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VAGÕES BATENDO E O NARIZ SANGRANDO

Estava num local, onde havia um tanque grande, quadrado, feito de tijolos. Este tanque tinha uma torneira, onde eu lavava meu nariz, porque ele estava saindo muito sangue. Eu olhei para o lado e vi uma poça de sangue. Sabia que aquele sangue era do meu nariz e estava com medo dele não parar de sair. Fui embora dali e entrei numa ruazinha que ficava ao lado de um muro muito alto. Tinha várias pessoas comigo. Nisto veio vagões de trem se chocando com esta parede. Todos nós ali saímos correndo, mas à medida que a gente passava, vinham outros vagões e batia na parede, mas não acertava a gente. Tinha uns vinte vagões batidos na parede. Quando cheguemos num local que não tinha mais saída, os vagões pararam de bater.

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