Thursday, September 8

PERSEGUIDO PELA VACA


Estava no que seria uma pequena cidade. Ele atinha duas ruas paralelas, compridas. Sendo que uma ficava no alto do morro, que era todo plano em cima. A outra ficava no pé do marro. Elas ficavam distantes uns 50 metros. As duas eram totalmente planas, sendo que uma ficava em cima do morro, a outra abaixo, uns 20 metros de declive. Entre estas duas ruas, havia várias outras as interligando. Estas ruas que interligava as duas ficavam próximas umas das outras. Deveria ter uns 10 metros de distancia uma da outra. Estava na rua de cima do morro, juntamente com algumas pessoas ali. Estava escurecendo. Na rua de baixo havia uma vaca que estava atacando as pessoas. Elas corriam para dentro do que seria uma escola, que tinha na rua de baixo. Nisto, esta vaca me viu na rua de cima e saiu em disparada para me pegar. Ela subiu por uma rua e eu desci por outra. Mas a vaca me viu, porque não havia casas nem construções ali. Apenas aquela escola na rua de baixo. Mas ninguém, nem mesmo a vaca, passava em cima do terreno que havia entre as ruas. Todos sempre passavam pelas ruas. A vaca voltou para me cercar do outro lado. Voltei também. Depois ela saiu em disparada para me pegar, desci a rua correndo e foi à conta de eu entrar no portão da escola e fechá-lo, para a vaca bater com o chifre nele. Estando ali protegido, vi a vaca correndo atrás das outras pessoas que ainda não tinha conseguido entrar na escola.

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