OS SONHOS QUE SONHEI - THE DREAMS I DREAM.: 2007

MEUS SUPER PODERES

Eu estava num local, que não sei onde era. Estava bem escuro. Era noite. Eu tinha uns poderes, que eu não sabia qual e nem como usá-los. Eu estiquei minha mão e saiu raios dela que explodiam ao tocar qualquer coisa. Eu fique assustado com aquilo e sai correndo. Ao correr, de meus olhos saíram luzes iluminando o caminho por onde eu passava.

DE LOJA EM LOJA

Estava andando na rua Goiás. Eu queria comprar uma bicicleta. Mas eu queria uma bicicleta de cor vermelha. Eu entrava nas lojas, mas só loja que vendiam roupas. Andei bastante e depois fui voltando, do outro lado da rua. Na volta eu já estava procurando para comprar era um carro, e sempre entrava em loja de roupa e perguntava se vendiam carros.

SONHANDO COM A PESCARIA

Eu tinha ido viajar. Fui me hospedar num hotel que ficava a beira da estrada. O quarto estava com alguns insetos voando em volta da lâmpada. Eu deitei e cobri a cabeça, para que os insetos não caíssem em cima de mim. Nisto eu sonhei que estava no quarto deste hotel com várias pessoas. A gente tinha ido para uma pescaria. Então alguém jogou água em mim e eu acordei assustado, ouvindo um barulho que se repetia. Alguém batia numa panela em baixo da janela do quarto. Nisto ouvi um cachorro latindo em baixo de minha janela. Já estava na dúvida se estava sonhando ou acordado. decide ir dormir novamente. 

DE BELINA PARA A PRAIA

Estava viajando de carro, para a praia. O carro era a Belina do Henrique. Mas eu não sabia o caminho e acabei chegando numa mata fechada, onde a estrada terminava. Eu desci do carro e fui mata adentro. Nisto cheguei numa casa velha, cujo telhado esta todo quebrado. Eu entrei dentro desta casa e sentei num sofá velho e rasgado que tinha lá. Nisto eu percebi que eu estava no sofá do meu apartamento.

CAINDO DE JOELHOS DIANTE DO NINJA ROBÔ

Estava num grande galpão, que devia ser do tamanho de um quarteirão. Ele era todo fechado. Só havia um grande portão, onde uma maquina imensa, o vigiava. Nisto, um robô, parecido com um ninja, todo de preto, fazia com que uma espécie de armário, viesse em alta velocidade em minha direção, na tentativa de me matar. Eu consegui desviar destes armários. Depois este robô igual a ninja, veio em minha direção. Eu conseguia correr rapidamente, mas, já cansado, pensei em deixar ele me matar, e assim acabava logo com tudo aquilo. Ele então atirou uma faca em mim, e acertou em meu peito. Eu então cai de joelhos ao lado de uma pessoa, que nada fazia e só ficava parada ali. Nisto o grande portão se abriu e algumas pessoas, começaram a sair por ele. Eu levantei e tentei sair também, mas a maquina me atirou longe.

MORANDO NO LABIRINTO

Eu morava num galpão muito grande. Havia vários moveis de madeira, fazendo vários labirintos. Eu morava num destes labirintos. Nisto a policia esteve lá, procurando um bandido. Eu era amigo do policial que tinha estado lá. O policial disse que iria investigar para saber quem tinha cometido o crime. Depois ele voltou lá, me procurando, eu estava escondido num destes labirintos. O policial me achou e disse que era eu que ele procurava. Então eu concordei que era eu o bandido que ele queria.

150 REAIS NO BANHEIRO

Estava numa casa. Nisto chegou a Iara e me chamou pra conversar. Fomos para o banheiro da casa. Lá dentro a Iara disse que eu tinha que dar os 150 reais. Ela disse que eu os tinha. Eu olhei minha carteira e tinha mesmo os 150 reais lá dentro. Havia uma outra pessoa dentro do banheiro junto com a gente, mas eu não vi o rosto desta pessoa.

PARTICIPANDO DO BIG BROTHER BRAZIL

Estava num local, era noite. Estava havendo uma filmagem com pessoas que iam participar do Big Brother Brasil. Eu estava amarrado numa haste. Esta haste estava sendo segurada por uma pessoa. Ela virou rapidamente eu quase bati numa das câmeras que estava filmando. Nisto eu desprendi da haste e vi que estava usando capacete, deste de funcionário de construção. Nisto vi que havia em cima do meu capacete um colar, que parecia ser de pérolas. Ele estava me incomodando. Tirei o capacete e vi que o tal colar vinha de dento da minha boca. Comecei a puxá-lo, e ele foi saindo de dentro do meu estomago. Já tinha puxado uns 2 metros e fui ficando difícil. Então imaginei que ele já estava saindo do intestino, Daí eu arrebentei o mesmo. Depois cheguei perto de uma mulher e pedi a ela para fazer o papel para eu ir ao medico. Ela mandou eu mesmo fazer, me mostrando o papel. Eu disse que minha letra era feia. Ela então foi fazendo o papel, quando disse que eu não tinha plano de saúde. Eu disse para fazer o papel no nome da Nathalia, que eu iria levá-la ao medico devidos às manchas, e aproveitava e perguntava se eu teria que operar, devido ao colar. A Nathalia que estava ali perto, disse que não aia ao médico de jeito nenhum. Fui para meu quarto. Era noite. Depois eu estava lá fora no quintal, na frente da janela do meu quarto. Eu tentava vestir uma calça do Fernando. Eu estava de short. Nisto vi a Regina e mais duas pessoas que havia esticado uma linha ate uma árvore lá no fundo do quintal, dizendo que iriam pegar o “olho”. Eu deixei a calça ali e fui até lá fora da casa. Nisto vi o Weber e o Paulo Henrique na porta da casa deles. Eles me cumprimentaram. Eu abaixei e fiquei escrevendo com o dedo, no chão.

ESCURIDÃO TOTAL

Eu caminhava, não sei onde. Estava totalmente escuro. Eu não via absolutamente nada. Mas continuava andando como se estivesse numa rua qualquer. De repente eu fui subindo como se estivesse levitando. Eu ia subindo no ar. Mas continuava movimentando os pés como se estivesse andando na rua.

DE CABEÇAS BAIXA

Eu Estava andando na rua Goiás, aqui e Divinópolis. Havia muitas pessoas na rua. Mas todas andavam de cabeça baixa. Eu ia ao sentido e todos vinham no sentido contrario ao que eu estava indo. Não sei para onde eles iam e muito menos eu. Apenas seguia meu caminho

TENTANDO FUGIR DO URSO

Eu estava num local meio escuro. Parecia no meio de uma selva, mas este local onde eu estava, era todo cimentado. Nisto apareceu um urso pardo que devia ter uns 3 metros de altura. Eu tentei correr, mas cai. Nisto o tal urso pulou em cima de mim. Ele estava me esmagando, quando lembrei que eu podia voar. Fiz um esforço bem grande e dei um salto para cima, indo eu e o urso. Tentei voar, mas o urso estava em cima da minha barriga, eu não consegui e fui caindo novamente. Quando cheguei perto do chão. Cai com o urso na minha barriga.

A TAÇA DE VINHO


Estava sentado à mesa. Ela era muito comprida e larga. Eu estava sentado na cabeceira e de um lado estava a Iara e do outro o Henrique. O Henrique colocou uma espécie de quebra cabeça para eu ficar brincando com ele, dizendo se era aquilo que eu queria. A Iara ficava só rindo e não dizia nada. Eu então levantei e fui buscar uma taça de vinho que a Iara queria. Eu sabia que era queria, embora ela não falasse nada. Eu peguei uma taça muito grande. Dentro dela coube um litro de vinho. Eu vim carregando a taça com cuidado para não derramar, e fui bebendo o vinho também. Eu ria muito, e quando cheguei perto da Iara, já tinha tomado quase todo o vinho.

NO BURACO DA PORTA DO BANHEIRO

Estava num local, parecido com um grande salão. Eu quis ir ao banheiro fazer xixi. Entrei no suposto banheiro, mas a porta tinha trinco só por fora. Eu então encostei a porta. Dentro deste banheiro, que estava meio escuro, havia uma outra porta que dava para o vaso sanitário. Eu entrei e fechei esta porta. Mas ela tinha um buraco grande no centro. Eu estava fazendo xixi quando duas mulheres começaram a me olhar por este buraco. Eu então perguntei se elas não estavam vendo que estava ocupado o banheiro. Elas saíram resmungando.

A ROUPA, OS CACHORROS E VOANDO FUGINDO DO MONSTRO



Eu estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Eu cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Eu tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí eu comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Eu não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis e levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que eles não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. 
Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Eu disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar calça jeans. Nisto lembrei que eu tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei a direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei na última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas eu fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me persegui. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei no final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, eu corria sem medo e não errava as passadas. 
Fui correndo e este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele termina na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi na copa de um dos galhos desta árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da árvore. Mas mesmo assim, eu ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. 
Então dei um pulo e sai voando. Eu então sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Eu então voltei, voando e fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. Eu me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados.

ATIRADOR

Eu estava numa esquina de uma rua. Havia um homem numa moto parado na esquina. Nisto veio um carro dando marcha à ré e esbarrou na moto. O carro saiu e parou um pouco adiante. O homem da moto saiu e parou ao lado do carro. Nisto veio alguém atirando com um revolver. Eu fui correndo com a Nathalia. Eu mandei a Nathalia ir para um outro local e quando virei, o tal homem que estava atirando, apontava a arma para mim. Ele atirou, mas a bala acertou um tronco de árvore que estava cortada, e eu estava atrás dele. Depois ele deu um outro tiro e acertou no meu peito. Eu fui caindo devagar e...

NA CELEBRAÇÃO COM CRIANÇAS

Eu estava dentro de um galpão grande, totalmente cheio de pessoas. Parecia uma celebração de igreja. Umas quatro pessoas iam à minha frente, passando por entre estas pessoas. Eu as seguia, carregando algo em minha mão direita. Quando cheguei perto do suposto altar, que ficava uns 30 centímetros abaixo de onde estava estas pessoas, na primeira filha havia duas crianças de uns seis meses, usando apenas fraldas descartáveis. Uma destas crianças caiu e se levantou rapidamente. Uma outra pessoa que estava ali também, disse que tinha sido eu quem a empurrou. Mas eu nem havia encostado a ela. Eu nada falei e, seguindo os que iam à minha frente, entrei por uma porta lateral. Todas as pessoas que estavam ali se encontravam de pé.

Correndo atrás dos cachorros - O Jorge saiu correndo atrás dos cachorros, mas eles não queriam entrar de jeito nenhum
















O Jorge saiu correndo atrás dos cachorros, mas eles não queriam entrar de jeito nenhum
Estava numa casa, era noite. Estava chovendo forte. Eu cheguei na porta da cozinha, olhei o quintal e vi que o cachorro não estava na chuva. Havia uma casinha de cachorro, só que ela era quadrada. Eu voltei e entrei numa área fechada e vi uma porta aberta, que dava para o quintal também. Deitado perto desta porta havia dois cachorros, um amarelo e outro preto, ambos grandes. Eu fiquei tentando mandá-los embora, mas eles não saiam do lugar. 


Nisto veio o Jorge e saiu para cima dos cachorros, enxotando-os dali. O amarelo saiu correndo pela porta. O preto saiu na minha direção, fugindo do Jorge. Quando ele chegou perto de mim, eu abri uma porta, esperando que ele entrasse por ela e fosse embora. Mas ele não entrou, continuou pulando em direção da porta em que estava deitado. O Jorge continuava correndo atrás dele, ate que ele saiu. Eu pedi ao Jorge que fechasse a porta. Sai por uma rua, carregando duas sacolas de supermercado. 


Nisto, quando eu passava perto de um homem que estava sentando em seu carro, com a porta aberta, deixei a sacola cair. Fui pegá-la e custei a segurá-la. Sai andando com dificuldades e quase não conseguia dar o passo. Fui lentamente e então pensei que estava ficando velho e já não conseguia mais carregar nada.


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A PROCISSÃO DOS NÚMEROS

Eu via alguns números, não em seqüência, que iam pelo espaço escuro. Os números eram amarelos. Eles iam vagando em fila, mas fazendo algumas curvas. Eu não estava no sonho. Só os via vagando e subindo. Nisto, aconteceu um barulho forte vindo da rua onde moro, que me acordou. Eu dormia no corredor de uma empresa que não sei qual era. Só que no momento que eu fui acordando, estes números voltaram em alta velocidade, como se estivessem entrando em eu cérebro.

NA JANELA DO APARTAMENTO

Estava andando no passeio de uma rua, com o Fernando. Só que o Fernando era criança ainda. Devia ter uns seis anos. (hoje ele tem 21). Eu vinha ouvindo o Israel falando alguma coisa que não entendi, logo atrás de mim. Como a gente não se fala, eu continuei andando sem dar muita importância a isto. Mas ele vinha falando alto, parecia que dizia para alguém que estava do outro lado da rua. Depois eu fui para um lado da rua e ele foi para o lado oposto.
Subi até meu apartamento e sentei no beiral de uma janela da frente. O Fernando estava em pé perto de mim. Eu olhei lá para baixo e vi inúmeros pombos pousados no chão. Eu disse ao Fernando que não tinha visto tanto pombo assim. Ele ao aproximar de mim, me esbarrou e quase me jogou lá em baixo. Então ele disse que os fios estavam lotados de pombos pousados nele. Eu olhei e tinha muito pombo mesmo. Nisto vieram voando muitos outros. O Fernando esbarrou em mim novamente, meu corpo saiu todo para fora da janela, fiquei segurando com uma das mãos e os pés sobre a janela. Então eu desci da janela e disse que ia sair dali, senão ele ia acabar mejogando lá em baixo.

O BANHO DO PREFEITO DE CARRO PIPA

Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito ficar jogando água. Depois fui para avenida Antonio Olímpio, juntamente com o Mauri, que foi meu chefe na Rede ferroviária. Na esquina com rua Goiás, veio um carro pequeno, branco, e ao virar na Antonio Olímpio, foi até a contra mão. Nisto ele foi de encontro a dois carros que vinham. Só que não bateu neles, ele passou por eles. Eu e o Mauri viramos na rua Goiás e eu fiquei imaginando aquela cena, até que lembrei que já tinha visto aquele carro antes, e vi que ele já tinha passado dentro de outro carro. Depois que andamos um pouco, eu disse para o Mauri que eu precisava falar com ele. Então eu disse que tinha visto um carro fantasma. O Mauri então começou a me enforcar. Ele dizia que então eu tinha visto o que não devia. Eu com dificuldades de falar, pois quase não respirava, disse que além de ver o carro, eu via o rosto de um homem, olhando para mim, toda vez que eu olhava num espelho. Ele então me enforcava mais ainda. Eu então perguntei se ele iria me matar só porque eu tinha visto o carro fantasma. Ele então me soltou dizendo que "hoje não

ATLÉTICO OU AMÉRICA MINEIRO?

Estava num local, parecendo uma rua. Estava meio escuro. Alguém me disse que eu tinha que usar a camisa do Atlético mineiro. Eu dizia que só usaria a do América Mineiro. Eu dizia que não mudaria nada a camisa que eu estivesse usando. Esta pessoa então foi embora. Eu fui indo e quando percebi, estava com uma camisa do Atlético mineiro.

Na piscina do hospital - Eu queria ir nadar na piscina que ficava dentro do hospital, mas meu irmão não queria ir comigo















Eu queria ir nadar na piscina que ficava dentro do hospital, mas meu irmão não queria ir comigo
Estava num local, parecendo o terreiro da casa da minha mãe. Eu lavava o meu braço num balde com água, e após eu lavar, a água ficava vermelha, pois meu braço estava cheio de sangue. Eu fiz isto umas três vezes. Depois peguei o balde com a água e joguei no chão. Com uma vassoura, fui empurrando a água. 


Nisto cheguei perto do Paulinho e perguntei a ele se queria ir à piscina municipal, que ficava no hospital São João de Deus. Ele disse que não queria ir. Eu disse que não queria ir sozinho, porque tinha medo de deixar o carro estacionado lá. Ai eu fiquei me imaginando na piscina, mas o Paulinho não quis ir e u também não fui.

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Bombril no pote de sorvete - Eu procurava pela fita e dentro do pote de sorvete tinha era Bombril














Eu procurava pela fita e dentro do pote de sorvete tinha era Bombril
Eu estava no meio de uma rua, sem camisa. Eu então disse a uma pessoa que estava perto de mim, que eu precisava entregar uma fita de vídeo game que eu havia alugado. Mas estava sem camisa e já estava quase na hora da loja fechar, se eu deixasse para outro dia, teria que pagar multa. Depois eu pensei e resolvi ir sem camisa mesmo, dizendo que não tinha problema nenhum. Sai correndo, até que cheguei num local, onde entrei numa casinha pequena que só tinha um quarto. Ali coloquei uma camisa sem manga. Saí correndo novamente para o centro da cidade, quando dei por mim, estava no bairro esplanada, em frente à casa da minha mãe. 




A tal loja que eu queria, ficava bem em frente à casa da minha mãe. Ela ficava dentro da rede Ferroviária, onde tinha sido o posto do banco Nacional. Mas ela estava fechada e o dono vinha andando pela rua, trazendo vários mapas enrolados, quase caindo. Eu mostrei a fita para ele, meio de longe. Ele então voltou para abrir a loja novamente. Eu cheguei perto dele com a fita na mão. Ele mandou eu colocar ela no bolso, porque para não ter problemas de deixar ele cair. Ele abriu este portão lateral e entramos. Alguns funcionários da ferrovia começaram a entrar por ali também. 


Ele abriu a loja e não vi quase nada lá dentro. Estava meio escuro e então perguntei onde estavam as fitas, porque eu queria alugar outra. Ele me mostrou uma mesa velha e ela estava em cima de algumas fitas empilhadas. Em baixo desta mesa estavam as fitas, só que elas estaria dentro de potes, tipo estes de sorvete de dois litros da Kibon. Eu peguei um pote deste, a mesa quase caiu. Nisto chegaram alguns caras para alugar fita também. Eu abri o pote e lá dentro tinha era bombril. Eu então falei para o dono, que não havia fitas ali, só bombril. Ele retirou o bombril lá de dentro, procurando a fita e nada de encontrá-la. Então ele disse que deveria estar em outro lugar. Desisti e fui embora pra casa da minha mãe.

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