Thursday, February 17

DE BICICLETA, LEVITANDO E FAZENDO A BARBA NO PASSEIO

Fui de bicicleta a um bairro muito longe. Levava na mão, uma sacola de supermercado, com lixo. Chegando neste bairro, amarrei a sacola numa árvore. Andei um pouco e depois voltei para buscá-la. Pensei comigo mesmo, que não poderia deixar lixo ali. Depois sai procurando a saída do bairro. Não encontrava a saída de jeito nenhum. Fiquei rodando pelo bairro, mas não conseguia sair dali. Nisto vi o Tide, que é um amigo meu. Ele estava entrando em um ônibus. Cheguei à porta do ônibus, o chamei e pedi que ele me levasse de volta ao meu bairro, porque eu estava preso naquele bairro, não conseguia sair e já estava ficando tarde. O Tide então disse que não poderia me ajudar, porque não podia levar ninguém. Sai dali, sempre com a bicicleta, até que vi a Fabíula. Só que ela deveria ter uns 5 anos. Pedi a ela que me mostrasse como sair do bairro. Ela então pediu que eu a seguisse. Atrás dela ia um cachorro. Fui seguindo, até que ela parou. O pneu da bicicleta dela tinha furado. Ela então disse que não podia mais me ajudar. Larguei a bicicleta e fui andando no meio da rua, quando vi que uma criança me seguia. Nisto vieram dois cachorros de porte meio, correndo um atrás do outro. Sempre que passava por nós, um dos cachorros sempre batia naquela criança. Ela então começou a dizer que o cachorro só a acertava.


Estava dentro de uma sala. Estava sala era como se fosse um ponto de comércio, pois tinha a porta voltada para a rua. Estava sentado lá dentro, com várias pessoas, como se fosse um consultório médico. Resolvi levantar e fiquei na porta desta sala. Havia uma marquise bem ali do lado. Nisto, minha perna direita começou a se levantar sozinha. Fui indo vagarosamente e levantado cada vez mais. Nisto comecei a gritar que eu estava perdendo a gravidade. As pessoas ficavam olhando, mas nada fazia. Então a outra perna começou a levantar também. Eu me segurava no portal, mas minhas pernas foram subindo, então me esforcei para ir em direção à marquise, pois assim ficaria ali. Nisto perdi a gravidade totalmente e meus pés foram para na marquise, deixando eu de cabeça para baixo e sem conseguir sair dali. Nisto chegou o Fernando e me puxou. Então pude ficar de pé novamente. Então chegou uma mulher perto de mim e pediu que eu a curasse. Ela tinha diabete, pressão alta e outra doença que não lembro. Disse a ela que não podia fazer isto. Ela então disse que eu tinha o poder da cura e era só eu quere. Então abençoe a mulher, fiz o sinal da cruz na testa dela e disse que estava curada. Ela sorriu. Então disse a ela que as doenças não desapareceriam instantaneamente, mas o processo da doença se inverteria. Isto é, iria sumindo aos poucos até desaparecerem totalmente, levando o mesmo tempo para sumir, que levou para aparecer e o estado em que estavam até aquele momento. Ela continuou sorrindo, dizendo que agora ela podia ir para casa tranqüila.


Estava andando por uma rua, que estava meio escura. Havia algumas pessoas andando por esta rua, carregando um objeto nas mãos e oferecendo para as pessoas que passavam, por 350 reais. Chegando numa esquina, havia outras pessoas, em motos oferecendo o mesmo objeto. Como ninguém comprava, eles ficaram dizendo que a gente achava que eles eram uma quadrilha. Mas que eles eram apenas vendedores de porta em porta. Continuei andando, até que cheguei à Rua Goiás. Fui andando procurando a entrada do prédio onde eu morava. Sai procurando, mas não via a entrada. Já estava bem claro. Então percebi que já estava na altura do número 1030 e eu morava no prédio de número 850. Voltei procurando, mas cheguei até o número 720 e não via o número do meu prédio. Fui e voltei umas três vezes. Até que vi o prédio onde eu morava. Então percebi que não achava o número, porque um homem tinha colocado uma cadeira de barbeiro bem em frente a porta. E estava cortando o cabelo das pessoas ali. Então, quando chegava neste local, eu descia do passeio para dar a volta no barbeiro de rua e não via o prédio onde eu morava. Entrei ali, olhando com cara feia para o barbeiro. O prédio que eu morava tinha duas divisões logo depois da entrada. Uma seguia para os fundos e a outra para quem morava de frente. Nisto percebi que a entrada para onde eu morava era feita apenas com um buraco na parede e do outro lado, tinha porta e estava toda arrumada. Fiquei querendo entender o porquê daquilo, quando um homem que brincava com o filho, chutou uma bola que veio perto de mim. A criança veio correndo pegar a bola. Quando ela pegou, perguntou o que eu fazia do lado deles do prédio

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