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ATRAVESSANDO OS FILHOTES DE CACHORRO


Estava dentro do carro da firma que trabalho, juntamente com o Nathan. Ele ao volante e eu de carona. O carro ia muito velozmente. Então perguntei ao Nathan quem estava dirigindo. Ele disse que era eu. Pedi a ele então que pisasse no freio imediatamente, porque eu não dirigia o carro. Ele pisou no freio e o carro foi derrapando. Foi derrapando até no ponto onde a estrada se dividia em duas, numa bifurcação em “y”. Ele parou junto a uma criança de uns 5 anos, que atravessava na faixa de pedestre. A criança não se assustou com o carro. Saímos do carro e disse ao Nathan, que era ali que a gente iria trabalhar, pois eu estava reconhecendo o lugar. Havia uma escadaria rente ao passeio, que descia para uma espécie de porão. O Nathan foi à frente, descendo as escadas. Fui atrás, descendo também, mas montado em uma bicicleta. Chegamos lá em baixo, havia um portãzinho no final desta escada. Depois deste portão havia um pequeno corredor, de 1 metro de largura, onde estava um guarda e vários filhotes de cachorros. Depois do corredor havia outro portãzinho. Disse ao Nathan que tínhamos que atravessar o outro portãozinho, pois era ali que a gente trabalharia. Ao entrar neste pequeno corredor, todos os filhotes de cachorro que estava ali, pularam em mim e ficaram grudados como se minha roupa fosse de velcro. Andei com dificuldade atravessei o outro portãozinho. Ao atravessar o outro portão, os cachorros se soltaram de mim. Então aquele vigia disse que os cachorros só queriam alguém para levá-los ao outro lado.

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