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CHUVA COM VENTO MUITO FORTE


Estava escuro. Eu vinha pela Rua Rio de Janeiro, quando encontrei com o Tonhão, meu irmão, vindo da Antonio Olimpio. Nós no cumprimentamos rapidamente, com um aperto de mão. Ele disse que não me via a muito tempo, mas em tom de ironia, pois tinha nos visto no dia anterior. Eu segurava um pedaço de papel e duas moedas de cinco centavos nas mãos. Eu segurei tudo com uma das mãos, para cumprimentá-lo. Continuei descendo a Rua Rio de Janeiro, quando começou a fazer um barulho de pingos de chuva, muito forte. Eu corri, ventava muito. O vento me segurava. Então eu pensei que podia voar e não seria problema o vento. Nisto sai voando e tentando entrar na casa que seria minha, em frente ao estrela do oeste clube. Mas o vento não deixava eu entrar. Nisto eu já me vi voando no bairro esplanada. Eu fui empurrado pelo vento de encontro a umas plantas que tinham plantado em cima de um muro na casa do engenheiro. Então bati nas plantas e cai.

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