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Mostrando postagens de Junho, 2014

O RELÓGIO DOURADO DO MULTUNIVERSO

Estava no meu quarto do apartamento onde moro.  Havia duas camas ali. Em baixo de uma cama, vi um relógio dourado, que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave. Cheguei à janela do meu quarto, olhei lá em baixo, vi um homem encostado na parede de uma casa. Desci do meu apartamento, fui até o homem que estava encostado na parede e entreguei a ele a chave que havia pegado debaixo da cama. Ele que tinha que pegar o carro, encher o tanque e depois levar o carro ao local combinado. Dei a ele 100 reais, com o qual deveria abastecer o carro. Este homem pegou o dinheiro e foi embora sem questionar nada. Voltei para meu quarto e comecei a subir as escadas, porém as escadas não tinham fim. Fiquei furioso com aquilo e instantaneamente me dei conta que estava à frente da porta do quarto. Ao abrir, ao invés de estarem as duas camas, havia uma avenida enorme e vazia. Vi o carro que pedi para ser abastecido, parado na esquina. Fui ao encontro dele quando percebi qu…

A CRIANÇA E OS SAQUINHOS DE PIPOCA DOCE

Estava em um local próximo a uma ponte e a nossa casa. Estava carregando uma criança de colo e pedi ao Jorge para comprar dois reais de saquinhos de pipoca doce. Também pedi para ele comprar outros dois reais de pacotes de café solúvel. Dei a ele quatros reais em moedas, sendo que uma era de um real e as outras de dez centavos. Fui andando perto desta ponte, que na verdade era bem baixa, tinha corrimão, tinha uns cinco metros de comprimento e um metro de largura e era em curva. Ela só servia para atravessar um pequenino riachinho. Quando fui chegando perto da ponte o Jorge veio me entregar o que tinha comprado. Me entregou um saco grande cheio de saquinhos de pipoca doce. Tinha muita pipoca ali. Perguntei a ele como dois reais tinha comprado tanto saquinho de pipoca, pois ali deveria ter uns cem saquinhos. Ele disse que cada saquinho tinha custado só cinco centavos. Este saco que continha os saquinhos de pipoca estava rasgado em sua lateral, mais ou menos na parte do meio.  Para carregar …

A TATUADORA

Estava em uma rua quando uma garota se aproximou de mim. Ela era muito bonita. Disse que era tatuadora e perguntou se eu não estaria interessado em fazer uma tatuagem. Não gostava de tatuagens, mas parecia que vendo a beleza dela, não conseguia dizer não. Assim fui até o local onde ela tatuava, que era em um edifício. Subimos até o andar dela e entrei em uma sala onde havia algumas pessoas e uma parte desta sala estava cercada por cortinas. Entrei nesta parte da sala cercada onde havia uma cama de solteiro. Sentei nesta cama e a tal mulher pediu para eu assinar o termo de responsabilidade em duas vias, confirmando que eu queria mesmo fazer a tatuagem. As duas folhas estavam em branco com os espaços para serem preenchidos.  A mulher disse que eles iriam preencher com meus dados depois. Assinei as duas folhas, pois estava encantado com a beleza da mulher. Depois tirei a camisa e deitei nesta cama. Ela olhou meu peito e chamou um homem que estava ali para ver a pinta que eu tinha no peito.…

ALÉM DO TEMPO E DA DISTÂNCIA

Estava na casa da minha mãe.  Eu tinha doze anos e minha mãe estava bem nova. A gente ia caminhando pelo jardim e ela dizia que eu precisava crescer. Ela ia à minha frente. Parei e fiquei pensando como seria possível crescer mais rápido que se crescia normalmente. 
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NO QUARTO DO HOTEL

Estava em um quarto de hotel, a trabalho,  com o Chiquinho. Neste quarto tinha quatro camas de solteiro, mas o Chiquinho disse que só dormia em cama de casal. Então ele saiu do quarto e procurou outro. Neste outro quarto que ele foi, também tinha quatro camas de solteiro. Ele então juntou duas camas de solteiro para fazer uma de casal. Disse que iria ficar naquele quarto. Voltei para o quarto que tinha me hospedado.
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TENTANDO LAVAR ROUPAS

Estava na área de serviço do meu apartamento. Estava lavando roupas. Coloquei o Confort na roupa e pus a máquina para enxaguar. Mas a máquina começou a jogar a água fora sem bater para misturar o Confort. Eu tentava desligar a máquina, mas ela continuava jogando a água fora. Puxei a tomada, mas ainda assim a máquina não desligou. Assim que terminou, a máquina começou a centrifugar. Uma pessoa chegou perto de mim e eu disse a ela o problema que estava acontecendo. Ela disse que a máquina era assim mesmo, só fazia o que queria.
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O BEZERRO E A MULHER

Estava em uma construção onde tinha um pátio e em volta desta uma construção com uma varanda percorrendo os três lados dela. Parecido com o pátio de uma escola. Eu e o Fernando estávamos na parte dos fundos desta varanda que era cercada por uma parede que deveria ter um metro de altura e uma saída de frente a onde a gente estava. Na parte da varanda do nosso lado esquerdo tinha uma mulher com os cabelos todo desarrumado e embaraçado, que gritava muito com a gente. No pátio e um pouco distante de onde a gente estava, tinha um bezerro malhado. Este bezerro estava sentado. Ele estava assustado com os gritos da mulher que mandava este bezerro atacar a gente. Este bezerro estava com o pescoço bem esticado, assustado com tudo ali.  Então O Fernando pegou um ovo de galinha e atirou em direção ao bezerro. O ovo espatifou bem na frente do bezerro que se assustou mais ainda e foi esticando seu pescoço e sua cabeça foi se transformando em cabeça de cobra. O bezerro continuava sentado e com a cabeç…

NA PONTE

Estava com o Fernando subindo por uma ponte que tinha a forma de "U" de cabeça para baixo. Uma mulher que vinha próximo a gente, dizia que eu era verdadeiro e sincero. Dizia que gostava muito de mim. Quando chegamos no ponto mais alto desta ponte que tinha a forma da letra "U" de cabeça para baixo, paramos porque ali era o ponto do ônibus que a gente tinha que pegar. Havia outras pessoas ali esperando o ônibus também. Esta ponte tinha a largura de um ônibus mesmo. Passando próximo de onde a gente estava e cruzando com esta, havia outra ponte em forma de "U" de cabeça para baixo também. O mesmo tinha do outro lado. havia algumas saídas desta ponte quando de sua subida. Assim, vimos um ônibus vindo e eu disse ao Fernando que não era o que a gente esperava. Este ônibus virou por uma destas saídas. Ficamos ali esperando pelo ônibus e a tal mulher não parava de dizer que gostava de mim por eu ser muito sincero e verdadeiro.  CLICK AQUI E SAIBA DE TUDO UM POUCO

PENDURADO EM ALTO MAR

Estava em um local que ficava mar a dentro. Havia duas barras de ferro que vinham da costa até um ponto do mar que ficava distante desta. Não conseguia ver a costa. Estas duas barras de ferro estavam separadas uma da outra em mais ou menos um metro. Era ligadas uma na outra por barra de ferros também. Tipo cais do porto, sem aquelas tábuas que fazem o piso. Na ponta, que era perto de onde eu estava, havia uma barra de ferro unindo as duas barras que vinham da costa. Um metro mais ou menos, havia outra barra e um metro depois havia outra. O final destas duas barra eram em curva para baixo, de aproximadamente um metro descendo. Em cima destas barras de ferro havia uma tábua que deveria ter uns trinta centímetros de largura e tinha em toda extensão das duas barras que vinha da costa. Estas barras tinham uma altura de mais ou menos trinta metros.  O Fernando, que deveria estar com uns dez anos,  estava em cima desta tábua e próximo a ponta da barra que ficava no mar. Ele se segurava como po…

A ESTRADA, OS CARROS E O HOMEM

Estava em uma alta montanha, que tinha mais ou menos a forma de um cone e onde passava uma estrada em zig zag rodeando aquela montanha.  Estava em uma trilha de terra, quase no topo daquela montanha,que tinha entre aquela estrada. Nisto vi dois carros brancos vindo em alta velocidade. Eles não conseguiram fazer a curva e caíram. O primeiro carro caiu na estrada lá em baixo, batendo os quatro pneus no chão e assim ficando no sentido de contra mão. O segundo carro também caiu de pé, de lado para a frente do outro carro. Não aconteceu nada, apenas caíram ali e assim ficaram como se não tivesse acontecido nada. Fui descendo aquela trilha, para ir ver os carros, quando veio por trás de mim, um homem com armadura de ferro. Ele tinha uma espécie de mini-turbinas nos pés que o mantinha no ar.  Em suas mãos havia um cano de uns cinquenta centímetros e na ponta uma serra circular que girava rapidamente. este homem veio em minha direção e tentou me serrar. Desviei dele e ele acertou uma árvore que…