Sunday, July 27

PAPEL COM ENDEREÇO






Estava em uma rua de uma cidade. Havia uma igreja li perto.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Estava com um papel na mão, onde tinha o endereço que eu procurava. Nisto veio o Anderson correndo e tirou o papel da minha mão e continuou correndo. Gritei para ele devolver o papel pois precisava do endereço. Ele continuava a correr dizendo que era para eu o pegar. Sai correndo atrás dele. Ele dava a volta naquela igreja, mas eu não conseguia alcançá-lo. Se eu corria muito, ele também, se eu diminuísse a velocidade que corria, ele também. Assim eu permanecia sempre na mesma distância. Então desisti de persegui-lo e sentei no parapeito da igreja. O Anderson veio e me entregou o papel. Disse que podia ficar com ele porque não queria mais.

DIRIGINDO NA ESTRADA DE TERRA






Estava dirigindo o carro por uma estrada de terra. O Chiquinho estava comigo.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
A gente procurava por uma lanchonete para lanchar. Mas não víamos nada além de árvores na beira da estrada. Então percebi que dirigia na estrada que ia até São José de Pedras nas Minas Gerais. Disse para o Chiquinho que não tinha lanchonete naquela estrada. Ele então disse para a irmos até São José de Pedras e lancharmos lá. Fiquei na dúvida se iria ou não, já que a empresa proibia dirigir carro em estrada de terra. Mas decidi ir, porque a gente estava com fome. Encontramos uma lanchonete, mas a atendente disse que cobrava pelo atendimento. Consumindo ou não, a gente tinha que pagar só de estar ali conversando com ela. Decidimos ir embora e não lanchar, porque não concordava em pagar só para perguntar se tinha algo e o preço. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação




INSETOS






Estava em um quarto de uma casa. Havia três pessoas comigo.
Desenho de propriedade da Thymonthy Becker Comunicação
Estava deitado na cama quando vi um inseto passando voando perto de mim. Olhei e vi que a janela estava um pouco aberta. Fui fechar a janela, reclamando de alguém que a deixou assim e desta forma, permitiu a entrada de inseto no quarto. Quando fechei a janela, veio outros insetos e ficaram tentando entrar. Estes insetos tinham o tamanho de um pardal, mas tinha a forma de uma libélula. Olhando os três insetos que tentavam entrar ali disse que era para eles procurarem outro local, porque ali não entrariam. Eles, parecendo ter me ouvido, foram embora dali.

ELEFANTES






Estava em um descampado todo gramado. O local era bem grande.
Havia perto de onde eu estava uma construção. Eu via aquele descampado. Ali tinham vários elefantes deitados de lado. Uns vinte talvez. Um elefante bem grande, que estava de pé, ficava correndo entre eles. Toda vez que eu elefante que estava deitado se mexia, tentando se levantar, este elefante que estava de pé, corria até ele, levantava as patas dianteiras o mais alto que podia e batia a tromba com toda a força que podia na barriga do elefante deitado de lado. E assim ele ficava de um lado a outro, sempre batendo com força, obrigando os outros elefantes a permanecerem deitados de lado e sem se mexerem. 
Nisto um homem foi até lá, para tentar impedir de o elefante fazer aquilo. Este elefante veio até este homem, fez o mesmo gesto e ao invés de bater a tromba no tal homem, bateu a perna na cabeça daquele homem. Ele afundou no chão, ficando só a cabeça de fora. O elefante pisou em cima da cabeça daquele homem. Ele afundou e foi sair pertinho de onde eu estava. Saiu de pé. Então ele me disse que não tinha como para o tal elefante que batia nos outros, a não ser que a gente cortasse a tromba dele. Eu disse que não o ajudaria a fazer aquilo e foi embora dali.

Thursday, July 24

DE DENTRO DO CARRO






Estava chegando dentro de uma empresa, de carro.
Estava com outras três pessoas dentro deste carro. Eu estava no Banco de trás. Quando entramos no pátio desta empresa, paramos o carro perto de um homem que estava ali. Da janela do carro disse ao tal homem que a gente ia fazer um monitoramento da qualidade do ar. Ele disse que não sabia de nada e foi chamar outra pessoa. Veio outro homem e disse a ele a mesma coisa. isto sem sair de dentro do carro. Ele me olhou estranhamente de pois disse que se a gente estava mesmo afim de tosquiar que fosse então. Ai descemos do carro para fazer o serviço.

Sunday, July 20

SALVANDO OS CACHORRINHOS






Estava em um local que parecia uma praça pública, mas fechada. Estava anoitecendo.
Caminhando por esta praça, vi um quadrado grande, feito de tubos, iguais aqueles que ficam em parques infantis, para crianças subirem e ficarem brincando ali. Em cima deste quadrado havia um piso só que o centro deste era vazado, para que se pudesse subir em cima, quem estivesse escalando o quadrado. Vi que tinha colocado de cada um dos lados deste local vazado, em cima daquele piso, as duas poltronas que eu tinha. Foi eu quem pediu para colocar as poltronas ali. Vi então que estava sentado em cima de uma destas poltronas, um homem com um cachorro grande no colo. Não gostei de ver o tal homem sentado em minha poltrona e fui reclamar com quem tinha colocado as mesmas ali. Nisto vi dois cachorros pequenos, tentando se segurarem nos tubos daquele quadrado. Eles estavam tentando subir para onde estava o homem com aquele cachorro. Como o quadrado era alto, os cachorrinhoss não se soltavam e também não conseguiam subir. 
Fui até lá e perguntei aos cachorros se eles queriam ajuda. Eles disseram que não, estava tudo bem. Perguntei se eles não estavam  conseguindo sair dali, pois eu podia ajudar, mas eles disseram que estava tudo bem. Então, quando fui saindo um dos cachorros disse que realmente, não conseguiam sair dali. Subi até lá, peguei o primeiro cachorro e estiquei a mão para baixo para soltá-lo em um monte de areia que tinha próximo ao quadrado. E assim o fiz. Ao cair na areia o cachorro ficou chorando. Veio uma pessoa, pegou o cachorro e perguntou se eu estava "doido" jogando o cachorro daquele jeito, pois ele podia se machucar. Esta pessoa saiu com o cachorrinho no colo. Peguei o outro  e desta vez fui ao mais próximo do chão para soltá-lo. Quando o fiz ele agradeceu e saiu correndo. Subi em cima do quadrado para pedir ao tal homem para sair de minha poltrona, quando o cachorro grande que estava com ele, olhou nos meus olhos e disse que iam ficar ali e era para eu ficar quieto. Com medo do cachorro, desci dali e fui embora.

APAIXONE-SE

O QUINTAL






Estava no quintal da casa do Ricardo.
Estava sentado ao lado dele, em uma mesa grande que havia ali. Havia um pequeno barracão em frente desta mesa e uma das janelas deste pequeno barracão ficava virada para esta mesa. Eu ria de alguma coisa que o Ricardo tinha dito. O Ricardo não gostou da brincadeira e ficou reclamando comigo. Nisto o Vitinho chegou na janela daquele quartinho, com uma desempenadeira de pedreiro, com massa de cimento em cima, uma colher de pedreiro na mão e, perguntou o que estava acontecendo. Disse que nada. Mas o Ricardo continuava a chingar. Então disse, falando baixo para o Vitinho não ouvir, que era só uma brincadeira, que ele não precisava apelar. Percebi que o Vitinho e o Nênei estavam reformado o barracão para o Ricardo. Não queria que eles ouvisse que o Ricardo estava chateado com a brincadeira.

A PASSARELA






Estava em uma passarela que ficava dentro de um galpão. Era noite.
Esta passarela, tipo aquelas que ficam sobre rodovias, tinham em seu centro, quatro pessoas, sendo que uma delas era uma criança que deveria ter uns 10 anos. Estava na ponta desta passarela juntamente com outras três pessoas. Sempre procurando por algo, fomos andando por aquela passarela, para o outro lado. Quando passamos por aquelas pessoas que estavam no centro dela, aquela criança deu um tapa na mão de cada um de nós. Quando voltamos, a criança fez a mesma coisa. Foi assim três vezes. Na quarta fez, quando a criança veio bater na minha mão, segurei a mão da criança impedindo ela de fazer isto e devolvi os três tapas que ela tinha me dado. Ela ficou rindo e disse que fazia aquilo por brincadeira.

Saturday, July 19

TRABALHANDO DE SHORT






Estava no pátio de uma empresa que ficava a céu aberto.
Estava sem camisa e usava um short marrom. Carregava peças de um lado para outro daquele pátio, mas meu short ficava sempre caindo. Ficava toda hora levantando o short que não parava na minha cintura. Uma pessoa passou por mim e disse que era para eu arrumar um cinto e assim o short não mais iria cair. Disse que não gostava de usar cinto e preferia ficar segurando o short. Depois lembrei que este short nem dava para colocar cinto. Continuei carregando aquelas peças, segurando meu short.

A BICICLETA






Estava em um local que parecia uma grande praça pública.
Era noite. Havia algumas pessoas ali. Havia algumas árvores plantadas e todos os jardins desta praça estavam gramados. Eu procurava por alguma coisa, andando de um lado ao outro, mas não encontrava porque nem eu sabia o que procurava. Nisto chegou o Tatu, do programa esportivo "Tatu.com detonando geral" dirigindo uma bicicleta. Ele disse que iria me dar uma carona. Sentei no quadro desta bicicleta e saímos desta praça. O Tatu entrou nem beco estreito que mal cabia a bicicleta. Quando saímos no final deste beco, tinha um posto de gasolina. A Bomba de abastecimento ficava bem na entrada deste beco e quase que o Tatu atropelou o frentista que abastecia um carro. Passamos pelo posto e chegamos em uma rua com calçamento de pedras, O tatu saiu dirigindo a bicicleta comigo no quadro e fomos embora.

Saturday, July 12

A ESTUFA






Estava num local que parecia uma grande estufa.
Dentro desta estufa vi uma mosca que era maior que uma lata de sardinhas. Ela voou uns quatro metros e depois pousou. Fui até lá e peguei a mosca pelas costas dela. Ela era maior que minha mão. Fui segurando a mosca e levei até uma pessoa que estava sentada naquela estufa e parecia ser alguém que tomava conta do local. Mostrei a mosca para aquela pessoa que disse para soltá-la, pois a mosca era de estimação. Voltei segurando a mosca e a coloquei no lugar onde ela estava pousada. 

NA RUA DE TERRA BATIDA






Vinha dirigindo o carro por uma larga rua de terra.
Ao passar por cima de uma pedra que tinha o tamanho de uma bola de futebol, o carro começou a andar lentamente. O Basílio estava comigo e disse a ele que o carro não queria andar rápido. Nisto fui passando por uma grande pedra que estava no meio daquela rua. O Basílio disse que eu tinha que fazer um curso de atualização para dirigir o carro. Disse que não faria de jeito nenhum. Parei o carro e peguei duas garrafinhas de água mineral, que estava fazias e disse ao Basílio que iria procurar água para beber.

O CACHORRO






Estava em um quintal de uma casa.
Tinha ali um cachorro grande, de cor escura, preso em uma corrente. Passei perto deste cachorro que ficou rosnando para mim. Havia um outro cachorro igual ao que estava preso na corrente, só que solto e este era muito magrinho. O da corrente estava bem encorpado. O que estava solto vinha até minha e se afastava com medo. Já o da corrente ficava rosnando. Quando passei novamente perto do que estava na corrente, ele começou a falar comigo, rosnando, dizendo que ia me pegar. Não assustei vendo o cachorro falando e continuei naquele local. Tinha uma varanda ali com um quartinho e uma porta. Entrei neste quartinho e quando fui sair, vi que o cachorro da corrente, estava se soltando. Saiu da corrente e pegou uma faca. Temendo que ele viesse atrás de mim, fechei a porta do quartinho, me trancando lá dentro. Fiquei ali gritando pela pessoa da casa, para que ele viesse me buscar. Pela fresta da porta, não via nenhum dos dois cachorros.