Tuesday, July 10

EM ALTA VELOCIDADE

ESTAVA DENTRO DE UM CARRO COM O CÂNDIDO. EU DIRIGIA. PASSAVA POR UMA RUA ESTREITA QUE ERA CALÇADA COM PEDRAS DE COR ALARANJADA. EU JÁ HAVIA PASSADO ALI ANTE. DEPOIS DE UMA CURVA ESTA RUA SUBIA UM POUCO E DEPOIS TINHA UMA DESCIDA FORTE. DEPOIS QUE FIZ A CURVA E COMECEI A DESCER, VI QUE ESTA DESCIDA NÃO ERA IGUAL A QUE EU TINHA PASSADO ANTES. A RUA DESCIA UM PAREDÃO TOTALMENTE EM LINHA RETA PARA BAIXO. ESTE PAREDÃO DEVERIA TER MAIS OU MENOS UM QUILOMETRO DE ALTURA. O CARRO FOI DESCENDO NUMA VELOCIDADE CADA VEZ MAIOR. MEU CORPO FOI SENDO JOGADO PARA TRÁS DE TÃO RÁPIDO QUE O CARRO IA. PERCEBI QUE AO CHEGAR LÁ EM BAIXO A GENTE SIMPLESMENTE IRIA SE DESMANCHAR TAMANHO SERIA O IMPACTO. QUANDO FUI APROXIMANDO DO FIM DA DESCIDA E JÁ SENTIDO O CORPO SE DESMANCHANDO, TIVE A CERTEZA QUE AQUELA RUA NÃO ERA ASSIM. ENTÃO, NO MOMENTO QUE O CARRO FOI TOCAR O CHÃO NA RUA QUE PASSAVA EM BAIXO DESTE PAREDÃO, VOLTEI PARA O INÍCIO DAQUELA ESTRADA, ANTES DA CURVA. FIZ NOVAMENTE A CURVA E VI QUE ALI ESTA O MECÂNICO QUE EU PAREI DA OUTRA VEZ, PARA CONSERTAR O CARRO. E ERA QUEM EU PROCURAVA NOVAMENTE, PARA CONSERTAR DE NOVO O CARRO. ENTÃO DISSE PARA O CÂNDIDO QUE SABIA QUE ALI NÃO EXISTIA AQUELA RUA DESCENDO AQUELE PAREDÃO.

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