Tuesday, March 24

DESCENDO O ABISMO DE CARRO

Estava num carro. Só que este carro era retangular, de uns dois metros, por um de largura e um de altura. Na verdade, ele era um bloco todo fechado. A frente era um retângulo menor. A gente estava tentando sair de uma garagem de uma casa cuja saída era muito íngreme. Desci do carro para ver o que estava acontecendo. O carro ia subindo, depois não conseguia e voltava. Depois o motorista afastou mais que pode, acelerou e conseguiu sair. Ele saiu e não parou para eu subir. Ele foi dando a volta no quarteirão. Mas o quarteirão era apenas em volta daquela casa e em Forma de um triângulo. Fui acompanhando ele dar e volta e imaginando que ele não voltasse para me pegar. Mas ele voltou. Quando parou perto de mim, já tinha outra pessoa dirigindo. Neste retângulo pequeno que era a frente do carro, havia dois lugares, onde aquela pessoa que estava comigo estava sentada, e a uns 30 centímetros abaixo e um pouco mais a frente, havia outro, onde estava o motorista. Não havia capota nem nada, apenas os dois retângulos sobre rodas. Eu subi e o motorista saiu dirigindo. Não tinha volante, era tipo manche de avião. Ele acelerou muito, e como o quarteirão era muito pequeno, quando chegou na esquina não conseguiu parar. Então o carro começou a descer um abismo, que tinha atrás daquela casa. O abismo era profundo e totalmente vertical. Mas o tal carro foi descendo, como se estivesse numa estrada normal. Fiquei imaginando que se ele perdesse a aderência dos pneus com o chão, a gente morreria mesmo. Mas o carro continuava descendo, e quando tinha alguma árvore, o carro batia nela, ela caia e ele passava por cima sem problemas. O motorista e o que estava do meu lado ficavam apenas procurando por aonde ir, sempre dizendo é por aqui. O fundo nunca chegava e eu sempre temendo morrer. Até que chegamos ao fundo do abismo. Lá tinha um gramado grande, com vários círculos de cores diferentes, feitos na própria grama. Como em capo de futebol. Havia três círculos grandes e vários pequenos. Então os dois disseram que havia chegado. Percebi então que era ali que tínhamos que ir. Perguntei se ele fez aquilo de propósito e eles disseram que sim, pois se tivesse que dar a volta, pela estrada, seria mais de 400 quilômetros e levaria muitas horas, e eles tinham feito em cinco minutos. Depois o motorista disse que era para descarregarmos o carro e deixar tudo pronto, para quando os outros chegassem.
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