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O SOFÁ, O BARBEIRO E AS JABUTICABAS


Cheguei num grande pomar, onde havia inúmeros pés de jabuticabas. Eles estavam carregados de jabuticabas, mas todas estavam arrebentadas e amareladas. Eu sabia que a culpa delas estarem daquele jeito, era minha. Andando pelo pomar, vi o Israel cotando o cabelo de um homem, que estava sentado numa cadeira de barbeiro, ali no meio do pomar. Andando mais um pouco, vi um sofá velho e todo rasgado. Aproximei e vi em cima dele, alguns papeis. Cheguei perto. Vi que no primeiro papel, falava de um cheque que tinha sido devolvido, vi que o cheque era meu. Peguei aqueles papeis, olhei e vi que os demais, também falavam de cheques devolvidos. Estavam grampeados. Procurei para ver se ninguém olhava, coloquei aqueles papeis no bolso, para que assim, ninguém viesse me falar de cheques devolvidos. Continuei andando, até que encontrei a Rita. Ela veio reclamar do fato das jabuticabas estarem todas estragadas. Nisto vi outro sofá, onde o Sr. Ari estava deitado. Disse então que eram só cortar todos os pés de jabuticabas e plantarem outros. O Sr. Ari disse que não adiantaria nada. Estava tudo perdido. A Rita dizia que a culpa era minha. fui saindo dali, deixando a Rita falando sozinha.

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