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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

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A CORRENTE DOS EXCLUÍDOS

OS QUE NASCEM DEPOIS Cheguei no local combinado, que era o terraço de um edifício. Um homem e uma mulher que segurava um bebê no colo foram me explicar o que estavam planejando. O homem disse que entraria no hospital no domingo como alguém que vai fazer uma visita a algum enfermo. Este hospital estava sendo pintado do lado de fora e havia um andaime que os pintores usavam para o serviço. Como domingo eles não trabalhavam, este homem iria até o andar onde estava o andaime e subiria nesse andaime e de lá desceria uma corda com balde grande amarrado a ela. Lá em baixo estaria a mulher esperando com o bebê.  Ela colocaria o bebê dentro do balde e este homem o puxaria para cima do andaime e assim o levaria para dentro do hospital. Então a mulher entraria no hospital como quem vai fazer uma visita a enfermos e vai até o quarto onde este homem que puxou o bebê pela corda a está esperando. Então ela deitaria na cama com o bebê nos braços, como que estive internada ali e o tal homem iria tirar…

O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS

O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS  Estava em um banheiro grande onde o piso era de terra. Estava juntamente com três ajudantes fazendo uma medição da qualidade do ar. Havia muita água no chão deste banheiro. Eu montava o equipamento de medir a qualidade do ar e dizia aos meus ajudantes o que deveriam fazer para me ajudarem. Mas eles fazia tudo errado e então fui eu mesmo fazer. Nisto pisei em um buraco que estava cheio de água que foi até meu joelho. Não estava gostando de ver os ajudantes não saberem montar corretamente o equipamento. Nisto o Fernando gritou do lado de fora do banheiro que precisava ir ao banheiro.  Então pedi para todos sairmos do banheiro. Ao sairmos do banheiro veio a Nathália dizendo que ela estava aguardando para ir ao banheiro antes do Fernando. O Fernando então disse para a Nathália ir logo porque ele queria ir também. Fui andado por aquela sala e vi meu pai sentado com as pernas cruzadas em um banco que tinha no canto da sala. Fui passando por ele, indo em di…

O MUNDO SUBTERRÂNEO

O MUNDO SUBTERRÂNEO Estava em uma praça elevada que fica de frente para uma larga avenida. Nisto caiu perto de mim uma bola cinza to amanho de uma bola de futebol, parecendo feita de isopor, que foi crescendo e ficou umas dez vezes maior. Olhei em volta e vi que outras bolas iguais também estava caindo ali perto, parecendo uma chuva dessas bolas. Nisto vi que vinha voando no céu rodeado por essas bolas, o que seria um meio bicho e meio humano. Era parecido com ser humano, mas com o rosto largo e parecido com de um tigre. Essa pessoa foi descendo bem devagar, protegida por essas bolas cinzas, que ao grudarem no corpo permite que a gente saia flutuando, e pousou perto de mim.  Nisto uma fenda grande abriu naquela avenida de frente onde eu estava. Saiu desta fenda uma outra pessoa parecida com aquela que veio voando e foi de encontro com a que pousou perto de mim. Seria a mulher dele. Eles começaram a falar e ela pedia a ele para voltar. Mas ele disse que não voltava mais, porque na supe…

A PARTILHA DOS 400 REAIS

A PARTILHA DOS 400 REAIS Estava juntamente com várias pessoas em um passeio perto de uma praça da cidade. Nisto chegou o Sr. Ary e meu deu 400 reais. Eram duas notas de cem reais e quatro notas de cinquenta reais. Ele me disse que era para repartir entre os herdeiros dele, pois aqueles 400 reais era os bens que ele tinha guardado. Peguei os 400 reais e perguntei se era para dividir somente entre os filhos. Ele ficou pensando até que uma pessoa que estava ali disse que não era para dividir todo o dinheiro, só a metade dele. O Sr. Ary então pegou as quatro notas de cinquenta e perguntou a quem deveria dar os 200 reais então. Muitas pessoas começaram a falar ao mesmo tempo. Uma pessoa pegou o dinheiro com o Sr. Ary e disse o que deveria ser feito com os 200 reais. Outra pessoa não concordou, pegou o dinheiro na mão desta pessoa e disse o que ele achava que deveria ser feito com o dinheiro. Assim, o dinheiro foi passando de mão em mão. Todos discutiam o que fazer com o dinheiro até que um…

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL Todos os dias de manhã, na Rua Goiás, quase esquina com a Avenida Sete de Setembro, passo na lanchonete para tomar um café. Nesta esquina da Sete com a Goiás tem o edifício do hotel. A garagem deste hotel fica na Sete de Setembro. Sempre que vou saindo da lanchonete, um boi vem vindo da esquina em minha direção, tentando me pegar. Eu vou para entre os carros estacionados na Goiás e tentando me esconder do boi. Fazendo isso eu vou em direção da esquina da Sete com a Goiás. O boi fica tentando me encontrar por entre os carros. Quando consigo chegar na esquina, deixo o boi me ver e corro em direção à garagem do hotel. O portão desta garagem fica entreaberto e quando alguém entra ele fecha automaticamente. O boi vem correndo atrás de mim, entro na garagem do hotel e fico atrás do portão da garagem que já começa a fechar. O boi entra logo em seguida em disparada. Com o portão fechando eu saio de dentro da garagem. O boi tenta voltar, mas já não da para ele passar …

O TREM DESCARRILHADO

O TREM DESCARRILHADO  Vinha dirigindo minha caminhonete por uma rua larga. Estava começando a anoitecer. Pouco a minha frente tinha um sinal de trânsito. A partir deste sinal esta rua larga seguia para a esquerda e em frente seguia uma estreita rua. Eu iria para a esquerda porque era o caminho mais rápido para onde eu queria ir. Chegando no sinal que estava fechado, vi um homem parando sua moto e descendo da mesma. Este homem que estava encapuzado parou outra moto que vinha logo atrás dele, para assaltar o motociclista. Este homem encapuzado também rendeu o motorista do carro que estava do lado. Vendo aquilo, e para não ser assaltado, acelerei minha caminhonete e fui passando pelo homem encapuzado. Ele ficou mandou eu parar, mas eu segui em frente e fui por aquela ruazinha estreita.  O motociclista que tinha sido rendido por ele aproveitou e saiu também na mesma direção que a minha. Acelerei o carro e fiquei torcendo para o tal homem não atirar em direção da minha caminhonete. Com med…

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY  Estava com a Nathália em um carro grande, vermelho e novinho. A Nathália tinha acabado de tirar ele da concessionária. Fui com ela até a faculdade onde ela tinha se formado para buscar um documento. Quando ela entrou nas ruas de dentro da faculdade, acelerou o carro e saiu dirigindo por aquelas estreitas ruas em alta velocidade. Para virar nas ruas ela derrapava para ele girar no sentido que ela queria ir e continuava acelerando. Eu disse à ela - Calma, você vai bater o carro - Ela respondeu - Relaxa Daddy, sei o que estou fazendo -  Depois ela entrou em um estacionamento onde havia carros estacionado dos dois lados da via e a passagem para os carros que entravam ali era bem próxima dos carros estacionados. Ainda assim ela continuou dirigindo acelerando e derrapando o carro para fazer as curvas, isso entre os carros estacionados. Eu disse a ela - Você sabe que vai bater esse carro né? - Ela respondeu - Se bater eu te falo - No final de…

A ONÇA, O GATO E A VACA NO ACAMPAMENTO

A ONÇA, O GATO E A VACA NO ACAMPAMENTO Estava vindo andando juntamente com outra pessoas, dentro de uma canalização para água. Esta canalização tinha uma altura de aproximadamente três metros por aproximadamente três de largura. O fundo era cônico e corria em seu leito um filete de água. Eu caminhava de um lado deste leite de água e a outra pessoa do outro lado. Tinha dificuldades de andar sem pisar na água devido a este formato cônico do fundo da canaleta. Depois de andar um pouco vimos a nossa frente alguns galhos de árvore caído no leito desta canaleta. As folhas destes galhos estavam secas e a maioria já tinha caído deles, indicando que ele tinha caído ali a bastante tempo. Junto as estes galhos tinha um gato bebendo água. Ouvi um barulho atrás de mim e quando olhei vim que vinha uma onça do tamanho de um cachorro de porte médio. Fiquei assustado e pensei logo que a tal onça iria morder minha perna e me arrastar naquela caneleta. Mas assim que ela passou por mim vi que estava olha…

ANDANDO COM A CRIANÇA NO CARRINHO DE BEBÊ

A CRIANÇA NO CARRINHO DE BEBÊ  Estava no passeio do canto da linha quase em frente a casa da minha mãe. Havia algumas pessoas sentada lá conversando. Uma criança de um ano e pouco aproximadamente que estava ali também, começou a chorar e veio em minha direção pedindo colo. Eu estava sentado em uma cadeira e pequei a criança no colo. Rapidamente ela dormiu. Fiquei imaginando que se a criança fizesse xixi iria molhar minha calça. Então coloquei a criança no carrinho de bebê. Assim que coloquei a criança no carrinho ela acordou e começou a chorar novamente. Então sai andando com o carrinho no passei do canto da linha para ela dormir. Andando com o carrinho ela adormeceu. Fui voltando empurrando o carrinho quando encontrei com o Siririca. Ele pediu para ficar empurrando o carrinho com o bebê. Passei para o Siririca o carrinho e ele saiu empurrando o carrinho correndo. Pedi a ele para ir devagar porque poderia acordar a criança. Mas ele disse que criança gostava era que ficasse correndo. E…

DIRIGINDO CAMINHÃO DESGOVERNADO

O CAMINHÃO DESGOVERNADO Vinha descendo a ladeira de uma cidade histórica quando vi um caminhão atravessado na rua. Como essa ladeira era estreita, o caminhão fechou toda ela. Então subi neste caminhão para tirá-lo dali. O caminhão não tinha o banco da cabine. Então, com dificuldades fiz a manobra estando de pé na cabine do caminhão. Depois que consegui alinhar o caminhão na rua, ele começou a se mover sozinho. Os pedais não funcionavam e os freios também não. Dentro da cabine do caminhão, de pé, ia dirigindo tentando não bater o caminhão que só aumentava a velocidade. Fiz curvas bem fechadas sem deixar o caminhão bater. Até que o caminhão chegou no final da ladeira onde tinha um monte de areia. Ao passar por este monte de areia o caminhão parou. Desci do caminhão e fui subindo a ladeira a pé.

A ILHA SECRETA

A ILHA SECRETA Estava na margem de um largo rio. Entrei no rio e sente em um vaso sanitário que estava próximo a margem, para fazer coco. Este vaso sanitário saiu boiando sendo levado pela correnteza deste rio. Enquanto o vaso ia rio abaixo eu ia fazendo minhas necessidades. Depois que terminei o vaso parou na margem do rio onde tinha uma área limpa, grande toda de areia, como se fosse uma praia. Desci nesta suposta praia e vi um formação de pedra nesta margem do rio. Era como se fosse uma grande panela com uns cinco metros de diâmetro e uns cinquenta centímetros de fundura.  O rio passava poucos centímetros acima da borda desta formação de pedra. Sentei dentro desta "panela de pedra" e a correnteza do rio era bem forte sobre ela, embora ela estive nas margens do rio. A correnteza passava na altura dos meus ombros, estando eu sentado dentro desta formação de pedra. Em volta desta praia era mata fechada. Sai dali para ir contar aos meus irmão sobre minha descoberta. Saindo de…

A PROMESSA

A PROMESSA Estava dentro de uma igreja. Era noite. Havia três fileiras de banco e dois corredores entre estes bancos. Havia bastante pessoas dentro desta igreja. estava sentado nos fundos da igreja, próximo a porta de saída. Um homem no corredor desta igreja e próximo a mim dizia que precisava construir uma igreja na comunidade dele porque lá não tinha nenhuma igreja. Pedia a quem pudesse ajudar o fizesse. Havia outro homem um pouco a frente dele dançando sozinho. Eu chamei o homem que pedia ajuda para construção da igreja e disse que doaria a igreja para a comunidade dele. Saímos para fora da igreja para a gente conversar.  Então disse a ele que podia contratar a construtora para construir a igreja e que eu pagaria tudo, inclusive os bancos e toda mobília que precisasse. O tal homem disse que faria isso imediatamente. Então falei que era só me passar o valor que eu faria o cheque. Este homem disse que talvez precisasse de dinheiro para dar inicio na papelada. Disse que não teria prob…

NO SUPERMERCADO COMPRANDO LEITE MOÇA E LEITE DE SAQUINHO

NO SUPERMERCADO COMPRANDO LEITE MOÇA E ESQUECENDO DE PAGAR Fui até um supermercado para comprar leite moça e leite de vaca. Levei uma caixa de papelão que tinha uns vinte centímetros por vinte e uma altura de uns e quarenta centímetros. Fui até uma prateleira e peguei uma caixa de papelão que continua quatro latas de leite moça dentro. Depois peguei quatro saquinhos de leite de vaca com 250 ml cada um. Coloquei os produtos dentro da caixa de papelão que eu levava. Nisto vi o José Alique em uma cadeira de rodas. Ele estava fazendo compras também. Ele não me viu e então fui indo embora. Fui saindo do supermercado e antes de passar pela porta de saída uma menina me chamou dizendo que precisava vistoriar o que eu tinha na caixa de papelão. Voltei e coloquei a caixa em cima de um balcão e fiquei pensando porque ela queria fazer isso. Essa menina voltou para a sala de onde estava. Olhei para dentro da caixa e então me dei conta de que não tinha pago pelas compras. Fui até um caixa e disse a…

INDO ATRÁS DA IARA NA CASA DO SR. ARY (Going to get Iara in the house of Mr. Ary)

INDO ATRÁS DA IARA NA CASA DO SR. ARY A Iara Sai de minha casa com um balde pela metade com tinta amarela. Fui até a casa do Sr. Ary procurando pela Iara que deveria estar lá. Quando fui chegando na casa do Sr. Ary vi que o portão da garagem do barracão estava aberto, mas o da casa não. Fiquei na dúvida se eu chamava na casa ou já entrava pelo barracão. Quando decidi ir pelo barracão e caminhei em direção ao portão, o Sr. Ary saiu do portão. Então disse a ele que tinha ido buscar a Iara para ela voltar pra casa. Mas ele não me deixou entrar dizendo que ela não queria ir. Então coloquei o balde de tinta no chão e virei para ir embora. Nisto o Sr. Ary me chamou e disse: _Pode ser que esta seja a última vez que você me vê na vida_ Depois abaixou a cabeça e sussurrou baixinho, acho que pra ele mesmo: _também, não tem ninguém na rua mesmo. Depois  olhou para mim  e completou: _Mas eu perdoou você. Não disse nada e voltei para minha casa. Quando estava subindo a Rua Rio de Janeiro quase cheg…

CAINDO COM O CARRO NO ABISMO -

CAINDO COM O CARRO NO ABISMO DENTRO DA CIDADE Vinha dirigindo meu carro no centro da cidade de Betim/MG. Virei a direita em direção a ponte. Quando cheguei em um sinal tinha a opção de seguir em frente ou pegar a faixa que era em cima do passeio. Estava anoitecendo. Quando o sinal abriu fui pela faixa que fica em cima do passeio. Já tinha passado ali várias vezes. Quando trafegava em cima deste passeio, uma mulher ia por ele. Fui devagar esperando que ela saísse da frente, pois a preferência era dos carros. Ela saiu da frente e então continuei. Nisto começou uma descida muito forte daquele passeio. Continuei dirigindo e pensando que não lembrava daquela descida tão forte assim, mas continuei e a descida ficava cada vez mais forte. Não via saída para as laterais e já não conseguia mais frear o carro. A descida ficou em linha reta pra baixo. Era um abismo muito profundo. O carro foi caindo em direção ao fundo do abismo onde eu podia ver as rochas pontudas lá em baixo. Fiquei pensando co…

O TRABALHO, A CARTEIRA DE TRABALHO E O MORRO ROLANTE

O TRABALHO, A CARTEIRA DE TRABALHO E O MORRO ROLANTE Estava saindo do meu serviço. A empresa onde trabalho fica no final da rua principal. Essa rua principal eh plana em todo o centro da cidade até chegar na ponte sobre o rio, depois eh bem íngreme e termina na empresa onde eu trabalho. Antes de sairmos do serviço temos que entregar o equipamento que fica com a gente durante o serviço. Este equipamento eh do tamanho da palma da mão. Para entregar este equipamento temos que ir até o almoxarifado da empresa que fica bem próximo a portaria de saída. Tem uma estreita escadaria que desce da portaria até esse almoxarifado que tem aproximadamente uns 10 degraus. Tem outra escadaria também estreita que vai da portaria até a saída da empresa na rua principal. Essa escadaria também tem uns 10 degraus. Eu descia a escadaria para entregar o equipamento ao almoxarifado.  O pessoal da faxina estava jogando água nesta escadaria onde eu e vários outros funcionários estávamos passando. Nisto vi que a …