Sunday, October 26

NA ARENA DOS GLADIADORES






Estava dirigindo o carro por uma rodovia onde tinha muitos altos e baixos.
Num certo momento quando acabei de subir o morro dei direto em uma bifurcação em Y. A da direita subia novamente um morro e a da esquerda descia. Fui pela da esquerda e percebi que tinha ido na direção errada. Estava fazendo uma viagem muito longa e eu levaria alguns dias para chegar, e errar o caminho iria só demorar mais ainda. O Chiquinho estava comigo. Nisto vi algumas pessoas ali e percebi que estava em uma espécie de arena como as do época da Roma antiga onde lutavam os gladiadores.
Havia vários carros estacionados em vários locais espalhados por ali. Parei o carro entre dois outros e sai andando procurando onde seria a saída daquele local. Não conseguia falar com ninguém para pedir informação, parecia que as pessoas não me viam naquele local. Voltei para pegar o carro e não o encontrei lá. Fui andando procurando por ele quando vi o Chiquinho sentado em uma das escadarias daquela arena. Perguntei a ele sobre o carro e ele disse que o tinha colocado em outro local. Perguntei onde seria, mas ele não dizia. Reclamei dizendo que tinha uma viagem longa pra fazer e não podia demorar. Mas ele dizia que não iria embora tão cedo daquele local. Continuei andando procurando o carro, mas não o encontrava de jeito nenhum

Nisto cheguei em um local onde havia uma aglomeração de pessoas. Fui olhar o que era e vi uma mulher saindo de casa com o Fernando, que tinha uns dois anos e estava todo agasalhado como se estivesse muito frio. O Fernando sentou em um carrinho de puxar, para que esta mulher o levasse. Mas a tal mulher o deixou ali e veio até uma máquina que estava próxima da gente. Esta máquina tinha mãos robóticas. Esta mulher começou a usar esta maquina, fazendo que que as mãos robóticas pegasse uma pequena seringa com agulha e aplicasse uma injeção em uma criança que estava ali sentada. Depois ela saiu e foi embora. Eu fui tentar encontrar o carro para poder seguir viagem.

Sunday, October 19

CANTORES DA FONTE






Estava anoitecendo. Estava em um local que parecia ser uma grande praça.
Vinha com meus dois bonés nas mãos quando cheguei a uma espécie de fonte. A água desta fonte estava em movimento, como se estivesse circulando. Sentei na beirada desta fonte para lavar meus dois bonés. Quando os coloquei na água, a força do movimento da água os arrancou de minha mão os levando para o fundo. Percebi que não teria como pegá-lo e dei os dois bonés como perdidos. Nisto o movimento da água os trouce para cima novamente e eu os peguei. Depois que peguei os bonés, uma criança veio do fundo desta fonte e chegou na superfície. Ela olhou para mim e disse que eu não era que ela pensava. Ela e a outra criança que estava no fundo da fonte estavam aguardando alguém para assustá-la. Pergunte a esta criança como ela conseguia respirar debaixo d'água. Ela disse que moravam debaixo da fonte, dentro d'água mesmo. Sai dali segurando os bonés quando veio uma pessoa perto de mim e disse que os cantores iam cantar ali naquela noite. Esta pessoa começou a cantar a música principal destes cantores que na verdade era apenas "Hiêêêê, Hiêêêê, Hiêêêê. Então eu disse para esta pessoa que a gente também podia ser cantor, era só ficar repetindo a mesma coisa. Esta pessoa gostou da ideia. Ela chegou bem próximo de mim, colocou a mão sobre meu ombro e disse baixinho que precisava ser tudo feito em segredo para ninguém copiar a letra da música. Disse que a letra de nossa música seria "Haiaiaia. Hiaiaiaia. Saímos cantando a música para ir treinando a letra.