Estava indo por um local que era
parecido com um cais de porto. Andava por esta espécie de passeio, bem na
beirada, vendo a água ao lado a uns 2 metros abaixo. Havia degraus neste
passeio por volta de cinco. Subia estes degraus e descia logo em seguida. Eu subia
e descia, subia e descia. Nisto fui aproximando de três pessoas que iam por ali
também. Um homem, uma mulher e uma criança. Eu carregava no obro uma mochila. Carregava
esta mochila do jeito que carrego sempre, colocada em apenas um ombro. Fui passando
por estas três pessoas, quando subia uns destes degraus. Usava uma camisa de
malha e quando fui passar por eles, percebi que estava de sunga. Fiquei sem
jeito por estar só de sugas. Quando fui passar por eles, o tal homem veio
conversar comigo. Saímos conversando indo à frente da mulher e da criança. Ele dizia
que me conhecia, conhecia meus pais e todos os meus irmãos. Perguntou se eu não
me lembrava dele. Disse que não, nunca tinha visto ele antes. Parei e disse a
ele que era melhor eu colocar uma calça. Tirei uma calça jeans branca da minha mochila
e vesti a calça. Saímos conversando e ele disse que era meu pai. Disse que era impossível,
pois meu pai estava lá em casa. Ele disse que aquele era meu tio.
OS SONHOS QUE SONHEI
"Viver eh a maior de todas as aventuras"
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
DE SUNGA E MOCHILA NAS COSTAS
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
DE BICICLETA A NOITE
Era noite. Havia pouquíssima luz. Estava
numa mata fechada onde havia apenas uma trilha. Estava em uma bicicleta. Eu não
conseguia ver a trilha, mas estava indo de bicicleta. Eu gritava para alguém me
ajudar, pois não sabia exatamente para onde ia temia sair da trilha. Nisto a pouca
luz que tinha acabou. Não conseguia ver absolutamente nada. Comecei a gritar
pedido ajuda, mas ninguém respondia. Não conseguia para a bicicleta. Nisto alguém
gritou que era só seguir em frente sem fazer curvas que eu sairia da mata. Fiquei
gritando que não via nada, nada mesmo, como eu iria ficar na trilha. A escuridão
foi tanta que eu desapareci me misturando na própria escuridão.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
CORRENDO NA MATA
Estava no que seria uma mata.
Havia algumas pessoas correndo atrás de mim. Eu corria o mais que podia, mas as
pessoas já estavam quase me alcançando. Nisto o Fernando veio voando e passou
por mim. Depois veio em minha direção. Peguei nos pés dele e dei um giro de 360
graus. Ao fazer isto, o Fernando foi derrubando todas as pessoas que estavam já
próximas de mim. Joguei-o para cima e quando ele veio descendo novamente,
peguei nos pés dele e fiz a mesma coisa, derrubando todas as outras pessoas que
me seguia. Depois de deixar todos no chão, joguei novamente o Fernando para
cima. Ele saiu voando e fui indo embora.
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ENCURRADO PELOS CACHORROS
Estava andando por um passeio de
uma rua. Estava anoitecendo. Havia algumas pessoas ali. Havia vários cachorros
latindo. Nisto estes cachorros começaram a correr atrás de mim. Sai correndo e
subi em uma coluna de concreto que havia na beira daquele passeio. Eram várias
colunas, todas de um metro e meio de altura mais ou menos, quadrada, de uns trinta
centímetros. Elas ficavam distantes umas das outras uns 10 metros. Fiquei ali
em cima e os muitos cachorros latindo, tentando pular nesta coluna em cima de
mim. Nisto chegou um casal e disse que haviam mandado colunas aquelas colunas
ali, justamente para que a gente pudesse se salvar dos cachorros. Era a única maneira
de eles não nos pegarem. Então disse a mulher se não seria mais fácil ela
prender os cachorros. Ela disse que não havia pensando nisto.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
A ESCADA NO TELHADO
Estava numa construção. Subi por
uma escada até o telhado. Ao subir no telhado desta casa, onde havia alguns
trabalhadores, puxei a escada para cima. Quando puxava a escada quebrou no
meio, ficando pendurada ali. Então disse para o trabalhador que estava ao meu
lado que tinha tido sorte de ter subido antes dela quebrar.
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