Friday, January 2

EU, O CARRO E AS VACAS






Estava saindo com o carro do que seria o local de meu trabalho. O local de onde saí era circular.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Fui saindo e vendo o carro que o Cândido estava dirigindo indo um pouco a frente. Fiquei pensando o porque ele estava indo sem me esperar, porque eu não sabia o caminho. Havia muitos carros circulando por ali. O Cândido ia cada vez mais à minha frente ate que eu não o vi mais. Cheguei em uma rua toda cheia de pequenas pedras. Imaginei que ele tinha ido por ali e fui passando por esta rua. Uma mulher andava no canto desta rua. O carro pulava muito devido as pedras e fiquei pensando se o Cândido tinha mesmo passado por ali. Após atravessar esta rua com pedras virei a esquerda e a direita, logo em seguida, tinha uma outra rua. Lá vi um carro bem no final desta rua que terminava em um muro da fábrica que tinha naquela rua. esta rua só tinha um quarteirão. 
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O carro que vi estava no final da rua. Parei meu carro mais ou menos no meio do quarteirão e fui a pé até onde estava o carro. Ao lado de onde estava o carro tinha uma porta desta fábrica. A porta estava aberta. Entrei e vi que o Cândido estava ali juntamente com uma mulher empilhando brinquedos.  Ele me disse que estava terminando e já ia sair. Ele saiu juntamente com aquela mulher e fomos até onde estava meu carro. Ali o Cândido e aquela mulher começaram a capinar aquela rua porque a grama tinha nascido em toda ela. Vi então que estavam vindo algumas vacas. Deveriam ser umas dez vacas e bois. Como eu tinha medo de vaca entrei no meu carro no lado do carona. Tentei fechar a porta, mas ela batia e abria novamente. Nisto uma vaca encostou na porta e ficou me olhando. Fiquei com medo e fiz muita força e consegui fechar a porta. 
foto - ?
Nisto as vacas começaram a comer a grama da rua. Adormeci dentro do carro e quando acordei vi que o carro estava andando lentamente e já estava encostando no carro que estava no final da rua. Assim que encostou, olhei para ver se não tinha mais vaca nenhuma e desci do carro. Abri a porta do carro da frente e fui empurrando ele e dirigindo para tirar ele da frente do meu carro. Fiz o retorno facilmente, visto que a rua era plana. Tinha um carro parado do outro lado da rua onde justamente eu iria colocar o carro. Nisto um homem entrou no carro e saiu e foi a conta para eu parar ele ali bem rente ao passeio. Voltei para meu carro para pegar o Cândido e a tal mulher que estava com ele. Reclamei por eles terem deixados meu carro andando sozinho comigo la dentro. O Cândido disse que não tinha problemas pois o carro ia lentamente e eu estava dormindo e ele não queria me acordar.


A PAIXÃO DE IR CADA VEZ MAIS LONGE