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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

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EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY  Estava com a Nathália em um carro grande, vermelho e novinho. A Nathália tinha acabado de tirar ele da concessionária. Fui com ela até a faculdade onde ela tinha se formado para buscar um documento. Quando ela entrou nas ruas de dentro da faculdade, acelerou o carro e saiu dirigindo por aquelas estreitas ruas em alta velocidade. Para virar nas ruas ela derrapava para ele girar no sentido que ela queria ir e continuava acelerando. Eu disse à ela - Calma, você vai bater o carro - Ela respondeu - Relaxa Daddy, sei o que estou fazendo -  Depois ela entrou em um estacionamento onde havia carros estacionado dos dois lados da via e a passagem para os carros que entravam ali era bem próxima dos carros estacionados. Ainda assim ela continuou dirigindo acelerando e derrapando o carro para fazer as curvas, isso entre os carros estacionados. Eu disse a ela - Você sabe que vai bater esse carro né? - Ela respondeu - Se bater eu te falo - No final de…

A ONÇA, O GATO E A VACA NO ACAMPAMENTO

A ONÇA, O GATO E A VACA NO ACAMPAMENTO Estava vindo andando juntamente com outra pessoas, dentro de uma canalização para água. Esta canalização tinha uma altura de aproximadamente três metros por aproximadamente três de largura. O fundo era cônico e corria em seu leito um filete de água. Eu caminhava de um lado deste leite de água e a outra pessoa do outro lado. Tinha dificuldades de andar sem pisar na água devido a este formato cônico do fundo da canaleta. Depois de andar um pouco vimos a nossa frente alguns galhos de árvore caído no leito desta canaleta. As folhas destes galhos estavam secas e a maioria já tinha caído deles, indicando que ele tinha caído ali a bastante tempo. Junto as estes galhos tinha um gato bebendo água. Ouvi um barulho atrás de mim e quando olhei vim que vinha uma onça do tamanho de um cachorro de porte médio. Fiquei assustado e pensei logo que a tal onça iria morder minha perna e me arrastar naquela caneleta. Mas assim que ela passou por mim vi que estava olha…

ANDANDO COM A CRIANÇA NO CARRINHO DE BEBÊ

A CRIANÇA NO CARRINHO DE BEBÊ  Estava no passeio do canto da linha quase em frente a casa da minha mãe. Havia algumas pessoas sentada lá conversando. Uma criança de um ano e pouco aproximadamente que estava ali também, começou a chorar e veio em minha direção pedindo colo. Eu estava sentado em uma cadeira e pequei a criança no colo. Rapidamente ela dormiu. Fiquei imaginando que se a criança fizesse xixi iria molhar minha calça. Então coloquei a criança no carrinho de bebê. Assim que coloquei a criança no carrinho ela acordou e começou a chorar novamente. Então sai andando com o carrinho no passei do canto da linha para ela dormir. Andando com o carrinho ela adormeceu. Fui voltando empurrando o carrinho quando encontrei com o Siririca. Ele pediu para ficar empurrando o carrinho com o bebê. Passei para o Siririca o carrinho e ele saiu empurrando o carrinho correndo. Pedi a ele para ir devagar porque poderia acordar a criança. Mas ele disse que criança gostava era que ficasse correndo. E…

DIRIGINDO CAMINHÃO DESGOVERNADO

O CAMINHÃO DESGOVERNADO Vinha descendo a ladeira de uma cidade histórica quando vi um caminhão atravessado na rua. Como essa ladeira era estreita, o caminhão fechou toda ela. Então subi neste caminhão para tirá-lo dali. O caminhão não tinha o banco da cabine. Então, com dificuldades fiz a manobra estando de pé na cabine do caminhão. Depois que consegui alinhar o caminhão na rua, ele começou a se mover sozinho. Os pedais não funcionavam e os freios também não. Dentro da cabine do caminhão, de pé, ia dirigindo tentando não bater o caminhão que só aumentava a velocidade. Fiz curvas bem fechadas sem deixar o caminhão bater. Até que o caminhão chegou no final da ladeira onde tinha um monte de areia. Ao passar por este monte de areia o caminhão parou. Desci do caminhão e fui subindo a ladeira a pé.

A ILHA SECRETA

A ILHA SECRETA Estava na margem de um largo rio. Entrei no rio e sente em um vaso sanitário que estava próximo a margem, para fazer coco. Este vaso sanitário saiu boiando sendo levado pela correnteza deste rio. Enquanto o vaso ia rio abaixo eu ia fazendo minhas necessidades. Depois que terminei o vaso parou na margem do rio onde tinha uma área limpa, grande toda de areia, como se fosse uma praia. Desci nesta suposta praia e vi um formação de pedra nesta margem do rio. Era como se fosse uma grande panela com uns cinco metros de diâmetro e uns cinquenta centímetros de fundura.  O rio passava poucos centímetros acima da borda desta formação de pedra. Sentei dentro desta "panela de pedra" e a correnteza do rio era bem forte sobre ela, embora ela estive nas margens do rio. A correnteza passava na altura dos meus ombros, estando eu sentado dentro desta formação de pedra. Em volta desta praia era mata fechada. Sai dali para ir contar aos meus irmão sobre minha descoberta. Saindo de…

A PROMESSA

A PROMESSA Estava dentro de uma igreja. Era noite. Havia três fileiras de banco e dois corredores entre estes bancos. Havia bastante pessoas dentro desta igreja. estava sentado nos fundos da igreja, próximo a porta de saída. Um homem no corredor desta igreja e próximo a mim dizia que precisava construir uma igreja na comunidade dele porque lá não tinha nenhuma igreja. Pedia a quem pudesse ajudar o fizesse. Havia outro homem um pouco a frente dele dançando sozinho. Eu chamei o homem que pedia ajuda para construção da igreja e disse que doaria a igreja para a comunidade dele. Saímos para fora da igreja para a gente conversar.  Então disse a ele que podia contratar a construtora para construir a igreja e que eu pagaria tudo, inclusive os bancos e toda mobília que precisasse. O tal homem disse que faria isso imediatamente. Então falei que era só me passar o valor que eu faria o cheque. Este homem disse que talvez precisasse de dinheiro para dar inicio na papelada. Disse que não teria prob…

NO SUPERMERCADO COMPRANDO LEITE MOÇA E LEITE DE SAQUINHO

NO SUPERMERCADO COMPRANDO LEITE MOÇA E ESQUECENDO DE PAGAR Fui até um supermercado para comprar leite moça e leite de vaca. Levei uma caixa de papelão que tinha uns vinte centímetros por vinte e uma altura de uns e quarenta centímetros. Fui até uma prateleira e peguei uma caixa de papelão que continua quatro latas de leite moça dentro. Depois peguei quatro saquinhos de leite de vaca com 250 ml cada um. Coloquei os produtos dentro da caixa de papelão que eu levava. Nisto vi o José Alique em uma cadeira de rodas. Ele estava fazendo compras também. Ele não me viu e então fui indo embora. Fui saindo do supermercado e antes de passar pela porta de saída uma menina me chamou dizendo que precisava vistoriar o que eu tinha na caixa de papelão. Voltei e coloquei a caixa em cima de um balcão e fiquei pensando porque ela queria fazer isso. Essa menina voltou para a sala de onde estava. Olhei para dentro da caixa e então me dei conta de que não tinha pago pelas compras. Fui até um caixa e disse a…

INDO ATRÁS DA IARA NA CASA DO SR. ARY (Going to get Iara in the house of Mr. Ary)

INDO ATRÁS DA IARA NA CASA DO SR. ARY A Iara Sai de minha casa com um balde pela metade com tinta amarela. Fui até a casa do Sr. Ary procurando pela Iara que deveria estar lá. Quando fui chegando na casa do Sr. Ary vi que o portão da garagem do barracão estava aberto, mas o da casa não. Fiquei na dúvida se eu chamava na casa ou já entrava pelo barracão. Quando decidi ir pelo barracão e caminhei em direção ao portão, o Sr. Ary saiu do portão. Então disse a ele que tinha ido buscar a Iara para ela voltar pra casa. Mas ele não me deixou entrar dizendo que ela não queria ir. Então coloquei o balde de tinta no chão e virei para ir embora. Nisto o Sr. Ary me chamou e disse: _Pode ser que esta seja a última vez que você me vê na vida_ Depois abaixou a cabeça e sussurrou baixinho, acho que pra ele mesmo: _também, não tem ninguém na rua mesmo. Depois  olhou para mim  e completou: _Mas eu perdoou você. Não disse nada e voltei para minha casa. Quando estava subindo a Rua Rio de Janeiro quase cheg…

CAINDO COM O CARRO NO ABISMO -

CAINDO COM O CARRO NO ABISMO DENTRO DA CIDADE Vinha dirigindo meu carro no centro da cidade de Betim/MG. Virei a direita em direção a ponte. Quando cheguei em um sinal tinha a opção de seguir em frente ou pegar a faixa que era em cima do passeio. Estava anoitecendo. Quando o sinal abriu fui pela faixa que fica em cima do passeio. Já tinha passado ali várias vezes. Quando trafegava em cima deste passeio, uma mulher ia por ele. Fui devagar esperando que ela saísse da frente, pois a preferência era dos carros. Ela saiu da frente e então continuei. Nisto começou uma descida muito forte daquele passeio. Continuei dirigindo e pensando que não lembrava daquela descida tão forte assim, mas continuei e a descida ficava cada vez mais forte. Não via saída para as laterais e já não conseguia mais frear o carro. A descida ficou em linha reta pra baixo. Era um abismo muito profundo. O carro foi caindo em direção ao fundo do abismo onde eu podia ver as rochas pontudas lá em baixo. Fiquei pensando co…

O TRABALHO, A CARTEIRA DE TRABALHO E O MORRO ROLANTE

O TRABALHO, A CARTEIRA DE TRABALHO E O MORRO ROLANTE Estava saindo do meu serviço. A empresa onde trabalho fica no final da rua principal. Essa rua principal eh plana em todo o centro da cidade até chegar na ponte sobre o rio, depois eh bem íngreme e termina na empresa onde eu trabalho. Antes de sairmos do serviço temos que entregar o equipamento que fica com a gente durante o serviço. Este equipamento eh do tamanho da palma da mão. Para entregar este equipamento temos que ir até o almoxarifado da empresa que fica bem próximo a portaria de saída. Tem uma estreita escadaria que desce da portaria até esse almoxarifado que tem aproximadamente uns 10 degraus. Tem outra escadaria também estreita que vai da portaria até a saída da empresa na rua principal. Essa escadaria também tem uns 10 degraus. Eu descia a escadaria para entregar o equipamento ao almoxarifado.  O pessoal da faxina estava jogando água nesta escadaria onde eu e vários outros funcionários estávamos passando. Nisto vi que a …

FAZENDO A MUDANÇA DE RESIDÊNCIA NA ESPANHA, DE CARRO E COM MINHA MÃE NO VOLTANTE

MUDANÇA NA ESPANHA Estava em uma casa numa cidade do interior da Espanha. Era noite. Estava de mudança para outra casa. Essa minha mudança estava sendo feita de carro. O carro era do Henrique, que foi meu chefe quando trabalhei na empresa dele. Ele saiu com o carro levando algumas coisas. Fiquei na casa com outra pessoa e ficamos arrumando mais coisas para serem levadas de carro. Nisto o carro chegou de volta, mas quem veio trazendo o carro foi minha mãe. Colocamos algumas coisa no carro e fomos levar para a outra casa. minha mãe foi dirigindo. Ela diria por aquelas vielas estreitas da cidade até que chegou a uma grande praça. Não havia nada nessa praça, apenas o espaço. O calçamento da praça era de pedras. Depois minha mãe pegou uma rua a esquerda. Um pouco à frente essa rua dividia em duas, uma parte larga e a outra bem estreita e cercada de arbusto dos dois lados. Era a conta de passar um carro. Minha mãe pegou essa estrada estreita e eu perguntei se ela estava sabendo onde ia. Ela…

A MULHER E OS TRINTA REAIS

Estava indo pela Rua São Paulo com um colega e este ia reclamando muito do serviço e da empresa onde trabalhamos.
Chegando próximo a Avenida Primeiro de Junho uma mulher nos abordou pedindo ajuda para compra algo para comer para os filhos. Este colega meu que estava reclamando virou na Avenida Primeiro de Junho e foi no sentido da Catedral. Eu parei e tirei da carteira trinta reais e dei para a mulher dizendo que dava para ela comprar arroz e feijão para os filhos. A mulher pegou o dinheiro e foi embora. Segui pela Avenida Primeiro de Junho para ir encontrar com meu colega. Ele deveria ter ido numa loja de peças automotivas que tem na esquina da Avenida Primeiro de Junho com Rua Itapecerica. Cheguei nesta loja, olhei lá dentro e ele não estava lá. Fiquei procurando e vi ele descendo a Avenida Primeiro de Junho vindo da Catedral. Fiquei pesando onde ele teria ido porque ele tinha que comprar a peça para o carro que a gente precisava.

ESCOVANDO OS DENTES ANDANDO PELA RUA PARA TROCAR FIGURINHAS VIRTUAIS -

ESCOVANDO OS DENTES PELA RUA Sai da casa da minha mãe, no Bairro Esplanada, escoando os dentes e com meu laptop na mão. Fui andando pelo longo passeio que tem do outro lado da rua, sempre escovando os dentes. Eu queria encontrar pessoas que estavam trocando figurinhas virtuais. Neste passeio tinha pessoas em uma fila muito grande. Ao passar por uma porta que dava acesso a uma empresa que tinha deste outro lado da rua, vi que tinha outras duas filas nesta mesma porta. Eram pessoas que estavam entregando currículos para uma vaga de emprego. Continuei andando e escovando os dentes quando vi um grupo de uns cinco pessoas sentadas no chão com seus Laptop já trocando figurinhas virtualmente. Não era as pessoas que eu procurava. Fui até o final deste passeio, sempre escovando dos dentes e voltei pelo outro lado da rua, no passeio que passa em frente a casa da minha mãe. Não vi as pessoas que eu procurava para trocarmos as figurinhas virtualmente. Cheguei na porta da casa da minha mãe, ainda …

O ANDAIME FLEXÍVEL - Cheguei e fui subir neste andaime que foi colocado ali para eu subir e fazer uma verificação no alto dele. Quando fui tentar subir, este andaime se inclinou todo como se fosse flexível

O ANDAIME FLEXÍVEL Estava na rua da casa da minha mãe no Bairro Esplanada. Bem em frente a casa da minha mãe tinha um andaime muito alto e quatro pessoas tentando subir nele e não conseguiam. Cheguei e fui subir neste andaime que foi colocado ali para eu subir e fazer uma verificação no alto dele. Quando fui tentar subir, este andaime se inclinou todo como se fosse flexível. Ele balançava de um lado para o outro com estrema facilidade. A ponta dele foi para o outro lado da rua. Então fui até o outro lado e segurei neste andaime, porque assim que ele ficassem em pé, eu já estaria lá em cima. Eu disse para aquelas quatro pessoas que estavam ali, que o andaime iria cair quando estivesse ficando em pé. Estas quatro pessoas então ficaram segurando os pés do andaime em frente a casa da min ha mãe. Eu do outro lado da rua segurando a ponta deste andaime. Então o andaime começou a ficar em pé novamente e me levando junto. Quando ele ficou totalmente reto, anoitei um número que precisava. Depo…

PLANTAÇÃO DE FITAS ISOLANTES DE 5 CM. Para plantar e produzir este tipo de Fita Isolante era necessário um local onde se pudesse encher de água

PARREIRA COM PLANTAÇÃO DE FITA ISOLANTE DE 5 CM Em uma fazenda tinha uma parreira com plantação de Fita Isolante de cinco centímetros. Para plantar e produzir este tipo de Fita Isolante era necessário um local onde se pudesse encher de água. Assim, em um vale entre montanhas, o fazendeiro fez esta plantação e encheu o vale de água. A água tinha que ir até próximo ao topo da parreira, mas não podia atingir as folhagens da parreira. Estava ali vendo esta parreira juntamente com outras pessoas. Algumas estavam sentadas em cadeiras de praia vendo a plantação. Os bois que viviam naquela fazenda eram bois de água. Eles viviam naquelas águas onde as parreiras estavam plantadas. Eram como Hipopótamos, só viviam na água e mergulhavam o tempo todo e até ficavam um bom tempo debaixo d'água. O estrume daqueles bois que fertilizavam a terra para que a parreira pudesse crescer. está parreira já tinha produzido esta Fita isolante que saia de seu caule entre as folhas no alto da parreira e iam de…

O URSO E O CACHORRO -

O URSO E O CACHORRO NA FLORESTA Estava sentado em uma varanda de uma casa de campo. Só havia aquela casa até onde eu podia ver. A vista era magnífica, tudo verde em volta pois a casa ficava na parte mais alta. Podia ver o rio, as trilhas que tinham ali, as copas das árvores e até uma cachoeira ao longe. Estava observando tudo aquilo sentando na varanda, quando olhei para o lado e vi um barril. Em cima deste barril tinha um cachorro pequeno. Ele estava olhando também, na mesma direção que eu. Nisto apareceu um Urso rapidamente. Assustei com o Urso e antes mesmo que eu conseguisse corre, ele pegou o cachorro, colocou em suas costas e saiu correndo por uma daquelas trilhas. Fiquei observando aquela cena e pensando que o Urso poderia ter achado que o cachorro fosse filhote de Urso. Fiquei ali um tempo observando e não vi mais o Urso. Então entrei para dentro da casa

A PRAÇA / THE SQUARE

Vinha de carro e parei na entrada da praça que seria a praça do Santuário. Era igual a praça do Santuário, mas era diferente. Desci do carro e fui andando pela praça até o lado oposto. No final desta praça, para acessar o passeio que a contornavam a gente tinha que subir por uns canos ali colocado, pois o desnível era de uns cinco metros. Havia algumas mulheres que subiam por estes canos que extrema facilidade. Eu não conseguia subir.  foto - Thymonthy Becker
Com muito esforço subi nestes canos e fui andando pelo passeio, quando um homem aproximou de mim. Ele começou a andar do meu lado e nada dizia. perguntei o que ele queria, ele então abriu a carteira e mostrou dentro dela algumas notas de cinquenta reais. Perguntei porque me mostrava aquelas notas, mas ele ficava só me olhando. Então disse a ele que alguém o tinha engando, pois as notas de cinquenta reais que ele tinha ali eram da cor das notas de cem reais. Ele então olhou sua carteira e fez uma cara de decepção. Sentou ali mesmo n…

EU, O CARRO E AS VACAS

Estava saindo com o carro do que seria o local de meu trabalho. O local de onde saí era circular. foto - Thymonthy Becker Comunicação Fui saindo e vendo o carro que o Cândido estava dirigindo indo um pouco a frente. Fiquei pensando o porque ele estava indo sem me esperar, porque eu não sabia o caminho. Havia muitos carros circulando por ali. O Cândido ia cada vez mais à minha frente ate que eu não o vi mais. Cheguei em uma rua toda cheia de pequenas pedras. Imaginei que ele tinha ido por ali e fui passando por esta rua. Uma mulher andava no canto desta rua. O carro pulava muito devido as pedras e fiquei pensando se o Cândido tinha mesmo passado por ali. Após atravessar esta rua com pedras virei a esquerda e a direita, logo em seguida, tinha uma outra rua. Lá vi um carro bem no final desta rua que terminava em um muro da fábrica que tinha naquela rua. esta rua só tinha um quarteirão.  foto - ? O carro que vi estava no final da rua. Parei meu carro mais ou menos no meio do quarteirão e fui …

SUBINDO PELO ANDAIME

Havia um andaime, deste que pedreiro usam. Ele ficava ao lado de uma edificação. Havia muitas árvores ali plantadas. foto - ? Estas árvores eram tão altas quanto a edificação que parecia ser um edifício. Raízes das árvores acompanhavam este andaime de cima abaixo. Elas não atravessavam no meio dele, mas passava por dentre dele seguia as peças que montavam o andaime. Eu e o Chiquinho subíamos por este andaime, como a gente sempre faz, indo por dentro dele. As vezes a gente apoiava nas raízes para continuar subindo, visto que elas tinham, em alguns pontos, tomado toda a estrutura do andaime.  Quando faltava uns cinco metros para chegarmos ao final do andaime e acessar aquela edificação, fiquei com medo de cair. O Chiquinho chegou lá em cima e ficou me chamando.  foto - ? Mas eu não conseguia avançar os vãos do andaime porque tinha ficado com medo de cair. Mas fui tentando e muito lentamente conseguia avançar um pouco de cada vez. Eu temia segurar nas raízes e estas viram a romperem. Com ist…

A CAMA NA PORTA DA FACULDADE

Estava em um local que parecia ser afastado da cidade. foto - ? Havia uma casa grande. Fui pra o quarto dormir e a cama em que eu iria dormir ficava ao lado de outra igual e do mesmo tamanho. Minha cama tinha uns seis metros de comprimento por uns três de largura. Deitei nesta cama e uma outra pessoas deitou na outra. Nisto me deu vontade de ir ao banheiro. Então vi que o vaso sanitário ficava ali na cama mesmo. O vaso ficava bem na lateral da cama e encostado na cabeceira desta. A tampa do vaso era feita da mesma madeira da cama. O vaso ficava ao nível do colchão da cama. Então fui sentar no vaso e vi que sentando no vaso a gente ficava com as pernas esticadas. Olhei para o lado e vi uma parede que começava a uns dois metros do chão e era bem alta. Por baixo desta abertura da parede pode ver várias pessoas passando. Vi então que era a entrada da faculdade e era os alunos indo para aula. Achei que algum deste alunos poderia me ver usando o vaso, mas depois vi que a tábua da lateral da c…