Thursday, October 4

AS CURVAS DA ESTRADA DO GALPÃO




















Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

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VIVER EH A MAIOR DE TODAS AS AVENTURAS