Friday, December 19

SUBINDO PELO ANDAIME






Havia um andaime, deste que pedreiro usam. Ele ficava ao lado de uma edificação. Havia muitas árvores ali plantadas.
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Estas árvores eram tão altas quanto a edificação que parecia ser um edifício. Raízes das árvores acompanhavam este andaime de cima abaixo. Elas não atravessavam no meio dele, mas passava por dentre dele seguia as peças que montavam o andaime. Eu e o Chiquinho subíamos por este andaime, como a gente sempre faz, indo por dentro dele. As vezes a gente apoiava nas raízes para continuar subindo, visto que elas tinham, em alguns pontos, tomado toda a estrutura do andaime.  Quando faltava uns cinco metros para chegarmos ao final do andaime e acessar aquela edificação, fiquei com medo de cair. O Chiquinho chegou lá em cima e ficou me chamando. 
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Mas eu não conseguia avançar os vãos do andaime porque tinha ficado com medo de cair. Mas fui tentando e muito lentamente conseguia avançar um pouco de cada vez. Eu temia segurar nas raízes e estas viram a romperem. Com isto, o tempo que eu levaria para chegar ao final não seria mais que uns dez segundos, mas levei uns cinco minutos. Chegando ao final, o Chiquinho me deu a mão e me puxou. Neste piso onde chegamos fazia parte do edifício. Ali estava o carro que a gente tinha que usar. Entramos no carro e saímos dali.


APAIXONE-SE

A CAMA NA PORTA DA FACULDADE






Estava em um local que parecia ser afastado da cidade.
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Havia uma casa grande. Fui pra o quarto dormir e a cama em que eu iria dormir ficava ao lado de outra igual e do mesmo tamanho. Minha cama tinha uns seis metros de comprimento por uns três de largura. Deitei nesta cama e uma outra pessoas deitou na outra. Nisto me deu vontade de ir ao banheiro. Então vi que o vaso sanitário ficava ali na cama mesmo. O vaso ficava bem na lateral da cama e encostado na cabeceira desta. A tampa do vaso era feita da mesma madeira da cama. O vaso ficava ao nível do colchão da cama. Então fui sentar no vaso e vi que sentando no vaso a gente ficava com as pernas esticadas. Olhei para o lado e vi uma parede que começava a uns dois metros do chão e era bem alta. Por baixo desta abertura da parede pode ver várias pessoas passando. Vi então que era a entrada da faculdade e era os alunos indo para aula. Achei que algum deste alunos poderia me ver usando o vaso, mas depois vi que a tábua da lateral da cama, do lado que tinha o vaso era mais alta uns cinquenta centímetros, assim sendo, os alunos que entravam na faculdade não poderiam me ver. Então decidi fazer minhas necessidades assim mesmo, que era só não fazer força que assim nenhum aluno que visse meu rosto saberia o que eu estava fazendo.


 
A PAIXÃO DE IR CADA VEZ MAIS LONGE

Monday, December 15

PROCURANDO PELA ENGEQUISA NO VAGÃO DO TREM







Estava indo a pé para a Engequisa que fica no bairro Nações Unidas.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Chegando na porta da Engequisa o Alex veio e me levou até onde estaria o carro que eu usaria para trabalhar. Na rua lateral antes da Engequisa, subimos e andamos uns dois quarteirões. O Alex me deixou ali e foi embora. procurei pelo carro e não encontrei e então voltei para a Engequisa. Fui andando pela rua da Engequisa e de repente percebi que estava em uma parte da rua que nunca tinha ido antes. Percebi que estava muito distante da empresa e precisava voltar. Fui voltando quando vi uma igreja que ficava bem no meio da rua e esta a contornava. Nunca tinha visto aquela igreja ali antes. Conclui que estava longe demais da Engequisa e não ideia de como tinha chegado até ali. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Nisto vi chegando um ônibus que parou no ponto ali próximo a igreja. Este ônibus tinha engatado na sua frente um vagão de locomotiva. Então fui entrar neste vagão que estava indo sentido da Engequisa. A entrada para o vagão era entre a frente do ônibus e o vagão e era muito apertado. Custei a passar por ali e entrei no vagão que já tinha algumas pessoas sentadas ali. Os bancos deste vagão eram para três lugares cada um e havia um banco de cada lado do vagão e em todo o vagão deveria ter uns dez bancos de cada lado. O ônibus saiu e tinha que fazer o contorno da praça da igreja. Como o vagão estava na frente do ônibus, este tinha que fazer uma curva bem aberta; Ao fazer isto, o vagão se encurvava como se fosse de borracha e isto fez que que todos que estava ali ficassem exprimidos uns nos outros até que o ônibus completasse a curva. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
O ônibus continuou andando e pelo vidro da frente do vagão vi que tinha muitos carros passando na rua paralela a uns cem metros de onde a gente estava e isto poderia fazer com que eu me atrasasse para o serviço. Mas quando o ônibus foi se aproximando os carros foram saindo e a gente seguiu em frente. Eu achava que estava demorando a chegar e fiquei olhando por qual número da rua a gente estava passando, pois a Engequisa tinha o número 1.990. Eu queria descer quando o ônibus passou pelo número 2.900, mas uma pessoa que estava do meu lado disse que eu para eu esperar que não demoraria muito e o ônibus passaria pela Engequisa. Assim quando o ônibus parou em frente ao número 2.700 eu desci do vagão do trem e fui a pé o restante do caminho, pois achava que o ônibus estava demorando muito. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Cheguei na Engequisa e vi que ela estava sendo reformada. Mas isto já estava a muito tempo. Na Engequisa tem duas portas de entrada, sendo que a porta onde o Alex trabalhava estava fechada e a da reforma estava aberta. Algumas pessoas estavam aguardando o Alex ali. Entrei na porta onde o pessoa fazia reforma e fui para o outro lado, onde o Alex trabalhava passando por dentro. Fui procurando por lá até que vi o Alex sentado em uma mesa. Falei com ele que estava procurando por ele para saber do carro, pois não tinha nenhum carro onde ele tinha me mandado. O Alex então disse que eles tinha vendido o carro que eu trabalharia para comprar o material de construção e móveis para a reforma da Engequisa. Então eu disse que elas tinham feito tudo de caso pensado, compraram o carro para fazer a toca e que eu não iria trabalhar com o caro novo. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
O Alex disse que era isto mesmo, mas não tinha sido ideia dele. Eu disse que até março do ano seguinte o serviço era pouco, dava para fazer com um carro só. Não era importante ter o carro no final do ano. O Alex então disse que provavelmente eles iriam comprar outro carro em março mesmo.


APAIXONE-SE

Friday, December 12

DIRIGINDO NO TÚNEL TRANSPARENTE






Estava dirigindo o carro por uma rodovia. O Chiquinho estava comigo.
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Quando dirigia me aproximei de um ônibus. Fui dirigindo atrás deste ônibus até que chegamos em um trevo em círculo. O ônibus aguardava a oportunidade de entrar no trevo, visto estarem vindo muitos carros de sua esquerda. Assim que o ônibus entrou no trevo entrei imediatamente atrás dele, aproveitando que o carro que vinha da minha esquerda estava um pouco distante. O ônibus fez o círculo do trevo e eu também. Assim que saiu do trevo entramos na  parte da rodovia que estava em construção. A partir dai  a passagem era por uma túnel feito de um tubo de plástico transparente que deveria ter um metro de diâmetro mais ou menos. Só que no momento que estramos neste tudo, todos, os passageiros do |ônibus e as pessoas que estão nos carros, todos que iriam para aquela direção, passavam a ir a pé por aquele túnel de plastico transparente. A gente não podia andar de pé, pois o túnel só tinha um metro de diâmetro. Íamos agachados. A fila de pessoas andando naquele tubo era grande e o tubo parecia ser muito comprido. Depois de andar um bom tempo, a fila parou de andar e eu queria sair logo dali. Então vi que três mulheres que estavam na minha frente tinham parado para discutir sobre o que viam através daquele tubo.
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Fui pedindo licença e com dificuldades passei pelas mulheres. O Chiquinho passou também.  Quando chegamos no fim das obras na rodovia e também o fim do tubo plástico, vi que era um trevo também. Saímos do tubo e eu sabia que tinha que pegar a segundo zaida. Mas o Chiquinho foi para a primeira saída, dizendo que ia passar na casa de um amigo. Voltei dizendo que a gente precisa ir embora logo, pois tinha que pegar o carro para a gente seguir viagem. Mas o Chiquinho continuou indo por aquele caminho. Fui seguindo ele dizendo que precisava ser rápido.


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Thursday, December 11

AS CRIANÇAS, OS PEIXES E AS GALINHAS







Estava no quintal do que seria minha casa, Casa que ficava além da rua Rio de janeiro no bairro Sidil.
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Este quintal era grande e tinha no final dele uma coberta onde tinha um grande tanque de água. Este tanque deveria ter uns cinco metros por três e um metro de altura. dentro deste tanque de água havia muitos peixes de várias espécies. Eram bastantes mesmo e se podia vê-los nadando quase que se amontoando uns aos outros. No lado deste tanque, também debaixo desta coberta havia um vão livre. Na parede deste vão vi vários insetos gigantes, que deveriam ter uns dez centímetros de comprimento, Estes insetos tinham a forma de jacarés, lagartos e bois, Eu tentava com um pano fazer com que estes insetos que estavam saindo da parede fossem embora, mas os insetos voltavam para dentro do buraco na parede. 
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Sai dali e fui para o outro lado do quintal, onde estava a casa. Ali próximo a casa tinha uma abertura que ficava no muro lateral, uma vez que a entrada da casa era na outra rua, visto ela estar na esquina. Esta abertura, que deveria ter uma metro de largura, tinha um muro de uns cinquenta centímetros de altura. Então ficava fácil passar por ali, era só pular o pequeno muro da abertura. Nisto chegaram três crianças. Duas deveriam ter uns dez anos e a outra uns cinco anos. Eles chegaram nesta abertura no muro e ficaram me olhando como quem queria entrar, mas estavam com receio. Nisto a criança de cinco anos entrou correndo dizendo que ia pegar peixes. Eu a chamei de volta e disse que eu estava morando ali e ninguém mais iria pegar peixes ali. Uma das crianças disse que a mãe deles tinha pedido para eles virem pegar peixe para o almoço. Mas eu não deixei porque agora estava morando ali. Eles foram embora. 
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Nisto vi chegando até minha casa, voando, várias galinhas e um peru. Pouco antes daquele tanque e de frente a parte vazia daquela cobertura tinha uma espécie de galinheiro. Este galinheiro, que na verdade eram vários ninhos de galinha, ficava a uns dois metros do chão e era coberto, mas todo aberto nas laterais. Fui até este galinheiro tentar espantar aquelas galinhas. Mas elas estavam indo ali só para porem ovos. O peru e outras galinhas aguardavam as primeiras colocarem ovos para depois eles o fazerem. Deveria ter ali umas cinquenta galinhas. Voltei até próximo aquela abertura na parede, onde estavam ali minha esposa, que não era a Iara e meus dois filhos. Falei com minha esposa que deveria ter muitos ovos ali, devido a quantidade de galinhas. Ela, que lavava alguma coisa no tanque que tinha ali encostado na parede da casa, disse que eram 180 ovos.
Fui pela lateral da casa até a frente desta, para ver as horas no relógio do santuário, visto que eu não queria perder a hora de trabalhar. Mas de lá eu não conseguia ver o relógio do santuário. Então procurei me localizar para saber que caminho deveria tomar para ir trabalhar, visto ser a primeira vez que estava ali. Pensei que deveria seguir pela direita até a Rua Rio de Janeiro e depois viraria para a esquerda e chegaria na empresa onde trabalho. Voltei para o quintal perto daquela abertura na parede e onde estava a minha esposa, que não era a Iara, lavando alguma coisa no tanque. Os dois filhos meus estavam ali brincando. Perguntei minha esposa se ela estava com as chaves da casa. Ela disse que sim e que não. perguntei novamente, mas não entendi o que la tinha dito. Então disse para ela decidir se estava com a chave ou não, porque eu queria entrar dentro da casa para ver as horas. Ela disse que não estava com as chaves. Ao lado de minha esposa tinha uma amiga dela. Minha esposa então perguntou a esta amiga se ela sabia as horas. Ela disse que calculava as horas pelo horário que o marido chegava em casa para o almoço. Ele tinha chegado tinha uma meia hora e então deveria ser dez e meia.
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Então vi que estava muito atrasado porque meu horário era oito horas. Quando fui sair por aquela abertura para ir trabalhar vi que tinha um portão de madeira que abria de lado e que fechava aquela abertura. Assim sendo não precisava fazer o portão, era só fechá-lo para que ninguém entrasse ali.  Coloquei nas costas o que seria minha mochila. Era uma tábua que deveria ter uns cinquenta centímetros por trinta centímetros. Estava pesada, mas sai correndo em direção a Rua rio de Janeiro. Correndo com aquela tábua nas costas, passei por aquelas crianças que queriam  pegar peixes no tanque de minha casa. Continuei correndo imaginando chegando atrasado no serviço, coisa que nunca tinha acontecido comigo antes.

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Tuesday, December 2

O BANHEIRO







Estava no sítio do Sr, Ary. Tinha uma casa e um quintal bem grande.
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No final deste quintal, o terreno era bem íngreme. Lá, na parte mais alta e bem na divisa, tinha o banheiro. Este banheiro era bem grande. Deveria ter uns seis metros por seis. Era cercado de tábuas velhas e estas não ficavam encostadas uma nas outras. Desta forma ficava muitas frestas que era possível ver quem estava lá dentro e de dentro quem estava de fora. No final deste terreno onde tinha o banheiro, tinha o terreno do vizinho que ficava a uns cinco metros abaixo. Na divisa com este vizinho, não tinha nada cercando, devido a altura. Mas ali era o banheiro. 
Estava perto da casa do sítio, perto do Sr, Ary e outra pessoa. Estava muito apertado para ir ao banheiro e então fui para o banheiro no final do terreno. Fui rapidamente porque estava apertado demais. Quando entrei e fechei a porta, vi que o vaso estava entupido e completamente cheio de "merda". Eu precisava ir no banheiro de qualquer jeito, então sai do banheiro e no terreno do sítio que era de terra, vi uma vassoura jogada. Peguei esta vassoura, voltei ao banheiro e fui desentupi-lo socando a vassoura nele. Ai tudo desceu. 
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Fui encostar a vassoura num canto e quando virei para o vaso ele estava transbordando água com muita "merda". Nisto vi os vizinhos que tinha a casa próximo ao banheiro, porém alguns metros abaixo deste, reclamarem. Olhei despistadamente, para que eles não me vissem e percebi que saindo daquele vaso tinha uma espécie de canaleta que tinha uns dez centímetros de altura e largura. Era aberta em cima. Esta canaleta seguia ao nível do banheiro passando próximo aquela casa. Só que esta canaleta também estava transbordando, deixando cair muita "merda" na casa vizinha. Não aguentando ver tanta "merda", fui sair do banheiro quando vi pelas frestas das tábuas que duas pessoas andavam no quintal do sítio. Provavelmente procurando o banheiro também. Saí do banheiro sem que estas pessoas me vissem e voltei para a casa do sítio sem conseguir ir ao banheiro.

Monday, December 1

INDO PARA UBERABA










Estava no térreo de um edifício que ficava sobre pilares de uns cinco metros de altura.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Debaixo destes pilares era uma empresa. O piso era de chão e todo irregular. Procurava pelo proprietário, mas não o encontrava. Perguntei para os trabalhadores que vi saindo dali, pois o expediente estava terminando, se sabia desta pessoa. Eles me mostraram esta pessoa indo do outro lado de onde eu estava, passando por entre peças grandes que tinha ali. Fui atrás dele para pegar com ele 12 reais. Eu precisava pegar logo este dinheiro, pois tinha que ir para Uberaba. Já eram 17 horas e eu pretendia chegar em Uberaba meia hora depois do por do sol. Procurando por esta pessoa, vi que neste edifício os corredores ficavam do lado esterno do edifício e na parte interna. Este corredor ia do térreo até o ultimo andar deste edifício. Fui indo por este corredor para ver se via a pessoa que eu procurava. Não conseguia vê-la. Nisto vi o Chiquinho que vinha dirigindo o carro por este corredor, pois o corredor que dava acesso ao estacionamento que ficava na cobertura do prédio em questão. Então acenei para o Chiquinho, para trazer o carro, pois iria para Uberada sem pegar os 12 reais, pois já estava atrasado para a viagem.