Tuesday, July 20

EMPURRANDO PNEU DE TRATOR


Estava na Rua Goiás, na entrada da ponte que liga o centro ao bairro Porto Velho. Entrei na ponte, rolando com as mãos, um pneu de trator, que era mais alto que eu. Uma carreta vinha atrás, tentando me cortar, buzinando para eu sair da frente. Mas como o pneu era muito grande, não dava para a carreta passar por mim. Fui rolando o pneu muito lentamente, até que atravessei a ponte. Mas continuei na Rua Goiás. Como esta rua tem canteiro central, a carreta não conseguia me cortar. Chegando numa esquina, percebi que eu queria estar na esquina de baixo. Não entendi porque havia passado direto. Então, fui para o outro lado da rua e voltei empurrando o pneu. Chegando à esquina, deixei o pneu e fui andando até a Avenida 21 de Abril, esquina com a Rua Minas Gerais. Estava anoitecendo. Nesta esquina deveria ter aproximadamente umas 200 pessoas. Juntei-me a elas, fazendo uma manifestação, que não sei de que. Depois vieram vários taxis, passando na Avenida 21 de Abril. As pessoas ali foram entrando nestes taxis e indo para outro local, que eu também deveria ir. Depois que os taxis passaram, ficou apenas eu, uma mulher, uma criança e outra pessoa. A gente ficou na esquina, esperando algum taxi passar. Mas não passava nenhum. Depois passaram dois, só que na contra mão, visto que a Avenida 21 de Abril é mão única. Mas mesmo fazendo sinal, eles não pararam. Então saímos andando ali, procurando por um taxi que nos levasse até onde deveríamos ir. Nisto vimos um taxi à frente e fomos até La. O motorista era uma mulher, que estava em baixo do taxi. Ela disse que o taxi tinha dado problemas e ela não poderia levar a gente. Continuamos andando e vimos outro, que também estava sendo consertado. Então disse para aquela pessoa que estava comigo, que não iria mais, pois já eram mais de 19 horas, e eu teria que estar de volta às 21 horas. Então não compensava eu ir. Ele então disse que iria arrumar um taxi rapidinho, que era para eu esperar. E saiu a procura do taxi. Coloquei as duas mãos acima da minha cabeça, espreguiçando, e disse para a mulher que estava ali, que eu não ia esperar. Sai e fui indo embora.

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