Sunday, September 27

A PRAÇA / THE SQUARE






Vinha de carro e parei na entrada da praça que seria a praça do Santuário. Era igual a praça do Santuário, mas era diferente. Desci do carro e fui andando pela praça até o lado oposto. No final desta praça, para acessar o passeio que a contornavam a gente tinha que subir por uns canos ali colocado, pois o desnível era de uns cinco metros. Havia algumas mulheres que subiam por estes canos que extrema facilidade. Eu não conseguia subir. 
foto - Thymonthy Becker

Com muito esforço subi nestes canos e fui andando pelo passeio, quando um homem aproximou de mim. Ele começou a andar do meu lado e nada dizia. perguntei o que ele queria, ele então abriu a carteira e mostrou dentro dela algumas notas de cinquenta reais. Perguntei porque me mostrava aquelas notas, mas ele ficava só me olhando. Então disse a ele que alguém o tinha engando, pois as notas de cinquenta reais que ele tinha ali eram da cor das notas de cem reais. Ele então olhou sua carteira e fez uma cara de decepção. Sentou ali mesmo no passeio. Eu continuei andando por aquele passeio para ir buscar o carro. Já no final do passeio e perto de onde estacionei o carro, vi minha família sentada na porta da casa conversando. Chequei na esquina deste passeio, já que ele era retangular pois contornava toda a praça, e fui ver onde o carro estava. Não via o carro. Tinha certeza que tinha estacionado ele ali. havia alguns carros ali parados, mas o meu não estava.

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Friday, January 2

EU, O CARRO E AS VACAS






Estava saindo com o carro do que seria o local de meu trabalho. O local de onde saí era circular.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Fui saindo e vendo o carro que o Cândido estava dirigindo indo um pouco a frente. Fiquei pensando o porque ele estava indo sem me esperar, porque eu não sabia o caminho. Havia muitos carros circulando por ali. O Cândido ia cada vez mais à minha frente ate que eu não o vi mais. Cheguei em uma rua toda cheia de pequenas pedras. Imaginei que ele tinha ido por ali e fui passando por esta rua. Uma mulher andava no canto desta rua. O carro pulava muito devido as pedras e fiquei pensando se o Cândido tinha mesmo passado por ali. Após atravessar esta rua com pedras virei a esquerda e a direita, logo em seguida, tinha uma outra rua. Lá vi um carro bem no final desta rua que terminava em um muro da fábrica que tinha naquela rua. esta rua só tinha um quarteirão. 
foto - ?
O carro que vi estava no final da rua. Parei meu carro mais ou menos no meio do quarteirão e fui a pé até onde estava o carro. Ao lado de onde estava o carro tinha uma porta desta fábrica. A porta estava aberta. Entrei e vi que o Cândido estava ali juntamente com uma mulher empilhando brinquedos.  Ele me disse que estava terminando e já ia sair. Ele saiu juntamente com aquela mulher e fomos até onde estava meu carro. Ali o Cândido e aquela mulher começaram a capinar aquela rua porque a grama tinha nascido em toda ela. Vi então que estavam vindo algumas vacas. Deveriam ser umas dez vacas e bois. Como eu tinha medo de vaca entrei no meu carro no lado do carona. Tentei fechar a porta, mas ela batia e abria novamente. Nisto uma vaca encostou na porta e ficou me olhando. Fiquei com medo e fiz muita força e consegui fechar a porta. 
foto - ?
Nisto as vacas começaram a comer a grama da rua. Adormeci dentro do carro e quando acordei vi que o carro estava andando lentamente e já estava encostando no carro que estava no final da rua. Assim que encostou, olhei para ver se não tinha mais vaca nenhuma e desci do carro. Abri a porta do carro da frente e fui empurrando ele e dirigindo para tirar ele da frente do meu carro. Fiz o retorno facilmente, visto que a rua era plana. Tinha um carro parado do outro lado da rua onde justamente eu iria colocar o carro. Nisto um homem entrou no carro e saiu e foi a conta para eu parar ele ali bem rente ao passeio. Voltei para meu carro para pegar o Cândido e a tal mulher que estava com ele. Reclamei por eles terem deixados meu carro andando sozinho comigo la dentro. O Cândido disse que não tinha problemas pois o carro ia lentamente e eu estava dormindo e ele não queria me acordar.


A PAIXÃO DE IR CADA VEZ MAIS LONGE

Friday, December 19

SUBINDO PELO ANDAIME






Havia um andaime, deste que pedreiro usam. Ele ficava ao lado de uma edificação. Havia muitas árvores ali plantadas.
foto - ?
Estas árvores eram tão altas quanto a edificação que parecia ser um edifício. Raízes das árvores acompanhavam este andaime de cima abaixo. Elas não atravessavam no meio dele, mas passava por dentre dele seguia as peças que montavam o andaime. Eu e o Chiquinho subíamos por este andaime, como a gente sempre faz, indo por dentro dele. As vezes a gente apoiava nas raízes para continuar subindo, visto que elas tinham, em alguns pontos, tomado toda a estrutura do andaime.  Quando faltava uns cinco metros para chegarmos ao final do andaime e acessar aquela edificação, fiquei com medo de cair. O Chiquinho chegou lá em cima e ficou me chamando. 
foto - ?
Mas eu não conseguia avançar os vãos do andaime porque tinha ficado com medo de cair. Mas fui tentando e muito lentamente conseguia avançar um pouco de cada vez. Eu temia segurar nas raízes e estas viram a romperem. Com isto, o tempo que eu levaria para chegar ao final não seria mais que uns dez segundos, mas levei uns cinco minutos. Chegando ao final, o Chiquinho me deu a mão e me puxou. Neste piso onde chegamos fazia parte do edifício. Ali estava o carro que a gente tinha que usar. Entramos no carro e saímos dali.


APAIXONE-SE

A CAMA NA PORTA DA FACULDADE






Estava em um local que parecia ser afastado da cidade.
foto - ?
Havia uma casa grande. Fui pra o quarto dormir e a cama em que eu iria dormir ficava ao lado de outra igual e do mesmo tamanho. Minha cama tinha uns seis metros de comprimento por uns três de largura. Deitei nesta cama e uma outra pessoas deitou na outra. Nisto me deu vontade de ir ao banheiro. Então vi que o vaso sanitário ficava ali na cama mesmo. O vaso ficava bem na lateral da cama e encostado na cabeceira desta. A tampa do vaso era feita da mesma madeira da cama. O vaso ficava ao nível do colchão da cama. Então fui sentar no vaso e vi que sentando no vaso a gente ficava com as pernas esticadas. Olhei para o lado e vi uma parede que começava a uns dois metros do chão e era bem alta. Por baixo desta abertura da parede pode ver várias pessoas passando. Vi então que era a entrada da faculdade e era os alunos indo para aula. Achei que algum deste alunos poderia me ver usando o vaso, mas depois vi que a tábua da lateral da cama, do lado que tinha o vaso era mais alta uns cinquenta centímetros, assim sendo, os alunos que entravam na faculdade não poderiam me ver. Então decidi fazer minhas necessidades assim mesmo, que era só não fazer força que assim nenhum aluno que visse meu rosto saberia o que eu estava fazendo.


 
A PAIXÃO DE IR CADA VEZ MAIS LONGE

Monday, December 15

PROCURANDO PELA ENGEQUISA NO VAGÃO DO TREM







Estava indo a pé para a Engequisa que fica no bairro Nações Unidas.
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Chegando na porta da Engequisa o Alex veio e me levou até onde estaria o carro que eu usaria para trabalhar. Na rua lateral antes da Engequisa, subimos e andamos uns dois quarteirões. O Alex me deixou ali e foi embora. procurei pelo carro e não encontrei e então voltei para a Engequisa. Fui andando pela rua da Engequisa e de repente percebi que estava em uma parte da rua que nunca tinha ido antes. Percebi que estava muito distante da empresa e precisava voltar. Fui voltando quando vi uma igreja que ficava bem no meio da rua e esta a contornava. Nunca tinha visto aquela igreja ali antes. Conclui que estava longe demais da Engequisa e não ideia de como tinha chegado até ali. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Nisto vi chegando um ônibus que parou no ponto ali próximo a igreja. Este ônibus tinha engatado na sua frente um vagão de locomotiva. Então fui entrar neste vagão que estava indo sentido da Engequisa. A entrada para o vagão era entre a frente do ônibus e o vagão e era muito apertado. Custei a passar por ali e entrei no vagão que já tinha algumas pessoas sentadas ali. Os bancos deste vagão eram para três lugares cada um e havia um banco de cada lado do vagão e em todo o vagão deveria ter uns dez bancos de cada lado. O ônibus saiu e tinha que fazer o contorno da praça da igreja. Como o vagão estava na frente do ônibus, este tinha que fazer uma curva bem aberta; Ao fazer isto, o vagão se encurvava como se fosse de borracha e isto fez que que todos que estava ali ficassem exprimidos uns nos outros até que o ônibus completasse a curva. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
O ônibus continuou andando e pelo vidro da frente do vagão vi que tinha muitos carros passando na rua paralela a uns cem metros de onde a gente estava e isto poderia fazer com que eu me atrasasse para o serviço. Mas quando o ônibus foi se aproximando os carros foram saindo e a gente seguiu em frente. Eu achava que estava demorando a chegar e fiquei olhando por qual número da rua a gente estava passando, pois a Engequisa tinha o número 1.990. Eu queria descer quando o ônibus passou pelo número 2.900, mas uma pessoa que estava do meu lado disse que eu para eu esperar que não demoraria muito e o ônibus passaria pela Engequisa. Assim quando o ônibus parou em frente ao número 2.700 eu desci do vagão do trem e fui a pé o restante do caminho, pois achava que o ônibus estava demorando muito. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
Cheguei na Engequisa e vi que ela estava sendo reformada. Mas isto já estava a muito tempo. Na Engequisa tem duas portas de entrada, sendo que a porta onde o Alex trabalhava estava fechada e a da reforma estava aberta. Algumas pessoas estavam aguardando o Alex ali. Entrei na porta onde o pessoa fazia reforma e fui para o outro lado, onde o Alex trabalhava passando por dentro. Fui procurando por lá até que vi o Alex sentado em uma mesa. Falei com ele que estava procurando por ele para saber do carro, pois não tinha nenhum carro onde ele tinha me mandado. O Alex então disse que eles tinha vendido o carro que eu trabalharia para comprar o material de construção e móveis para a reforma da Engequisa. Então eu disse que elas tinham feito tudo de caso pensado, compraram o carro para fazer a toca e que eu não iria trabalhar com o caro novo. 
foto - Thymonthy Becker Comunicação
O Alex disse que era isto mesmo, mas não tinha sido ideia dele. Eu disse que até março do ano seguinte o serviço era pouco, dava para fazer com um carro só. Não era importante ter o carro no final do ano. O Alex então disse que provavelmente eles iriam comprar outro carro em março mesmo.


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