segunda-feira, 20 de junho de 2011

DE ONIBUS PARA PEDRA AZUL


Estava dentro de um ônibus indo para a cidade de Pedra Azul. A viagem de ônibus levaria 6 horas. Eu ia até a cidade buscar um atestado médico. Este ônibus ia por uma estrada de terra. Eu estava sentado no banco da frente, aquele quase ao lado do motorista. Via o motorista desviando das poças de água, visto parecer ter chovido antes. Quando o ônibus chegou na cidade, ele foi escorregando a traseira em direção a um riacho que passava ao lado da rua da cidade. Temendo que ele fosse cair dentro deste riacho, desci rapidamente do ônibus. Outras pessoas começaram a descer também. Mas ele consertou e parou ao lado de um local próprio para parar ônibus mesmo. 


Sai andando por ali e percebi que já estava entardecendo. Fiquei pensando porque eu teria ido à tarde na cidade, pois não dava para voltar no mesmo dia. Então eu teria que dormir na cidade e só voltar no dia seguinte. Fiquei pensando porque não fui de manhã. Andando um pouco, me vi numa viela elevada, tipo estas que tem em morros. Havia algumas crianças brincando ali. Quando vi a placa de uma loja onde estava escrito: “Loja – Rua Nossa Senhora, número 464 – Naque/MG” Então percebi que tinha decido na cidade errada. Olhei de cima de onde eu estava para ver se via o ônibus e voltar para ele, com destino a cidade de Pedra Azul. Mas não vi mais o ônibus. 


Vi que ali onde ele parou, era a rodoviária da cidade de Naque. Fiquei indignado com o motorista ter ido embora, sem me esperar, sendo que eu nem tinha pagado a passagem ainda. Quando desci deste elevado, sai em cima de um ônibus que estava em movimento. Fui descendo de cima do ônibus, com cuidado para o motorista não me ver. Havia uma passarela no meio do ônibus, em toda sua extensão. Quando cheguei nesta passarela, vi que não era ônibus que eu estava e sim, uma locomotiva. Esta locomotiva foi indo para o centro da cidade de Naque. Ela andava neste canteiro central. 


Eu ia nesta passarela. Ela entrou numa rua com canteiro central. Então fiquei procurando se via um hotel, pois eu teria que passar a noite ali e só poderia ir embora, no dia seguinte. As pessoas no passeio e nas portas das lojas ficavam olhando eu em cima da locomotiva. 




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