Sunday, August 17

A PARREIRA, A CAIXINHA E AS SEMENTES






Estava em um local que ficava no quintal de uma casa.
Havia ali uma armação feita de bambu que estava a uns três metros do chão e deveria ter uns três metros por três metros.  Em cima desta armação de bambu havia três caixas pequenas de madeira, quadradas, devendo pedir uns vinte centímetros de comprimento, largura e altura. Esta caixa não tinha tampa. Elas ficavam nas duas pontas da armação de bambu e uma no meio desta. Um pouco abaixo desta armação de bambu havia uma prateleira que ocupava toda a extensão desta armação de bambu. Em cima desta prateleira havia toalhas de papel exatamente em baixo das caixas que tinha em cima da armação de bambu. Eu tinha nas mãos uma vara com um bico tipo de bule na ponta. 
Eu colocava este bico na boca das pequenas que estava em cima da armação de bambu. Apertava um gatinho que tinha nesta vara próximo a  minha mão, fazendo com que uma semente, parecida com semente de uva, caísse dentro desta caixa. Depois, esta semente caia na toalha de papel que tinha abaixo desta. Ia fazendo isto de caixa em caixa. Nisto começaram a chegar pessoas para trabalhar em uma firma que tinha pouco a frente do quintal desta casa. As pessoas passavam ali e colocavam moedas e cédulas de dinheiro dentro destas caixas, pensando ser caixinhas de natal, para depois dividir entre eles. Eram muitas pessoas que passavam ali para o trabalho e assim colocaram muito dinheiro. Fiquei pensando como eles colocam o dinheiro sem saber se as caixas eram para isto ou não. Deveria ter muito dinheiro ali.

EM CÂMARA LENTA






Vinha por uma rua juntamente com uma pessoa. 
Eu carregava um capo, tipo de requeijão, cheio de água. O homem que estava comigo carregava uma caixa parecida com a caixa do Orsat, usado para medir a concentração dos gases em chaminés. Vi então que o copo que eu carregava esta trincado. O tal homem colocou a caixa no chão e eu coloquei o copo em cima. Assim que fizemos isto, um homem chegou e agarrou pelo pescoço a pessoa que estava comigo dizendo que a gente tinha quebrado o copo dele. Sai correndo, mas o tal homem atirou deu três tiros em mim. Ouvindo os tiros parei e olhei para trás. Vi que as balas vinha lentamente em minha direção. Podia ver o vento que elas deslocavam, como se estivessem em câmara lenta. As balas vinham na ordem em que ele tinha atirado mas não estavam em fila indiana. Quando elas se aproximaram de mim, eu desviei delas. O tal homem então deu outros três tiros. Aconteceu a mesma coisa e eu desviei das balas também, porque vinham lentamente. Então o home deu um tiro e quando fui desviar desta bala, escorreguei e bati com a testa em uma pequena pedra que tinha no chão. A pedra fez um pequeno furo na minha testa, que começou a sangrar. Pensei ter sido atingido pela bala e achei que era o meu fim. Fechei os olhos, mas fiquei imaginando porque ainda respirava. Fiquei deitado ali, de olhos fechados, pensando porque eu estava demorando tanto para eu partir.

Saturday, August 16

O PROTAGONISTA






Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "Thymonthy Becker". Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás. 
Olhando os cachorro correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só o rosto, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte.

Sunday, August 10

NA ESTRADA






Estava anoitecendo. Vinha por uma rua dirigindo um caminhão.
Este caminhão deslizava por esta rua de um lado a outro. Com dificuldades vinha dirigindo este caminhão, sem deixar que ele batesse em qualquer coisa. Parei este caminhão numa esquina onde de um lado havia casas e do outro era só mato. Fui até uma casa que seria a minha. Na sala onde entrei tinha um móvel que era do comprimento da parede, parecido com uma Cômoda, só que comprido. Este móvel tinha três gavetas que eram do comprimento deste móvel. A gaveta de baixo que ficava quase rente ao chão estava aberta. Havia muita bagunça dentro desta gaveta que estava cheia de papéis. Sentado dentro desta gaveta tinha uma criança que deveria ter um ano e pouco. Eu precisava colocar dentro daquela gaveta 50 reais. Mas não queria que a criança visse, pois ela poderia pegar. No canto desta sala tinha outras duas crianças. As três crianças eram meus filhos. Peguei uma caixa de bombom para oferecer àquelas crianças, assim eu as distrairias e guardaria o dinheiro. 
Quando ofereci as duas crianças que estavam no canto da parede, elas disseram que já estava comendo bombons. Uma destas crianças era o Fernando. A criança de dentro da gaveta ficava só me olhando e assim eu não conseguia colocar o dinheiro ali. Então joguei a caixa de bombom no outro lado da gaveta. Quando a criança olhou para onde eu tinha jogado a caixa, coloquei os 50 reais debaixo dos papeis que tinham no canto da gaveta. Saí dali e encontrei com a Paula do lado de fora da casa. Disse a ela que ia viajar pra longe naquele caminhão e que demoraria para voltar. Pedia a ela que fosse comigo até o caminhão, pois eu iria viajar sozinho daquela vez e não gostava de viajar sozinho. Fomos andando em direção ao caminhão.

OS NÚMEROS






Tinha um dinheiro para receber, resultando de um processo trabalhista que tinha ganho.
O valor que eu tinha ganho era de 22.557,00 reais. O Juiz mandou que fosse pagos em 05 parcelas e que poderia ser em cheque. Mas o Juiz disse que o valor real que eu tinha direito era de 14.007,00 reais. Disse que o valor de cada parcela deveria ser de 2.857,00 reais. Disse ao Juiz que este valor não dava exato 14,007.00 reais. O Juiz disse que quem mandava era ele e que não se discutia. Sai dali resmungando dizendo que o Juiz não entendi nada de matemática.

ESTAVA TUDO FECHADO






Estava em um cômodo de uma casa. estava meio escuro.
Havia um tanque de lavar roupas. peguei um balde com água e dentro deste balde tinha vários pacotes de bolha. Fui escorrer a água deste balde para dentro do tanque, sem deixar cair os pacotes de bolacha porque elas molhariam se caíssem. Ao fazer isto deixei cair os pacotes de bolachas que molhara. Peguei as bolachas molhadas e as coloquei de volta nos saquinhos. Mas vi que não dava mais para comê-las. Ficou no balde um frasco de Neusoro, usado para pingar no Nariz quando este esta congestionado. Precisava sair para comprar outro Neusoro e as bolachas. Mas sabia que estava tudo fechado e não iria adiantar, mas eu precisar ir assim mesmo.

NO ESTREITO CAMINHO






Estava andando por um estreito caminho que era acompanhado de grama em ambos os lados.
Meu rosto estava dormente e torto do lado esquerdo. Eu lembrava que já tinha ficado com o rosto daquele jeito antes. Andava trocando as pernas, meio que cambaleando. Tentava consertar o jeito de andar e não conseguia. Andava como uma mulher faz em passarela, jogando a perna para os lados opostos. Como não conseguia consertar meu jeito de andar achava que ficaria assim para sempre, andando torto e o rosto torto também.

NO BANHEIRO






Estava na casa que seria a do Grilo.
Estava com o Grilo e o Israel. Estava ao lado do que seria o banheiro. Este banheiro tinha um metro por um metro. Ficava aproximadamente um metro acima do nível da casa, Na parede do banheiro, do lado de fora, estava a pia para se escovar os dentes. As paredes deste banheiro tinham aproximadamente um metro de altura, parecendo banheiro coletivo de empresas. Tive vontade de ir ao banheiro e tive certa dificuldade para subir ao nível dele, visto não ter escada para acessá-lo. Quando entrei neste banheiro, vi que ele estava todo entupido e já transbordando. Como estava muito apertado para urinar, fui assim mesmo, e dizendo para o Grilo que o vaso dele estava cheio e transbordando. Nisto, o Israel, que escovava os dentes naquela pia do lado de fora do banheiro, subi em uma cadeira para olhar por cima daquela pequena parede. Com a escava de dentes na boca o israel disse que tava feia a coisa. Como eu estava em pé, podia ver por cima daquela parede. Então vi o Grilo que foi dizendo que não era para fazer nada. Ele já tinha comprado um produto que era só jogá-lo no vaso e desentupia tudo. Não acreditei muito que isto seria possível e disse que eu poderia desentupir para ele. Mas o grilo disse que não, que ele mesmo faria isto.

Tuesday, August 5

O QUARTEIRÃO






Estava chegando de carro em um local onde faria uma amostragem de emissão de material particulado em chaminé de fonte estacionária.
Estava anoitecendo. O local era um quarteirão com duzentos metros de comprimento por duzentos de largura. O terreno estava todo limpo. A terra era meio escura. Nas quatro ruas que contornavam este terreno, parei na que ficava na parte mais alta, já que o terreno estava num desnível. Este desnível deveria ter uns dez metros de altura. Parei o carro mais ou menos no meio deste quarteirão. Desci do carro e vi que ali tinha uma rampa de terra para descer até o centro do terreno. Fiquei na dúvida se aquela rampa de terra era para descer pessoas ou se podia descer o carro. Não vi nada no terreno. Estava todo limpo. 
Vi somente dois tornos mecânicos, que pareciam sucateados, jogados do lado esquerdo do terreno. Não vi nenhuma chaminé para que eu fizesse a amostragem. Andei um pouco naquela rua e vi algumas pessoas ali. Perguntei a elas quem era o chefe, para poder me informar com ele sobre a amostragem. Tinha três pessoas ali e elas disseram que não sabia que era o chefe. Fui andando em direção ao carro novamente. Passei por ele, olhei a rampa novamente e continuei andando, sempre olhando para o terreno até que cheguei na esquina. Nisto vieram três cachorros correndo em minha direção. Achei que eles iriam me atacar. Os dois da frente passaram direto, já o terceiro passou devagar e me olhando. Com medo do cachorro,resolvi voltar. 
Os dois cachorro que tinha passado primeiro, vieram correndo novamente e passaram por mim. O terceiro veio tentando morder minha perna. Fiquei tentando me livrar dele até que ele também saiu correndo. Fui até o carro, vi aquelas pessoas novamente e perguntei a elas outra vez que era o chefe. Elas disseram que não sabia. Fui até o carro, fiquei olhando a rampa e decidi descer de carro ali. Fui descendo aquela rampa até o meio do terreno. Vi os tornos mecânicos sucateados ali e não via nenhuma chaminé. Então percebi que tinham me mandado para o endereço errado.

Saturday, August 2

NA MINI MOTO






Estava em uma estrada de terra e próximo a esta tinha uma ponte que atravessa o rio. 
Estava em uma moto pequena. O guidom desta moto era uma criança de braços abertos. Eu ligava a moto, torcendo o botão da camisa daquela criança e acelerava, movimento as mãos dela. Na cabeceira desta ponte estava a Paula e outras três pessoas que esperavam por mim lá, Havia alguns matos ao lado desta estrada e alguns montes de terra. Acelerava com aquela Motinha por esta estrada e quando via a entrada que seria para a ponte, ia por ela. Mas saia em outro local ou outra ponte, e não conseguia achar o caminho da ponte onde a Paula estava. Quando acelerava torcendo a mão daquela criança, ela ria muito. Fiz três tentativas e todas as três entrei no caminho errado. na ultima tentativa, sai em uma ponte que ficava acima da que a Paula estava. A Paula olhou pra mim lá de baixo e disse para eu para r de ficar brincando e ir logo lá porque ela estava com pressa.  Sai novamente com a Moto, a criança rindo, tentando encontrar o caminho que me levasse à Paula, mas não conseguia.

O EMPREGO






Estava chegando em um shopping onde a Fabiula tinha arrumado um emprego para mim.

Carregava nas mãos um extensão elétrica, porque para trabalhar neste local, era preciso levar uma extensão elétrica. Procurava pelo Box 206 que era o local onde eu trabalharia. Deveria procurar uma mulher chamada Débora. Procurava por este Box 206, quando vi que ele ficava em um dos corredores deste shopping. Fui até la e um mulher veio falar comigo, dizendo que era a Débora. Entreguei a ela a extensão. Ela disse que eu teria de trabalhar de 08h00m até as 22h00m todos os dias. Eles ainda estavam colocando o balcão onde trabalharia, quando vi que ali também funcionaria uma Lan house. Achei que ficaria difícil para mim trabalhar no balcão daquela loja e atende a lan house ao mesmo tempo. Fiquei imaginando como seria atende a loja e a lan house caso estive com muitos clientes.

AS FRUTAS DA FLORESTA






Estava dentro de uma construção que tinha próximo a uma floresta. estava anoitecendo.
Esta construção tinha apenas um cômodo. Era como se fosse um escritório na silva. Havia próximo aquela construção uma caverna. Sai para fora desta construção e vi um macaco carregando um homem nas costas, tipo quando a gente carrega uma criança "de cavalinho". Mas ele estava de pé. Quando se aproximara de mim, ambos abaixaram a cabeça para não olharem para meu rosto, pois não podiam fazer isto. Vi que havia muitas frutas espalhada próximas a esta caverna. As pessoas que moravam naquela floresta, cada uma delas, tinha que trazer uma fruta para mim, diariamente. 
Elas deveriam entregar estas frutas ao macaco que carregava o homem e este, depois as levariam para mim, naquele construção que tinha ali. Eu que mandava em tudo ali. Vi um abacaxi próximo a entrada da caverna e outras frutas por todos os lados, sendo mangas, goiabas, mamão, laranjas, mexericas, bananas e outras. Percebi que as pessoas estavam trazendo as frutas para o macaco e fugiram dali, por um motivo que eu não sabia, deixando as frutas no chão. Entendi que provavelmente elas viram o macaco fora da caverna e não podiam fazer isto, por isto fugiram.  Fiquei ali pensando o que faria para reverter a situação.

IMPRIMINDO LIVROS






Estava anoitecendo. Estava em uma rua em cima de uma máquina de asfaltar.
Na frente desta máquina ia outra máquina também de asfaltar ruas. Havia uma tela de LCD no que seria o capô desta máquina com umas 20'. Eu colocava uma a uma as páginas do livro que eu tinha escrito, em cima deste painel. Ele lia a página e a transferia para dentro desta tela de LCD. Depois que lesse todas as páginas esta máquina, parecida com as que asfaltam rodovias, imprimiria meu livro. Achei que estava demorando muito, então, antes mesmo da máquina ler uma página, eu a tirava e colocava a seguinte, deixando ali somente alguns segundos. Mas a máquina não memorizava e então ela avisou que iria começar novamente. Desistir de imprimir meu livro nesta máquina. A máquina, com a mesma voz da mulher do GPS dizia para eu colocar alguma coisa no visor. Eu não fazia, então ela começou a implorar para que eu fizesse isto, pois ela precisava ler alguma coisa. Não dei ouvidos a máquina e fui indo embora, ouvindo a máquina dizer para eu voltar colocar algo naquela tela de LCD. Cheguei em uma casa de esquina, onde havia uma rampa que descia para a garagem. Desci esta rampa e já dentro da garagem, veio o Ricardo em uma moto e quase me acertou. Passou bem próximo de mim. Ele colocou a moto ali e quando desceu dela, esta veio a cair. Então eu disse que ele estava estacionando de qualquer jeito e por isto a moto caia sempre. O Ricardo a colocou de pé.