OS SONHOS QUE SONHEI - THE DREAMS I DREAM.: 07/27/14

O endereço






Estava em uma rua de uma cidade. Havia uma igreja li perto. Segurava nas mães o endereço que eu procurava
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Estava em uma rua de uma cidade. Havia uma igreja li perto. Estava com um papel na mão onde tinha o endereço de onde eu deveria ir. Nisto veio o Anderson correndo e tirou o papel da minha mão e continuou correndo. Gritei para ele devolver o papel pois precisava do endereço. Ele continuava a correr dizendo que era para eu o pegar. Sai correndo atrás dele. Ele dava a volta naquela igreja, mas eu não conseguia alcançá-lo. Se eu corria muito, ele também, se eu diminuísse a velocidade que corria, ele também. 



Assim eu permanecia sempre na mesma distância. Então desisti de persegui-lo e sentei no parapeito da igreja. O Anderson veio e me entregou o papel. Disse que podia ficar com ele porque não queria mais.




Dirigindo carro na estrada de terra






Estava dirigindo o carro por uma estrada de terra. O Chiquinho estava comigo.
A gente procurava por uma lanchonete para lanchar. Mas não víamos nada além de árvores na beira da estrada. Então percebi que dirigia na estrada que ia até São José de Pedras nas Minas Gerais. Disse para o Chiquinho que não tinha lanchonete naquela estrada. Ele então disse para a irmos até São José de Pedras e lancharmos lá. 


Fiquei na dúvida se iria ou não, já que a empresa proibia dirigir carro em estrada de terra. Mas decidi ir, porque a gente estava com fome. Encontramos uma lanchonete, mas a atendente disse que cobrava pelo atendimento. Consumindo ou não, a gente tinha que pagar só de estar ali conversando com ela. 


Decidimos ir embora e não lanchar, porque não concordava em pagar só para perguntar se tinha algo e o preço.
foto - Thymonthy Becker Comunicação







Os insetos






Estava em um quarto de uma casa. Havia três pessoas comigo.
Desenho de propriedade da Thymonthy Becker
Estava deitado na cama quando vi um inseto passando voando perto de mim. Olhei e vi que a janela estava um pouco aberta. Fui fechar a janela, reclamando de alguém que a deixou assim e desta forma, permitiu a entrada de inseto no quarto. Quando fechei a janela, veio outros insetos e ficaram tentando entrar. 



Estes insetos tinham o tamanho de um pardal, mas tinha a forma de uma libélula. Olhando os três insetos que tentavam entrar ali disse que era para eles procurarem outro local, porque ali não entrariam. Eles, parecendo ter me ouvido, foram embora dali.





O elefante guardião






Estava em um descampado todo gramado. O local era bem grande.
Havia perto de onde eu estava uma construção. Eu via aquele descampado. Ali tinham vários elefantes deitados de lado. Uns vinte talvez. Um elefante bem grande, que estava de pé, ficava correndo entre eles. 



Toda vez que eu elefante que estava deitado se mexia, tentando se levantar, este elefante que estava de pé, corria até ele, levantava as patas dianteiras o mais alto que podia e batia a tromba com toda a força que podia na barriga do elefante deitado de lado. E assim ele ficava de um lado a outro, sempre batendo com força, obrigando os outros elefantes a permanecerem deitados de lado e sem se mexerem.
Nisto um homem foi até lá, para tentar impedir de o elefante fazer aquilo. Este elefante veio até este homem, fez o mesmo gesto e ao invés de bater a tromba no tal homem, bateu a perna na cabeça daquele homem. Ele afundou no chão, ficando só a cabeça de fora. 



O elefante pisou em cima da cabeça daquele homem. Ele afundou e foi sair pertinho de onde eu estava. Saiu de pé. Então ele me disse que não tinha como para o tal elefante que batia nos outros, a não ser que a gente cortasse a tromba dele. Eu disse que não o ajudaria a fazer aquilo e foi embora dali.