Sunday, August 17

EM CÂMARA LENTA






Vinha por uma rua juntamente com uma pessoa. 
Eu carregava um capo, tipo de requeijão, cheio de água. O homem que estava comigo carregava uma caixa parecida com a caixa do Orsat, usado para medir a concentração dos gases em chaminés. Vi então que o copo que eu carregava esta trincado. O tal homem colocou a caixa no chão e eu coloquei o copo em cima. Assim que fizemos isto, um homem chegou e agarrou pelo pescoço a pessoa que estava comigo dizendo que a gente tinha quebrado o copo dele. Sai correndo, mas o tal homem atirou deu três tiros em mim. Ouvindo os tiros parei e olhei para trás. Vi que as balas vinha lentamente em minha direção. Podia ver o vento que elas deslocavam, como se estivessem em câmara lenta. As balas vinham na ordem em que ele tinha atirado mas não estavam em fila indiana. Quando elas se aproximaram de mim, eu desviei delas. O tal homem então deu outros três tiros. Aconteceu a mesma coisa e eu desviei das balas também, porque vinham lentamente. Então o home deu um tiro e quando fui desviar desta bala, escorreguei e bati com a testa em uma pequena pedra que tinha no chão. A pedra fez um pequeno furo na minha testa, que começou a sangrar. Pensei ter sido atingido pela bala e achei que era o meu fim. Fechei os olhos, mas fiquei imaginando porque ainda respirava. Fiquei deitado ali, de olhos fechados, pensando porque eu estava demorando tanto para eu partir.

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