndo nesta rampa e quando chegava naquela construção na praça, atiravam o avião. Se o avião saísse voando, eles iriam junto com ele. Vi algumas pessoa tentando e nenhum avião saiu voando. Nisto vi o Felipão, técnico da seleção brasileira, descendo esta rampa com o avião. Ele atirou o avião, que também não saiu voando. O Felipão então disse que a gente nunca iria sair dali. Disse a ele que tinha que esperar o vento, Sem vento avião não voaria.