Sunday, August 31

ESTRADINHA BRANCA

Eu estava num local, que não sei onde era. O chão estava todo branco, como se fosse neve, mas não era neve. Não havia ruas, havia estradinhas bem estreitas, todas brancas e compridas. Eu seguia por uma destas estradinhas até que cheguei num local, que parecia o porão, destes comuns em casas Américanas. Mas só existia o porão. Eu procurava por algo que deveria estar lá dentro. Eu chamei umas três vezes, ninguém respondeu. Então segui adiante. Nisto percebi que um bicho me seguia. Não sei que bicho era. Sai correndo.

Friday, August 29

NA NEVE, RECLAMANDO DO CELULAR

Estava num local, que tinha muita neve. Estávamos eu e o Sr. Ary. Eu reclamava com ele do celular que eu tinha. Que não tinha nenhum recurso. Nem filmadora, na câmara fotográfica e nada além de um simples telefone. Eu dizia que queria outro mais moderno. Saímos andando pela neve e eu continuei falando que não mais queria aquele celular. Depois fui até a casa do Taquínho do mel, levando uma peça de fogão a gás, para ligar na casa dele, pois o meu tinha estragado. Chegando lá, a casa dele ficava em baixo de uma marquise. Eu tentei descer e não consegui. Daí eu fui para a casa da minha mãe. Chegando nesta casa, que seria a da minha mãe, A Paulinha começou a brigar com o Cândido. Ela saiu correndo e ele correu atrás dela. ela gritava. Eu, no cômodo em que estava, fui tentar ligar a peça do fogão. Nisto vi que tinha esquecido a válvula do fogão. Fiquei imaginando que não teria como, ligá-la ali. Decidi não ligar então, pois não queria voltar para buscá-la. Quando fui saindo, veio a Paulinha e me perguntou se eu não pagava a fisioterapia para ela. Eu disse que estava “quebrado”

Thursday, August 28

AS MOEDAS

Eu estava num local, que parecia um grande galpão de uma empresa. Tinha uma pessoa agachada, trabalhando em algo. Nisto veio um homem, que seria o dono da empresa, dizendo que o filho dele não sabia nada e que tinha mandado fazer tudo errado. Pediu-me para fazer novamente. Ele então me deu uma sacola cheia de pratinhas de um real, 50 centavos e 25 centavos. Eu fui colocando as pratinhas nos bolsos. Todos os bolsos da minha calça ficaram cheios. Nisto eu fui até o homem que estava agachado, rindo muito e disse que usaria as pratinhas para tampar as bocas dos vidros que estavam dentro de uma caixa, onde este homem estava trabalhando. Eu ria muito. Nisto o dono veio novamente, e perguntou-me se eu já tinha terminado o serviço.

Wednesday, August 27

O ATAQUE DAS EMPILHADEIRAS


Estava trabalhando num local, que não sei bem o que era. Estava eu e o Gueds. Nisto fomos chamados a um local onde estava o filho do Nênei trabalhando. Ele pediu para eu e o Gueds ajudar a ele no serviço que ele fazia. Eu então disse a ele que eu trabalhava era com meio ambiente e só media a qualidade do ar, que aquele serviço eu não fazia. Eu perguntei a ele se não tinha visto meu uniforme onde estava escrito meio ambiente. Depois disto, eu e o Gueds saímos dali. Fomos até uma caixa d’água de cimento, que deveria ter uns dois metros quadrados por um metro de altura, que estava ali no chão e estava cheia de água. Nisto e Gueds deitou dentro desta caixa de d’água, porém, ele não afundava nem se molhava. Ali era como se fosse nosso cômodo de colocar nossas ferramentas de trabalho. Eu então resolvi me deitar no chão ali ao lado desta caixa d’água. Nisto, tinha quatro empilhadeiras que estavam um pouco adiante, que ligara sozinhas e vieram em minha direção. Elas estavam com as lanças levantadas e três delas atingiram o telhado do cômodo que tinha ao lado e saíram empurrando as telhas até pararem. A outra veio na minha direção e abaixou a lança, em cima da minha perna, me impedindo de sair dali. Nisto o Gueds apareceu e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que eu fui preso pela empilhadeira. Havia ali um local que parecia pasto. Havia seis vacas pastando ali perto, Nisto eu disse que tinha comprado três daquelas vacas, para uma pessoa que estava ali comigo. Apareceu outra pessoa e disse que me venderia as outras três pelo mesmo preço que eu tinha comprado. Então eu disse que no outro dia iria arrumar os mil e quinhentos reais, para pagar as seis vacas. Sai dali em direção da casa da minha mãe. Quando fui chegando perto da casa dela, vi que tinha uma fila de pessoas na casa da minha tia Gloria, que é vizinha da minha mãe. No passeio de fora da casa da minha mãe, tinha algumas pessoas sentadas, tipo quando terminam de almoçar e ficam fazendo a sexta. Ao entrar no portão da casa da minha mãe, vi que no jardim estava cheio de pessoas sentadas por todos os lados. Eu entrei, desviando das pessoas e fui para dentro da casa. Lá, encontrei o Vitinho e o Nênei e disse a eles que a gente tinha que passar uma mensagem pelo celular, para dizer que não a gente não ia de uniforme para a escola.

Tuesday, August 26

ARREPIANDO PARA VOAR

Eu vinha correndo pela rua da casa da minha mãe. Estava anoitecendo. eu senti um arrepio no corpo e dei um pulo. Então sai voando, mas desci logo depois. Continuei correndo, senti o arrepio novamente e deu um novo pulo. Sai voando mais alto e voei sobre as casas do esplanada. Eu olhava os telhados das casas e algumas pessoas que andava lá em baixo. Enquanto eu sentia o arrepio no corpo, eu ficava voando. Depois o arrepio começou a ir sumindo e eu fui descendo devagar até chegar ao chão, em pé. Não tinha ninguém por ali e ficou escuro rapidamente.

Monday, August 25

AS BALEIAS NADANDO

Estava do lado de fora do que seria uma casa. Havia algumas pessoas agachadas olhando algo dentro de uma caixa de isopor grande. Eu estava em pé. Nisto eu senti meu dente bambo e quando fui verificar com a mão, o dente caiu na minha mão. Era o dente da frente. Eu então comecei a pensar que eu não poderia ir para o mar, porque todos veriam que faltava um dente e bem o da frente. Eu agachei perto da caixa de isopor e olhei para o lado e vi meu reflexo no vidro de uma porta. Então quis olhar meus dentes, para ver como tinha ficado e vi que estava faltando eram dois dentes. Olhei para minha mão e tinha dois dentes lá. Fiquei olhando no reflexo e imaginando se alguém notaria. Depois pensei que deveria ir ao dentista, para ele colocá-los de volta. Nisto sai andando com os dentes na mão, ate que cheguei do outro lado desta casa. O mar batia na parede da casa e ali pertinho tinha duas baleias nadando.

Sunday, August 24

TENTANDO FAZER PASTEL


Estava num local, que parecia uma feira livre. Havia muitas pessoas. Eu fritava pastel. Nisto uma mulher pediu para eu fazer os pastéis. Eu fui até uma mesa pequena, peguei um pouco de massa e fui tentando passar no cilindro de abrir a massa. Eu tentava, mas a massa não saia fina. Depois eu consegui passar um pedaço de massa e ela ficou meio grossa. Ela tinha uns 50 centímetros de comprimento. Eu peguei esta massa com as duas mãos, para ela não arrebentar e fui procurar outro cilindro para passá-la. Eu andei por toda esta feira e depois voltei para onde eu estava. Chegando lá, tinha uma panela que estava cheia de pedaços de carne, fritando. Eu peguei esta carne e coloquei nesta massa. Quando fui fechar, ela não fechava porque a massa tinha ficado seca. Eu molhei as pontas desta massa até que consegui fechá-la. Mas ficou um pastel gigante, que dava o triplo dos que a gente vê hoje em dia. Então sai e peguei uma carretilha de cortar pastel e parti-o ao meio. Ele se desmanchou todo. Nisto vi a dona da barraca chegando perto do fogão, procurando a carne que estava fritando e eu tinha usado no pastel. Então eu decidi sair sem que ela me visse, para que não soubesse que tinha sido eu. Fui para um local, que deveria ser uma empresa. Estava eu e o Gueds. Nós deveríamos fazer uma medição da qualidade do ar. Eu disse ao Gueds que dava para subir o equipamento e eu ficar no chão. Ele dizia que não. Mas ele subiu no telhado e foi tentar colocar a sonda na chaminé para fazer a medição. Eu ficava em baixo, dizendo a ele como deveria fazer.

Saturday, August 23

ERA SÓ A GENTE PULAR QUE EU ACORDAVA..............

Eu estava num local, que tinha muitas árvores na minha frente, eu corri e sai voando. Eu voei sobre estas árvores. Eu quase ia descendo, ai fazia força para subir e continuava voando novamente. Eu via as copas das árvores, algumas amarelas. Toda vez que eu ia descendo, eu fazia força e conseguia voar novamente. Num certo momento, fiz muita força e fui muito alto. Fiquei com medo, pois sabia que muito alto era muito frio. Eu fui descendo e cai na beira de uma lagoa, dentro da água. Sai da água e vi uma construção antiga, tipo ruínas de civilizações antigas, só que no pé de uma montanha. Tinha uma entrada feita nas paredes do barranco, O Fernando estava lá. Nós entramos e saímos numa espécie de salão, que tinha sido feito escavando a montanha. Subimos alguns degraus feitos na própria terra. Chegando lá em cima, vi que tinha um buraco no barranco. Olhei por este buraco, procurando não fazer barulho. Lá no fundo, a uns 10 metros mais ou menos, tinha alguns animais, que pareciam morcegos, mas eram iguais a dinossauros. Eram pequenos, do tamanho de uma galinha. Eles andavam de um lado para outro. Havia outros bichos lá, que não sei o que eram. Então eu disse para o Fernando que era para sairmos dali bem rápido. Nisto então eu disse que eu estava sonhando, porque quando estou voando, só pode ser sonho. Então fiz força para acordar. Vi uma saída deste barranco. Lá em baixo, numa altura de uns 100 metros, tinha uma espécie de lagoa. Eu disse que era só a gente pular que eu acordava. Ma o Fernando não quis. Então saímos andando e veio uma espécie de jacaré de um metro mais ou menos, atrás de nós, tentando nos morder. Eu peguei as duas mãos do Fernando, o rodei (assim como a gente roda uma criança, quando esta brincando com ela) e os pés do Fernando acertaram o tal jacaré mando-o bem longe.

NA CONTRA MÃO

Estava andando em uma rodovia. Vinham no sentido contrário ao que eu estava e no acostamento e na contra mão, alguns caminhões. Eu fiquei pensando o que aqueles caminhões faziam andando na contra mão, se a pista do outro lado não tinha nada de errado com ela. Depois passou por mim um caminhão guindaste. O motorista me disse que estava indo rebocar os carros que estavam na contra mão.

Wednesday, August 20

A GALINHA, A BICICLETA E O HOSPITAL

 Eu estava na Rua Goiás com Avenida primeiro de Junho. Alguém serrou um pedaço de uma cama e me deu para sapecar uma galainha que tinham matado e já depenada. Quando a coloquei sobre o fogo para sapecá-la, ela ficou batendo assas e tentou voar. Então eu disse que a galinha não estava morta ainda. Nisto apareceram várias pessoas e tentaram colocar a mão na minha boca. Eu então fiquei mordendo a mão destas pessoas. Fui para Avenida Getúlio Vargas, dirigindo um carro prata, e queria ir ao Hospital São João de Deus. Quando passei perto do primeiro posto, uma pessoa gritou perguntando se podia morar comigo por seis meses. Eu acelerei o carro e quando vi estava na Rua Oeste de Minas, que dá acesso ao bairro Niterói. Tentei frear quando cheguei a João Notíni, para virar a direita, indo para o hospital, mas o freio não pegou. Eu virei assim mesmo e sai na frente da caminhonete que vinha na João Notini. Quase batemos. Continuei acelerando e quando vi estava numa rua estreita. Então percebi que era uma rua do bairro Niterói. Depois vi a frente, peças de carro e pneus espalhados. Então mirei para passar entre eles. Quando passei, esbarrei num pneu que saiu rolando. Então percebi que eu estava numa bicicleta e em cima do passeio. Então imaginei que se o dono das peças achasse ruim, diria que passeio não é para colocar as peças. Continuei na bicicleta até a entrada do Hospital São João de Deus, que estava diferente do que é realmente. Fiz força para pedalar e vi que o pneu da frente estava furado. Fui empurrando a bicicleta e pensando como faria, pois não tinha trago às ferramentas para trocar o pneu. Depois sabia que tinha que levar a bicicleta para o meu irmão Ricardo. Então pensei em ir empurrando a bicicleta pela rua de trás do hospital, que leva ao bairro Porto velho. Quando percebi estava na garagem da casa da Dona Judit. Fiquei me perguntando o que eu fazia ali. Então decidi que iria parar ali e depois levaria a bicicleta para meu irmão. Quando fui encostar a bicicleta na parede, ele já era uma bicicleta desta de fazer acrobacia, a roda da frente era pequenininha e a de trás bem grandona. Então sai carregando a bicicleta para dentro da casa da dona Judit.

Tuesday, August 19

FUGINDO DAS VACAS GIGANTES

Vinha de uma escola. Algumas pessoas vinham comigo. Eu carregava cadernos. Vinha por uma rua estreita e descalça, onde de um lado, era só parede do fundo das casas que ficavam viradas para a rua paralela. Do outro lado, passava um pequeno rio. Eu e as outras pessoas estávamos no meio do quarteirão, que não era muito comprido. Na esquina da frente, tinha duas vacas que eram o dobro do tamanho de uma vaca normal. Pouco antes delas, tinha um touro que era maior ainda. Os três estavam deitados, Nisto percebemos que o touro tinha levantado e vinha em nossa direção. Saímos correndo. Quando cheguei à outra esquina, olhei para trás e vi que alguém vinha montado no touro. Virei à esquina e depois virei na rua paralela, As casa não tinha muro cercando-as. Eu corri pelo quintal das casas, tentado evitar que o touro me pegasse. Eu tinha que chegar à casa da esquina, que era onde eu morava. Quando estava no meio do quarteirão aproximadamente, fui cada vez mais devagar. Quanto mais força para correr eu fazia, mais devagar eu andava. Encontrei meu irmão, o nenêi, discuta-amos o tamanho das azeitonas que estavam em um vidro. Eu dizia que eram todas pequenas. Meu irmão dizia que eram as maiores que existiam. Segui por um caminho de terra, Vinham comigo mais algumas pessoas e um cachorro. Passamos perto de um riacho onde tinha vários fios de alta tensão espalhados. Eu disse que aqueles fios passavam debaixo da terra para levar energia até as fazendas, e que eles estavam arrumando tudo. Nisto chegamos numa construção que seria uma ponte. Havia uma escada feita com pedaços de pau de uma árvore. Esta escada era totalmente vertical e acompanhava a construção de um paredão. Nisto o cachorro saiu correndo e começou a subir a tal escada. Eu disse que ele tinha medo e por isto foi subindo logo. Eu subi logo depois. Quando já tinha subindo um bom pedaço, a escada começava a fazer uma curva para trás. Eu fui tentando subir e já não conseguia segurar meu corpo, Quando fui cair, acordei.

Monday, August 18

VASO DE LAVAR ROUPAS


Estava num cômodo, que era grande e parecia com uma área de lavanderia de um apartamento. Tinha um vaso sanitário que era da altura de uma maquina de lavar roupa e até parecia com uma. Eu dei descarga neste vaso e saíram salsichas de um metro mais ou menos e começarem a descer neste vaso, só que por cima, onde seria a entrada de água em uma maquina. Eu fiquei com medo de entupir e fui empurrando as salsichas, umas três, pelo cano abaixo. Imaginei que as salsichas se quebrariam e desciam facilmente. Dei outra descarga e saíram mais salsichas e a água transbordou. Eu tentava impedir de a água sair, mas ela continuou a transbordar Fui até a laje onde tinha uma caixa de água. Nisto chegou uma pessoa lá em cima também. Eu então fui descendo e entrei num cômodo onde tinha um papel bem grande e eu deveria escrever meu nome no local certo. Eu não conseguia ver o local direito, parecia embaçado. Nisto vi que eu estava com óculos de proteção. Então tirei os óculos. Tentei escrever, mas só coloquei o “T” do meu nome. Então achei que estava de óculos novamente e coloquei a mão no bolso da camisa e vi que os óculos estavam ali. Vi que tinha outros óculos em cima deste papel onde eu tentava escrever. Tentei uma três vezes, mas só colocava o “T” de Thymonthy e não conseguia escrever meu nome completo.

Sunday, August 17

ENTRANDO NO SBT

 Eu estava entrando num local que seria a rede de televisão “SBT”. Logo que entrei tinha uma fila a esquerda e o pessoal subindo uma escada. No inicio desta escada estava o Gugu. Eu passei por ele e continuei por um corredor, Nisto vi o Vitinho (meu irmão). Passei por ele também, até que cheguei a um beco, onde duas paredes que estavam distante uma da outra apenas uns 50 centímetros. Eu tinha que subir por estas paredes, que eram bem altas. Nisto veio uma mulher e começou a escalar estas paredes, colocando um pé em cada, foi subindo. Então eu fui fazer o mesmo e comecei a subir também.

Saturday, August 16

PEDINDO 1.800,00 EMPRESTADO


Estava numa rua do bairro esplanada. Eu fui até um cômodo que tinha numa esquina. O nenêi estava chegando à porta. Eu então disse a ele que iria precisar de um cheque de mil e oitocentos reais emprestado. Ele só deu uma risada e entrou no cômodo. Eu entrei também e lá estava a Selma sentada numa mesa, entregando algo para uma as pessoas que estavam numa fila ali. Fui até a casa de uma pessoa, Fui saber sobre como fazer uma festa. Esta pessoa sabia mais sobre festa que eu. Eu disse que a Iara queria uma média de 100 salgados. A gente queria comemorar o nascimento de minha filha. Eu estava com cadernos e tinha que estar na sala de aula às sete e meia. Quando passei perto de uma loja, alguém perguntava sobre Thymonthy Becker. Alguém lá dentro disse que eu tinha mudado dali. Esta pessoa então disse que estava ali cobrando uma dividas. Eu passei rapidinho, pois não queria que a pessoa me visse. Virei na primeira esquina e vi o Gueds com o carro parado no meio da rua. Ele estava sentado na frente do carro, mexendo em algo. Eu lembrei que já tinha visto ele assim várias vezes. Eu fui ate ele e disse que estava na hora dele trocar o carro. Depois entramos no carro e saímos. Eu disse que esperava que o carro não estragasse novamente. Nisto chegamos num local que parecia ser um pedágio, só que era um quebra molas muito alto e com uma ferragem passando em cima. Tinha um caminhão parado ali. Nós passamos com dificuldades. Eu disse que o carro não poderia estragar naquele local.

Friday, August 15

VAGAS PARA ENGENHEIRO NA BARBEARIA

Estava vindo do porto velho. Carregava em meus ombros uma cobra enrolada como se fosse mangueira de jardim. Alguém vinha atrás de mim. Quando atravessava a pontinha que liga o Porto Velho à Esplanada, este alguém que vinha atrás de mim disse que ali era perigoso e que aconteciam muitos assaltos. Eu então corri e passei pela pontinha. Quando estava aproximando da rua da casa da minha mãe, vi que na rua corria uma grande enxurrada, que tomava toda a rua e descia numa velocidade muito alta. Eu percebi que tinha acabado de chover ali. Alguém ia passando do outro lado da travessa que eu estava. Eu perguntei se a água estava baixando. Ele disse que era o que eu via. Eu olhei, e disse a quem me seguia que estava baixando a água. E que era importante que eu levasse aquela cobra o mais rápido possível. Cheguei num local, que parecia um salão de barbearia. Havia uma fila ali dentro, que dava num caixa eletrônico. Do lado de fora havia outra fila que levava ao estabelecimento, que era para busca de emprego, ao lado desta suposta barbearia. Como as duas filas se juntaram lá fora, as pessoas estavam indo para a fila errada. Nisto alguém escreveu numa plaquinha na barbearia: “cadê a vaga para engenheiro?” Eu estava sentado num banco dentro desta barbearia, usava apenas uma cueca boxer. Então eu disse para as pessoas da fila, que estavam na fila errada e que emprego era na outra. Numa praça, com fone e microfone, tipo telefonista. Eu falava com minha mãe e meu pai. (meu pai já faleceu há cinco anos). Depois sai andando por uma rua que não tinha casa em nenhum dos lados, e estava quase toda coberta por matos. Alguém vinha atrás de mim. Fui andando e conversando. Depois de andar um pouco, eu lembrei que o roteador não dava para pegar sinal muito longe. Nisto a ligação caiu. Para a pessoa que vinha atrás de mim, não perceber que o sinal tinha caído e pensar que tinham desligado na minha cara. Finge que ainda estava falando e disse thyal.

Thursday, August 14

OS MINI TRENS


Estava numa rua que seria do porto velho de baixo. Eu queria ir para o esplanada. Nisto cheguei numa esquina onde tinha uma rua em diagonal. Eu lembrei que conhecia aquela rua e segui por ela. Nisto vi uma casa e lembrei que ali morava o Orlando. Então conclui que estava no rumo certo. Quando passei pela casa, me vi num barranco, com mais umas dez pessoas. A gente tentava passar por este barranco que tinha vários buracos. Nisto ficamos entre trilhos de ferrovia, que passavam nos dois lados que a gente estava, e atrás de nós. Todos bem perto. Nisto veio os trem passando muito rapidamente. Os trens eram do tamanho de carros. Não sei de onde vinham, eles apareciam somente quando estavam bem perto de nós. A gente tinha que ficar desviando deles para não ser atropelados. Depois conseguimos andar mais um pouco e nos vimos entre várias enxurradas, pois tinha acabado de chover. Eu tentava pular as enxurradas, mas não conseguia. Até que eu pulei num barranco e soltei sobre outro barranco em forma de muro.

Wednesday, August 13

CASA EM "U" NO DESFILE DE MISS BRAZIL

Estava numa casa muita esquisita. Ela era um corredor em “U”. Tinha uma porta no final de um lado deste corredor, e uma porta no meio de um dos lados, que era a entrada. Eu entrei por esta porta, puxando por uma corda, um cabrito em miniatura. Eu passei para o outro lado do corredor e agachei. Nisto o cabrito em miniatura subiu na minha perna e começou a fazer xixi em mim. Eu o tirei rapidamente e falei para ele ir fazer noutro lugar. Nisto este cabrito em miniatura, já tinha virado a Nathália, só que com três anos. Nisto ela começou a fazer xixi e não parava mais. Estava enchendo uma caixa d’água bem grande. Eu fui para o outro corredor e vi a porta que tinha lá no fundo. Pensei em chamar a Iara, mas depois desisti, porque pensei que ela poderia achar ruim. Nisto, em frente à porta de entra, vi a Nathália brincando. Eu disse a ela que já eram seis e meia e que ele tinha que ir para a escola. Depois fui para o outro corredor novamente e vi que em baixo, pois o corredor estava no segundo andar; estava funcionando uma fábrica de pregos. Eu fiquei pensando que eu não tinha autorizado a ninguém montar uma fabrica ali dentro de casa. Mas ela estava funcionando e com várias pessoas trabalhando lá. Nisto olhei para perto dos meus pés e vi quatro pregos, Nisto pensei que logo estaria tudo uma bagunça. Olhei lá para baixo, para procurar a Fabíula, pois ela dormia lá em baixo. Não vi nada. Depois lembrei que ela tinha ido embora de nossa casa. Sai para um local que era bem longe. Havia algumas pessoas lá. Eu esperava um ônibus para ir embora. Uma mulher que estava perto de mim disse que o ônibus sempre demorava. Eu olhei para o céu e vi algumas nuvens de chuva. Então disse a mulher que se não fosse chover, eu iria a pé. Nisto eu sai para ir a pé e a mulher veio comigo. Entrei numa lojinha que tinha logo ali e pedi a um homem que estava numa cadeira de rodas, para tirar Xerox. Nisto fez um barulho e eu então perguntei a tal mulher se era o ônibus que tinha passado. Ela disse que sim. O tal homem da cadeira me disse que não poderia tirar a Xerox, pois o arquivo não dava certo. Fui embora para um clube. Estava num local e quando entrei numa porta, vi um imenso salão e sabia que ali era onde havia os desfiles de miss Brasil. Nisto ouvi um barulho e olhei era a tal mulher com uma criança de uns três anos. Eu entrei neste salão e vi desenhado no chão às curvas indicando como as mis deveriam desfilar. Quando fui chegando perto, a tal menina disse que era uma piscina. Eu olhei e então vi mesmo uma piscina imensa. Então imaginei que as mis desfilavam dentro d’água. Eu toquei os pés na água e decidi andar dentro da piscina.

Monday, August 11

LIMPANDO O GALPÃO

Eu estava num galpão. Ele estava muito sujo e bastante entulho por todo lado. Então eu peguei uma vassoura para varrer todo o galpão, pensando que eu já deveria tê-lo varrido há muito tempo, senão eu seria mando embora. Então fui até o inicio do galpão. Chegando lá, vi que tinha muita terra espalhada de um monte de terra. Então fui pegar um carrinho de pedreiro e uma pá, para juntar a terra e depois varrer. Quando vinha com o carrinho, veio atrás de mim um homem que deveria ser o dono dali. Ele perguntava por uma pessoa. Eu fiz que não ouvisse, porque não sabia de quem ele estava falando. Nisto alguém disse que estava lá no escritório. Então vi uma construção no final do galpão, que eu não tinha visto antes. Vi que tinha uma escada lateral que dava para o andar de cima. Esta pessoa disse ao tal home que ele deveria subir as escadas. Ele foi para lá. Nisto vi que eu estava num barranco e deveria descê-lo com o carrinho. Tinha uns 6 metros de altura. Desci com o carrinho.

Sunday, August 10

OS COELHOS NO GUARDA-ROUPAS


Estava na casa da Dona Judit. Estava num quarto onde estavam o Fernando e o Segundinho. Nisto chegou o Israel e eu então sai dali e fui para meu quarto. Quando abri a porta do meio do meu guarda-roupa, vi que a Nathália tinha colocado ali duas calças dela. Não gostei de ver a roupa dela ali e ia pedir a ela para tirá-la de lá. Nisto, quando fechei a porta, o guarda-roupa partiu ao meio. Uma metade encostou-se à parede do lado e a outra foi caindo e eu segurei. Fui tentando encostar as duas metades novamente, quando o Fernando e o Israel chegaram lá. O Fernando me chamou e eu disse que não dava, pois estava segurando o guarda-roupa que tinha partido. Nisto o Israel pegou a metade que tinha se encostado à parede e foi tentar me ajudar. Nisto uma tábua da lateral do guarda-roupa caiu e bateu numa cadeira, quebrando um pedaço do encosto da cadeira. A cadeira era do Sr. Ary. Então eu disse que o Sr. Ary iria reclamar muito do ocorrido. Fui para um local, que era uma praça redonda. Mas não tinha nada, ela era toda cimentada e colorida com círculos redondos cada um de uma cor. Esta praça deveria ter o tamanho de um quarteirão. Eu tinha ficado sabendo que o coelho que eu tinha dado a uma pessoa, tinha tido filhotes. Então eu fui atravessando esta praça para o outro lado. No centro dela tinha um circulo das cores do arco Iris. Quando chegava ao final dela, vi um galpão e uma pessoa lá dentro. Eu sabia que aquela pessoa era a quem eu tinha dado o coelho. Logo depois do galpão tinha um cercado. Eu fui direto ao cercado e vi lá o coelho e três coelhinhos. Nisto o coelho pulou em mim, me agarrando próximo ao pescoço. Eu o segurava pelo pescoço, para que ele não me mordesse. Cai no chão, tentando tirar o coelho e não conseguia. Não tinha ninguém na praça. Então peguei as orelhas do coelho e puxei, mas ele não se soltava. Fui arrastando para longe do cercado, pois assim ele veria que eu não queria pegar os filhotes. Mas mesmo assim o coelho continuava agarrado. Mas ele não tentava me morder.

Saturday, August 9

O CHURRASCO NO DISCURSO

Estava num local onde havia algumas pessoas. Havia uma pessoa que estava fazendo churrasco. Eu quis pegar um espeto de churrasco, mas a tal pessoa disse que era para pegar no outro dia, assim todos pegariam juntos. Nisto o tal homem que fazia o discurso, era um advogado de outro que estava ao seu lado. Este advogado disse para o que estava ao seu lado, que ele tinha conseguido ajudá-lo, e que ele pegaria só 105 anos de prisão. Todos festejaram. Então fomos pegar os churrascos, quando vimos que o churrasqueiro havia fugido com todo o churrasco.

Thursday, August 7

PESSOAS SEM ROSTO


Eu estava num local que não sei bem onde era. Eu via muitas pessoas, mas não via seus rostos. De repente, sai correndo e comecei a voar. Sai voando baixinho, quase rente ao chão. Eu fui me afastando daquelas pessoas, quando vi estava voando sobre o mar, ou um rio muito largo. Quando parei de voar, cai na água.

Monday, August 4

ENCOSTADO NA PAREDE


Estava na Rede Ferroviária. Eu andava em cima dos vagões. Nisto vi várias pilhas bem altas, de pacotes tipo de cimento de 50 kg, só que se sabão em pó. Então vi uma pessoa dizendo que ali tinha 200 quilos. Mas parecia ter mais de 1000 quilos. Eu desci sobre os pacotes de sabão em pó. Cheguei numa pia e comecei a lavar as mãos. Minhas mãos pareciam que tinham uma tinta branca que nuca saia. Apareceram outras pessoas para lavar as mãos também. Eu esfregava e a cor branca não saia. Nisto chegou uma mulher e mandou que a gente parasse de lavar as mãos. Eu disse que a minha mão tinha cal e que não queria sair. Ela mandou parar assim mesmo. Nisto alguém, enfiou a mão debaixo da água que caia da torneira e jogou no meu rosto. Eu assustei e quando fui jogar água nele também, a mulher ficou me olhando, eu desisti e sai enxugando minhas mãos. Depois fui fazendo as contas e vi que meu dinheiro não ia dar para pagar todas as minhas dívidas. Estava encostado numa parede. Nisto lembrei que eu devia um dinheiro ao Israel e que teria que pagar com juros. Fiquei imaginando como eu faria. Então pensei que era melhor pagar ele primeiro, porque ele poderia fazer um escândalo se eu não o pagasse. Eu teria que viajar para encontrar com o Henrique. Eu tinha 2 horas para chegar onde o Henrique estava. Nisto eu já me vi onde o Henrique estava. Ele estava sentado lendo um jornal. Então eu disse a ele que tinha esquecido o dinheiro, para pegar o ônibus. Ele me mandou voltar bem rápido, porque u só tinha duas horas. Eu fui voltando dentro de um carro. Passando em frente a um bar vi o Henrique sentado lá dentro, Parei o carro na esquina, no meio da rua. Falei com o Henrique e ele me mandou ir rápido. Eu empurrei o carro para tirá-lo do meio da rua. Era um Fiat 147 (primeiro carro que a Fiat fez no Brasil). Quando eu o empurrei, ele saiu arrastando na beira do passeio, Eu olhei, mas fui embora. Eu desci três quarteirões que eram morros bem altos e cheguei logo em casa, Então pensei que por aquele caminho era bem fácil. Nisto alguém me pediu para olhar qual local tinha cerveja que fosse fácil de pegar, que estivesse da altura do meio fio. Eu então disse que tinha visto um bar que ficva deste jeito.

Sunday, August 3

COLANDO ESPUMAS NA PAREDE

Estava num local, que parecia um curral, só que todo fechado. Nisto vi um homem segurando um feixe de feno. Eu pedi a ele que me entregasse, pois aquele feno, não pertencia a dele. Ele me entregou, Eu peguei e depois devolvi a ele o feno. Nisto vi outro homem dentro da local onde se guardava o feno. Este homem fechou a porta passando uma corrente nas grades e fechando com cadeado, só que ele ficou do lado de dentro. Eu então fiquei pensando que ele não era o domo e que deveria estar ali para pegar o feno que não era dele. Fui para um cômodo, onde eu colocava uma espécie de espuma em toda a parede. Parecia colchão, só que mais fino. Eu ficava colando, e quando terminava via que o primeiro já estava descolando da parede. Depois vi que em uma parte que não tinha colchão, alguém estava furando a parede, do outro lado, usando uma broca. Eu fiquei olhando. Foram dados dois furos. Depois, quem estava furando chegou os olhos nos furos para ver. Eu então aproximei dos furos e deixei que a pessoa me visse, A pessoa olhou e rapidamente tirou os olhos. Depois vi que a pessoa estava colocando massa nos buços, para tampá-los.

Friday, August 1

BIAL NA PERNA DE PAU


Estava na rua em frente à casa da minha mãe. Havia uma mulher no alto de uma perna de pau, presa apenas a sua perna esquerda. O apresentador Pedro Bial estava com a outra perna de pau presa a sua perna direita. Elas tinham uns 3 metros de altura. E preso, amarrado na cintura dos dois, havia uma bambu de uns 4 metros, que fazia os dois ficaram separados. Amarrado no meio deste bambu estava eu. Eu segurava o muro da casa da minha mãe para não cair. O Pedro Bial ria muito e dizia que não era para eu ter medo. Eles tentavam-me puxar. Até que conseguiram e ficaram equilibrando nas pernas de pau, e eu preso ao meio. Eles tentaram andar e saíram meio que cambaleando, pois tinha que andar juntos senão Caiam. Eles saíram andando sem jeito e eu pedindo para parar. O Pedro Bial ria muito. Depois Fui para uma casa, que não sei onde era. Havia uma mesa comprida que fazia várias curvas para um lado e outro. Esta mesa tinha uns 50 centímetros de altura. Eu peguei uma tigela e fui pegar algo para comer. Uma mulher colocou nesta tigela bastante feijão com muito caldo. Sai andando com cuidado, mas derramava o feijão, pois não conseguia equilibrar a tigela. Entrei numa outra sala, e a Jaqueline estava sentada à mesa. Ela então me disse que era para eu pegar um pedaço da carne que estava no prato dela. Eu disse que não queria. Ela insistiu dizendo que tinha muita carne ali.