Friday, May 8

NA ÁGUA, COMPRANDO CARNE, CORRENDO DA VACA

Estava deitado em uma cama. Esta cama estada dentro d'água. O colchão ficava no nível da água. Nisto chegou o Cândido pedindo para eu ir a algum lugar, que não lembro onde. Eu disse que não iria sair dali, porque estava sentindo frio. Me enrolei no edredom e a água estava quase na minha boca.
Depois sai dali e fui com outra pessoa, que não sei quem era, num carrinho com dois lugares. Este carrinho era a conta de caber nos dois. Ele tinha só mesmo o lugar da gente sentar e mais nada. Mas a pessoa que estava do meu lado era quem dirigia. Nisto saímos descendo uma ladeira em alta velocidade. Depois que saímos da ladeira, o tal carrinho saiu voando baixo e quase acertou cinco homens que estavam parados ao lado de uma cerca. O que dirigia desviou e quase acertou na cerca, que era feita de tábuas fincadas em pé. Depois quase acertamos uma vaca que ia passando. Não sei como, mas chegamos ao inicio novamente e começamos a descer de novo. Aconteceu tudo como antes. Quase acertamos os cinco homens, depois a tábuas da cerca, só que desta vez, a gente ia acertando a vaca. Mas ela saiu correndo ao nosso lado. Ela estava bem ao meu lado. O carrinho ia à alta velocidade e a vaca também.
Depois cheguei num açougue. Havia algumas pessoas lá. Havia uma mulher que arrumava uma carne e ela não parava de falar. Eu não entendia o que ela estava dizendo. Depois ela chegou perto de mim e perguntou o que eu queira. Fiquei tentando dizer o nome da carne que queria, mas não conseguia. Nisto ela estava com um embrulho de carne na mão. Então ela me disse para levar aquela carne moída, e quando lembrasse o que eu queria, voltasse para comprar.

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