Tuesday, May 19

COMPRANDO SALGADOS NA FARMÁCIA E COM O "PELÉ"



Estava chegando em frente ao Santuário, quando encontrei o Ricardo. Ele perguntou aonde eu ia. Disse que ia ao banco pagar conta. Ele disse que ia pedir para eu pagar uma conta para ele. Mas ele saiu em direção ao Santuário e eu fui em direção a farmácia que tem ali. Nisto percebi que estava usando uma bermuda feita de calça jeans cortada, toda desfiada na barra. E com a camisa para dentro desta bermuda. Fiquei pensando com sai de casa daquele jeito, totalmente ridículo. Mas continuei e ao chegar à farmácia, esta tinha uma pequena entrada, diferente do que é realmente. Entrei lá e fui até um freezer, e peguei um pacote de cigarrete congelados, para comprar. Quando fui pegar um pacote de outro salgadinho, o Cláudio, que Ra porteiro da Rede ferroviária chegou e disse que os outros já estavam vendidos. Sai da farmácia, mas já não estava com o pacote de cigarrete. Descendo a Rua São Paulo, pouco depois da farmácia, vi o marido da Vanuza, deitado de costas, com a s mãos e pés abertos. Ele morava ali, numa casa que era um bequinho. Comecei a conversar com ele, perguntando como estava tudo. Ele disse que não ia nada bem, as coisas estavam ruins demais e ele nem queria ir trabalhar. Nisto vi numa pequena prateleira, um prato com arroz, feijão e um ovo frito. Enquanto o Zé, marido da Vanuza falava, eu fui comendo o ovo frito. Depois percebi que aquilo era o almoço do Ze. Então disse a ele que tinha comido o ovo, mas que ia até a farmácia, comprar um bife para ele. Perguntei qual ele preferia, de boi acebolado, de porco ou frango. Ele disse que não precisava, mas eu insistia, dizendo que a farmácia era ali pertinho e eu tinha comido o ovo frito, do almoço dele. Mas não fui para a farmácia, entrei na casa e lá, a sala já parecia com uma sala destas casas de fazenda. Havia duas pessoas sentadas uma ou lado da outra. As duas olhavam para o mesmo local, que não sei o que era. Nisto peguei um roupão e disse que ia dormir. O roupão era comprido demais e eia enrolando em meus pés, dificultando eu andar e fazendo com que eu fosse aos tropeços. Depois resolvi voltar, porque queria fazer xixi. Fui com o roupão se arrastando e aos tropeços, até que cheguei perto da porta do banheiro e vi que não tinha tirado o roupão antes de entrar no banheiro. Nisto ouvi um barulho e vi que alguém vinha vindo. Imaginei que este alguém quisesse ir ao banheiro também e resolvi esperar. Nisto apareceu o Pelé (rei do futebol), sem camisa e com short de jogar bola. Ele apareceu rindo, como ele fica mesmo, e foi andando rindo, sem dizer nada. Mas quando chegou perto do banheiro, ele entrou por um corredor. Então imaginei que o banheiro de gente famosa era em outro local. Fui com dificuldade, por causa do roupão, até uma mesa, onde tirei o roupão para colocar em cima da mesa. Nisto o roupão esbarrou num canto que tinha ali e veio cheio de teia de aranha agarrado nele, com pequenos pedaços de madeira e lixo de papel. Coloquei-o na mesa e fiquei tentando tirar as teias de aranha. Nisto o Pelé voltou. Só que já não era mais o Pelé, era outro homem. Ele olhou para mim e perguntou por que a televisão ainda não estava ligada. Disse que não sabia. Ele então disse que já estava amanhecendo e o programa já tinha começado. Nisto, ele foi até um armário que tinha ali e ligou uma pequena TV que tinha em cima dele.

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