Skip to main content

O CARRO E A ÁRVORE





















ESTAVA NUM LOCAL, QUE NÃO SEI BEM ONDE ERA. HAVIAM DUAS PESSOA DO MEU LADO. NISTO EU SAI CORRENDO E ESTAVA NESTE CAMINHO, SENTADO, O HENRIQUE, MARIDO DA JAQUELINE. EU E ELE NÃO NOS FALAMOS. QUANDO EU PASSEI POR ELE, ELE ME CUMPRIMENTOU E DISSE QUE EU ESTAVA CERTO NO QUE FAZIA. MAS AI, JÁ NÃO ERA O HENRIQUE E SIM, O VITINHO, MEU IRMÃO MAIS VELHO. EU NÃO DISSE NADA, PASSEI POR ELE E CONTINUEI ANDANDO. PEGUEI UM CARRO QUE ESTAVA ALI E SAI DIRIGINDO POR UMAS RUAS QUE NÃO SEI ONDE FICAM. PARECIA UM BAIRRO QUE ESTAVA SENDO FORMADO, POIS NÃO HAVIAM CASAS, APENAS AS RUAS. EU DIRIGIA INDO DE UMA RUA A OUTRA. FAZIA MUITA POEIRA POIS EU CORRIA BASTANTE. NISTO, AO ENTRAR NA POEIRA QUE EU MESMO TINHA FEITO, NÃO VI NADA E O CARRO SAIU DA RUA E BATEU NUMA ÁRVORE QUE TINHA NO TERRENO ALI. EU SAI LÁ DE DENTRO RINDO, NÃO TINHA SENTIDO NADA. NÃO HAVIA NINGUÉM POR PERTO.

Comments

Most visited posts

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

A JANELA DE VIDRO

FIM DE SEMANA NO SÍTIO

TROCANDO A FRALDA DA CRIANÇA

DE JOELHOS NO CHÃO

SUBINDO O MORRO

ATRAVESSANDO OS FILHOTES DE CACHORRO

A CHUVA. OS CEM REAIS E A GOSTOSA DA JAQUELINE

REBOCANDO A PAREDE

BUEIRO ENTUPIDO