Sunday, March 3

O MASCOTE DO CASTELO MEDIEVAL

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Estava no que seria o quintal de um castelo medieval. Este quintal era muito grande. Estava com uma peça de ferro que deveria ter uns 40 centímetros de diâmetro e era cheia de pontas. Estava tentando moldar esta pela usando uma massa que parecia ser de gesso, mas não era. Ia tentando fazer o molde e caminhando pelo imenso quintal daquele castelo. Parei perto de uma construção que parecia ser um galpão. Dentro deste galpão estavam duas pessoas. Eu ouvia gritos de algum bicho, mas não me importei com isto. O bicho continuou gritando e então olhei e vi aquelas duas pessoas com um porquinho da índia. Não vi bem o que fazia. Continuei tentando moldar a tal peça e por fim desisti de tentar. Nisto chegou montado a cavalo o dono do castelo e algumas pessoas, todos montados a cavalo. Eles queriam saber o que havia acontecido com o mascote do castelo, o tal porquinho da índia. O dono do castelo tinha ido ali, avisar para aqueles dois homens que estava saindo para procurar o tal porquinho da índia. Percebi que aqueles dois homens estavam tentando se livrar do porquinho da índia, mas nada disse para o dono do castelo. Assim que o senhor do castelo e os que estavam com ele sairam, vieram três pessoas e uma delas disse para mim que era para eu limpar o estábulo. Disse que não ia limpar nada. Ele então me mostrou uma parte do estábulo que estaria por minha contra e eu devia deixá-lo bem limpo. Continuei dizendo que não ia limpar nada, pois eu não trabalhava ali. Eles riram muito e saíram. Sai também e fui até uma pequena casa que tinha dentro do terreno deste castelo e onde moravam os que trabalhavam ali. Na entrada desta casa era a cozinha e uma mulher fazia o almoço. No outro cômodo um homem e uma mulher estava sentados em um banco. Cheguei e perguntei pelo Rominho. Queria saber se ele estava bem e se tinha melhorado. A mulher que cozinhava disse que ele estava bem e que eu podia entrar para ir vê-lo.

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