Saturday, December 8

DEU CARGA NO VOYAGE SEDAN

--> Estava dirigindo um carro parecido com o Voyage sedan. Ao meu lado estava a Iara. Estava anoitecendo. Dirigia por uma estrada de pista dupla onde na sua maioria extensão havia aqueles blocos de cimento dividindo a pista. Dirigia calado e quando dei por mim o carro estava indo de lado e muito rapidamente. Só percebi que o carro havia derrapado quando vi as faixas pintadas no asfalto passando pela minha janela. Tentei consertar o carro, mas não conseguia. Ele foi deslizando indo para o acostamento. No acostamento havia alguns finquetes no chão demarcando uma parte que seria restaurada. Estes finquetes eram de ferros e do tamanho que costumam ficar para fazer estas demarcações. O carro passou por cima de dois destes finquetes. Deu para os sentir raspando debaixo do carro. Imaginei que poderiam fazer estragos debaixo do carro. Depois que passou pelos finquetes, o carro começou a consertar a direção. Quando ia consertando a direção, ele bateu com a frente, do lado direito, em uma árvore que estava plantada no acostamento. Mas mesmo batendo, ele não mudou de direção e continuou consertando a direção até que assumi o controle da direção novamente. Continuei dirigindo sem falar nada e a Iara também estava calada como se nada tivesse acontecido.  Quando fui chegando uma cidade que estava próxima de onde o carro tinha derrapado, disse para a Iara que iria retornar. Ela então disse que naquela cidade não tinha com o fazer retorno. A gente só podia ir naquela direção. Disse que eu deveria saber disto, pois já tinha passado por ali. Não entrei na cidade e quando vi na rodovia uma parte dela que não tinha aqueles blocos de cimento dividindo a pista, joguei o carro nesta abertura, na mesma velocidade que vinha e o virei de uma vez. Fazendo isto, o carro mudou de pista, mas foi indo de ré no mesmo sentido que eu estava devido à velocidade. Eu acelerava e o carro cantava pneus, mas ia indo de ré até que foi diminuindo a velocidade e retomou em direção para frente. Continuei dirigindo até que cheguei à cidade que eu queria. Entrei nesta cidade e sai procurando pela casa do Sr. Aírton do rancho. Numa esquina tinha uma casa com o portão da garagem aberta. A garagem ficava uns cinco metros da esquina. Parei o carro um pouco antes da garagem e juntamente com a Iara entrei pelo portão desta garagem. A casa ficava afastada do muro uns dez metros e a garagem era ali neste espaço e sem cobertura. Sentado numa beirada que tinha rente ao muro lateral estava um dos filhos do Sr. Aírton do rancho. Ele ficava movimento com as mãos alguma coisa que não deu para eu ver o que era. Como se estivesse brincando com aquelas bolinhas de fazer fisioterapia para as mãos, mas não havia bolinha, era  outro objeto. Uma mulher que seria a filha do Sr, Aírton estava de pé brincando de jogar para cima uma criança. Ela e a criança riam muito. Havia um pequeno canteiro nesta área onde a gente estava. Este canteiro era cercado com um murinho de tijolos rebocados. Eu e a Iara sentamos neste murinho que cercava o canteiro. Nisto saiu da casa o Dalton, o outro filho do Sr. Aírton. Ele chegou perto da gente e disse:
__Deu carga novamente né?
__Eh, deu carga de novo. Respondeu a Iara.
Carga seria batida de carro.
A iara então disse que tinha sido no mesmo local da carga anterior. O filho do Sr. Aírton que estava mexendo com as mãos disse então que eu estava correndo muito. Disse que achava que não, ia numa velocidade normal. Ele insistiu que se deu carga no mesmo local só podia ser porque eu corria muito.  Fiquei lembrando a cena para ver se eu estava correndo muito e não acreditava que teria sido isto. Nisto o Sr. Aírton saiu de dentro da casa. Ele estava bem magro e mantinha o braço esquerdo junto ao peito, como se não pudesse movê-lo ou estivesse machucado. Veio mancando da perna direita em nossa direção. Continuamos sentados. O Sr. Aírton perguntou então se tinha dado carga. A Iara disse que sim e no mesmo local. O Sr. Aírton perguntou pelo carro. A Iara disse que a filha dele tinha chamado o guincho e eles já o estavam levando. O Sr. Aírton então disse que não havia problemas, eu estava de serviço e isto poderia acontecer mesmo. Além do mais, ele tinha alugado o carro para a empresa e esta pagaria todas as despesas.

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