Saturday, May 31

DUAS COLHERES PARA FLUTUAR






Estava em uma grande praça onde as ruas em sua volta eram todas de lajotas. 
A praça tinha poucas árvores e todo seu piso era de lajota também. Havia algumas pessoas andando por esta praça e umas quatro pessoas estavam comigo ali naquela rua. Eu disse para as pessoas que estavam comigo que eu conseguia flutuar. Disse que ia flutuar e que um deles me desse um empurrão para eu sair flutuando.
Então, peguei duas colheres de sopa e com a mão direita segurei uma delas com a concha voltada para cima. Dentro da concha desta colher, coloquei a outra colher em pé, segurando-a com a mão esquerda, de forma que esta colher que segurava com a mão esquerda, tivesse a ponta da concha dentro da concha da outra. 
Coloquei meu pé direito para frente e fiz força com a colher da mão esquerda sobre a da direita. Quando fiz isto, comecei a flutuar. Fiquei a uns vinte centímetros do chão. Então uma das pessoas que estava comigo me empurrou e como um balão de festa, sai rodopiando e indo a uns dez metros distante dali. Ao retirar uma colher de cima da outra, imediatamente parei de flutuar. Então reclamei com quem me empurrou, pelo fato de ter me feito sair rodopiando. Disse que assim eu ficava meio zonzo, que deveria empurrar para eu ir sem rodopiar. 
Estas pessoas que estavam comigo ficaram admirados pelo fato de eu conseguir flutuar. Então disse que sempre havia dito a eles que eu conseguia fazer isto, eles que nunca acreditavam. Então fomos para dentro de uma casa que tinha naquela rua e onde estava acontecendo uma festa. Lá dentro as pessoas que estavam comigo começaram a dizer que eu conseguia flutuar. Mas eles queriam ver para acreditarem. Então disse que não era possível flutuar em local fechado.  Desta forma não poderia flutuar dentro daquela casa. 


Sunday, May 25

A LAMBRETA






Estava em uma empresa para trabalhar.
Me deram um capacete que estava muito estragado, Queria trocar o capacete, mas não havia outro. Entrei no carro onde estava o equipamento e fui dirigindo até o local próximo onde eu trabalharia, para descer o equipamento. Havia estacionada ali, bem em frente onde eu faria o serviço, uma Lambreta. Fui estacionando o carro bem devagar para não esbarrar na Lambreta. Parei o carro, desci e fui ver se tinha esbarrado na mesma. Não tinha esbarrado na Lambreta, mas ficou quase encostado nela. 



A FURADEIRA






Estava em um local juntamente com algumas pessoas, parecia ser os fundos de uma empresa onde havia algumas árvores cortadas e outras de pé. 
Estava com uma furadeira nas mãos. Havia outra pessoa que também tinha uma furadeira. Cheguei perto de um dos troncos de árvore cortada, que deveria ter um metro de altura mais ou menos. Disse às pessoas que estavam ali que minha máquina de furar estava com uma broca que furava qualquer coisa. As pessoas duvidaram. Então fui furando o tronco daquela árvore ali. A furadeira furava este tronco com estrema facilidade. Fiz vários furos e cima daquele tronco, na parte que fui cerrada. Uma das pessoas disse que madeira era fácil de furar, queria ver eu furar concreto. Então disse a ela que minha furadeira furava qualquer coisa, mas que fosse de madeira.

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CHUPANDO MANGA






Estava vindo por uma rua estreita e em ambos os lados desta, havia paredões que deveria ter uns 10 metros de altura. 
Estes paredões eram cobertos com lajotas de pedra. As casas desta rua ficam à altura destes paredões. Nisto vi um homem com um carrinho de madeira e em cima deste carrinho tinha uma grande tábua que deveria ter uns três por dois metros. Em cima desta tábua, aquele homem vendia verduras e frutas. Fui até ele para comprar frutas. Vi uma manga que tinha o formato de um carro. Esta manga deveria ter uns vinte centímetros de comprimento. Quis comprar aquela manga e o vendedor disse que custava seis reais. Achei a maga muito carro e comprei outras duas frutas por três reais. Quando fui pagar as frutas, o vendedor disse que faria a manga por três reais. Assim ficaria tudo por seis reais. Então aceitei, paguei ao tal homem e coloquei as frutas na sacola e fui indo embora. Resolvi então chupar a manga. Sai andando com a sacola pendura no braço e usando as duas mãos para chupar aquela manga.

Sunday, May 11

A ESTRADA





Estava dirigindo uma moto com dois outros motoqueiros. Estava anoitecendo.
Íamos por uma estrada tortuosa por entre os vales de uma montanha. Nisto chegamos em uma parte desta rodovia que era feita de escada. A escadaria tinha a largura da rodovia e tinha muitos degraus, Eu não conseguia ver o final desta escadaria. Na ponta de cada degrau e em toda sua extensão, tinha uma chapa de ferro encaixada num corte que tinha ali. Os degraus eram largos. No final do degrau, rente ao próximo, também havia outro corte. A gente tinha que tirar esta chapa da ponta do degrau e colocá-la no corte do final deste degrau, isto para ir subindo degrau por degrau. Descemos da moto e fomos fazer isto. Eu e as duas pessoas que estavam comigo. Só depois que colocássemos a chapa no corte do final do degrau, que a gente podia subir no degrau. E assim, a gente foi subindo a medida que mudávamos a chapa de lugar. Como a chapa era muito grande e pesada, a gente estava subindo devagar demais. Então disse que não subiria os degraus daquele jeito. Mas os dois que estavam comigo disseram que a gente tinha que chegar lá em cima. Olhava para cima e não via o final dos degraus e imaginava que tão cedo a gente conseguiria chegar  ao final da escadaria. 



Sunday, May 4

O BARULHO QUE ACORDA






Estava dormindo em minha cama que fica bem abaixo da janela do quarto.
Acordei com um barulho repetitivo, Era alguém lavando o passeio com uma mangueira de água. Fiquei pensando que iria lavar o passeio de madrugada. Fiquei ajoelhado em minha cama e fui olha pela janela, quem estaria lavando passeio aquela hora. Nisto a Nathália entrou no meu quarto para ver também. Olhamos lá fora e não conseguia ver a pessoa, mas via a água escorrendo. A Nathália saiu do quarto e fui me deitar novamente. Então resolvi olhar as horas no meu celular e vi que já eram cinco da manhã. estava atrasado e levantei-me rapidamente.

VOZ DE CRIANÇA






Estava em uma sala grande juntamente com várias outras pessoas.
Estas pessoas conversavam muito e quase todas ao mesmo tempo, mas sempre uma com outra. Eles falava sobre futebol. Então resolvi entrar no assunto e falei sobre futebol também. Quando falei, todos começaram a rir. Perguntei porque riam. Duas pessoas que estava ao meu lado disseram que era devido eu ter voz de criança. E que estava engraçado eu falando com voz de criança. Então disse a eles que meus dentes eram pequenos e de leite ainda, que não tinha sido substituídos, por isto tinha voz de criança. Eles riram novamente e disseram que os dentes não tinham nada a ver com a voz. Eu disse que no meu caso, sim.

A FOLHA DE PONTO






Estava chegando na empresa onde trabalho.
Fui até o escritório e disse para a moça do RH que minha folha de ponto estava errada. Mostrei minha folha à ela e ela dizia que não tinha nada errado. Mas eu insistia que não estava correta. O Chiquinho também disse que a dele estava errada. A moça do RH não quis nem olhar a folha de ponto, dizendo que não havia nado errado com ela.

Saturday, May 3

AS DUAS RODOVIAS






Estava dirigindo o carro da empresa em uma rodovia. O Chiquinho estava comigo.
Vi que precisava colocar gasolina no carro. Vi que a frente tinha um posto de gasolina. Para acessar este posto, havia uma via lateral. Eu dirigia do lado oposto do posto. Esta via lateral começava bem antes do posto. Atravessei a pista e entrei nesta via lateral. Esta via era estreita e só passava um carro. Quando entrei nesta via, vi que vinha um outro carro em sentido contrário. Fiquei pensando se tinha entrado em via errada. Mas o carro que vinha entrou em uma saída e então percebi que eu estava correto. Quando cheguei neste posto, vi que ele ficava entre duas rodovias. A que eu estava, que era uma rodovia simples, e a que passava do outro lado, que era duplicada. Estas duas rodovias se aproximavam uma da outra justamente neste posto e depois se afastavam novamente. A rodovia duplicada ficava mais alta que a simples, uns 3 metros. Com isto o posto ficava em desnível, mas era todo cimentado como qualquer posto de gasolina. Parei o carro para abastecer e pedi a moça que me atendeu para colocar trinta e três reais. 
Puxei o frei de mão do carro e tirei o pé do freio. Mas o carro foi descendo, devido ao desnível do posto. Liguei o carro e dei marcha a ré e aproximei da bomba de gasolina novamente. Fiquei com o carro ligado para mantê-lo ali até ser abastecido. Assim que a moça abasteceu, sai com o carro, só que fui pegar a rodovia duplicada. Parei antes um pouco, e para que o carro não voltasse, pedi ao Chiquinho que ficasse pisando no freio porque eu tinha tido a impressão que estava vazando gasolina. Fui atrás do carro e vi que estava jorrando um filete de líquido bem próximo ao cano de descarga. Voltei para o carro e disse ao Chiquinho que assim que chegássemos na empresa, diria para o Alex que o carro estava vazando gasolina ou água.