Sunday, October 29

O URSO E O CACHORRO -



O URSO E O CACHORRO NA FLORESTA
Estava sentado em uma varanda de uma casa de campo. Só havia aquela casa até onde eu podia ver. A vista era magnífica, tudo verde em volta pois a casa ficava na parte mais alta. Podia ver o rio, as trilhas que tinham ali, as copas das árvores e até uma cachoeira ao longe. Estava observando tudo aquilo sentando na varanda, quando olhei para o lado e vi um barril. Em cima deste barril tinha um cachorro pequeno. Ele estava olhando também, na mesma direção que eu. Nisto apareceu um Urso rapidamente. Assustei com o Urso e antes mesmo que eu conseguisse corre, ele pegou o cachorro, colocou em suas costas e saiu correndo por uma daquelas trilhas. Fiquei observando aquela cena e pensando que o Urso poderia ter achado que o cachorro fosse filhote de Urso. Fiquei ali um tempo observando e não vi mais o Urso. Então entrei para dentro da casa


Sunday, August 6

PLANTAÇÃO DE FITAS ISOLANTES DE 5 CM. Para plantar e produzir este tipo de Fita Isolante era necessário um local onde se pudesse encher de água



PARREIRA COM PLANTAÇÃO DE FITA ISOLANTE DE 5 CM
Em uma fazenda tinha uma parreira com plantação de Fita Isolante de cinco centímetros. Para plantar e produzir este tipo de Fita Isolante era necessário um local onde se pudesse encher de água. Assim, em um vale entre montanhas, o fazendeiro fez esta plantação e encheu o vale de água. A água tinha que ir até próximo ao topo da parreira, mas não podia atingir as folhagens da parreira. Estava ali vendo esta parreira juntamente com outras pessoas. Algumas estavam sentadas em cadeiras de praia vendo a plantação. Os bois que viviam naquela fazenda eram bois de água. Eles viviam naquelas águas onde as parreiras estavam plantadas. Eram como Hipopótamos, só viviam na água e mergulhavam o tempo todo e até ficavam um bom tempo debaixo d'água. O estrume daqueles bois que fertilizavam a terra para que a parreira pudesse crescer. está parreira já tinha produzido esta Fita isolante que saia de seu caule entre as folhas no alto da parreira e iam descendo dentro daquela água até quase tocar o fundo. Não podiam tocar o fundo porque se isso acontecesse a fita perderia seu valor. Conversava com aquelas pessoas ali e dizia que aquela era a maior parreira de Fita Isolante Larga do Mundo. Aquela também era a maior fazenda do mundo e o maior lago artificial para plantio de Parreira do mundo. Disse que o dono dizia que tudo ali era o maior do mundo. Nisto vi que o banheiro que tinha nas proximidades daquela água afundando no chão. Era o sinal de que iam drenar a água para a colheira das Fitas isolantes de 5 Cm. A água começou a descer e foi descendo rapidamente. Eu andava ao redor vendo alguns bois nadando quando vi alguns pequenos bichos andando em círculo no chão. Eram do tamanho de um grão de arroz e haviam uns 10 deles. Quando foi olhar de perto um deles pulou na minha perna e mordeu. Doeu muito, gritei a sai correndo de perto deles. A aguá terminou de baixar deixando as vacas andando no vale seco e as muitas fitas isolantes largas penduradas e prontas para a colheira.

Sunday, September 27

A PRAÇA / THE SQUARE






Vinha de carro e parei na entrada da praça que seria a praça do Santuário. Era igual a praça do Santuário, mas era diferente. Desci do carro e fui andando pela praça até o lado oposto. No final desta praça, para acessar o passeio que a contornavam a gente tinha que subir por uns canos ali colocado, pois o desnível era de uns cinco metros. Havia algumas mulheres que subiam por estes canos que extrema facilidade. Eu não conseguia subir. 
foto - Thymonthy Becker

Com muito esforço subi nestes canos e fui andando pelo passeio, quando um homem aproximou de mim. Ele começou a andar do meu lado e nada dizia. perguntei o que ele queria, ele então abriu a carteira e mostrou dentro dela algumas notas de cinquenta reais. Perguntei porque me mostrava aquelas notas, mas ele ficava só me olhando. Então disse a ele que alguém o tinha engando, pois as notas de cinquenta reais que ele tinha ali eram da cor das notas de cem reais. Ele então olhou sua carteira e fez uma cara de decepção. Sentou ali mesmo no passeio. Eu continuei andando por aquele passeio para ir buscar o carro. Já no final do passeio e perto de onde estacionei o carro, vi minha família sentada na porta da casa conversando. Chequei na esquina deste passeio, já que ele era retangular pois contornava toda a praça, e fui ver onde o carro estava. Não via o carro. Tinha certeza que tinha estacionado ele ali. havia alguns carros ali parados, mas o meu não estava.

APAIXONE-SE

Friday, January 2

EU, O CARRO E AS VACAS






Estava saindo com o carro do que seria o local de meu trabalho. O local de onde saí era circular.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Fui saindo e vendo o carro que o Cândido estava dirigindo indo um pouco a frente. Fiquei pensando o porque ele estava indo sem me esperar, porque eu não sabia o caminho. Havia muitos carros circulando por ali. O Cândido ia cada vez mais à minha frente ate que eu não o vi mais. Cheguei em uma rua toda cheia de pequenas pedras. Imaginei que ele tinha ido por ali e fui passando por esta rua. Uma mulher andava no canto desta rua. O carro pulava muito devido as pedras e fiquei pensando se o Cândido tinha mesmo passado por ali. Após atravessar esta rua com pedras virei a esquerda e a direita, logo em seguida, tinha uma outra rua. Lá vi um carro bem no final desta rua que terminava em um muro da fábrica que tinha naquela rua. esta rua só tinha um quarteirão. 
foto - ?
O carro que vi estava no final da rua. Parei meu carro mais ou menos no meio do quarteirão e fui a pé até onde estava o carro. Ao lado de onde estava o carro tinha uma porta desta fábrica. A porta estava aberta. Entrei e vi que o Cândido estava ali juntamente com uma mulher empilhando brinquedos.  Ele me disse que estava terminando e já ia sair. Ele saiu juntamente com aquela mulher e fomos até onde estava meu carro. Ali o Cândido e aquela mulher começaram a capinar aquela rua porque a grama tinha nascido em toda ela. Vi então que estavam vindo algumas vacas. Deveriam ser umas dez vacas e bois. Como eu tinha medo de vaca entrei no meu carro no lado do carona. Tentei fechar a porta, mas ela batia e abria novamente. Nisto uma vaca encostou na porta e ficou me olhando. Fiquei com medo e fiz muita força e consegui fechar a porta. 
foto - ?
Nisto as vacas começaram a comer a grama da rua. Adormeci dentro do carro e quando acordei vi que o carro estava andando lentamente e já estava encostando no carro que estava no final da rua. Assim que encostou, olhei para ver se não tinha mais vaca nenhuma e desci do carro. Abri a porta do carro da frente e fui empurrando ele e dirigindo para tirar ele da frente do meu carro. Fiz o retorno facilmente, visto que a rua era plana. Tinha um carro parado do outro lado da rua onde justamente eu iria colocar o carro. Nisto um homem entrou no carro e saiu e foi a conta para eu parar ele ali bem rente ao passeio. Voltei para meu carro para pegar o Cândido e a tal mulher que estava com ele. Reclamei por eles terem deixados meu carro andando sozinho comigo la dentro. O Cândido disse que não tinha problemas pois o carro ia lentamente e eu estava dormindo e ele não queria me acordar.


A PAIXÃO DE IR CADA VEZ MAIS LONGE

Friday, December 19

SUBINDO PELO ANDAIME






Havia um andaime, deste que pedreiro usam. Ele ficava ao lado de uma edificação. Havia muitas árvores ali plantadas.
foto - ?
Estas árvores eram tão altas quanto a edificação que parecia ser um edifício. Raízes das árvores acompanhavam este andaime de cima abaixo. Elas não atravessavam no meio dele, mas passava por dentre dele seguia as peças que montavam o andaime. Eu e o Chiquinho subíamos por este andaime, como a gente sempre faz, indo por dentro dele. As vezes a gente apoiava nas raízes para continuar subindo, visto que elas tinham, em alguns pontos, tomado toda a estrutura do andaime.  Quando faltava uns cinco metros para chegarmos ao final do andaime e acessar aquela edificação, fiquei com medo de cair. O Chiquinho chegou lá em cima e ficou me chamando. 
foto - ?
Mas eu não conseguia avançar os vãos do andaime porque tinha ficado com medo de cair. Mas fui tentando e muito lentamente conseguia avançar um pouco de cada vez. Eu temia segurar nas raízes e estas viram a romperem. Com isto, o tempo que eu levaria para chegar ao final não seria mais que uns dez segundos, mas levei uns cinco minutos. Chegando ao final, o Chiquinho me deu a mão e me puxou. Neste piso onde chegamos fazia parte do edifício. Ali estava o carro que a gente tinha que usar. Entramos no carro e saímos dali.


APAIXONE-SE