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Showing posts from December, 2012

O FIM DO MUNDO

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Estava chegando a uma cidade, vindo a pé, quando vi que as pessoas corriam de um lado para outro, porque seria o fim do mundo. Estas pessoas haviam colocado fogo em todas as casa e construções. Já de longe eu via a cidade parecendo muito iluminada, mas era o fogo. Quando cheguei dentro da cidade mesmo, vi que este fogo só pegava em volta das casas, prédios e construções e iam somente até uma altura de uns dois metros. Dentro das construções o fogo não pegava. Embora todas as construções estivessem pegando fogo, eu não sentia calor. Fui andando pela rua com as pessoas gritando que era o fim do mundo. Cheguei a uma pontinha que só passava gente e ligava o centro da cidade a um bairro, onde também tinham colocado fogo em todas as construções. Toda a cidade estava em chamas. Havia algumas pessoas na cabeceira desta pontinha impedindo que qualquer pessoa viesse a passar, porque era o fim do mundo. O rio que passava debaixo desta pontinha parecia ser lava de vulcão, mas entendi q…

ENSACANDO BATATAS E VELEJANDO NO LAGO

--> Estava em um local onde estavam ensacando batatas. Eram batatas inglesas. Só que os sacos eram do tamanho dos que comumente ensacam batatas, mas eram feitos de plástico. Estava perto da máquina que estava ensacando estas batatas. Porém, este saco era aberto de ponta a ponta, ficando comprido, preso apenas pelo fundo. Ao passar num certo ponto da máquina, caiam batatas somente na metade deste saco e a maquina trazia a outra metade para cima das batatas e fechava o saco a vácuo. Ficando as batatas totalmente presa e não se mexiam. Mas só ficavam aquelas batatas, nenhuma ficava em cima da outra. Dois homens iam pegando as batatas já ensacadas e iam empilhando. Eles pegavam como se pegam um quadro de pintura. O empacotamento a vácuo tornava o saco plástico firme e ele não se dobrava.
Da pilha de batatas que estavam empilhando, outro homem pegava e colocava em um caminhão. Sai dali, entrei em um carro e fui dirigindo até um local onde dois carros arrastavam um barco. Disse para o d…

OS CACHORRINHOS DE ESTIMAÇÃO DA BACTÉRIA

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Estava em meu quarto sentado na cama, quando comecei a sentir algo me incomodando dentro do meu braço, no local conhecido como batata do braço. Aquele local quando a gente dobra o braço e mostra para provar que eh forte. Parecido quando o músculo fica tremendo involuntariamente, só que do lado de dentro. Encostei meus olhos neste local onde tremia e pude ver dentro do meu braço, mais precisamente dentro de uma célula. Dentro desta célula vi que uma bactéria que tinha ali, estava brincando com o que seriam seus dois cachorros. Estes cachorros tinham a forma de uma cota de água, parecidos com girinos de sapo sem a calda. Tinham olhos, nariz e boca, mas não tinham pernas. Ficavam dando pulinhos e rolando para a bactéria, que seria sua dona. Eles pareciam ser filhotes. A bactéria arrancava um pedaço de minha célula e dava para eles comerem, toda vez que eles pulavam e rolavam como se fosse um prêmio pelo que faziam. Quando a bactéria arrancava um pedaço de minha célula era o mo…

A CASA DENTRO DA CASA

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Estava em um local que parecia ser um final de rua. Estava anoitecendo. Precisava voltar para o que seria minha casa. Só que minha casa ficava dentro da casa do Segundinho. Então fui voltando e quando fui entrar na casa, tinha que entrar na casa do Segundinho, pois não tinha outra maneira. Mas eu não queria que ele me visse. Quando fui entrando vi o segundinho saindo por um portão lateral que dava na casa do pai dele. Aproveitei este instante e entrei na casa e lá dentro entrei na minha casa que ficava bem no meio da sala da casa do Segundinho, que era muito grande. Minha casa era pequena, quadrada e tinha somente quatro cômodos. O quarto, o banheiro, a cozinha e sala. Não tinha janelas, somente a porta de entrada. Quando entrei, ou barulho de água lá fora da casa do Segundinho. Voltei e vi que alguém estava lavando sua casa e a água, que estava avermelhada, vinha passando na porta da casa do Segundinho. Reclamei comigo mesmo o fato das pessoas lavarem suas casa e jogarem a águ…

A MINI VAN TOWNER

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O CACHORRO PEDINDO "COLINHO"

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Estava em uma casa onde acontecia uma festa. Havia muitas pessoas nesta casa, inclusive alguns de meus irmãos. As pessoas conversam e riam muito, como numa festa mesmo. Havia ali um  pequeno corredor que deveria ter no máximo dois metros de comprimento com parede ao fundo, na lateral esquerda deste corredor havia uma porta que era do banheiro. O Vitinho estava encostado na parede no final deste corredor com um copo na mão, tomando coca cola. Queria ir ao banheiro e fui até ele para ver se estava desocupado. A chave da porta estava na fechadura do lado de fora, indicando que não havia ninguém lá dentro. Tirei a chave e entrei. Quando fui fechar a porta o Vitinho entrou também. Pedi a ele para sair porque eu não ia ao banheiro com ninguém me olhando. Ele saiu. O banheiro era pequeno, deveria ter uns tres metros por dois. Assim que fechei a porta vi outra pessoa dentro do banheiro. Falei que assim não dava, não conseguia ir ao banheiro sem ninguém ficar olhando. A pessoa abriu a p…

O CACHORRO E O FRANGO DESAPARECIDO

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E SE EU COMPRASSE?

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Estava chegando ao que seria a casa da minha mãe. A rua era muito larga. Passei direto da casa da minha mãe e depois de andar uns trinta metros mais ou menos, cheguei a uma vala que tinha uns cinquenta centímetros de fundura por uns quatro metros de largura e de comprimento não sei precisar. Dentro desta vala funcionava o supermercado ABC, Só que em céu aberto, como se fosse uma feira livre. Olhando a gôndola de laranjas, vi ao lado desta, algumas mulheres cortando frango e ensacando os pedaços e colocando em outra gôndola. Uma destas mulheres perguntou se eu queria levar frango. Disse que não e continuei olhando as laranjas. Quando fui saindo dali, outra mulher que também cortava frango, disse que depois que trocaram o gerente, eu só entrava ali para comprar laranjas. Sai daquela vala para o outro lado pensando comigo mesmo, que eu nem sabia quem era gerente do supermercado quanto mais se haviam mudado de gerente. Havia ali do outro lado um banco tipo estes que ficam em estaçõ…

VÔO 320 / PARTE FINAL

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VÔO 320 / PRIMEIRA PARTE

Estava em uma fila para entrar em um avião. Na verdade havia duas filas. Ia para Recife em Pernambuco. O avião estava a céu aberto e a gente também. A fila em que eu estava entrava pela porta dianteira do avião. A outra fila que ficava afastada uns vinte metros da nossa, entrava pela porta traseira. O avião estava em um desnível em que permitia que suas portas ficassem ao nível do chão. Estava nesta fila juntamente com mais seis irmãos meu. Na nossa frente deveria ter umas cinquenta pessoas. O avião tinha tres andares. A fila da porta traseira ia para o térreo do avião. A fila em que eu estava ia para o andar do meio e dava acesso para o andar de cima. Nisto chegou uma aeromoça em cada porta e começamos a entrar no avião. Algumas pessoas começaram a furar fila. Então disse para meus irmãos que se muitos furassem fila a gente não ia poder ir porque acabariam os lugares e teríamos que esperar o outro avião. Mas a gente acabou entrando. Quando acabei de entrar veio um homem correndo me c…