OS SONHOS QUE SONHEI - THE DREAMS I DREAM.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

A ILHA DO POR DO SOL





Estava em uma praça que ficava a beira mar. Estava sentado em um beiral que tinha naquela praça. Este beiral fazia a orla da cidade.



Sentado ali pude observar uma ilha que deveria estar a uns duzentos metros da orla de onde eu estava. Esta ilha era pequena e eu podia ver todo o lado dela que era voltado para onde eu estava. No ponto mais alto desta ilha, que deveria ter uns dez metros de altura, tinha um castelo. Tinha muitas árvores plantadas e algumas casas entres aquelas árvores.



Aquela ilha pertencia a cidade de Divinópolis nas Minas Gerais. O sol, não importava a época do ano, se punha sempre atrás daquele castelo. Sentado naquele mural e soprando uma gaita, fiquei pensando porque o sol sempre se punha ali e como uma ilha no mar pertencia a cidade de Divinópolis nas Minas Gerais.



Fiquei ali olhando o sol se por atrás do castelo, soprando minha gaita.





DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO




A FÁBRICA DE IMAGENS





Estava na rua da casa da minha mãe. No passeio em frente a casa da minha mãe, o Guida tinha montado uma fábrica de imagens de santos feitos de argila.

Havia uma construção quadrada, que deveria ter uns dois metros de lado, e uns três de altura. A cobertura desta construção era tipo chapéu chines. Esta construção era feita de folha de flange. Desta construção saía uma esteira que conduzia as peças de dentro desta construção para o lado de fora.

Esta esteira deveria ter uns dez metros de comprimento. As imagens saíam de dentro daquela construção e seguiam pela esteira. No final desta esteira o Guida pegava as imagens já prontas, inclusive pintadas.



Eu fiquei imaginando como a prefeitura teria deixado o Guida montar a fábrica de imagens em cima do passeio e como as imagens eram feitas dentro daquela construção.


DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO





terça-feira, 26 de novembro de 2019

O CAMINHÃO DE TIJOLOS





Estava em uma cidade juntamente como Israel. A gente ia fazer uma serviço de monitoramento da qualidade do ar para a prefeitura da cidade.

Havia várias pessoas em uma praça onde a prefeitura fazia um show. Tinha um caminhão carregado de tijolos de cerâmica, exceto na parte mais traseira da carroceria, onde estava o aparelho que eu faria a amostragem. Eu tinha que montar o que estava desmontado neste aparelho para só então fazer o serviço.

Nisto ouvimos a secretária da prefeitura dizendo para outra pessoa, que a prefeitura não pagaria pelos nossos serviços. Dizia que a prefeitura nunca pagava os serviços que ela solicitava. O israel então disse que ia embora, porque tinha outras coisas para fazer e não ia trabalhar de graça.



Eu disse que ele podia ir mesmo, mas eu ficaria e faria o serviço mesmo assim. Eu descia e subia muito na carroceria deste caminhão, buscando peças para o aparelho que eu montava. Todas as vezes que eu subia na carroceria deste caminhão, ele balançava muito, como se tivesse rodas apenas no centro dele. Não sei como os tijolos não caíam. Fiz isso várias vezes.
Nisto a tal secretária da prefeitura disse para outra mulher que ia assar um pedaço de carne. Pegou uma faca para espetar a carne. Mas eu passei por ela e disse que precisava da faca e peguei a faca com ela. Esta secretária então disse para esta outra mulher que não ia ser possível assar a carne.


Nisto eu devolvi a faca para ela, dizendo que na verdade eu queria era um martelo. E subi novamente na carroceria daquele caminhão com tijolos de cerâmica. Subi no equipamento que eu montava e como ele estava ficando alto, fiquei com medo de cair de cima dele. Mas continuei montando assim mesmo.




De cima deste equipamento via toda a praça e as pessoas ali assistindo o show proporcionado pela prefeitura


DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO