Sunday, March 7

FUGA PELO PORTAL DOS FUNDOS

Vinha eu, a noite, descendo a Rua São Paulo, quando entrei no pátio do Santuário de santo Antônio, para cortar caminho, indo em direção a Rua Vinte e hum de Abril. Quando cheguei em frente a porta central do Santuário, resolvi descer as escadas. Nisto veio um caminhão, rente ao passeio. Em cima deste, vinha uma foca muito grande. Ela pulou do caminhão, bem ali no início das escadas. Com medo dela, voltei e tentei entrar no Santuário. Mas a porta estava fechada. A tal foca foi se arrastando pelo passeio, acompanhando o caminhão que ia vagarosamente pela Rua Vinte e hum de abril. Desci as escadas do Santuário bem devagar, olhando se a foca não voltaria. Vi a mesma indo pelo passeio, quase chagando na Rua Minas gerais. Atravessei a rua rapidamente, entrei num cômodo que havia ali. Este cômodo estava muito bagunçado, cheio de coisas espalhadas. Havia algumas pessoas enchendo balão, para festa que aconteceria ali. Eu já havia estado naquele cômodo antes. Fui até uma janela, para ver onde estava a saída pelos fundos daquele cômodo. Nesta janela havia alguns bancos de madeira. Esbarrei em um deles, que caiu lá e baixo, pois o fundo deste cômodo, era baixo e onde eu estava, ficava a uns 6 metros do chão. Vi uma escada, fui até ela e desci lá em baixo. Lá, um homem dizia para outro, que não trabalharia mais ali, pois o tal banco que caiu, quase o tinha certado na cabeça. Nisto vi um banheiro e lembrei que a saída pelos fundos, era através do banheiro. Vi dois homens saindo através deste banheiro. Fui segui-los e vi que atrás deles ia um cachorro muito grande. Igual aquele do filme (baby, o porquinho trapalhão). Fui indo assim mesmo, imaginando que se o cachorro me atacasse, os tais homens não deixariam ele me morder. Quando sai lá fora, vi que era uma pequena rua que beirava um riacho. Como se estivesse saido em outro local bem distante do Santuário. Havia uma caminhonete parada ali. Quando fui andando, um pequeno cachorro me atacou, pulou e ficou pendurado mordendo a barra da minha camisa. Puxei-o com as mãos e mandei-o não chão. Nisto vi que havia uma ninhada de cachorro bem ali. O tal cachorro apenas defendia seus filhotes. O cachorro grande ficou num canto e nada fazia. Este pequeno cachorro veio me atacar novamente, mordendo meu sapato. Enfiei o pé por baixo dele e o atirei bem longe. Sai andando e fui embora dali.

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