OS SONHOS QUE SONHEI - THE DREAMS I DREAM.: Agosto 2014

A caixa separadora - As sementes passavam pela caixa e caíam na folha de papel, mas o dinheiro ficava retido na caixa.






As sementes passavam pela caixa e caíam na folha de papel, mas o dinheiro ficava retido na caixa.
Estava em um local que ficava no quintal de uma casa.
Havia ali uma armação feita de bambu que estava a uns três metros do chão e deveria ter uns três metros por três metros. Em cima desta armação de bambu havia três caixas pequenas de madeira, quadradas, devendo pedir uns vinte centímetros de comprimento, largura e altura. Esta caixa não tinha tampa. Elas ficavam nas duas pontas da armação de bambu e uma no meio desta. Um pouco abaixo desta armação de bambu havia uma prateleira que ocupava toda a extensão desta armação de bambu. Em cima desta prateleira havia toalhas de papel exatamente em baixo das caixas que tinha em cima da armação de bambu. Eu tinha nas mãos uma vara com um bico tipo de bule na ponta.
Eu colocava este bico na boca das pequenas que estava em cima da armação de bambu. Apertava um gatilho que tinha nesta vara próximo a minha mão, fazendo com que uma semente, parecida com semente de uva, caísse dentro desta caixa. Depois, esta semente caía na toalha de papel que tinha abaixo desta. Ia fazendo isto de caixa em caixa. Nisto começaram a chegar pessoas para trabalhar em uma firma que tinha pouco a frente do quintal desta casa.

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As pessoas passavam ali e colocavam moedas e cédulas de dinheiro dentro destas caixas, pensando ser caixinhas de natal, para depois dividir entre eles. Eram muitas pessoas que passavam ali para o trabalho e assim colocaram muito dinheiro. O dinheiro não caía nas folhas de papel como as sementes fazendo parecer que a caixa sabia o que era semente e o que era dinheiro e fazia a separação. Eu não sabia para onde este dinheiro ia. Fiquei pensando como eles colocam o dinheiro sem saber se as caixas eram para isto ou não. Deveria ter muito dinheiro ali. Depois de colocar todas as sementes fui embora.

Até o próximo sonho

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Em câmara lenta - Um copo de água trincado gerou toda uma confusão (Por: Fernando Cesar)




Um copo de água trincado gerou toda uma confusão 
Vinha por uma rua juntamente com uma pessoa.
Eu carregava um capo, tipo de requeijão, cheio de água. O homem que estava comigo carregava uma caixa parecida com a caixa do Orsat, usado para medir a concentração dos gases em chaminés. Vi então que o copo que eu carregava esta trincado. O tal homem colocou a caixa no chão e eu coloquei o copo em cima. Assim que fizemos isto, um homem chegou e agarrou pelo pescoço a pessoa que estava comigo dizendo que a gente tinha quebrado o copo dele. Sai correndo, mas o tal homem atirou deu três tiros em mim. Ouvindo os tiros parei e olhei para trás. Vi que as balas vinha lentamente em minha direção. 
Podia ver o vento que elas deslocavam, como se estivessem em câmara lenta. As balas vinham na ordem em que ele tinha atirado mas não estavam em fila indiana. Quando elas se aproximaram de mim, eu desviei delas. O tal homem então deu outros três tiros. Aconteceu a mesma coisa e eu desviei das balas também, porque vinham lentamente. Então o home deu um tiro e quando fui desviar desta bala, escorreguei e bati com a testa em uma pequena pedra que tinha no chão. A pedra fez um pequeno furo na minha testa, que começou a sangrar. Pensei ter sido atingido pela bala e achei que era o meu fim. Fechei os olhos, mas fiquei imaginando porque ainda respirava. Fiquei deitado ali, de olhos fechados, pensando porque eu estava demorando tanto para partir. Nada aconteceu. Levantei, olhei em volta e não vi ninguém, então fui embora.

Valeu gente. Até o próximo sonhos


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O Protagonista - O filme se passava a noite e a cena era correndo, mas os cachorros corriam atrás de mim (Por: Fernando Cesar)




O filme se passava a noite e a cena era correndo, mas os cachorros corriam atrás de mim
Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "e fala meu nome". 
Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás.
Olhando os cachorros correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só a cabeça, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte e ficou apenas a cena escura.


Valeu gente. Até o próximo sonho

O dinheiro - Precisava ir viajar com o caminhão, mas antes precisava deixar dinheiro para pagar as contas (Por: Fernando Cesar)




Precisava ir viajar com o caminhão, mas antes precisava deixar dinheiro para pagar as contas 
Estava anoitecendo. Vinha por uma rua dirigindo um caminhão.
Este caminhão deslizava por esta rua de um lado a outro. Com dificuldades vinha dirigindo este caminhão, sem deixar que ele batesse em qualquer coisa. Parei este caminhão numa esquina onde de um lado havia casas e do outro era só mato. Fui até uma casa que seria a minha. Na sala onde entrei tinha um móvel que era do comprimento da parede, parecido com uma Cômoda, só que comprido. Este móvel tinha três gavetas que eram do comprimento deste móvel. A gaveta de baixo que ficava quase rente ao chão estava aberta.

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Havia muita bagunça dentro desta gaveta que estava cheia de papéis. Sentado dentro desta gaveta tinha uma criança que deveria ter um ano e pouco. Eu precisava colocar dentro daquela gaveta 50 reais. Mas não queria que a criança visse, pois ela poderia pegar. No canto desta sala tinha outras duas crianças. As três crianças eram meus filhos. Peguei uma caixa de bombom para oferecer àquelas crianças, assim eu as distrairias e guardaria o dinheiro.
Quando ofereci as duas crianças que estavam no canto da parede, elas disseram que já estava comendo bombons. Uma destas crianças era o Fernando. A criança de dentro da gaveta ficava só me olhando e assim eu não conseguia colocar o dinheiro ali. Então joguei a caixa de bombom no outro lado da gaveta. Quando a criança olhou para onde eu tinha jogado a caixa, coloquei os 50 reais debaixo dos papeis que tinham no canto da gaveta. Saí dali e encontrei com a Paula do lado de fora da casa. Disse a ela que ia viajar pra longe naquele caminhão e que demoraria para voltar. Pedia a ela que fosse comigo até o caminhão, pois eu iria viajar sozinho daquela vez e não gostava de viajar sozinho. Fomos andando em direção ao caminhão. Saí com o caminhão e fui embora

Os números - O juiz, por não entender de matemática, fazia os cálculos do seu jeito. (Por: Fernando Cesar)




O juiz, por não entender de matemática, fazia os cálculos do seu jeito. 
Tinha um dinheiro para receber, resultando de um processo trabalhista que tinha ganho. O valor que eu tinha ganho era de 22.557,00 reais. O Juiz mandou que fosse pagos em 05 parcelas e que poderia ser em cheque. Mas o Juiz disse que o valor real que eu tinha direito era de 14.007,00 reais. Disse que o valor de cada parcela deveria ser de 2.857,00 reais. Disse ao Juiz que este valor não dava exato 14,007.00 reais. O Juiz disse que quem mandava era ele e que não se discutia. Sai dali resmungando dizendo que o Juiz não entendi nada de matemática.


Valeu gente. Até o próximo sonho

ESTAVA TUDO FECHADO






Estava em um cômodo de uma casa. estava meio escuro.
Havia um tanque de lavar roupas. peguei um balde com água e dentro deste balde tinha vários pacotes de bolha. Fui escorrer a água deste balde para dentro do tanque, sem deixar cair os pacotes de bolacha porque elas molhariam se caíssem. Ao fazer isto deixei cair os pacotes de bolachas que molhara. Peguei as bolachas molhadas e as coloquei de volta nos saquinhos. Mas vi que não dava mais para comê-las. Ficou no balde um frasco de Neusoro, usado para pingar no Nariz quando este esta congestionado. Precisava sair para comprar outro Neusoro e as bolachas. Mas sabia que estava tudo fechado e não iria adiantar, mas eu precisar ir assim mesmo.

NO ESTREITO CAMINHO






Estava andando por um estreito caminho que era acompanhado de grama em ambos os lados.
Meu rosto estava dormente e torto do lado esquerdo. Eu lembrava que já tinha ficado com o rosto daquele jeito antes. Andava trocando as pernas, meio que cambaleando. Tentava consertar o jeito de andar e não conseguia. Andava como uma mulher faz em passarela, jogando a perna para os lados opostos. Como não conseguia consertar meu jeito de andar achava que ficaria assim para sempre, andando torto e o rosto torto também.

O mini-banheiro - As paredes deste banheiro tinham aproximadamente um metro de altura, parecendo banheiro coletivo de empresas




As paredes deste banheiro tinham aproximadamente um metro de altura, parecendo banheiro coletivo de empresas
Estava na casa que seria a do Grilo.
Estava com o Grilo e o Israel. Estava ao lado do que seria o banheiro. Este banheiro tinha um metro por um metro. Ficava aproximadamente um metro acima do nível da casa, Na parede do banheiro, do lado de fora, estava a pia para se escovar os dentes. As paredes deste banheiro tinham aproximadamente um metro de altura, parecendo banheiro coletivo de empresas. Tive vontade de ir ao banheiro e tive certa dificuldade para subir ao nível dele, visto não ter escada para acessá-lo.

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Quando entrei neste banheiro, vi que ele estava todo entupido e já transbordando. Como estava muito apertado para urinar, fui assim mesmo, e dizendo para o Grilo que o vaso dele estava cheio e transbordando. Nisto, o Israel, que escovava os dentes naquela pia do lado de fora do banheiro, subiu em uma cadeira para olhar por cima daquela pequena parede. Com a escava de dentes na boca o israel disse que tava feia a coisa. Como eu estava em pé, podia ver por cima daquela parede.



Então vi o Grilo que foi dizendo que não era para fazer nada. Ele já tinha comprado um produto que era só jogá-lo no vaso e desentupia tudo. Não acreditei muito que isto seria possível e disse que eu poderia desentupir para ele. Mas o grilo disse que não, que ele mesmo faria isto.

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CLÁUDIO, MINAS GERAIS - A cidade de Cláudio é conhecida mundialmente como o “Maior Pólo de Fundições e Metalúrgicas da América Latina”. Possui um número invejável de Indústrias do setor. São mais de 80 empresas. Cláudio também se destaca na produção de móveis em alumínio, peças de ferro fundido e outros. Cláudio eh conhecida nacionalmente, como a terra dos apelidos. Todos os moradores da cidade têm apelidos. Qualquer pessoa que vier de outra cidade e ali fizer morada, também ganhará um apelido. Existe na cidade até um catálogo telefônico, onde não consta o nome do usuário da linha, e sim, o apelido do mesmo. Cláudio também eh a terra natal da avó do Senador "Aécio Neves" Dona Risoleta Neves.

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ÁGUAS DO TREME LAKE RESORT, INHAÚMA, MINAS GERAIS - Com vista espetacular de colinas e cerrados, o hotel tem trilhas, pista de cooper e trenzinhos além de balonismo pescarias e passeios a cavalo. Águas do Treme é um oásis no meio do cerrado mineiro, cercado por suaves colinas de mata nativa. Um lugar calmo, ideal para uma experiência única no hotel ou na orla, com o sistema Day Use. O complexo foi projetado para que o hóspede possa desfrutar de um ambiente agradável e cordial, relaxando ou praticando diversas atividades